Cinquenta Tons Mais Intensos.
47 Um novo funcionário.
Notas iniciais
Por Christian.
Minha respiração estava ofegante, eu estava saciado, e satisfeito, Anastásia ainda estava em cima dos meus braços descansando o seu corpo cansado, e eu passeava com a minha mão por toda a região das suas costas, fazendo uma leve caricia, ouvindo-a suspirar.
Aquela posição estava bastante confortável, ainda mais para se descansar após uma rodada intensa e quente de sexo.
Eu nunca havia sentindo algo tão intenso como senti agora com Anastásia, foi deliciosamente bom, e eu queria repetir várias e várias vezes, eu queria vê-la novamente gritar o meu nome quando chega-se ao seu clímax, eu queria que ela grita-se que era minha e que me deixasse dar mais algumas palmadas em seu bumbum perfeito, que adquiria um tom adorável de rosa, me excitando ainda mais a prosseguir com mais uma rodada, mas eu acabei de me recordar que estávamos na empresa, e com os gemidos altos de Anastásia era possível eu muitos haviam escutado e deduzido, e um sorriso brindou em meus lábios, pois eu queria exatamente eu todos soubessem de quem Anastásia era, eu iria fazer todos verem que aquela mulher é minha e com ela ninguém se mete, e logicamente eu serei possessivo com ela, caso algum funcionário idiota tente ser um engraçadinho com a minha mulher.
Se qualquer funcionário olhar para ela nem que seja por uma fração de segundo, ele que se prepare para passar no RH para dar adeus ao emprego, pois eu não irei deixar e muito menos permitir tão comportamento dentro dessa empresa, ainda mais com Ana, onde eu me tornei um homem ainda mais possessivo do que realmente sou, e ela terá que se acostumar com esse Christian, pois eu não pretendo mudar, eu sei que qualquer deslize que eu der, vem algum homem tentar alguma chance com Anastásia, pois eu já notei o quanto de olhares de homens ela recebe dentro dessa empresa.
–O que você está pensando? – Perguntou Anastásia de repente, eu podia sentia a sua respiração bater em meu peito.
–Em nada demais. – Eu respondi sem dar informações maiores do que realmente estava pensando. –E você? – Eu perguntei de volta realmente interessado em saber o que se passava em sua mente.
–Eu estava pensando que nós acabamos de cometer uma loucura muito, muito grande. – Ela respondeu rindo no fim.
–Por quê? Só por que transamos em um ambiente de trabalho? Essa não foi à primeira vez. – Eu rebati a lembrando da vez que transamos prensados na parede dessa mesma sala, ela me fazendo provocações envolvidas com aquele velho que deu em cima dela na sala de reuniões. Anastásia gemeu baixo com a lembrança.
–Você acha que os funcionários me escutaram agora? – Ela perguntou com o dedo sobre a boca, parecendo hesitante.
–Não sei. Talvez. – Respondi dando de ombros, para mim tanto faz eles terem ou não escutado.
–Se eles escutaram? Meu Deus o que irão pensar de mim? Que eu estou dando para o meu chefe! – Ela exclamou com os olhos arregalados, eu não queria que ela pensa-se dessa forma, então peguei seu queixo com a minha mão e obriguei-a a olhar para mim.
–Lembre-se que antes de ser o seu chefe, eu sou o seu namorado! – Eu rosnei, ela bufou.
–Mas as pessoas não sabem disso. – Ela rebateu.
–Mas eu farei questão que fiquem sabendo, eu não quero mais esconder de ninguém Ana. – Eu disse chateado por ter que esconder algo tão... Importante para todos saberem á quem ela pertence. Pertence ao dono dessa empresa.
–Mas o profissionalismo Christian? Como fica? Eu não quero ser vista como antiética, eu zelo pelo meu trabalho. – Ela rebateu novamente, e aquela discussão me irritou, eu só queria que ficássemos juntos sem segredos, e foda-se o trabalho e foda-se o que os outros vão pensar.
–Deu para ver como você zela com o seu trabalho se agarrando comigo agora a pouco. – Eu rebati ironizando o seu ato e a sua fala, mas me arrependendo profundamente quando senti Anastásia se levantar de cima de mim e arrumar as suas roupas, ela dobrou o seu camisão até os cotovelos, e colocou o seu cabelo para cima em um coque, e eu pude seu semblante estava decepcionado e eu sabia que havia falado merda. –Ana me perdoe, eu não... – Eu comecei a dizer, mas ela me interrompeu.
–Vou tomar um café. – Ela disse simplesmente antes de me dar as costas, jogar a bolsa em cima da sua mesa e sair da sala.
–Droga! Merda! – Praguejei passando a mão em meus cabelos. Por que eu não fiquei com a porra da minha boca calada?
Ótimo, eu acabo de magoar a minha mulher.
Por Anastásia.
Eu fiquei decepcionada com Christian, nós havíamos acabado de transar em sua sala, de forma mais intensa que já fizemos, e ele me diz uma coisa daquelas.
Eu realmente zelo por meu trabalho, eu não quero que ninguém pense que eu estou nessa empresa somente por que transo com Christian, eu não quero que ninguém pense que eu o usei como escada, mas eu sei que muitos, na verdade a maioria vai pensar dessa maneira, irão pensar que eu sou uma golpista, uma interesseira, uma vadia e todas essas coisas maldosas.
Eu não quero isso para mim, eu quero ser reconhecida por meu trabalho, por meu esforço, e não por ser a namorada do chefe Christian Grey. Isso é frustrante demais, e Christian não faz ideia, por que ele não entende ver o meu lado?
Deu para ver como você zela com o seu trabalho se agarrando comigo agora a pouco. – Christian disse me deixando completamente chocada com as suas palavras irônicas e debochadas.
Como ele pode dizer uma coisa dessas? Foi ele que me puxou para o seu colo e começou a sessão do castigo, ele que me provocou. Desta vez não fui eu.
–Babaca. – Eu xinguei para o nada descontando a raiva que queria dirigir á Christian. No momento que fui colocar café em um copo descartável para beber, a maquina emperrou, e eu não consegui mais fazê-la voltar ao lugar, pois não tinha força suficiente para isso. –Merda! – Exclamei, vendo que o copinho já estava enchendo e iria transbordar, eu imediatamente coloquei outro copinho no lugar deixando o copo cheio na bancada. –Ande, vamos! – Exclamei para a maquina do café, eu tentava forçar o botão para ele voltar a funcionar, mas eu ainda não conseguia, e eu grunhi irritada com isso.
–Deixa que eu ajude. – Escutei uma voz masculina dizer, eu olhei para o meu lado vendo um homem alto, loiro, musculoso, pele bem clara e de olhos azuis forçar com a sua mão no botão da máquina, conseguindo fazê-la parar de sair café, eu sorri aliviada para o homem na minha frente e também um pouco sem graça, minhas mãos estavam sujas de café, e ele percebeu e logo me estendeu um guardanapo.
–Muito obrigada, não tem como agradecer. – Eu disse envergonhada pela situação.
–Está tudo bem, isso já aconteceu comigo, essas máquinas sempre emperram fazendo maior bagunça. – Ele disse dando um sorriso no final da sua frase.
–Eu sou Anastásia Steele. – Eu me apresentei para ele estendo a mão de forma educada.
–Prazer Anastásia. – Ele disse igualmente educado. –Eu sou Paul Clayton. – Ele se apresentou apertando a minha mão.
Continua.
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