Cinquenta Tons Mais Intensos.
59 Uma grande demonstração de possessão.
Notas iniciais
Por Christian.
Eu me sentia inebriado com o perfume de Anastásia invadindo as minhas narinas e precisava urgentemente ter a minha boca sobre ela e sentir cada centímetro possível da sua pele em meus lábios sedentos por contato íntimo.
Afastei mais precisamente as pernas de Anastásia observando a sua intimidade rosada e molhada, me abaixei e fiquei de joelhos na sua frente, enquanto Ana estava sentada no sofá com as mãos amarradas com a minha gravata, eu inclinei a minha cabeça de forma mais confortável para nós dois e eu podia sentir a ansiedade e a expectativa fluir de Ana.
Arrastei a minha língua desde o seu clitóris pulsante até a sua entrada molhada fazendo com que o seu gosto invadisse a minha boca, suguei delicadamente os pequenos lábios de Anastásia colocando a minha língua entre eles, explorando aquela área gostosa de ser explorar.
Usei os dedos da minha mão esquerda para abrir os seus lábios e ver de perto a sua entrada, a penetrei com dois dedos inicialmente, fazendo-a arquear as costas e se segurar no encosto do sofá, aproveitei a sua reação e voltei a sugar o seu clitóris, causando duas sensações em Anastásia, a dos meus dedos e da minha boca.
Eu sabia que isso deveria ser bom, assim como era maravilhosamente bom quando ela me chupava, era excitante pra caralho essa sensação, assim como era igualmente excitante para mim chupar Anastásia.
Voltei com os meus dedos, indo com estocadas mais rápidas e profundas, indo fundo dentro dela sem tirar a minha boca do ponto mais prazeroso do seu corpo.
Ana começou a se contorcer com evidente prazer, ela gemia baixo, sua mão em sua boca fazia os gemidos saírem abafados, eu não queria que ela fizesse isso, pois eu amava escutar o seu prazer saindo da sua boca, mas eu entendia que ela fazia isso porque estávamos na empresa.
Ela rebolou em minha boca e mordeu a gravata amarrada em suas mãos enquanto eu ainda continuava com a minha função de chupá-la intensamente.
Anastásia gozou poucos segundos depois ainda abafando os seus gemidos na gravata, enquanto eu sentia o seu líquido escorrer por minha garganta.
—Oh. – Ela ofegou assim que eu a prensei contra o sofá sem dar tempo á ela de se recuperar do recente orgasmo.
Direcionei o meu membro em sua entrada e lhe dei um rápido selinho antes de me afundar em seu centro quente e apertado, joguei a minha cabeça para trás, e os braços de Anastásia foram para o meu pescoço o rodeando.
Ela aproveitou que ele estava exposto e passou a sua língua por aquela região, dando também mordidas e chupões, aquilo me causou arrepios, pois eu não estava acostumado á receber aquele tipo de carinho naquela região e eu realmente havia gostado daquilo daquela sensação.
Comecei á estocar em sua intimidade sem delicadeza e sem calma, fui fortemente entrando e saindo, entrando e saindo, e entrando e saindo cada vez mais rápido e duro, sentindo a sua intimidade me abrigar, me apertar e me aceitar.
Anastásia continuava a me segurar pelos braços já que suas mãos estavam impedidas pela gravata, ela gemia baixo em meu ouvido, e eu até podia jurar que era uma forma de provocação, pois ela simplesmente á uma fera na arte da provocação.
Anastásia começou a rebolar contra o meu pênis enquanto a sua pélvis quase se encostava à minha por conta do atrito que usávamos, era pele com pele, sempre excitante demais.
—Diz que é minha. – Eu disse para soar como uma ordem, mas soou como um pedido.
—Eu sou toda sua... Toda... – Ela disse anestesiada pelo prazer.
Ela começou á ofegar e sabíamos onde isso iria terminar, ela estava perto do ápice e eu comecei á acariciar o seu clitóris com o dedo sabendo que isso a faria chegar mais rápido, e acabei acertando, Anastásia começou á quicar em cima de mim e jogou a cabeça para trás gozando gloriosamente em meu membro.
Eu cerrei os meus dentes me segurando para não gozar junto com Anastásia, já que eu estava sem camisinha, mas isso não era algo fácil, ainda mais quando o seu pau estava quase explodido por vontade de uma libertação, mas eu não era egoísta e eu prefiro não gozar a interromper o momento de libertação de Anastásia.
Assim que o momento dela passou, me retirei da sua intimidade e gozei em sua barriga, vendo-o Anastásia sorrir olhando para a mesma.
Ficamos alguns segundos descansando ainda agarrados um com o outro.
—Não precisa ter ciúme do Paul está bem? – Anastásia disse suavemente.
—Não é tão fácil, ainda mais quando vocês dois ficam de conversinha para lá e para cá. – Eu disse contragosto e já confessando o meu incomodo por aquela maldita amizade que eles tinham.
—Hei. – Ela disse puxando meu rosto para que eu olhasse em seus olhos. – O que eu falei á poucos minutos atrás? – Ela perguntou.
Eu sorri me lembrando da sua deliciosa frase.
—Você disse que é minha. – Eu respondi sorrindo. –Mas você disse por que eu pedi. – Eu a lembrei falando de um jeito muito manhoso para o meu gosto.
Anastásia sorriu de forma doce como sempre fazia, mas havia algo á mais no seu olhar, parecia ainda mais doce, as suas duas mares azuis estavam iluminadas, e aquilo me encantava, eu sabia o quanto o seu olhar mexia comigo, na verdade, eu sabia o quanto Anastásia mexia comigo.
—Christian, me escuta. – Ana pediu. –Eu disse que eu sou sua não por que eu fui obrigada, mas sim por que eu realmente sou completamente sua, entende isso, por favor. – Ela disse e eu assenti positivamente sem dizer nada.
Como eu iria explicar para ela que eu tinha medo de que a qualquer momento ela fosse me abandonar e por isso eu queria constatar a todo o momento que ela é minha?
Não, Anastásia não precisa saber das minhas merdas de infância, ela não precisa descobrir que o meu passado é totalmente fodido e cheio de manchas negras.
Anastásia é pura demais e boa demais para o meu passado imundo, e eu quero a manter longe dele, para o seu próprio bem.
Continua.
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