Cinquenta Tons Mais Intensos.

45 Um primeiro castigo.


Notas iniciais
Eu amei os comentários do ultimo capítulo! ♥ Boa Leitura! ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Por Christian.

Eu olhava Anastásia dormir em cima de mim, ainda estávamos no carro, mas estava estacionado no encostamento, onde poucos carros passavam, e se passavam e nos vissem parados, sabiam o que estava acontecendo ali, os vidros eram revigorados de preto, ninguém poderia nos ver. E eu acariciava as suas costas relembrando os nossos momentos de puro prazer luxúria, era extremamente viciante o sexo com Anastásia, ela era muito boa, melhor do que qualquer uma, ela se entregava inteiramente á mim na hora do prazer, sem ter medo, o que mais eu poderia pedir? Nada. Ela é perfeita para mim.

Ela é ousada, o que eu gosto, eu tenho vontade de tomar a sua boca inteligente para mim, e ela se mostrou hoje uma ótima submissa, me obedeceu, me chamou de Senhor Grey, era excitante demais o meu nome em seus lábios, realizou os meus desejos e a minha satisfação, nos éramos muito mais do que Dominador e Submissa, éramos fogo e gasolina, queimávamos de desejo um pelo outro somente com um olhar, eu jamais havia sentido uma química tão grande, como sentia por Anastásia, bastávamos estar no mesmo ambiente para o desejo atrair o nosso corpo.

E eu estava apaixonado por ela. Mais do que qualquer outra coisa, eu a adorava, eu necessitava dela, ela é a melhor coisa que aconteceu na minha vida, eu me sentia além do que eu sou com ela, e o mais perfeito de tudo, eu não deseja ninguém á não ser ela, ela é o mais que eu nunca tive com qualquer outra.

Olhei para o relógio no meu celular, marcava na tela quinze para uma da manhã, era tarde, e deveríamos sair dali, antes que alguma coisa de errado acontecesse, mas ao mesmo tempo estava tão bom, que eu não queria acordá-la para irmos, mas infelizmente era preciso, ainda tínhamos que trabalhar amanhã, mas eu sempre sorria ao lembrar que Ana sempre estava ao meu lado.

–Ana... – Sussurrei em seu ouvido, ela pareceu ronronar, e eu ri. –Ana... – Eu sussurrei de volta, ela ronronou novamente e abriu os olhos aos poucos.

–Eu dormi? – Ela perguntou passando os dedos em cima dos olhos.

–Sim. – Eu respondi. –Por uns oito ou nove minutos. – Eu acrescentei calculando, ela sorriu para mim, bocejando.

–Ainda estamos na estrada? – Ela perguntou, e eu assenti. –Oh meu Deus, precisamos ir! – Ela disse desesperada, levantando a cabeça e batendo ela no teto do carro, eu não segurei e risada. –Aí! – Ela gemeu, mas eu não consegui parar de rir, a cena foi realmente engraçada, Ana distraída e desesperada, batendo a cabeça no teto, não sou cruel, mas não peça para uma pessoa bater em algo ou cair na minha frente, pois eu irei rir. –Hei! – Ana exclamou me dando um tapa no braço, eu ri ainda mais, ela era cômica. –Pare de rir! – Ela exigiu.

–Impossível. – Eu revidei.

–Não foi engraçado! – Ela exclamou parecendo irritada, mas tinha um meio sorriso em seus lábios.

–Doeu? – Eu perguntei.

–Um pouco. – Ela confessou. Eu passei a minha mão direita no local que ela havia batido, fazendo uma massagem no local para amenizar a dor. –Isso é bom. – Ela confessou de olhos fechados. –A dor até passou. – Ela acrescentou, e eu continuei. –Mas é melhor nos apresarmos para irmos embora. – Ela acrescentou, e eu parei.

–Você tem razão. – Eu disse e Anastásia saiu de cima de mim, senti falta de suas pernas em minha volta. Eu coloquei a minha cueca, a minha calça, e toda a minha roupa de volta, Anastásia fez o mesmo, com mais facilidade, eu tive que ser mais cauteloso para não apertar nada do carro. Assim que terminamos eu dei a partida no carro e partimos para o apartamento de Anastásia.

{...}

–Eu adorei a nossa noite. – Anastásia sussurrou com o rosto próximo ao meu, estávamos estacionados na frente do seu apartamento, e infelizmente estávamos nos despedindo.

–Eu também, não fecho a hora de repetirmos. – Eu confessei, Anastásia riu, e me deu um selinho demorado, e inocente. –Nos vemos amanhã na empresa? – Eu perguntei.

–Sim. – Ela confirmou. –Tchau Christian, boa noite. – Ela se despediu.

–Tchau Ana, boa noite. – Eu me despedi dela. Sonhe comigo. – Completei mentalmente. Ela então entrou rápido demais para mim, dentro do seu prédio, e eu dei na partida no carro, indo para o Escala, precisava de um bom banho, para o trabalho de amanhã.

{...}

Eu já estava de banho tomado, e pronto para dormir, mas ainda precisava de algo para poder ir para a cama fechar os olhos. Por isso, me sentei na cama, eu vestia somente uma cueca Box branca, eu peguei o meu celular, e escrevi uma mensagem Anastásia.

Durma bem.

Sonhe comigo, como eu irei sonhar com você.

Boa noite!

Christian.

Enviei e me deitei fechando os olhos, mas ainda não consegui dormir, pois eu precisava de uma resposta. Ela demorou aproximadamente quatro á seis minutos para chegar.

Pode ter certeza que irei sonhar com você.

E eles envolverão uma cama, lençóis vermelhos de seda, você e eu nus, nos entregando ao prazer.

Boa noite Senhor Grey!

Porra! Como ela me deixa duro com essa mensagem? Como ela cada vez mais me surpreende? E esse lado maníaca de sexo que Anastásia ganhou? Eu criei um monstro, e não me arrependo disso, ela se mostrava tanto em suas mensagens. Eu sorri relendo mais algumas vezes, antes de ativar o despertador, e fecha os olhos novamente.

Eu já sabia que iria sonhar com Anastásia.

{...}

Na empresa cumprimentei todos com um bom dia, eu estava mais animado, Andrea me ofereceu um café, que eu rejeitei, já tinha comido antes de sair de casa, uma deliciosa omelete feita por Gail.

Assim que entrei na sala, dei de cara com Anastásia em pé, com a minha agenda na mão, ela sorriu assim que entrei, mas eu não gostei de vê-la ali, eu fui bem claro ontem quando disse que queria que ela fosse mais tarde para a empresa por conta da hora que chegamos a sua casa ontem, mas ela não me deu ouvidos, e é nessa hora que ela me irrita com sua obediência, ela fechou o sorriso quando viu que eu não sorri de volta.

–Bom dia. – Ela sussurrou.

–Bom dia. – Eu cumprimentei de forma dura. –Por que você está aqui em vez de estar na sua casa dormindo? – Eu perguntei ficando á sua frente.

–Como assim? – Ela perguntou elevando os seus ombros, piscando os olhos, suas sobrancelhas estavam unidas, ela estava claramente confusa.

–Eu lhe disse ontem no carro que você deveria chegar mais tarde na empresa para poder descansar, e mais tarde Taylor te levava. – Eu a lembrei, ela arregalou os olhos e deu de ombros em seguida.

–Christian só porque eu sou sua namorada não quer dizer que não sou como outro funcionário daqui, eu tenho que chegar na hora. – Ela explicou.

–Anastásia, eu queria que você descansa-se. – Eu rebati.

–Mas eu não queria descansar. – Ela rebateu, e eu bufei e grunhi.

–Por que você tem que ser assim? – Eu perguntei com raiva.

–Assim como? – Ela perguntou colocando uma mão na sua cintura, ela parecia querer me enfrentar, me olhou nos olhos.

–Teimosa, e desobediente. – Eu respondi.

–Oh, desculpe Senhor Grey, mas se eu bem me lembro ontem á noite quando você me fodia no carro, eu era bem obediente. – Ela disse provocando, eu queria por sobre os meus joelhos por isso, e bater em sua bunda deliciosa, e depois a fodê-la com força.

Eu sentei na minha cadeira rapidamente, e puxei a sua mão, a puxando para mim, ela deixou a agenda cair das suas mãos e saiu de barriga para baixo sobre o meu colo, deixando a sua bunda a mostra, ela usava uma saia de pregas preta, sem meias, o que eu agradeci, seus saltos altos vinho me excitaram, e eu queria somente fodê-la com aquele sapato e nada a mais.

Meu membro duro protestou com a calça fechada.

–Sua pequena provocadora. – Eu murmurei, os cabelos de Anastásia caiam por seu rosto, me impedindo de vê-la. Eu levantei a sua saia, criando um “bolo” na cintura, vendo a sua bunda redonda, lisa e empinada me chamar. Meus olhos se arregalaram e eu arfei com surpresa ao ver ela sem calcinha, ela adorava me provocar, e eu gostava de ser provocado, eu ri. –Sem calcinha! – Eu exclamei, escutei a baixa risada de Ana.

–Gostou? – Ela teve a audácia de perguntar.

–Ah Anastásia, eu vou te foder até você perder as forças! – Eu declarei. Dando um tapa cheio e forte na sua bunda, ela deu um “pulinho” no meu colo e gemeu.

–Ah... Senhor Grey... – Ela gemeu. –Isso é bom... – Ela acrescentou meu sorriso se possível ainda mais se alargou.

–E você vai ter mais. – Eu alertei, abaixando a minha cabeça e dando um chupão em cada nádega, e depois uma mordida, ela rebolou em minha boca, eu bati novamente em seu bumbum com um tapa certeiro, agora na nádega direita. Ela gemeu ainda mais, quando as minhas mãos começaram a viajar por aquela região, espalmando a minha mão na sua carne dura, apertando com força, sua pele branca, deixava a marca certa dos meus dedos, e meu membro, iria explodir de tanta excitação. –Você quer mais? – Eu perguntei.

–Sim senhor Grey, eu quero mais. – Ela respondeu, eu sorri passando a mão também em suas coxas, e na sua feminilidade, sem a calcinha, senti a sua excitação em meus dedos, acariciei levemente o seu clitóris, Ana se remexeu, querendo um prazer maior, mas eu continuei lentamente nas caricias do seu inchado clitóris.

–Se você ver que quer uma pausa, ou tapas mais fracos, diga amarelo, e se você ver que está em seu limite e não aguenta mais, fale vermelho, essas são as suas palavras de segurança, entendeu? – Eu perguntei sentindo o lado Dom, me dominar.

–Sim Senhor Grey. – Ela respondeu.

–Quais são as palavras de segurança? – Eu perguntei para ter certeza que não iria machucá-la.

Amarelo e vermelho Senhor Grey. – Ela respondeu.

–Boa garota. – Eu comentei. –Você quer contar? – Eu perguntei com desejo.

–Sim senhor Grey, eu quero contar. – Ela respondeu, luxuria carregada em seu tom de voz.

–Ótimo, então se prepare. – Eu anunciei.

Continua.

Notas finais
Não me matem! kkkkk' Até o próximo! Comentem! Recomendações? Que tal? :) Favoritem! Beijos. Adoro vocês!