Cinquenta Tons Mais Intensos.

22 Uma conversa com certeza nada amigável.


Notas iniciais
Desculpem o atraso! Boa Leitura!

Por Christian.

Eu nunca fui em geral um cara sentimentalista, essa é a verdade, eu nunca fui um cara com sentimentos, eu não me importo com eles, acho que são basicamente sem utilidade e necessidade, se podemos fazer as coisas sem envolvermos emocionalmente com as pessoas, porque então tê-los?

Eu não gosto de sentimentos, não sinto amor, não faço amor, eu apenas fodo, e com força, amor e criar sentimentos por outra pessoa é para os fracos, Elena me ensinou isso e eu sempre há via como um “objeto” da razão, para mim, ela sempre esteve certa, tudo o que ela falava para mim era o certo, e eu sempre concordei com ela, e segui esse dilema, ela me ensinou o certo.

Eu vejo as pessoas chorando e sofrendo por amor, e eu não acho certo, sofrer por algo que muita das vezes não é correspondido, sofrer por alguém que na maioria das vezes não te quer, e quando te quer é apenas para o contato físico, já vi pessoas próximas de mim desistirem do amor, morrerem por amor, fazerem promessas inúteis por amor, e correr atrás de pessoas que não as amam, desvalorizando aquelas que realmente se importam, e eu só tenho uma única certeza disso tudo.

Eu não quero isso para mim e nunca vou querer.

Eu não posso querer isso para mim é doentio, eu sei que não sou digno de amar e muito menos de receber amor, quem é capaz de me amar? Amar uma pessoa completamente e totalmente fodida, uma pessoa que não merece nem admiração das pessoas. Há muito tempo eu deixei claro que em minha vida ninguém me amará, até porque ninguém é obrigado a conviver com esse tormento que é ter sentimentos por mim.

Mas veja eu, agora nesse exato momento na frente de uma pessoa que para mim é de extrema importância ter em minha vida, não ter Anastásia na minha vida, é como não ter o que mais importa para um ser humano em sua vida. Ela entrou na minha vida de uma maneira surpreendente me conquistando logo na primeira vez que a vi de longe, por uma janela, ela andava com passos calmos e curtos em direção ao seu trabalho que cuja coincidência era na frente da minha empresa.

E agora eu a quero ter como minha namorada e submissa algo que para as outras submissas que tive foi completamente fora de questão e hipótese, mas por Anastásia sim, por Anastásia eu modifico o que for no contrato para tê-la na minha vida, ela não vai escapar de mim, não agora que eu já provei o seu delicioso corpo, e sua adorável companhia, não ter ela trabalhando todo dia junto á mim no mesmo ambiente vai me enlouquecer, agora que eu já estou completamente acostumado com a sua presença, seu sorriso, seu perfume, sua boca desafiadora, seu jeito de se mover, o jeito de prender os cabelos com um lápis de escrever, ou morder seus lábios quando está pensativa ou nervosa, e claro a sua teimosia, principalmente a sua teimosia.

Ela já me desafiou tantas vezes, me desafiou mais do que outras pessoas que nunca tiveram coragem de fazer tal ato, e ela desde o começo se manteve firme para não aceitar as minhas investidas, provando que ela é diferente de todas as outras, ela não veio correndo atrás de mim como muitas vadias já vieram, ela não veio se esfregando para cima de mim, pelo contrário, eu pensei que iria enlouquecer e explodir de raiva quando ela me dava um “não” como resposta, ou quando ela recusava qualquer coisa que eu propôs-se, como uma carona, ou até mesmo uma conversa amigável enquanto ela trabalhava no café.

Essa garota me tira do sério, me leva do céu ao inferno, me dá paz, e me faz feliz de uma maneira que eu nunca senti.

Anastásia ainda me olha de olhos arregalados surpresa com que eu acabei de propor á ela, talvez ela não espera-se isso de mim, nem eu mesma esperava por isso de mim mesmo, minha namorada.

–Christian... – Sussurrou Anastásia. –Eu não sei o que dizer, eu estou completamente surpresa, eu não esperava isso. – Ela confessa e eu sorrio.

–Eu sei baby, acredite se quiser, nem eu esperava isso de mim. – Eu também confesso fazendo Anastásia sorrir. –Eu preciso de uma resposta Anastásia, me dê à honra de mostrar á todos que é minha namorada. – Eu peço, e ela me olha incerta.

–Eu não sei Christian... – Ela diz.

–Baby... Por favor. – Eu imploro.

–Posso pensar nessa proposta Christian? – Pergunta Anastásia.

–Sim Anastásia, mas, por favor, não demore, eu não vou aguentar esperar muito. – Eu respondo, e ela assenti com a cabeça, eu dou um leve selinho nela. –Eu posso tê-la mais uma vez? – Eu pergunto. –Posso mostrar á você um bom motivo para ser minha? Posso te dar prazer Anastásia, assim como você me dá. – Eu digo. –Posso Ana? – Eu pergunto esperando a sua resposta.

–Sim Christian, você pode. – Ela responde, me fazendo sorrir livremente de orelha á orelha antes de atacar a sua boca em um beijo quente.

A sua língua muito timidamente começou a fazer uma dança ritmada com a minha, ela me correspondia a altura, sem pudor, e eu estava adorando isso, sentir ela assim tão entregue á mim, sem receios ou duvidas, eu acabo de descobrir que quero mais disso, quero mais desse seu beijo delicioso que sempre me pega desprevenido.

Sua língua brinca com a minha, eu exploro a sua boca, para no final da exploração, dar atenção ao seu lábio inferior que me enlouquece, eu o sugo, chupo, para logo em seguida no final, morde-lo, e arrancar um delicioso gemido de Anastásia, ela passa as suas pequenas mãos em meus cabelos, os revirando, fazendo com que meu penteado sempre aliado, transformasse em um rebelde, sem possibilidade de voltar para o lugar.

Enquanto a beijo de forma quente lasciva, fazendo-a sentir o quanto eu a quero, eu passo as minhas mãos de forma possessiva em sua cintura, é bom que agora em diante, ela saiba que é minha, e de mais ninguém, aquele que ousar tocar nela, eu mato, e eu não estou blefando.

Meus pulmões reclamam por ar, e eu me afasto de Anastásia, ela me dá um tímido sorriso, eu não posso esperar mais, eu preciso tê-la, nem que seja ali, naquela parede, eu vou tê-la agora.

Eu retiro sua blusa preta, revelando novamente a ausência de sutiã.

–Sem sutiã de novo Ana... – Eu sussurro em seu ouvido, mordendo o lóbulo da sua orelha logo em seguida. –Isso está ficando cada vez melhor. – Eu acrescento, antes de passar as mãos firmemente em seus seios, os apertando com mais força, e passando meus dedos sobre os bicos, vendo o efeito de sua pele estremecida, ela se contorce e geme, e eu os cubro com a minha boca.

Sua pele é maravilhosa, é macia, quente, o gosto é doce, me lembra de baunilha e rosas, o efeito que eu causo nela, as suas reações, é algo que eu nunca vou me acostumar.

Eu lambo, chupo, com força enquanto massageio o seu outro seio, ela se contorce sobre a parede, tentando agarrar á ela de qualquer custo, mesmo sendo impossível, eu a prenso mais na parede, e ela se agarra aos meus cabelos.

Eu beijo a sua barriga plana, e chego no cós da sua calça de moletom, sem rodeios eu a abaixo de forma rápida, deixando-a somente com uma calcinha de renda branca, eu posso ver através do tecido a sua excitação. Eu coloco a minha mão em sua intimidade, por dentro da calcinha, tocando seu clitóris inchado, e sentindo a suas dobras molhadas, Anastásia arfa.

–Você está tão molhada Anastásia... – Eu sussurro, achando que ela não me escutou, mas ela me surpreende dizendo.

–Por você... — Ela sussurra tão baixo que por um momento achei ouvir mal.

–O que você disse? Repete. – Eu peço.

–Por você Christian, é por você que eu estou assim. – Ela diz, e meu lado dominador, animal, vibra ao ouvir essas palavras saírem de sua boca, céus! Ela quer me matar, só pode. Eu rosno baixo, retirando de vez a sua calcinha, e finalmente tomando o seu sexo em minha boca.

A primeira reação de Anastásia foi gritar e se agarrar com ainda mais força se possível os meus cabelos, eu comecei a chupar toda a extensão dele, trabalhando e dando mais atenção ao seu clitóris que estava inchado e vermelho, eu dei um leve chupão nele, logo em seguida uma mordida, de leve para não machucar a parte tão sensível do seu corpo, Anastásia rebolou em minha boca, isso despertou-me ainda mais, eu segurei em sua bunda firmemente, enquanto minha língua entrava e saia de sua fenda apertada, Anastásia estava quase escorregando da parede, então eu a segurei com mais força.

Anastásia estava por mim, então para finalizar, eu coloquei meu dedo médio em seu clitóris e comecei a massagear, e a dar leves puxões, isso pareceu ser o fim para Anastásia que gritou no seu máximo prazer e gozou em minha boca, seu prazer veio em minha boca, e eu o provei todo.

Maravilhoso, muito melhor do que qualquer coisa que já provei.

–Christian... – Sussurrou Anastásia meio desfalecida.

Eu retirei minha calça, enquanto Anastásia me ajudava a retirar a camisa, com cuidado para não me tocar, depois eu retirei a minha cueca, e Anastásia me olhou desejosa e maliciosa, sua mão veio de encontro ao meu membro, onde ela massageou, me fazendo jogar a cabeça para trás e sentir, ela vazia um vai e vem lento e torturante, passando a ponta do dedo na cabeça, eu já estava quase gozando, o que seria muito vergonhoso gozar com ela apenas me tocando, retirei a sua mão com delicadeza, a prensando na parede.

–Eu quero gozar dentro de você... – Eu sussurrei em seu ouvido, e ela estremeceu, coloquei meu membro em sua entrada, respirei fundo, e a penetrei.

Paraíso.

Sentir a sua pele aveluda, quente e apertada me abrigando não tem coisa melhor, sua carne junta com a minha, me envolvendo, me dando abrigo e calor, o melhor lugar para se estar é dentro de Anastásia.

Maroon V – Animals.

Baby, serei seu predador hoje á noite

Te caçarei, te comerei viva

Assim como animais, animais

Como animais-mais

Talvez você ache que pode se esconder

Posso sentir seu cheiro a milhas

Assim como animais, animais

Como animais-mais

Querida, eu sou

Então, o que está tentando fazer comigo?

É como se não pudéssemos parar, somos inimigos

Mas nos damos bem quando estou dentro de você

Você é como uma droga que está me matando

Eu te cortei fora completamente

Mas fico extasiado quando estou dentro de você

Eu comecei a estocar com força dentro de Anastásia, eu não era delicado, eu era bruto, e Anastásia parecia gostar, pois gemia, se agarrava á mim, e pedia por mais, cada vez mais, e eu estocava cada vez mais forte e fundo, de maneira que eu pudesse ir a fundo, explorar todo o seu corpo, encontrar cada ponto seu e Anastásia implorava por mais, e eu estava maravilhado com as suas reações, o modo como ela estava gostando da nossa união é a prova o como ela me quer, só que está negando, e eu vou adentrando cada vez mais forte e fundo, eu sei que ela está perto do clímax assim como eu que me encontro na borda do prazer.

Vejo que Anastásia está escorregando quase indo de encontro do chão, então eu pego os seus pés colocando em meus ombros, enquanto ela se agarra de alguma forma a parece, mesmo parecendo impossível, ela consegue se segurar firme, a posição é estranha para quem ver de fora, mas para mim está posição está perfeita, Anastásia fica ainda mas apertada nessa posição, além do prazer ficar ainda melhor.

Estoquei nessa posição presenciando o prazer completo, de sentir ainda mais as dobras de Anastásia me envolvendo, suas sobras molhadas, seu prazer já está se libertando, e eu paro por um momento, saindo todo dentro dela, para depois entrar em um golpe só, contando mentalmente.

Um!

Eu estoco forte e duro, saio de novo dentro dela e volto com mais força que a anterior.

Dois!

Retiro meu membro de dentro dela pela ultima vez, antes de entrar novamente de uma vez só, arrancando de Anastásia um gemido de dor e prazer, misturados com os meus gemidos, Anastásia goza em volta de mim, ao mesmo tempo que eu explodo o meu prazer nela.

–Sim. – Sussurra Anastásia enquanto eu a coloco de pé, a abraçando.

–O que? – Eu pergunto sem entender.

–Sim, eu aceito que você me chame de sua namorada. – Ela responde, e eu sorrio, abertamente, sinto algo dentro de mim ficar em chamas e clamar, quero fazer uma dança da vitória aqui mesmo, quero gritar ao mundo que ela é minha, quero sair desse apartamento e sair berrando para todos na rua que Anastásia finalmente é minha.

Mas então eu opto por abraçá-la mais fundo e apertado, sentindo o seus seios em meu peito, ela fica meio perdida e não retribui o meu abraço para não me tocar.

–Me abrace, por favor. – Eu peço, e ela ainda me olha sem saber o que realmente fazer, eu pego os seus braços e passo em volta do meu corpo, ela me toca de leve, me fazendo sentir um arrepio por todo o meu corpo.

Meu primeiro abraço.

Continua.

Notas finais
Antes que digam que eles esqueceram a camisinha, a pílula está aí para isso, eu não pretendo fazer Anastásia engravidar, não agora. Merece recomendações?! Comentem! Recomendem! Favoritem! Próximo capítulo sábado, domingo ou segunda! Beijos.