Cinquenta Tons Mais Intensos.

24 Um contrato verdadeiramente modificado.


Notas iniciais
Me perdoem o grande atraso! Esse capítulo é dedicado á Tanina Brandao e Thais Chacon, por recomendar a fanfic, eu amei as recomendações maravilhosas! E quero mandar um beijo á todas as meninas que fazem parte do grupo Grey maníacas, vocês são demais! Boa Leitura.

Por Anastásia.

Christian me olhava de boca aberta, de alguma forma sua expressão dizia, “o que está havendo?”, mas o que mais estaria havendo, ele me mostra esse absurdo de contrato, tem certeza que aqui tem modificações, pois para mim ainda continua a mesma merda de sempre, e será mesmo que ele me quer como sua esposa, pois eu vejo esse contrato como uma escrava prestes a assinar isso e dar adeus a sua liberdade, eu não quero ser nenhuma escrava e muito menos uma puta de luxo, aceitar roupas de graças, aceitar presentes para simplesmente poder transar com ele, isso tem nome e sobrenome, se chama vagabunda, é isso que ele quer fazer, me transformar em sua vadia especial, eu deveria esperar isso mesmo de Christian, até parece que ele iria realmente me querer como sua namorada, essa história de namorada é só uma faixada dele, e eu burra fui cair.

–Como assim Anastásia? – Pergunta Christian, e eu tento encontrar a minha voz. –Tem algo de errado no contrato? – Ele volta a perguntar, como ele se atreve a perguntar isso?

–Se tem algo de errado no contrato? – Eu pergunto com ironia. –Sim, tem. – Eu respondo a minha própria pergunta.

–O que? – Christian pergunta.

–Tudo! – Eu respondo tentando evitar não gritar, mas minha voz se elevou á um tom mais alto.

–Como assim tudo? – Ele pergunta.

–Tudo Christian, tudo está errado, essas coisas que estão escritas aqui no contrato são loucuras, coisas que eu não quero fazer, como você me propõe namoro, e agora me entrega esse contrato que a meu ver é um absurdo, isso não é normal, é loucura, e seja lá o que você quer comigo desista, que nós tínhamos algo termina aqui agora mesmo. – Eu digo de forma extensa, mas direta, eu me levanto da cadeira pronta para ir embora desse restaurante e desse lugar, Christian pela primeira vez está me assustando, isso que ele está me propondo é totalmente louco e fora do comum de tudo que eu já vi. Christian se levantou comigo e com força segurou o meu braço, seus olhos demostravam raiva fúria, mas não parecia ser comigo, não ainda. — Me solta Christian. — Eu pedi com calma, mas Christian ao contrário não obedeceu, pelo contrário apertou meu braço com mais força.

–Não!- Ele gritou. — Não vou te soltar, assim como você não vai embora, será que é tão difícil você entender que eu te quero, que eu te desejo, eu gosto de você Anastásia, quero fazer dar certo. — Ele diz.

–E quer fazer dar certo como? — Eu pergunto, mas sem dar tempo para ele responder, e respondo por mim mesma. -Quer fazer dar certo como? Querendo que eu siga esse contrato absurdo que mais parece que eu sou uma escrava ou uma puta de luxo, eu não sou esse tipo de mulher! — Eu grito para ele finalmente explodindo de raiva, eu não vou cair em seu jogo. Seu aperto em meu braço acaba se tornando insuportável, ele não parece perceber.

–Nunca mais repita uma merda dessas ouviu bem? -Ele pergunta gritando. -Eu jamais te vejo como uma puta de luxo e uma escrava ou qualquer coisa relacionada á isso, eu te vejo como ume mulher forte, perfeita, feita para mim, eu gosto da sua companhia, do seu sorriso e principalmente do nosso sexo, então, por favor, não vá embora, eu não quero que você vá, você pertence a minha vida , e se você sair, eu não sei se você conseguir seguir em frente, na verdade se você querer ir embora, é muito provável que eu não a deixe. — Ele confessa sussurrando de cabeça baixa no final, seu aperto em meu braço finalmente desaparece, ele me deixa "livre".

–E como você quer que eu fique e aceite esse contrato, Christian isso é demais para mim, — Eu digo engolindo o choro que de repente quer aparecer.

–Vamos modificar tudo que for preciso, você que decide as regras, mas, por favor, não me deixe. — Ele pede.

–Mas você já modificou. — Eu rebato.

–Na verdade eu só acrescentei. — Ele confessa envergonhado, e eu seguro a minha vontade de bater nele, eu realmente estou com muita raiva.

–Ok Christian, vamos modificar, mas e se mesmo assim eu querer ir embora, e não querer nada, você vai me impedir? — Eu pergunto.

–Eu não quero que você vá, se você for, sinceramente eu não sei o que fazer. — Ele responde.

–Ok, então vamos primeiro ver o que vamos modificar. — Eu proponho.

–Sim, vamos, me desculpe pelo meu ataque. — Ele pede.

–Está tudo bem. — Eu o tranquilizo.

–Sente-se, por favor. — Ele pede, e assim eu faço me sentando, e ele faz o mesmo.

Vejo Christian me olhando pelo canto do olho, enquanto eu releio apenas por cima o contrato, realmente aqui tem muita cooisa louca que eu não sei se quero fazer, mas ao mesmo tempo tem coisas que na minha imaginação eu tenho vontade de fazer, com Christian, isso é meio constrangedor, até ontem eu era virgem, e hoje, estou pensando em reconsiderar algumas coisas, mas claro, não todas, Christian não me terá tão fácil e de todas as maneiras que ele imagina.

Eu não vou ser a sua submissa perfeita, eu vou ser um tipo muito diferente de submissa.

Eu vou ser eu mesma.

Por Christian.

Eu olhava para Anastásia meio abismado, eu realmente errei, na verdade errei feio, eu não deveria ter mostrando á ela esse contrato, realmente ele é demais, ela com certeza não está pronta para isso, ainda mais agora que acabou de perder a virgindade comigo e a iniciar um namoro, meu Deus, o que eu tenho na cabeça que não pensei nisso antes? Estou agindo como a porra de um inexperiente, eu preciso explicar para Anastásia o contrato, e se ela quiser modifica-lo assim será, mas eu não deixarei sair da minha vida, ela não vai embora, eu não sou capaz de deixá-la ir, mas infelizmente não sou capaz de obrigá-la a ficar.

–Bom, para começar, eu já não concordo com a clausula sete. – Anastásia diz.

–Leia, por favor. – Eu peço.

–O dominador se responsabilizará pelo bem-estar, pelo treinamento, pela orientação e pela disciplina adequada da Submissa-. Ele decidirá a natureza dos referidos treinamento, orientação e disciplina e o tempo e o lugar de sua administração, sujeitos aos termos, limitações e procedimentos acordados no presente contrato ou previamente acordados, em consonância com a cláusula três. – Anastásia lê.

–O que você não concorda? – Eu pergunto.

–Não acho certo que você tem que se responsabilizar por tudo que acontece comigo, eu sou livre, não quero que você cuide de mim ou algo do tipo, e muito menos quero que você mude a minha disciplina, se eu fui criada de um jeito, eu vou continuar sendo criada do mesmo jeito, você querendo ou não. – Diz Anastásia de forma desafiadora, minha boca se abre, mas rapidamente eu a fecho.

–Eu não quero mudar seu jeito. – Eu simplesmente digo.

–Não é o que esse contrato diz. – Anastásia rebate.

–Eu só quero te proteger e cuidar de você. – Eu rebato de volta.

–Não acha que eu já sou bem grandinha para precisar de cuidados? – Pergunta Anastásia me provocando.

–Você não acha que é muito teimosa? – Eu pergunto sem responder á sua pergunta.

–Não, eu somente não quero mudar por você. – Ela responde, e sem mesmo querer, essas palavras me ferem de uma maneira que não sei explicar, foi quase como uma facada nas costas.

–Mas eu quero mudar por você. – Eu digo tentando não demostrar a amargura em minha voz, mas falho completamente.

–Você não está mudando Christian, você somente está voltando á ser o que você sempre foi. – Ela diz. –Eu sei que por trás desse homem frio, arrogante e extremamente possessivo, há um homem com um enorme coração, dócil, e uma facilidade incrível de ajudar as pessoas, você se esconde atrás de uma máscara. – Ela confessa o que acha sobre mim, e isso foi às palavras mais bonitas e sinceras que alguém já disse para mim, mas eu não quero demostrar o quão tocado fiquei, então mantenho a postura indiferente.

–Continue com o contrato, por favor. – Eu peço, sentindo seu olhar decepcionado sobre mim.

–Então como vai ficar a clausula sete? – Ela pergunta.

–Eu quero cuidar e proteger você, mas não exigirei tantas coisas de você e não vou querer mudar a sua disciplina. – Eu respondo.

–Bom se for assim, eu concordo. – Diz Anastásia, e eu não posso evitar sorrir. –Tudo de acordo com a clausula oito. – Comenta Anastásia. –Mas não concordo com a clausula nove. – Ela diz.

–Leia. – Eu peço.

–De acordo com esta condição e com as cláusulas 2-5, a Submissa deve servir e obedecer ao Dominador em tudo. De acordo com os termos, limitações e procedimentos de segurança acordados estabelecidos no presente contrato ou acordados em forma de aditamento sob a cláusula três, ela oferecerá sem questionar ou hesitar o prazer que ele solicitar e aceitará sem questionar o treinamento, a orientação e a disciplina do Dominador na forma que for. – Anastásia lê.

–O que você não concorda? – Eu pergunto.

–Eu não quero de obedecer em tudo, eu não sou nenhuma cadela, se eu não querer fazer algo eu não farei, nem mesmo se você mandar, pelo contrário, se você me obrigar á fazer algo, aí mesmo que eu termino com tudo, afinal eu tenho esse direito não tenho? – Ela pergunta.

–Sim, você tem. – Eu respondo.

–Ok, então vamos fazer o seguinte. – Ela começa. –Quando você me mandar fazer algo, primeiro eu vou testar, se eu gostar eu faço, caso contrário não. – Ela propõe.

–Então você vai hesitar? – Eu pergunto.

–Sim, eu não sou treinada para esse tipo de coisa, então já coisas que certamente eu não vou conseguir ter confiança em fazer. – Ela explica.

–Entendo. – Eu digo. –E aceito. – Eu respondo, e ela sorri e continua á ler o contrato.

–Ok clausula dez e onze eu concordo. – Ela diz. –Clausula 12 — a Submissa estará disponível para o Dominador das noites de sexta-feira até as tardes de domingo todas as semanas durante a Vigência em horas a serem especificadas pelo Dominador (“as Horas Designadas”). Mais horas designadas podem ser mutuamente acordadas. – Ela lê.

–O que você não concorda? – Eu pergunto.

–Bom sexta á noite, até Domingo eu aceito, mas não em todos os finais de semana. – Ela diz.

–Porque não? – Eu pergunto.

–Porque eu tenho uma vida, eu quero pelo menos dois finais de semana para sair com outras pessoas. – Ela responde, e eu arqueio a minha sobrancelha.

–Outras pessoas? Como assim? Outros homens?! – Eu pergunto elevando a minha voz. –Eu só quero dizer uma coisa Anastásia, eu não compartilho! – Eu rosno para ela, que me olha com os olhos cerrados.

–Quando eu digo outras pessoas quero dizer minha mãe, meu padrasto, minhas amigas e amigos, e pode ficar tranquilo Senhor Grey, pois eu sou fiel, e eu espero ser a única também, pois já vou avisando que não aceito traições. – Ela diz.

–Eu também não aceito senhorita Steele, e eu também sou fiel. – Eu me defendo, e depois suspiro. –Ok, dois finais de semana são suficientes então? – Eu pergunto.

–Sim. – Ela responde e continua a ler. –Clausula treze concordo. – Ela diz. –Clausula catorze não. – Ela diz.

–O que foi dessa vez? – Eu pergunto.

–O Dominador assegurará que todos os custos de viagens incorridos pela Submissa. – Ela lê. –Eu não quero que você pague nenhuma viagem que eu irei fazer, para isso que eu trabalho Senhor Grey para pagar as minhas coisas. – Ela diz.

–Todas as viagens que você fazer eu irei pagar, e você irá aceitar sem questionar. – Eu digo de maneira forte e firme. –Essa clausula eu me recuso a modificar, qualquer custo será meu. – Eu continuo.

–Eu não quero parecer uma puta que gasta o seu dinheiro. Eu não quero! – Ela diz elevando á voz.

–Dessa vez Anastásia quem não quer modificar sou eu, aceite e pare de discussão, eu não vou modificar. – Eu digo elevando ainda mais a voz para ela, que suspira derrotada.

Dessa vez ela não conseguiu. — Eu comemoro.

–Tudo bem então. – Ela diz. –Clausula quinze está tudo certo. – Ela diz. –Todas as clausulas depois do quinze eu aceito. – Ela diz me surpreendendo.

–Até ser amarrada? – Eu pergunto.

–Sim, afinal, não é você o dominador que quer ensinar o prazer para submissa? – Ela pergunta, mas não me dá tempo para responder. –Eu aceito que você me ensine, e eu não acho que ser amarrada seja tão ruim. — Ela comenta, enquanto eu sinto a minha face quase rasgar por conta do sorriso que á nela. –Eu não gosto desse termo. – Ela diz fazendo careta.

–Qual? – Eu pergunto.

–Propriedade. – Ela responde. –Não me sinto bem com ele. – Ela diz.

–Se quiser eu posso modificar. – Eu digo.

–Sim, eu gostaria que sim. – Ela diz. –Eu tenho mesmo que te agradar em todos os momentos? – Ela pergunta.

–Apenas seja você mesma dessa maneira você já me agrada. – Eu confesso, e ela sorri.

– Clausula 15.19 a submissa não se tocará ou se dará prazer sexualmente sem a permissão do Dominador. – Ela lê. – Bom, eu não me “toco”, mas queria saber o motivo dessa clausula. – Ela diz.

–Eu quero o seu prazer todo para mim. – Eu explico dando um sorriso malicioso, Anastásia revira os olhos, e eu me seguro com força na cadeira, respirando fundo para não colocá-la sobre os joelhos.

–Homens. – Diz Anastásia com ironia. –Clausula 15.21 a Submissa aceitará ser chicoteada, açoitada, espancada, varejada ou surrada ou receber quaisquer outros castigos que o Dominador decidir aplicar, sem hesitação, questionamento ou reclamação. – Anastásia lê. –Você está louco? – Ela pergunta.

–Como? – Eu pergunto tentando entender.

–Você acha mesmo que eu vou aceitar ser espancada, varejada, ou surrada sem questionamento? O que você acha que eu sou? Um saco de boxer? Realmente você é doido. – Ela diz.

–Mas esse é o castigo e não há como modifica-lo. – Eu contra — rebato.

–Há sim, eu não vou ser espancada, surrada ou qualquer coisa do tipo, Christian eu sou inexperiente, até um dia atrás eu era virgem, como você quer me exigir uma coisa dessas? – Ela pergunta, e eu abaixo a minha cabeça com vergonha.

–Eu te entendo, nós iremos com calma, eu te prometo. – Eu digo.

–Tudo bem então. – Ela respira fundo.

– Clausula 15.22 a Submissa não olhará diretamente nos olhos do Dominador salvo quando especificamente instruída a fazê-lo. A Submissa manterá os olhos baixos e conservará uma atitude calma e respeitosa na presença do Dominador. – Lê Anastásia. –Sério isso? – Ela pergunta balançando seus cabelos com certa indignação. –Porque não posso olhar em seus olhos? – Ela pergunta.

–Porque não. – Eu respondo frio e rude.

–Grosso. – Anastásia me xinga, e eu olho para ela com os olhos arregalados. –Que foi? Estou falando alguma mentira? – Ela pergunta.

–Você... Você... Você é intrigante Ana. – Eu respondo, mas ela nada diz.

–Como você quer que eu me dirija á você? – Ela pergunta. –Senhor Grey, somente Grey, ou outra coisa. – Ela diz.

–Christian, eu quero que você sempre se dirija á mim como Christian, quem sabe em alguns casos como senhor Grey. – Eu digo.

–Em que casos? – Ela pergunta.

–Na cama. – Eu respondo e ela cora, pela primeira vez na noite, ela cora.

–Bom você não irá me contar o porquê eu não posso toca-lo? – Ela pergunta.

–Não. – Eu respondo curto.

–Eu já sabia. – Ela diz dando e ombros. –Clausula 18 o Dominador e Submissa devem pelo menos por duas vezes na semana fazerem atividades que serão denominadas como “Momentos de Casal”, e nela estão incluídas passeios como em parques, cinemas, shopping, patinar no gelo e sexo baunilha(casual), e qualquer coisa que a submissa, ou até mesmo o dominador ordenar. – Ela lê com um sorriso nos lábios. –Bom isso eu estou de acordo. – Ela diz.

–Eu também estou. – Eu comento.

–Código amarelo então será usada quando eu estar perto do meu limite, e vermelho quando eu já estiver no limite. – Ela comenta.

–Exatamente. – Eu digo.

–Bom, para deixar claro, eu não quero que você compre roupas para mim, como eu já disse eu não sou nenhuma puta. – Ela diz.

–Anastásia, jamais repita essa palavra, eu sei que você não é nenhuma puta. – Eu rosno.

–Ótimo, não preciso disso então. – Ela diz.

–Aceite, por favor, como um uniforme. – Eu peço, na verdade quase implorando.

–Uniforme? – Ela pergunta.

–Sim, uniforme, o que me diz? – Eu pergunto.

–Tudo bem então, mas como uniforme. – Ela responde, e eu sorrio, novamente venci. –Bom, agora acabou o contrato e já resolvemos a questões modificadas. – Ela diz.

–Amanhã mesmo irei fazer o novo contrato com as questões modificadas. – Eu explico.

–Ótimo, e o que faremos agora? – Ela pergunta com a sobrancelha arqueada.

–Iremos jantar. – Eu respondo.

–Ótimo, porque estou morrendo da fome. – Anastásia comenta, e eu rio.

[...]

O jantar foi normal tranquilo, trocamos várias palavras, aproveitei para conhecer os gostos de Anastásia, os seus filmes favoritos, livros, séries, o que faz nos fins de semana, se sai para alguma balada, se costuma ficar com muitos caras, fiz definidamente um interrogatório para ela, eu queria aprofundar em tudo, saber tudo sobre Anastásia, com os mínimos detalhes, afinal, ela faz parte da minha vida agora.

Claro que como por justiça, Ana também perguntou coisas para mim, que eu também respondi, acabei revelando os meus gostos mais estranhos na questão da música, nos surpreendemos ao perceber que somos muito parecidos um com o outro, não totalmente, pois em muitas coisas discordamos.

O jantar foi relaxante e muito agradável, de vez em quando eu colocava a minha mão em cima da sua, ou pedia á ela me dar um leve selinho, eu não estava me entendendo.

O prato que escolhi estava delicioso, e segundo Anastásia o dela também, o assunto do contrato estava esquecido, não tocamos mais no assunto, decidimos deixar para lá, e foi uma ótima ideia fazer aquilo, no fim da noite paguei a conta, e Anastásia e eu fomos para o Escala.

Aproveitar o resto da noite.

Continua.

Notas finais
O que será que vai rolar nessa noite? Recomendações? Comentem! Recomendem!! Favoritem! Beijos.