Cinquenta Tons Mais Intensos.
43 Uma menina tão boazinha.
Notas iniciais
Por Christian.
Anastásia e eu terminamos de comer, cheios de conversa e risadas, era divertido comer na sua presença, qualquer coisa nós riamos, era difícil manter algum comportamento civilizado na sua presença, e não que eu estivesse reclamando, por que estava muito bom daquele jeito, era divertido. Anastásia tinha um jeito bem ousado, ela ria de coisas quase que sem sentido, comia a vontade, parecia não se importar com a minha presença, ela parecia uma adolescente, ela me lembrava uma.
–Vai, me conta! — Ela pediu enquanto eu dirigia pela estrada que estava vazia, já que já estava tarde para um dia de semana, e aquele drive que tínhamos ido era bem longe.
Anastásia e eu novamente começamos uma nova conversa, e agora ela insistia em que eu conta-se alguma coisa que já havia feito de errado no colégio, mas eu simplesmente não tinha nada o que contar, eu sempre fui adolescente pode-se dizer exemplar, eu nunca briguei no colégio, nunca tirei notas baixas, nunca fiz nada de errado, e tinha poucos amigos, apenas o suficiente para manter algum nível social, mas em geral eu preferia me manter isolado, era melhor para todos, e era melhor para mim, viver na solidão.
–Não tenho nada para contar, eu já lhe disse, eu nunca fiz nada. — Eu disse sem ter certeza se Anastásia acreditava mesmo em mim, já que ela insistia tanto, mas era verdade, talvez fosse realmente difícil de acreditar que eu, um homem que já foi adolescente, nunca aprontou nada em um colégio.
–Ah qual é? -Perguntou Anastásia com um gíria, eu ri. -Então você nunca colocou cola onde o professor sentava? Nunca colou em uma prova para não se dar mal? Nunca fez guerra de comida no refeitório e foi para a diretoria? Nunca foi suspenso? Nunca foi expulso de um colégio por brigar com a pessoa que mais odiava no colégio? — Ela perguntou fazendo uma lista de possibilidades, e eu me perguntei se ela já tinha feito algo assim, se aquela lista que ela relatava não era algo que ela já tinha feito.
–Não, porque você já fez isso? — Eu perguntei curioso, diminuindo a velocidade do carro para poder passar mais tempo com ela.
–Sim, já coloquei cola na cadeira de uma professora de literatura que eu odiava, já colei em várias provas para não me dar mal, já fiz guerra de comida no refeitório com meu melhor amigo e fui suspensa por quatro dias e fui expulsa por brigar com a garota que era minha "inimiga" na época do colégio, eu ainda me lembro de socar a cara dela, e ficar toda arranhada. -Ela confessou completamente vermelha de vergonha, eu gargalhei alto.
Quem diria que Anastásia era capaz de fazer tudo isso, olhando para o seu rosto angelical, isso jamais passaria por minha cabeça, eu nunca diria que ela foi uma peste no colégio, eu imaginava que ela tinha sido uma garota comportava, quieta e tímida, mas ela revela o contrário.
Ela é uma caixinha de surpresas, e eu estou adorando descobrir seus novos dilemas.
–Parece que você foi uma garota má. — Eu disse com malicia, Anastásia deu um sorriso mais malicioso ainda.
–Talvez, eu mereça um castigo. — Ela disse se aconchegando no banco e se aproximando mais de mim, eu me esforcei para manter os olhos na estrada.
–Você quer ser castigada? — Eu perguntei aos sussurros.
–Quero, mas antes, eu quero fazer uma coisa. — Ela respondeu.
–O que? — Eu perguntei, e antes de mais nada ela colocou a não em cima do meu membro, ainda por cima da calça jeans. -Anastásia... — Eu sussurrei quase que em negação.
–Eu quero sentir o gosto dele. — Ela disse me fazendo gemer baixo.
–Ana... — Eu sussurrei tentando não parar de dirigir. Sua mão abria o botão da minha calça, e eu por impulso levantei o meu quadril, para que ela tira-se a calça até a altura dos meus joelhos e foi o que ela fez, me deixando totalmente exposto, já que na hora de tirar a calça, ela já tinha tirado a cueca junto.
Suas mãos foram para meu membro, que estava ereto e duro, ela começou a massageá-lo, e eu estava quase que perdendo a razão, meus olhos quase se fechavam, mas eu me obrigava a olhar para frente, para não corrermos o risco de um acidente.
Ela fazia movimentos de vai e vem lentamente, e com o dedão ela massageava a cabeça, com a mão esquerda, ela massageava os meus testículos, eu rosnei baixo com a sua massagem, eu movia minhas mãos no volante lembrando que tinha que dirigir, mesmo sendo difícil com a masturbação de Anastásia, mas tudo piorou, ou na verdade melhorou quando eu senti a sua boca lamber o liquido que já escorria da minha excitação.
Ela colocou somente a cabeça na boca, e começou a chupá-lo duro e forte, me enlouquecendo com a sua boca aveluda e quente abrigando uma parte do meu membro, ela também circulava a língua naquela região, em certo momento, sem me preocupar com porra nenhuma, eu freei bruscamente o carro, fazendo nós dois irmos para frente,mas eu a segurei firme, e ela não parou de me chupar, desta vez, me abrigando em sua boca, uma boa parte do meu membro.
Eu movimentava os meus quadris em sua direção, sentindo o atrito do meu membro batendo em seus dentes, e de vez enquanto ela passava os dentes em todo o comprimento dele.
Eu segurei seus cabelos em um rabo de cavalo e olhei a excitante cena da mulher na minha frente me chupando, a minha mulher me chupando.
Anastásia então abriu mais a boca colocando ele todo dentro dela, eu pude sentir o meu membro tocar em sua garganta, oh sim... Ela estava fazendo um deep throat (Garganta profunda) e porra, ela fazia muito bem, eu sentia que estava na borda, ainda mais com ela fazendo deep throat repetidamente, enquanto ainda levava a sua mão massageando tão levemente e carinhosamente os meus testículos.
E foi nesse ritmo, bom pra caralho, sentindo ela me abrigar em sua boca, que eu gozei em jatos quentes e fortes, fazendo Anastásia engolir cada gota por vontade própria.
Eu estava ofegante, meu peito subia e descia por minha respiração, foi a maior gozada que eu já tive em um oral que recebi, foi o melhor oral de todos.
–Então, como eu fui? — Ela perguntou, passando a língua sobre os lábios para tirar resíduos do meu sêmen, eu fechei meus olhos suspirando pela aquela cena sexy.
–Você foi perfeita, merece um A+ por suas habilidades orais.– Eu respondi colocando ela em meu colo, ela completamente vestida e eu nu da cintura para baixo.
–Então nessa prova eu não precisei colar para me sair bem? — Ela perguntou e eu ri.
–Não minha Ana, não precisou, e agora eu vou te dar uma recompensa por ter sido uma menina tão boazinha. — Eu declarei pronto para fazê-la minha ali mesmo, dentro daquele carro.
Continua.
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