Cinquenta Tons Mais Intensos.

11 Uma nova funcionária.


Notas iniciais
Olha quem voltou? Eu! Podem comemorar com mais um capítulo fresquinho para vocês. Boa Leitura!

Por Christian.

Eu queria avançar sobre ela, pega-la pelo braço, arrastá-la até a minha sala e fodê-la até nós estarmos completamente saciados, meus pensamentos não estavam muitos coerentes olhando Anastásia com essas roupas, ela tinha um sorriso um tanto quanto nervoso no rosto, e eu tinha um sorriso de orelha á orelha.

Se ela está aqui, é porque ela aceitou trabalhar para mim, e nada mais poderia me fazer tão feliz, isso era tudo que eu queria, pois é apenas o começo para meu plano infalível de tê-la como minha submissa, minhas mãos já estavam suando, e eu limpei a garganta antes de falar, eu tinha que parecer que estava firme e forte, afinal sou Christian Grey e estou da minha empresa, tenho que mostrar á ela quem manda, mas sem ser rude, ela tem que ter sobre tudo, confiança em mim, algo que eu sinto que ela não tem.

–Então, tem algo de errado acontecendo Senhorita Steele? – Eu pergunto, e ela dá um sorriso amarelo, e fica envergonhada, abaixando a cabeça e corando, e eu adoro quando ela cora, é tão adorável.

–Bom, eu queria falar com o Senhor sobre aquela proposta, mas não estavam querendo me deixar subir. – Diz Anastásia.

Meus olhos brilham ao ter em tese á sua confirmação que ela veio aqui falar sobre a minha proposta, mas logo meus olhos se escurecem ao perceber que ela foi “maltratada” por minha recepcionista e impedida de subir ao meu encontro, á quanto tempo eu fiquei pensado e esperando por sua ligação, nervoso por acreditar que ela não iria aceitar minha proposta, e Carmen a impedindo de subir.

Parece que alguém vai ser demitida ainda hoje. – Eu penso comigo mesmo, já planejando sua demissão, e de qualquer uma que ousasse tratar mal Anastásia, e de qualquer um que se ousa olhar para Anastásia com segundas intenções.

Eu cuido muito bem, do que é meu, e ela pode não saber ainda, mas ela é minha.

Eu viro meu olhar para Carmen que me olha assustada, eu aposto que se ela pudesse abrir um buraco e se enterrar ela já teria feito, e é bom mesmo que ela tenha medo, para aprender.

–Como assim você não deixou a Senhorita Steele subir Carmen? – Eu pergunto ameaçadoramente.

–D- Desculpe senhor Grey, é que ela não tinha horário, e apenas tinha um cartão e eu achei que...- Começa ela a dizer, mas eu a interrompo.

–Primeiro Carmen, eu vou deixar bem claro que você não é paga para achar, e sim trabalhar, segundo “ela” tem nome, e se chama Anastásia Steele, e eu quero que se refira á ela dessa maneira, e terceiro, não importa se a Senhorita não tinha horário, a sua função como recepcionista era passar a informação para Andrea que passaria para mim, e não fazer com que a Senhorita Steele espera-se tempo demais e se irrita-se, a Senhorita Steele tem permissão para entrar e sair dessa empresa quando quiser e bem entender, ouviu bem? Ou será que é tão incompetente para isso? – Eu pergunto com ironia, e Carmen morde os lábios se segurando para não chorar.

–Me desculpe senhor, isso não irá mais acontecer eu prometo. – Ela diz e eu concordo positivamente com a cabeça.

Claro que não irá acontecer, pois você será demitida! – Eu completo mentalmente.

Eu me viro para Anastásia que está com os olhos arregalados assustada com a cena que acabou de presenciar, afinal perto dela eu nunca fui tão rude com alguém, tirando o dia lamentável que ela quase foi “estuprada” na rua, eu sorrio para tentar amenizar o clima que ali se instalou, e ela sorriu de volta, ainda meio insegura, talvez ela devesse estar pensando que não deveria estar ali.

–Me desculpe, eu vim em uma hora ruim, a culpa foi minha eu não deveria ter vindo sem avisar, me desculpa, a culpa foi minha, eu posso voltar outra hora, eu não queria causar todo esse stress e incomodo. – Ela diz mordendo os lábios em uma atitude de nervosismo, eu queria morder o seu lábio por ela.

Como ela pode se achar culpada de algo, quando á única culpada é Carmen?

–Que isso Anastásia, você não veio em uma hora ruim, a culpa não foi sua, e você podia ir e vir sem avisar, e não você não precisa ir embora e voltar outra hora, e você não causou nenhum stress e incomodo. – Eu respondo e ela sorri. –Inclusive eu estava indo agora mesmo comer algo, estou morrendo de fome, e gostaria muito que você fosse me acompanhar, e poderíamos conversar sobre a minha proposta, o que você me diz? – Eu pergunto e novamente ela morde os lábios indecisa.

Por favor, Anastásia, pare de morder esses lábios, você está me torturando. – Eu peço em um pedido mudo.

–Ok, eu aceito. – Ela responde e eu sorrio de orelha á orelha, as coisas estão saindo melhores do que imaginei.

–Então vamos? – Eu pergunto estendendo a minha mão, Anastásia olha para a minha mão indecisa se deve pega-la ou não, ela hesita um pouco, mas acaba desistindo e aceitando a minha mão, pegando-a.

Nesse momento tudo muda, e uma corrente elétrica muito boa, passa em volta do meu corpo, me fazendo arrepiar da cabeça aos pés, é uma sensação prazerosa, e eu posso sentir que ela sentiu o mesmo, ela me olha com os olhos arregalados, mas ela não retira a sua mão da minha, isso que eu acabei de sentir apenas tocando a sua mão, imagina quando tocar outras partes do seu belo corpo.

Eu a puxo para ficar no meu lado, e começamos a andar em silêncio para fora da empresa, e uns montes de olhares nos seguem, meus funcionários pareciam impressionados, afinal eles nunca me viram como uma mulher, é muito provável que acharam que eu era gay, e eu não posso julgá-los, pois minha própria família acha.

–Qual tal irmos á pé até a Starbucks? – Eu pergunto e ela fecha a cara.

–Pode ser outro lugar? – Pergunta ela e eu me xingo mentalmente. Como eu sou burro, claro que ela não vai querer ir para aquele lugar.

–Claro, conheço um restaurante aqui perto, podemos ir á pé se quiser. – Eu digo e ela assente.

–Ok, então nós vamos. – Diz ela simplesmente e eu sorrio, enquanto caminhamos á pé para o restaurante que fica apenas uma quadra daqui. Resolvo puxar assunto até chegarmos lá.

–Você está linda. – Eu digo sinceramente e Anastásia cora, tentando afastar sua mão da minha, mas eu não permito.

–Obrigada Christian. – Agradece Anastásia ainda corada, e eu percebo que ela não está tão teimosa e irredutível como sempre é ela está mais leve e relaxada.

–Então, eu estou muito feliz que esteja aqui, eu estava sentindo a sua falta. – Eu confesso falando de mais, e Ana novamente corada, limpa a garganta desconfortável.

–Bom, eu estive pensando em tudo que o senhor disse e...- Ela começa a dizer, mas eu a interrompo.

–Christian. – Eu digo simplesmente.

–Como? – Ela pergunta confusa.

–Me chame de Christian, senhor me faz sentir um velho. – Eu respondo. E senhor só pode me chamar na cama. – Completo mentalmente.

–Ok, então Christian, eu estive pensando sobre tudo que me disse, sobre ser mérito meu, e que eu merecia trabalhar em um lugar melhor, e então resolvi aceitar, eu acho que vai ser bom para mim. – Ela diz enquanto paramos na frente de restaurante e eu sorrio com felicidade.

Ela aceitou, ela aceitou trabalhar para mim, e isso já um grande passo para minha conquista. Eu abro a porta do restaurante para ela entrar primeiro, e ela sorri agradecendo, uma senhora de quarenta e poucos anos,com um vestido preto até os joelhos, o cabelo ruivo em um coque vem em nossa direção parando na nossa frente com um sorrio fraternal.

–Olá, bom dia, bem vindos ao restaurante Ellenos Restaurant . – Ela nos cumprimenta.

–Olá, eu gostaria de uma mesa. – Eu digo e a mulher assenti. –Uma mesa afastada das outras de preferência. – Eu acrescento.

–Claro, me acompanhe. – Ela diz andando na frente e Anastásia e eu acompanhamos ela que nos leva a uma mesa afastada do restaurante, onde a iluminação é pouca.

–Aqui está perfeito. – Eu digo e mulher sorri, eu puxo a cadeira para Anastásia sentar, Anastásia sorri e agradeci, e eu me sento na sua frente logo em seguida.

–Vou chamar o garçom, com licença. – Avisa a mulher e eu balanço a cabeça positivamente.

Enquanto a mulher dar as costas para chamar o garçom, que em menos de um minuto está na nossa frente um rapaz de cabelos negros, pele branca, e olhos verdes, ele sem descrição nenhuma, fica secando Anastásia, olhando de cima para baixo, flertando com ela, Anastásia apenas abaixa o olhar olhando para suas próprias mãos, enquanto eu enxergo tudo vermelho de raiva.

Quem esse filho da puta pensa que é?

–Você veio aqui para anotar nosso pedido ou ficar aí com essa cara de taxo? – Eu pergunto com raiva, e o rapaz então finalmente saí do “transe” que está e se vira em minha direção para me olhar, ele vê a minha expressão de raiva e então encolhe os ombros, e eu sinto uma imensa vontade de socá-lo.

–Desculpe senhor, então o que desejam? – Ele pergunta e Anastásia me olha confusa.

–Bom, ainda é cedo para comermos algo muito pesado, ainda mais você que irá trabalhar então eu aconselho e pedir algo leve, mas que te sustente. – Diz Anastásia e eu sorrio ao ter uma idéia que ela está pensando em mim, e isso realmente me agrada.

–Você tem total razão, acho que um café e uns aperitivos leves está bom e suficiente. – Eu digo e o garçom desajeitadamente anota no seu caderno, dando uma última olhada de cima par abaixo em Anastásia.

–Vou trazer agora mesmo. – Ele diz saindo e eu aperto a toalha co força.

–Filho da puta. – Eu o xingo baixinho.

–Como? – Pergunta Anastásia.

–Nada, só estava pensando alto, então. – Eu respondo. –Então, vamos começar a falar sobre a minha proposta? – Eu pergunto e sorri.

–Bom Christian, como eu disse eu estivesse pensando, e cheguei a conclusão que eu aceitou trabalhar para você. – Ela diz e eu sorrio feliz por minha vitória, eu sempre venço.

–Fico feliz que aceite Anastásia, fico feliz mesmo, eu queria muito isso, e tenho certeza que você será perfeita como minha assistente pessoal. – Eu digo e ela sorri envergonhada. –Bom, quando chegarmos à empresa eu vou lhe entregar um papel com todas as informações necessárias para você, com o seu salário, as suas funções, e tudo que será proposto. – Eu digo e ela balança a cabeça positivamente.

–Claro, eu gostaria de saber se eu terei que acompanhar você nas viagens? – Ela pergunta, e antes que eu posso responder o garçom volta com alguns bolinhos e os nossos cafés, colocando em cima da mesa, eu posso notar que ele tenta evitar olhar para Anastásia, e eu acho melhor assim, se ele claro, quiser continuar a viver.

–Querem algo á mais? – Ele pergunta olhando para mim.

–Não, pode ir, agora. – Eu digo de forma controlada, e ele sai sem voltar a olhar para Ana. –Bom, enquanto a sua pergunta Ana, sim você terá que me acompanhar em todas as minha viagens, todas. – Eu digo e Anastásia nada diz apenas assenti. –Porque tem algo que te impede á ir? – Eu pergunto.

–Não, não há nada, eu só queria confirmar mesmo. – Ela responde tomando um pouco de seu café e eu faço a mesma coisa.

–Bom, e você terá que me acompanhar em todos os meus eventos, e a quero exclusivamente como minha acompanhante. – Eu digo e ela arregala os olhos surpresa, é claro que não á necessidade dela me acompanhar nos eventos, muito menos como minha exclusiva acompanhante, mas eu não vou perder essa oportunidade, e eu não quero ir acompanhado nos eventos por uma mulher fútil e vulgar qualquer, eu quero ir com Anastásia. –Você poderá me acompanhar nos eventos? – Eu pergunto.

–Oh, claro, eu vou sim. – Ela responde e eu sorrio, comendo um bolinho, e assim iniciamos uma conversa para mim poder saber mais sobre a minha Anastásia.

Minha nova funcionária, que em breve será muito mais que isso,

Continua.

Notas finais
Próximo capítulo vai sair quarta, quinta ou sexta, então em um desses três dias eu vou postar um novo capítulo, só não sei quando,pode ser provável que seja na quarta. Mereço recomendações? Comentem! Recomendem! Favoritem! Beijos e até o próximo.