Cinquenta Tons Mais Intensos.
44 Uma experiência no carro.
Notas iniciais
Por Anastásia.
Eu me senti ousada com a atitude que tomei no carro fazendo sexo oral em Christian, era algo que não estava nos meus planos, não pelo menos por hoje, quem saiba outro dia eu fizesse, mas não ali. Mas eu senti uma necessidade especial de tê-lo em minha boca, em minha língua, dando prazer á ele e fazendo-o saber quem estava ali o dominando, quem estava ali o agradando, quem estava ali o chupando, pelo simples fato dele saber quem estava ali com ele proporcionando todas as coisas boas que estávamos tendo, eu sei que sou extremamente inexperiente na questão do sexo, mas naquele momento que eu estava com a minha boca nele, eu me senti poderosa, ver Christian se render á mim, e todos os gemidos que ele dava eram direcionados para mim e não para por outra pessoa era excitante demais, era um prazer indescritível.
Naquele momento eu senti que eu tinha um lado selvagem acesso em mim, um lado que eu nem sabia que tinha, um lado selvagem e primitivo, eu gostava das sensações que Christian causava em mim, eu gostava de comandar, mas também gostava de receber ordens, esse relacionamento que estou tendo com Christian só está me provando que eu estava gostando e estava certa em ter dado uma chance á ele, mesmo parecendo errado, eu gostava do nosso relacionamento. Era confuso, era estranho, era controlador, e está longe de ser um relacionamento comum, mas eu gostava e não tinha o que fazer em relação á isso.
Quando Christian me pegou pela cintura me puxando para si, e fazendo nossos sexos se encostarem, eu vi que estava pronta para me entregar para ele, ali mesmo dentro daquele carro, e eu vi que eu queria mostrar para ele que eu podia comandar, eu queria comandar, queria que ele fecha-se os olhos e pensa-se somente em mim, eu iria agir da mesma maneira possessiva que Christian age comigo, e iria testá-lo, para ver se ele aprova. Nunca me pareceu tão excitante saber que estávamos prestes a transar dentro do seu carro.
Minhas mãos frenéticas, não paravam de se mover para as montanhas dos cabelos de Christian, e as mãos deles passeavam em uma tortura carinhosa de caricias na parte superior da minha coxa, suas mãos quentes passeando naquele local me faziam fechar os olhos e esfregar-me mais nele em busca de um alivio para a excitação que já molhava a minha calcinha.
–Christian... – Eu gemi quando senti sua ereção esfregar em meu sexo ainda coberto pela calça e pela calcinha, era uma tortura que me fazia revirar os olhos em busca de algum alivio, por baixo daquelas roupas que pareciam insuportáveis.
Christian segurou meu rosto entre as suas duas mãos e tomou a minha boca em um beijo selvagem e sôfrego. Seus dentes duelavam com meu lábio inferior, já que ele tinha certa obsessão por aquele lugar em especial. Sua língua contornava a minha, e ele sugava para depois mordê-la e girá-la sobre meu lábio inferior, misturando os nossos gostos e me fazendo prová-lo muito mais além do limite. Eu o arranhei a palma da sua mão, já que infelizmente eu não podia arranhar outro lugar que desejava, meu alvo era as suas costas, mas eu não podia e tinha que me controlar, mas era difícil demais com ele me beijando daquele jeito.
Ele chegava a puxar tanto os meus cabelos que chegava a doer, mas eu gemia fundo, querendo mais, ousando mais, eu suguei a sua língua repetida vezes, para depois em um ato de total luxuria, colocar o seu lábio inferior entre os meus dentes e puxá-los para fora, arranhando com os meus dentes e fazendo um grunhido sair do fundo da sua garganta.
–Ah! – Ele arfou quando finalizamos o beijo, os lábios de Christian estavam como eu nunca tinha visto antes, eles estavam vermelhos e inchados, principalmente o lábio inferior, pela força que eu tinha usado para mordê-lo.
Christian me olhou profundamente nos olhos, seus olhos cinzas pareciam que iria sair faíscas a qualquer momento, ele tinha os olhos brilhando, e eu queria muito arrancar as suas roupas com as minhas mãos, mas novamente não sabia se podia, apesar de que eu queria mesmo poder ousar com ele.
–Eu preciso de você, você está me enlouquecendo garota. – Ele disse, mas não era em um tom agressivo e sim em um tom de desejo, como se de entre tantas coisas ele me quisesse verdadeiramente, e eu também o queria, eu sentia que iria explodir se não o tivesse dentro de mim.
–Me tome Christian, por favor, eu preciso sentir ele dentro de mim. – Eu disse apontando para seu membro e Christian riu, antes de atacar o meu pescoço, dando sugadas e chupões fortes, eu arqueei minhas costas, dando á ele todo o privilégio de me ter, sua boca saciando o desejo em minha pele, me deixando marcas, e o que mais me confundia, era que eu queria que ele deixasse marcas em mim.
Seus lábios desejosos foram para o vão dos meus seios, ainda por cima da blusa, e eu levantei os meus braços em um convite mudo para que ele a tira-se, e prova-se de mim além daquela blusa, e ele o fez, tirando a blusa e jogando para o banco de trás, meu suta branco rendado não escondia o quão meus seios estavam excitados, Christian os encarou com saliva nos lábios.
Ele os beijou em um gesto de carinho, por cima do sutiã, antes de retirar aquela peça que os libertava, quando jogou o sutiã para trás do banco junto com a blusa, ele não se fez de rogado e lambeu o vão dos meus seios, e eu ri, Christian parou um instante para me olhar.
–Faz cócegas. – Eu disse explicando o motivo do meu riso, Christian sorriu também fechando a palma da sua mão sobre o meu seio, entre o dedo do meu e o indicador, ele apertou o bico entre eles, eu arqueei minhas costas. –Chupa. – Eu pedi sentindo o meu rosto esquentar de vergonha, mas eu estava tão excitada que eu precisava sentir a sua boca nos meus seios.
Christian me olhando com a boca levemente aberta, voltou para os meus seios, fechando a boca em torno do esquerdo, sua boca incrivelmente quente e aveluda sugou o meu mamilo que correspondia se endurecendo cada vez mais, eu sentia que estava prestes a deixar Christian careca, puxando os seus cabelos com força.
Com uma mão, ele massageava com suavidade um seio, e com a outra ele segurava o meu outro seio, apertando somente o bico, para chupar com força, causando um barulho de sugada quando ele forçava até o fim, um barulho excitante demais, que estava me enlouquecendo, Christian deu um leve tapa no outro seio que não estava ocupado com sua boca, a sensação do tapa ali naquele local, me fez gemer alto.
Ele continuou a me chupar, alterando a mão com a velocidade, indo mais forte com a mão que massageava o seio que não estava sendo chupado, eu poderia ir ao maravilhoso orgasmo naquele ritmo, e parece que Christian sentiu o mesmo, mas ele não estava disposto á deixar, por isso sem se quer um aviso prévio, Christian abandonou os meus seios, me fazendo bufar de frustração, vendo a minha reação, Christian deu um estalado tapa na minha coxa, fazendo-a queimar mesmo por cima do jeans, gemi de dor com a ardência, mas ao mesmo tempo, a ardência me causava uma excitação que eu não sabia que seria possível.
–Nunca mais faça isso, entendeu? – Ele perguntou e eu sabia que ele se referia a minha atitude de bufar e quase revirar os olhos, eu me lembrei então de uma clausula no contrato.
“A submissa deverá chamar o Dominador, como ele desejar, de “Mestre”, “Senhor” ou “Senhor Grey”.
Pensei rapidamente quais das três opções Christian iria mais gostar que eu chama-se ele, e então decidi.
–Eu entendi Senhor Grey. – Eu sussurrei a ultima parte, mas sei que foi alto suficiente para Christian me olhar com a expressão surpresa e o brilho inevitável em seus olhos, ele rapidamente tomou uma posse de dominador, me fazendo desejá-lo ainda mais se fosse possível.
–Boa garota. – Ele sussurrou de volta, passando o dedão nos bicos dos meus seios, mordi os lábios para não gemer, isso pareceu irritá-lo. –Não quero que segure os seus gemidos, á menos que eu ordenar, ouviu bem? – Ele perguntou seu tom cortante e dominante, excitava cada célula do meu corpo.
–Ouvi Senhor Grey. – Eu respondi de maneira obediente, e segurando para não rir com aquele jogo.
–Você vai gozar, no meu pau! Ouviu bem? – Ele novamente voltou a perguntar com palavras sujas e vulgares, algo que podia ser muito bem do fetiche de Christian, eu havia também notado que ele é bem falante na hora do sexo.
–Sim Senhor Grey. – Eu respondi, ele passou a mão na minha barriga palavra, deslizando quatro dedos sobre ela, me fazendo ficar arrepiada.
Baixei a minha cabeça evitando olhar para ele, em uma posição mais submissa.
–Olha para mim. – Ele ordenou como um bom dominador, e eu como uma boa submissa, obedeci, olhando em seus olhos. –Tão linda. – Ele disse me avaliando. –Eu estou louco para esconder o meu pau todinho, dentro de você, o que você me diz? – Ele perguntou, eu senti cada provocação nas palavras que eram ditas. Resolvi responder na altura.
–Eu quero que você o esconda todinho dentro de mim, eu estou louca para sentir ele se enterrar profundamente em mim e explorar cada canto do meu corpo. – Eu devolvi a resposta, fazendo-o engasgar. –Senhor Grey. – Eu acrescentei a ultima frase, sussurrando bem perto do seu ouvido, mostrando que eu também poderia ser capaz de enlouquecê-lo.
–Puta que pariu. – Christian rosnou, suas mãos agarram meu jeans, abrindo os botões e me forçando a tirar com rapidez, eu queria ir com calma para provocá-lo, mas talvez não fosse uma boa ideia.
Fiquei de calcinha na frente de Christian, a parte de cima eu já estava totalmente exposta.
Minha calcinha vermelha não combinava com o sutiã, mas Christian não pareceu se incomodar com isso. A calcinha de malha vermelha estava visivelmente molhada.
Christian a tirou de mim, com a minha ajuda para levantar as pernas, e eu estava totalmente nua, em cima de Christian, que estava totalmente vestido.
–Uma visão do paraíso. – Ele declarou, tirando a sua própria camisa, enquanto eu o observava, querendo fazer isso por ele, mas não podendo.
Ele tirou a calça e para isso eu tive que ajudá-lo, pois com o aperto do carro seria difícil. No final a ultima peça que o cobria, era a cueca. Mas ele logo a tirou, fazendo sua ereção dura e grande saltar para fora, ele estava inchado, provando a sua excitação, assim como eu que estava tão molhada, que quase sentir o gozo escorrer além da minha intimidade.
–Vire-se de costas para mim, eu quero ver a sua bunda enquanto eu te fodo. – Ele ordenou e eu ofeguei, fazendo o que ele mandou, me virando de costas para ele.
Senti o barulho de plástico e soube que ele estava ponto a camisinha, e esperei com ansiedade, pelo tão aguardado momento, Christian colocou a mão nas minhas costas me forçando a ir para frente e sem aviso prévio, me penetrou com uma estocada só.
–Ah! – Eu gritei de dor pela funda e dura estocada.
–Ah Anastásia... Malditamente molhada! – Ele exclamou dando a segunda estocada com leveza e lentidão. –Eu posso sentir a sua umidade escorrer no meu pau. – Ele disse jogando palavras sujas, eu não sabia se podia falar algo, mas eu queria muito falar, por isso não me controlei.
–E eu o sinto todinho em mim Christian, você é gostoso, muito gostoso. – Eu falei, ele riu ao mesmo tempo em que grunhia.
–Você quer me provocar não é? – Ele perguntou indo fundo e sacudi os quadris, eu quiquei em cima dele pela primeira vez, e ele jogou a cabeça para trás.
Resolvi ousar, e coloquei cada mão minha em cima dos seus joelhos, minhas costas quase tocaram o seu peito, por sorte não tocou, e eu pude fazer o que queria, começar a controlar os meus movimentos, quicando em cima dele com facilidade, com certeza eu parecia uma rã naquela posição, mas Christian parecia gostas com os seus gemidos, eu descia e subia em seu membro, Christian ajudou nos movimentos, voltando a estocar dentro de mim, nós dois nos movíamos em nosso próprio ritmo sentindo o orgasmo se aproximar cada vez mais de nós.
–Ana, você está tão gostosa nessa posição. – Christian confessou, levando uma mão sua no meu seio, o massageando, ele forçou a sua mão no meu seio, fazendo minhas costas baterem em seu peito, mas isso não pareceu o incomodá-lo naquele momento.
Sacudi meus quadris, enquanto ele estocava com força, ora sacudindo o seu membro dentro de mim me fazendo senti-lo totalmente.
Deslizei meu sexo para o fim do seu membro, até as suas bolas, ali remexendo meus quadris, e depois subindo sacudindo os meus quadris somente na cabeça do seu membro.
–Ana... – Christian gemeu.
–Eu estou quase. – Eu devolvi sentindo que estava na borda de um orgasmo. Christian cada vez mais inchava e crescia dentro de mim. Ele levou a sua mão direita para meu sexo, e começou a fazer com o dedo indicador movimentos circulares em meu clitóris, meu sexo formigou, sentindo cada vez mais se apertar em Christian. –Oh... – Gemi sentindo vir.
Eu gozei gloriosamente em cima do membro inchado de Christian, que depois de duas estocadas gozou em jatos quentes na camisinha. O corpo dele e o meu estavam esgotados, eu senti Christian deitar no banco, e incliná-lo para trás para me acomodar em peito por vontade própria, minhas costas ficaram grudadas no seu peito, e eu suspirei com isso, naquele momento, aquele toque não parecia incomodá-lo.
Christian passou os braços, um em volta da minha cintura, e outro em volta do meu colo perto do meu seio, me acomodando ali com ele, eu suspirei feliz, fechando os meus olhos me deixando descansar.
Muito de longe escutei Christian sussurrar “eu sou louco por você”, mas isso parecia apenas fazer parte de um sonho, eu não tinha certeza se ele tinha falado isso.
Continua.
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