Cinquenta Tons Mais Intensos.
25 Uma noite aproveitada.
Notas iniciais
Por Christian.
Anastásia e eu chegamos à Escala, e quando estávamos no elevador já nos encontrávamos aos beijos intensos, sem qualquer tipo de pudor, eu estava com a ideia fixa na cabeça de mostrar á ela tudo que eu posso lhe dar, o mundo que ela aceitará entrar, para jamais me deixar, dar tudo que ela quer dar prazer, e o "mais" que ela tanto deseja e agora eu pretendo ser mais casual e simples, eu vou proporcionar á ela um delicioso sexo baunilha, que ela jamais irá se esquecer em toda a sua vida, sentir a sua boca na minha, a sua pele na minha, e mostrar á ela que eu gosto e consigo ficar apenas com o "baunilha" se assim ela desejar, o engraçado, é que apenas sentindo o corpo de Anastásia com o meu, seu sexo com o meu, sem qualquer tipo de brinquedo ou acessório, já me deixa completamente saciado, mas é claro que isso não quer dizer que eu não vou tentar outras coisas com ela, mas o sexo baunilha nunca pensei que fosse tão bom, eu sempre achei que fosse algo sem graça, sem prazer, mas eu acabei descobrindo que é maravilhoso fazer sexo sem nada, e o melhor ainda, descobri que só é maravilhoso, pois é com Anastásia.
Anastásia e eu ainda nos beijávamos como se não houvesse o amanhã, minha língua contornava a sua, enquanto a minha mão ia de encontro com seu cabelo o puxando de leve para me dar ainda mais acesso a toda a sua boca, Anastásia ficava com as mãos agarradas ao meu cabelo, passeando por eles e os bagunçando completamente, ainda mais do que já são, minha outra mão vai de encontro ao seu delicioso bumbum empinado e durinho, que me enlouquece em somente tocar por cima do fino vestido que á cobre, eu aperto as suas nádegas e Anastásia geme em minha boca e rebola em minha mão.
Invertemos as posições e dessa vez quem explora a minha boca, e contorna a minha língua é Anastásia, que deixa o seu sabor doce por toda a minha boca, seu hálito me faz querer sugar toda a sua pele e todo o seu corpo, Anastásia tem um gosto doce, único, que eu jamais senti na vida. Minha mão sai do seu cabelo, e vai para o seu seio esquerdo onde eu dou um aperto, Anastásia se contorce se separando da minha boca em busca de ar, mas minha mão continua em seu seio.
Apertando e massageando, meus olhos cinza cravados em seus olhos azuis, a tensão está no ar, de repente aquele pequeno cubículo do elevador parece pequeno e apertado demais para nós dois, aqui está quente, muito quente, fazendo com que as primeiras gotas de suor cresçam em minha testa, Anastásia respira ofegante com os lábios entre abertos, esfregando as suas pernas uma nas outras, eu sei, na verdade eu posso sentir o quão excitada Anastásia está, e isso faz com que a minha dolorosa ereção, cresça ainda mais.
As portas do elevador finalmente se abrem, e eu sem pensar duas vezes pego as pernas de Anastásia e passo em volta da minha cintura, e novamente ataco a sua boca, e saio com ela dessa forma, em direção da porta de entrada, quando as suas costas encontram a porta ela suspira alto, eu sorrio pegando a chave do pouco com um pouco de dificuldade, pois ela está no meu colo, mas eu ainda assim consigo pegar a chave e abrir a porta, a fechando em seguida, mas antes que eu possa jogar a chave em qualquer canto, eu acabo me desequilibrado dos meus próprios pés, e caio no chão, por cima de Anastásia, o chão de nossa queda ecoa pela sala.
Eu caí no lado de Anastásia e rapidamente ergui minha cabeça preocupado com que ela tivesse se machucado, mas ao contrário do que pense Anastásia estava com as mãos no rosto gargalhando como uma maluca, rindo da nossa quieta, aquela cena foi tão constrangedora tanto para mim quanto para ela que eu também não me segurei, e comecei a gargalhar junto, dois malucos caídos no meio da minha sala rindo feito loucos, eu senti meu rosto queimar, e vi o de Anastásia estar completamente vermelho.
–Essa é a situação mais constrangedora que eu já passei sem dúvida. – Murmurou Anastásia ofegante por causa do riso.
–Sem dúvida nenhuma é a minha também. – Eu disse concordando. –Mas ainda assim não conseguiu diminuir o desejo que estou sentindo nesse momento. – Eu acrescentei ficando por cima dela, Anastásia mordeu os lábios com malícia.
–Que bom, pois nem eu perdi o desejo. – Ela também confessou, sorrindo, e eu voltei a grudar meus lábios nos seus, minha língua com muita rapidez já pediu passagem e ela aceitou então eu comecei novamente á explorar a sua boca, eu estava disposto a fazer sexo com ela aqui mesmo no chão dessa sala, mas me lembrei que não seria uma cena muito boa para a senhorita Jones ver, então finalizei o beijo com um selinho, ganhando um gemido frustrado de Anastásia e me levantei do chão, a pegando pelo o braço, sem muita delicadeza.
Ficamos de pé e voltamos com os nossos beijos, minha mão foi direto para a sua bunda, e as suas mãos foram para meus cabelos, sua língua se enroscava na minha, fazendo um fogo consumir as minhas veias, e começar a apalpar o corpo quente de Anastásia, quando eu a beijo sinto todas as partes do meu corpo queimar como fogo, como se um fósforo fosse jogado na pólvora, me fazendo queimar de prazer e desejo por essa mulher que está na minha frente.
Minhas mãos novamente foram para as suas pernas, obrigando a entrelaçar em minha cintura, e novamente voltei a beija — lá e a andar com ela em meus braços, mas infelizmente parando para subir as escadas, não querendo provocar um novo acidente que seria bem pior, Anastásia por sua vez continuava a passar as mãos por meus cabelos e em um gesto ousado beijou meu pescoço, e começou a beijá-lo, chupá-lo, dando mordidinhas e me causando arrepios, eu nunca deixei minhas submissas fazerem uma coisa dessas, mas com Anastásia á tão bom, tão prazeroso, eu gemo baixinho com as suas caricias, abrindo a porta do meu quarto com cuidado, mas a fechando com um chute, e rapidamente depositando Anastásia na cama, mas ainda assim sentindo falta dos seus lábios em meu pescoço alvo.
Eu comecei a retirar lentamente o meu camisão branco, sentindo o olhar de Anastásia queimar em meu peito, eu não pude evitar ter u pouco de constrangimento por causa das minhas cicatrizes, por sorte o olhar de Anastásia demonstrava desejo e certo brilho de admiração.
Retirei então a minha calça também lentamente, primeiro o meu cinto, jogando no chão, ao meu lado, e depois a calça que caiu livremente em meu pé, eu ergui as minhas pernas a retirei a calça por completo, e depois e por último minha cueca Box preta que estava bem volumoso por conta da minha ereção, os olhos de Anastásia se arregalaram ali naquele local do meu corpo, ela mordeu os lábios em um gesto sensual, e eu fui para cima dela, ficando por cima, começando com dificuldade achar o zíper do seu vestido em suas costas, mas estava um tanto quanto complicado achar.
–O fecho do vestido é no lado esquerdo. – Ela sussurrou em meu ouvido, e eu pude escutar bem baixo a sua risada.
Eu sorri também, passando a mão na lateral esquerda do seu vestido, abrindo-o e retirando com a sua ajuda dos ombros, e depois do seu corpo todo, me deparando com a visão de Anastásia com apenas lingerie branca, eu passo os meus olhos por seu corpo todo, e sorrio. Passando a mão a por sua barriga plena, eu vejo a sua pele arrepiar, ficando por cima de Ana novamente, eu a faço arquear as costas para poder retirar o seu sitia, libertando os seus belos seios, que pulam em minha direção, seus bicos estremecem, e estão pedindo param ser tocados por minha mão e boa.
Eu rodeio a minha mão por seus seios, massageando com rapidez, e cubro com a minha boca, lambendo apenas a ponta, torturando Anastásia, eu lambo novamente a ponta do seio, e depois assopro, o seio imediatamente fica arrepiado, assim como toda a sua pele, eu sorrio, vendo Anastásia segurar com força os lençóis.
Coitada de Anastásia, ainda vai ter que aprender a segurar mais as emoções e ficar mais quieta na cama, eu vou simplesmente adorar ensinar á ela.
–Por favor, Christian, eu preciso de você... – Anastásia diz com a voz manhosa, eu bato fortemente em sua coxa, Anastásia grita e eu sorrio vendo a sua pele sensível e branca, já ficando vermelha.
–Grey, me chame de Grey. – Eu ordeno.
–Grey... – Sussurra Anastásia. –Me toca, por favor... – Ela pede.
–Então fique quietinha. – Eu digo, colocando as suas duas mãos que estão em meus cabelos em cima da sua cabeça. –Deixe as suas mãos aí e fique calada, caso contrário eu irei amarrar você, entendeu? – Eu pergunto.
–Sim. – Ela responde, e eu bato novamente em sua coxa, mas dessa vez na coxa direita.
–Responde direito. – Eu ordeno.
–Sim senhor Grey. – Ela repete, mas dessa vez corretamente.
–Isso mesmo. – Eu sussurrei colocando a minha boca em seu queixo, dando uma mordida, e uma lambida, pude perceber a respiração de Ana acelerada, aos poucos eu fui subindo para a sua boca, e ali suguei o seu lábio inferior, para depois invadir a sua boca, sua língua acariciava a minha, em um beijo muito gostoso, minhas mãos não conseguiram ficar paradas e ganharam vida indo a seus seios os apertando, Anastásia se remexia e eu via a necessidade de suas mãos de me tocar.
Finalizamos o beijo com cálidos selinhos, e por fim, eu desci os meus para seu pescoço, até chegar a seu seio direito, e tomá-lo minha boca, olhei ao mesmo tempo para Anastásia, a visão maravilhosa de Ana com os olhos fechados e mordendo os lábios fortemente, provavelmente evitando gemer, suas mãos agarravam com força umas as outras, ela estava se esforçando o máximo para não me tocar nos cabelos, sorri vendo seu esforço.
Eu sugava, mordiscava e mordia levemente o seu seio, e massageava o outro, dessa maneira eu podia fazer facilmente Anastásia gozar, mas eu hoje queria fazer de uma forma diferente, e eu faria, somente com os meus dedos eu a faria fazer desfalecer em meus braços de prazer, eu abandonei os seus seios, curvando minhas costas e ficando em uma posição mais reta, e melhorando a percussão de minha mão, que passou por sua barriga e encontrou a sua calcinha de renda branca, eu não teria paciência em retira — lá por completo, então com o tecido frágil e fino, eu o rasguei somente com uma mão, escutei Anastásia rir.
Meus dedos foram de encontro ao seu clitóris, onde eu comecei a estimulá-la, Anastásia guiou as suas mãos para a sua boca, cobrindo, para evitar gemer, eu sorri, mas não iria facilitar para ela, então retirei as suas mãos da sua boca, colocando novamente em cima da sua cabeça, eu queria a ver ter outra forma de segurar seus gemidos, e Ana optou por morder os lábios com força, e essa forma me deixava meio desconcertado, vendo ela tão entregue nua mordendo os lábios me deixa meio tonto, então desviei o olhar do seu rosto, e comecei a apreciar os seus seios, que quicavam por conta da minha estimulação Anastásia rebolava os quadris para obter melhor atrito.
Meus dedos que estimulavam Anastásia escorregaram para a sua entrada, que estava muito molhada, penetrei Anastásia com dois dedos, sentindo o seu sexo abrigar meus dedos em sua cavidade quente, macia e apertada, eu adora o jeito que ela me recebia, eu fazia movimento de vai e vem lento com dois dedos, o indicador e o do meio, e com o dedão, eu voltava a estimular o seu clitóris, dessa maneira Ana iria gozar mais rapidamente e com facilidade.
Meus movimentos leves passeavam por dentro do seu sexo, em busca de localizar todos os seus pontos, descobrir e conhecer seu sexo, e para ser sincero, eu gostaria de descobrir o seu famoso ponto G, para provocar á ela e á mim um grande prazer. Decidi então aumentar os movimentos, locomovendo meus dedos com maior velocidade, e de vez enquanto os contornando para cima e para baixo, para a esquerda e direita, conhecendo e buscando toda a feminilidade de Anastásia, percebi que tinha parado com os movimentos em seu clitóris, então voltei com os movimentos e aquilo pareceu ser o “fim” de Anastásia, que agarrou os lençóis em suas mãos, e a única coisa que eu sussurrei para Anastásia foi:
–Geme. – Ordenei, e Anastásia finalmente se libertou em minha mão seu prazer escorrendo em meus dedos e meu nome em seus lábios.
–Grey... Grey... – Ela gemeu, e eu retirei meus dedos do seu sexo, e levei a minha boca os provando e sentindo o gosto de Anastásia.
–Como sempre deliciosa. – Eu disse, e olhei para Anastásia que sorria e então sorri, ficando novamente por cima dela, com uma ideia em minha mente.
Fui ao criado mudo rapidamente pegando um preservativo prateado, abrindo e colocando em meu membro.
Fiquei de joelhos na cama, e juntei as pernas de Anastásia, colocando cada perna em meu ombro, introduzi meu membro em sua fenda molhada, que deslizou com um pouco de dificuldade, seu sexo me abrigou e apertou em sua fenda, nessa posição ela ficava ainda mais apertada, aquela posição para quem visse de fora a posição era muito estranha, mas para mim que estava ali presente, aquilo era muito excitante, eu já tinha feito essa posição antes, mas com Ana sempre parece ser mais excitante.
Anastásia para me ajudar segurou com firmeza as suas coxas por trás, assim, eu poderia estocar dentro dela com mais facilidade e força, já que á força não seria utilizada para segurar as pernas, mas ainda assim eu sentia bem pouco o peso de seus pés em meus ombros, mas isso não era nada demais, e então comecei á estocar, com movimentos mediatos, apoiei minhas mãos no lado da cama intensificando os movimentos, Anastásia com um pouco de dificuldade mexia os seus quadris em minha direção, daquela maneira gostaríamos rapidamente, e eu necessitava de libertação.
O choque dos nossos quadris se chocando ecoavam no quarto, junto com minha respiração ofegante e os baixos gemidos de Anastásia, eu queria ir com mais velocidade, mas não conseguia fazer mais movimentos com rapidez por causa da posição, mas eu não queria mudar, pois estava muito bom a forma que estávamos juntos fazendo, e Anastásia dessa posição fica perfeitamente apertada, e seus seios quicando fazendo-me a minha boca salivar, mas como não posso chupá-los, opto somente por acariciá-los.
Sinto o sexo de Anastásia pulsar, e me apertar com mais força, anunciando seu orgasmo está próximo, eu sinto as primeiras gotículas de suor do meu cabelo caírem em meu ombro, meu membro começa a pulsar e crescer dentro de Anastásia, eu estou prestes a gozar, eu tento aumentar a velocidade das minhas estocadas conseguindo com sucesso.
–Grey... – Geme Anastásia.
–Christian, geme meu nome. – Eu ordeno com a voz totalmente ofegante.
–Christian... — Geme Anastásia com um sorriso nos lábios avermelhados. –Eu vou gozar... — Ela anuncia.
–Eu também, vem comigo Anastásia... – Eu tento ordenar, mas minha voz sai como pedido.
Anastásia arqueia as costas e contrai os músculos internos a sua intimidade, e eu uso minha mão livre para estimular o ponto que nos une, Anastásia grita como nunca gritou em nossas duas noites de prazer e gozou em volta do meu membro, mesmo por cima do látex, eu senti o gozo de Anastásia e isso foi o fim para mim, que gozei chamando por seu nome.
–Anastásia! –
Anastásia caiu ofegante e com as pernas moles na cama, e eu cai por cima dela, ambos ofegantes, olhei para Ana e seus cabelos estavam grudados em sua testa, eu os retirei, deixando seu rosto livre, e depois beijei seus lábios docemente.
Continua.
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