Notas iniciais
Me perdoem!! Eu sei que estou muuuito atrasada com vocês!! Boa Leitura!

Por Anastásia.

Eu não podia, mas eu queria, eu não podia mais negar o desejo e a atração sobrenatural que sinto por Christian, é algo fora do comum e me assusta, contar agora á ele que sou virgem, foi algo muito constrangedor e eu não me imaginei em uma situação dessas, não com Christian, e na verdade nem com ninguém, mas agora que ele descobriu que sou virgem e nunca fiz qualquer coisa relacionada a sexo com um homem, ele não vai mais me querer, eu tenho certeza disso, ele quer mulheres experientes em sua cama, mulheres que saibam como dar prazer á ele, e não eu que sou apenas uma virgem.

Já estou até imaginando ele me dispensando inventando qualquer desculpa e ainda mais depois me demitindo da empresa, e novamente vou me encontrar onde sempre me encontrei, sozinha, desde que cheguei a Seattle.

–Porque você não me disse? – Perguntou Christian, como se aquilo fosse uma obrigação minha, olhei para ele indignada.

–Porque não é da sua conta. – Eu respondo, e ele bufa com raiva, revirando os olhos.

–Como assim não é da minha conta? – Ele pergunta e desta vez sou eu quem revira os olhos.

–Christian, o que você queria que eu fizesse? Que eu chegasse a você e dissesse que sou Anastásia Steele, tenho vinte anos e sou virgem? – Eu pergunto com ironia, e ele ri com ele mesmo.

–Você tem razão, não há como dizer uma coisa dessas, me desculpe exigir algo. – Ele pede e eu sorrio Christian Grey me pedindo desculpas? Isso realmente é muito gratificante.

–Está tudo bem Christian, eu acho melhor eu ir embora agora. – Eu digo com a intenção de me afastar, mas Christian ao contrário me segura com mais força em seus braços.

–Não! -Ele diz mais como um grito do que como um pedido, eu não entendo, mesmo ele sabendo da minha inexperiência, sabendo que eu não posso lhe dar o que ele precisa, ele ainda me quer? Ele pode ter a mulher que ele quiser, pode ter quem ele quiser.

–Christian, eu já falei que entre nós não pode acontecer nada. – Eu digo, e ele franze o cenho e logo em seguida ele arqueia a sua sobrancelha.

–Mas eu já disse Anastásia, eu te quero, e eu não vou desistir de você, pois eu já disse que nunca desejei tanto uma mulher como eu te desejo. – Ele confessa e eu abro a minha boca em espanto, ele ainda me quer? Mas eu não posso ser a sua submissa perfeita, eu não consigo e nem vou conseguir ser o que ele deseja, eu não quero ser o caso de apenas uma noite, eu não quero ser apenas mais uma em sua lista, ele precisa saber disso.

–Christian, eu não sei como ser a sua submissa, eu não sei o que fazer, como você mesmo acabou de descobrir eu não tenho nenhuma experiência, não vou conseguir lhe satisfazer. — Eu digo e ele pega a minha mão colocando em cima do seu membro endurecido e ereto, eu quero tirar, mas a sua mão segura a minha firme ali, naquele local.

–Veja Anastásia, veja como eu estou por você, com apenas a sua presença aqui, com apenas você nos meus braços, como você pode dizer que não pode me satisfazer sendo que apenas estando no mesmo ambiente você já consegue me deixar duro e louco para te possuir, eu nunca fiquei dessa maneira com mulher alguma, apenas com você, porque esse desejo insano que eu sinto é por você, e só você. – Ele diz, e eu sinto a minhas pernas bambearem, ele segura com mais firmeza na minha cintura, como se já fizesse ideia que eu estava quase desabando com as suas palavras.

–Mas é isso? É somente isso que eu vou ser? Uma simples foda? Eu não sou esse tipo de mulher Christian! – Eu digo me defendo de sei lá o que, que ele esteja pensando, a ultima coisa que quero é parecer uma vadia para ele.

–Eu sei que você não é esse tipo de mulher Ana, assim como eu não sou esse tipo de homem que transa com uma mulher e depois a larga. – Ele se defende também.

–E então? – Eu pergunto.

–E então que eu te quero para ser minha, e não uma qualquer, eu sou um homem Anastásia e não um moleque, eu sei valorizar uma mulher, e eu sei que te quero como nunca quis outra, e eu sei que você também me quer, eu posso sentir isso, então vamos esquecer o contrato e essa questão de dominador e submissa e vamos nos entregar ao que nos realmente estamos sentindo, por favor, faça amor comigo? – Ele pergunta usando a palavra amor, em vez de sexo, transa ou qualquer outra, ele quer amor.

–Sim. – Eu sussurro me entregando ao meu desejo, eu posso até me arrepender depois, mas quero sentir o agora.

Christian me da um lindo sorriso, me beijando de forma única, daquele jeito sensual, selvagem, e excitante, eu o quero tanto que até me assusto com a intensidade desse desejo, e como ele mesmo disse, nós vamos fazer amor, mas sem amor? Eu deixo isso para lá, sentindo a sua língua contornar a minha, ele explora cada canto da minha boca, ele suga a minha língua, para depois morder meu lábio inferior, eu gemo em sua boca, e infiltro as minhas mãos em seus cabelos macios e acobreados, ele coloca a sua mão de forma possessiva em minha cintura, e me puxa com mais força contra o seu corpo que esta quente, assim como o meu que está ainda mais que quente, sinto o chão sumir dos meus pés, e percebo que Christian me pegou no colo, e sem parar de me beijar. Eu sorrio contra o beijo, enquanto sinto-o caminhar comigo entrelaçada em seus cabelos, sempre tomando cuidado para que eu não o toque, o que me fez ficar um pouco desaminada, nunca imaginei minha primeira vez com um homem que não posso nem tocar.

Sem nunca afastar os lábios dos meus, ele com muito cuidado e delicadeza subiu as escadas comigo ainda em seu colo, eu me agarrei mais aos seus cabelos e entrelacei com mais força as minhas pernas em sua cintura, com medo de cair.

Chegamos em seu quarto, onde ele abriu a porta com um chute, e me depositou na cama, finalmente afastando nossos lábios que estavam inchados e vermelhos, Christian passou a sua mão sobre o meu rosto, por toda a extensão da bochecha acariciando-a, eu dei um leve sorriso com a sua delicadeza, era como se ele estivesse fazendo de tudo para ser gentil e educado, já que seria a minha primeira vez.

–Linda, você é linda. – Christian me elogiou e eu corei. –Eu adoro quando você cora, você consegue ficar ainda mais linda e adorável, se é possível. – Ele acrescenta. –E agora, eu vou fazer amor com você, e mostrar o caminho do prazer, mas comigo, sempre comigo. – Ele diz e eu posso sentir a possessão em sua voz.

Ele então beijou minhas bochechas, uma por uma, aquilo era estranho, ele começou a trilhar beijos em direção do meu pescoço, em certos momentos eram apenas beijos, mas depois ele começou a modificar. Ele começou a dar chupões fortes, que estavam me excitando, ele dava chupões por toda a extensão do meu pescoço para depois dar beijos logo em seguida, ele também lambia, passava a sua língua do fim do meu pescoço até o lóbulo da minha orelha dando uma mordida logo depois, eu estava me contorcendo na cama segurando os lençóis com força com simples gestos, eu passa as mãos sobre os seus cabelos bagunçando ainda mais eles.

Ele chegou ao zíper do meu vestido que era em um local mais escondido e o abriu, para depois deslizar as alças pelos meus ombros, com suavidade as suas mãos passearam pelos meus ombros deslizando as alças por todo o meu braço retirando aquela parte do vestido por completo, ele me faz arquear as costas e tirou o vestido do meu corpo, me deixando somente com a minha calcinha de renda azul, já que eu estava sem sutiã, eu estava nua da parte de cima para Christian, eu estava exposta á ele.

Sem sutiã Anastásia? Oh, meu Deus, quanta perfeição! –Exclamou Christian com os olhos fixos em meus seios, eu pensei que iria corar, mas não corei, eu gostei de estar ali exposta para ele, com ele me admirando, pois era isso que eu via em seu olhar, admiração. Ele colocou cada mão sua, em meu seio, e os apertou, um gemido inevitável escapou dos meus lábios. –Tão macios, tão delicados, tão deliciosos, e tão meus. – Ele declarou antes de cair de boca neles.

Ele primeiro chupou os bicos de forma lasciva e com bastante calma e força, eu me segurava nos lençóis revirando-os, ele massageava o outro seio que não estava ocupado com a sua boca, ele deu uma mordida forte no bico me fazendo arquear as costas.

–Ah Christian... — Eu gemi alto.

–Geme para mim Anastásia. – Ele pediu me incentivando a mais, eu não iria atender o seu pedido de gemer, eu só iria gemer se sentisse prazer, mas Christian pareceu perceber, pois ele começou a chupar todo o meu seio, passando a língua por ele todo, enquanto o outro ele “esfregava” com força, gemidos verdadeiros e voluntários escapavam de meus lábios.

Ele passou para o meu outro seio, imitando os gestos, que fez com o primeiro, enquanto massageava o outro que já tinha recebido o mesmo tratamento, eu sentia que iria gozar assim desta maneira, e Christian também percebeu, então ele levou a sua mão até o meu centro, ele retirou a minha calcinha e eu senti que foi com um pouco de dificuldade, eu ri sozinha por ele ter ser atrapalhado nesse detalhe.

Sem parar com os movimentos com a sua mão em meu seio, ele com a minha ajuda tirou a minha calcinha, me deixando totalmente nua para ele, e eu senti um pouco de constrangimento, já que ele ainda estava totalmente vestido, ele quando tirou a minha calcinha, jogou ela para qualquer canto do quarto e dois dedos seus circularam meu clitóris e a minha região que já estava molhada.

–Ah Ana, tão pronta... – Disse Christian enterrando um dedo dentro de mim, e com o dedão ele massageava o clitóris e com a outra mão o meu seio, eu não podia toca-lo, mas sentia uma enorme vontade de passear as minhas unhas em suas costas.

–Christian... — Eu sussurrei como uma forma de lhe informar algo.

–Diga baby, diga... — Ele pede.

–Eu vou gozar... – Eu aviso e vejo com meu olhar entre aberto o seu amplo sorriso, como se aquilo fosse algo maravilhoso.

–Então vem meu amor, vem, goza para mim, para você, para nós... – Ele disse e os dedos que entravam em mim num vai e vem lento, começaram a se movimentar com mais frequência, em um ritmo mais habilidoso e ritmado, muito mais movimentado e gostoso, a força que ele usava me deixava desejosa, eu rebolei meus quadris em seus dedos, Ele tinha parado com os movimentos em meu clitóris, mas vendo o meu estado e vontade de finalmente me explodir no prazer, ele voltou com os movimentos, e isso foi o fim total para mim, que gozei em seus dedos.

Flutuei nas nuvens por segundos e voltei para a realidade, em meus vinte anos de vida e nada de experiência sexual eu nunca poderia imaginar que seria algo tão delicioso assim, algo tão prazeroso, nada que eu já tenha sentido se comparava com esse prazer sexual, mas algo em mim também dizia que só foi ainda mais prazeroso porque foi com Christian, eu posso estar enganada.

–Como você está? – Pergunta Christian.

–Melhor do que imaginei. – Eu respondi.

–Ótimo porque agora vem a melhor parte. – Disse Christian ficando de joelhos sobre a cama, ele retira o seu camisão branco, revelando o seu peito, que como eu havia constatado é cheio de cicatrizes que não parecem ser de um acidente de carro ou algo do gênero, pelo contrário, parece ser feitas uma por uma. Ele também retirou os seus sapatos, que eu nem havia notado que ele estava usando, e por último ele tirou a sua calça revelando a sua cueca Box preta, que ali haviam considerado um belo volume, mas como a cueca é escura, me impediu de analisar mais o seu “porte”.

Ele sem rodeios tirou a cueca e eu observei o seu membro de tamanho médio, o que para mim era perfeito, muito pequeno não dava nem para fazer cócegas e muito grande não era também algo que me tirava do sério, era um tamanho proporcional á Christian e para mim, ele é de um tom mais escuro que a sua pele. A poucos pelos claros, e seus testículos são médios, a cabeça é rosada, e nela já exala o pré — gozo, assim como seu membro está avantajado e ereto declarando a sua excitação.

Eu estava de bruços na cama, então ele me empurrou me fazendo cair de costas, ele ficou por cima de mim, e sorriu me dando um selinho, ele se inclinou abriu a gaveta e dali tirou uma camisinha, eu um pouco receosa peguei seu membro e minhas mãos e comecei a masturba-lo, Christian gemeu, enquanto rasgava o pacote de preservativo, eu massageei de leve os seus testículos ganhando um rosnado seu, ele retirou minhas mãos com delicadeza do seu membro.

Ele “vestiu” a camisinha, e eu me deitei no colchão e respirei fundo relaxando, ele me olhou sorrindo. Posicionando seu membro em minha entrada.

–Tem certeza? – Perguntou Christian e eu não segurei o riso.

–Você não está perguntando isso, não é mesmo? – Eu pergunto com deboche.

–Você tem razão, foi uma pergunta idiota. – Ele comenta dando um sorrisinho.

Ele colocou a cabecinha do seu membro em minha entrada empurrando, em certo ponto não senti dor apenas prazer, era como se ele tivesse colocado um dos seus dedos em mim, mas então ele foi empurrando mais, e mais, até que metade do seu membro estava em minha entrada, eu senti uma ardência, porque estava mais fundo do que seu dedo, estava mais profundo e eu podia sentir que estava quase rompendo a minha barreira, ele então beijou meus cabelos, e empurrou todo o seu membro dentro da minha entrada, eu não tive alternativa a não ser gritar.

–Ah... –

Doía, e muito, uma dor agonizante e insuportável, ardia, e a dor se instalava em toda a minha região da minha feminilidade, Christian ainda estava parado dentro de mim, esperando qualquer reação minha, mas eu não tinha reação, não tinha como ter reação assim desse jeito, a dor não queria ir embora, uma lágrima escapou dos meus olhos.

–Anastásia... — Sussurrou Christian limpando a minha lágrima que escorria.

–Espere um pouco está doendo demais Christian. – Eu digo pedindo para ele um tempo, ele me olhou com compreensão. Eu respirei fundo, a ardência tinha se normalizado, já não estava tão ruim, apesar de estar presente, ela não era insuportável, assim como a dor.

–Posso? – Perguntou Christian.

–Pode. – Eu sussurrei e ele deu sua primeira estocada, a dor voltou, mas por sorte sem a ardência, e com um pouco de prazer, ele estocou segunda vez, e a dor diminuiu, o prazer foi maior, eu gemi, e rebolei meus quadris, e querendo mais, por incrível que pareça que eu queria mais, ele então estocou a terceira vez, e eu não pensei mais em nada, rebolei meus quadris com força, querendo mais, e esquecendo a dor que ali um dia foi presente.

Christian sorriu amplamente depois que viu que eu estava mais confortável, e então ele começou as movimentações, estava delicioso, ele estocava lentamente, mais ele ia fundo, e em certos momentos, ele balançava os seus quadris a fim de explorar todas as minhas áreas, e sorrio com o prazer, dando baixos gemidos sendo acompanhada por Christian, eu agarrei seus cabelos com força e puxei seu rosto para mim.

–Mais, por favor, mais forte... – Eu pedi, ele com cada braço seu, no lado da minha cabeça, se segurou, como se tivesse se preparando para algo que iria fazer, e foi o que ele fez, se preparou para me invadir com força total, força bruta, fazendo-me arquear as costas e entrelaçado as minhas pernas em sua cintura, ele me invadia com força , me abrindo, e eu o apertando.

Ter ele me invadindo em um vai e vem, era a melhor sensação, algo mágico, que passou as mãos nas minhas costas, chegando até a minha bunda apertando, ele ia e voltava, seu membro ia e voltava, eu rebolava os quadris e ele gemia, ele mordia o meu ombro e eu gemia.

Ele pegou os meus pés e colocou em volta do seu ombro, fazendo assim o seu membro ter melhor acesso e ele uma melhor visão, ele olhava para os nossos corpos conectados e se movimento em um ritmo frenético, enquanto eu olhava para o seu rosto que estava suando e com os olhos vidrados em nossas “conexões”.

Ele chacoalhou os quadris ao mesmo tempo em que eu, e juntos conseguimos sentir todos os nossos pontos ao mesmo tempo.

–Ah...! – Gememos juntos.

–Ah Anastásia... Você é tão apertada e quente. – Ele disse, e eu comecei a sentir as gotas de suor do seu cabelo, cair em minha barriga.

–Oh... Christian eu vou gozar... — Eu avisei e ele entrelaçou as suas grandes mãos nas minhas.

–Eu também vou Anastásia, vem comigo? – Ele perguntou, e eu forcei as paredes dos meus músculos internos, e ele apertou mais as minhas mãos com as deles, e eu o senti tocar em algum ponto desconhecido do meu corpo, um ponto que me fez gritar alto demais, esmagando as mãos de Christian arqueando as costas, Christian estocando forte pela última vez, e juntos, Christian e eu desabamos em um orgasmo poderoso, forte, que me fez ver estrelas, muito diferente do que eu senti antes gozando nos dedos de Christian, eu senti cores e um abismo escuro me cegando, o prazer me cegou e minha respiração parou, e Christian jogou seu corpo suado em cima do meu.

Ele beijou as minhas mãos que estavam entrelaçadas e deitou no meu lado, sua respiração ofegante, ele me puxou sem muito delicadeza para seus braços, minha cabeça ficou em cima do seu peito, mas minhas mãos ficaram encolhidas comigo mesma, e ele começou a massagear os meus ombros.

–Como foi para você? – Ele perguntou.

–Apesar da dor, foi bom, muito bom. — Eu respondo com sinceridade. – E você? – Eu perguntei.

–Foi meu primeiro baunilha, e o melhor sexo da minha vida. – Ele responde com sinceridade, e eu o olho confusa.

–Baunilha? – Eu pergunto sem entender.

–Sexo sem brinquedos ou qualquer outra coisa, o típico papai e mamãe. –Ele diz e eu rio. – Obrigada Anastásia- Agradece Christian.

–Eu que devo agradecer. – Eu digo me aninhando para ter mais conforto em seu peito.

–Boa noite minha Anastásia. – É a ultima coisa que escuto de Christian antes de pegar no sono e cair no mundo da inconsciência.

Continua.

Notas finais
Para desculpar o atraso o próximo capítulo saí na terça, eu já estou o escrevendo. Mereço recomendações? Comentem! Recomendem!! Favoritem! Beijos.