Cinquenta Tons Mais Intensos.
46 Um delicioso castigo.
Notas iniciais
Por Anastásia.
Eu sentia o meu sexo quente, na verdade eu o sentia ferver, queimava por desejo, desejo do membro de Christian, eu queria ele dentro de mim, bem forte e bem fundo, não queria delicadeza, não queria que ele fosse lento, não queria romantismo nem nada dessas coisas, eu só queria sentir ele dentro de mim, carne com carne e pele com pele, queria gemer o seu nome alto, mas ao mesmo tempo me repreendia mentalmente, pois não queria chamar atenção dos funcionários que nada sabiam do nosso romance, era totalmente sigiloso, pelo menos pela minha parte, agora eu não sabia pela parte de Christian.
Sua palmada em minha bunda no começo me assustou, ela doeu, mas era tão boa, a dor a queimação de sua grande mão na minha nádega que logo a dor foi substituída por um prazer sem igual, à dor da palmada era a constatação das minhas provocações á Christian e eu gostava disso, gostava dos tapas e gostava de provocá-lo.
Por mais que eu tenta-se ou até mesmo quisesse negar, eu adorava ser uma boa e má menina com ele, eu adorava ser chamada de “Boa garota” e adorava chamar ele de “Senhor Grey” eu adorava ser submissa á ele, mas uma submissa do meu jeito, e eu acho que ele gosta do meu jeito submisso diferente de ser, o que para mim era ótimo, pois eu não pretendia mudar.
Amarelo e Vermelho eram essas palavras que eu gravava em minha mente, eu esperava não ter que usá-las, e acho que Christian pensava o mesmo, ele me segurou com cautela na cintura, me ajeitando em seu colo, deixando a minha bunda mais “acessível” e mostra para ele, eu dei uma leve rebolada em cima do seu membro, querendo provocá-lo, esperando ele começar logo com o castigo, eu me sentia nervosa, ansiosa e excitada, meus sentimentos estavam confusos.
–Conte, irá ser até sete. – Sussurrou Christian, eu assenti positivamente, antes que eu pudesse processar qualquer coisa, eu senti a sua mão grande e forte se esparramar com vontade em minha nádega esquerda, me fazendo quicar em colo e soltar um grito agudo de dor e prazer, como pode? Como uma pessoa pode sentir dor e prazer ao mesmo tempo? Eu nem poderia imaginar em meus melhores sonhos que isso é possível.
–Um. – Eu disse com a voz arfante, mas firme, eu estava decidida que iria aguentar até o fim. O segundo tapa foi igualmente forte, mas dessa vez eu não senti tanta dor como na primeira, pois ele bateu na mesma nádega que já tinha sido alvo, então eu já estava acostumada, e o prazer somente aumentou, e a dor diminuiu, eu sentia prazer com a dor, isso pode ser algo incomum para qualquer um, assim como é para mim.
–Dois. – Eu disse mais controlada, minha respiração ainda ofegante, mas não tanto como anteriormente. Então veio o terceiro tapa, direcionado na nádega direita, novamente a onda de uma nova dor em um novo local se instalou, me fazendo soltar um gemido longo e sofrido de dor, mas que eu logo tratei de morder os lábios para não prolongar, eu senti a minha nádega direita queimar, eu posso jurar que ele bateu com mais força no que nas duas anteriores.
–Três. – Eu continuei minha contagem, me segurando firmemente nos joelhos de Christian com medo de cair, apesar de saber que ele me segurava com a outra de maneira firme segura na minha cintura, tanto que eu podia sentir as marcas dos seus dedos sobre a minha pele, eu sabia que iria ficar marcado aquele local, tanto quanto a minha bunda.
O quarto tapa foi na nádega esquerda e não doeu... Tanto, foi normal, e excitante como eu achei que seria e eu senti minha feminilidade molhada começar a se intensificar, molhando a minha virilha.
–Quatro. – Eu disse mais controlada.
O quinto tapa foi nas duas nádegas ao mesmo tempo e eu não consegui segurar meu grito de prazer por ter sido pega de surpresa com os dois locais acertados, eu escutei a risada de Christian, mas não me virei para olhá-lo.
–Cinco. – Eu contei, e Christian passou as mãos sobre as minhas nádegas as acariciando com uma suavidade que eu sinceramente desconfiei para quem estava me batendo com força.
–Está gostando? — Ele perguntou e eu senti a curiosidade em sua voz.
–Sim senhor Grey, eu estou gostando. – Eu respondi lhe dando uma frase completa, como eu sei que ele gostava.
–Está falando sério Anastásia? –Ele perguntou não tendo certeza da minha resposta, mas era mesmo verdade, eu estava gostando daquele castigo, estava sendo excitante demais, gostoso demais, diferente demais, uma nova experiência muito boa para mim.
–Eu jamais mentiria para o Senhor, Senhor Grey. – Eu respondi, e ele suspirou, o que me fez sorrir, e eu senti um golpe certeiro em meu traseiro novamente me pegando desprevenida.
–Oh! – Eu ofeguei pelo sexto tapa, uma risada amarga de Christian ecoou na sala. –Seis! – Eu praticamente gritei, querendo provar á ele que apesar de ter sido pega em surpresa eu ainda estava firme.
–Sua maldita provocadora. – Exclamou Christian rindo me dando um ultimo tapa que doeu mais que todos juntos, foi somente em uma nádega, na esquerda, mas tenho certeza que ele usou toda a força que tem para me bater, pois ardeu e queimou como o inferno!
–Porra! – Eu rosnei alto. –Sete! – Eu disse alto e claro e totalmente esgotada, deixando o meu corpo descansar um pouco. Senti a boca de Christian morder e lamber o meu bumbum, ele logo me puxou para sentar em seu colo de frente para ele, me olhando nos olhos. Ele totalmente vestido e eu nua na parte de baixo.
–Você foi maravilhosa. – Ele me elogiou atacando a minha boca logo em seguida.
Sua língua não esperou muito e logo rondava a minha, sugando desesperadamente em um beijo lascivo de tirar o fôlego e me deixando de pernas bambas. Ele mordeu meu lábio inferior e eu acabei arfando de prazer em sua boca, querendo mais.
Ele separou as nossas bocas, e me fez levantar para poder retirar as suas calças e a sua cueca, deixando somente até o joelho, libertando o seu principal objetivo, o seu membro grosso e comprido, e o melhor, totalmente ereto, esperando para se enterrar em mim.
–Cavalga em mim Anastásia. – Ordenou Christian e eu ofeguei com o seu pedido, mas eu iria obedecê-lo.
Segurei seu membro com uma mão, direcionando em minha entrada, não entrando com ele, eu pincelava seu membro em meu sexo, e Christian revirava os olhos, eu sorri colocando somente a cabecinha na minha entrada.
–Oh Anastásia, senta de uma vez! – Ele rosnou e eu ri sentando com força em seu membro, ambos gememos no momento que ele se enterrou fundo dentro de mim.
–Oh! –
Eu coloquei com a sua permissão as mãos em seus ombros, para me ajudar e me movimentar, fazendo o meu próprio ritmo de vai e vem jogando os meus quadris de um lado para o outro, gemendo com o contato interno do seu membro em cada ponto meu.
As mãos de Christian estavam em meu bumbum apertando cada lado para cima e para baixo, eu estava com os movimentos medianos de vai e vem em seu membro, vendo cada reação maravilhosa de Christian que jogava a cabeça para trás e gemia, sua boca estava levemente aberta me tentando a beijá-lo, mas eu não o beijei, eu preferi atacar o seu pescoço com chupões e mordidas.
–Ah Ana... – Christian sussurrou.
Continuamos naquele ritmo por algum tempo até eu decidir ir com mais velocidade e força, agarrando com mais força os seus ombros eu comecei a quicar em cima dele, Christian gemeu com o gesto junto comigo, o barulho dos choques da minha bunda contra a sua pélvis era excitante demais, como música para os meus ouvidos.
Christian segurou um seio meio em sua mão, e com a outra colocou em meu cabelo puxando com força para frente me obrigando a olha-lo nos olhos.
Eu sentia seu membro crescer dentro de mim, e eu sentia minha vagina se apertar em seu redor, espasmos começaram a tomar meu corpo junto com Christian.
–Vem Ana, vem comigo... – Ele pediu levantando os quadris e ajudando na movimentação, fazendo seu membro girar em meu interior e suas bolas baterem contra o meu sexo.
Meus dedos e curvaram, minha cabeça automaticamente foi para trás, e eu gemi o nome de Christian gozando no exato momento que ele arfava, sussurrava o meu nome, e gozava também, ambos se perdendo no meio do prazer e da luxúria.
A única coisa que se escutava na sala era o som das nossas respirações.
Continua.
Fale com o autor