Cigana De Luxo!
33 Até meu coração parar de bater
Notas iniciais
Me desculpem e me entendam por favor!
Eu não quis enrolar muito o final, por isso ele não ficou muitoooooo longo. É puro drama e romance já vou avisando. Estou tentando fazer um final que agrade a todos, e acho que vou conseguir... :)
Aproveitem!
Os pássaros não anunciavam a chegada do inverno, mesmo a maioria deles voando para o Sul a procura de calor ainda havia os que se negavam a abandonar seus lares. Até os menores pássaros conheciam esse valor. Mesmo não importando onde estavam todo o cair de tarde gorjeavam, alguns baixo demais, outros bem alto... Os que ouviam paravam para pensar na vida, outras pessoas simplesmente ignoravam, mas uma hora do dia, sem querer, assoviavam a mesma melodia.
Aquele fim de tarde era mais do que especial, era diferente de todos os outros, era único e completamente inimaginável. A viagem de uma hora de carro valeu a pena, pois quando chegaram a uma pequena aldeia o sol não estava mais no céu.
Bernardo desceu do carro, e calmamente, abriu a porta para Jazmin descer. Ambos caminharam um pouco, com uma gostosa brisa que anunciava o inverno batendo sobre a face.
– Onde está me levando?
Bernardo não respondeu a pergunta de Jazmin. E após parar de caminhar com um curioso sorriso nos lábios, fez a garota olhar para a mesma direção.
Sim, a música era famíliar, mas nunca imaginaria que Bernardo um dia a levaria onde pensava. Tanto tempo... Tantas saudades... Seus olhos brilharam em lágrimas de felicidade. A garota finalmente sorriu, fazendo Bernardo soltar sua mão e ela correr até os ciganos que dançavam perto da fogueira. Bernardo a seguiu em passos lentos, fitando nos olhos da cigana uma felicidade sem tamanho, uma felicidade que parecia nunca ter sido apagada de seu coração. Ela dançava lindamente, a mais bela, a que encantava seu mundo... Jazmin para sempre seria a dona de seu coração, não importava o que acontecesse.
A garota cigana agora dançava para Bernardo. O louro sentou-se, admirando a beleza pura daquela menina, e imaginando como seria sua vida se ficasse para sempre ao lado dela. Perfeita? Essa palavra não passou por sua cabeça, mas isso não importava, só tendo uma vida ao seu lado já bastava para fazê-lo feliz, completamente.
Seus pensamentos o machucavam de certa forma. Seu bolso estava pesado... Ainda guardava lá e segurava seu peito algo que gostaria de dizer a Jazmin. Mas como? Fitava aquela garota dançando tão feliz e não encontrava palavras... Não queria estragar a noite que era para ser perfeita. Seus olhos estavam tristes... A noite escondia um pouco esse detalhe, mórbido.
...
A fogueira expulsava o frio, e o que antes era uma grande festa agora eram apenas sobras românticas que cantavam baixinho, sentados em volta do fogo. Entre eles um casal conversava, gargalhavam e gesticulavam de uma forma que se cavássemos a história bem lá no começo nunca imaginaríamos os dois juntos daquela forma. Bernardo abraçou Jazmin por trás, fazendo ela apoiar seu corpo no peito de Bernardo. Eles ficaram em silêncio por alguns segundos, onde Jazmin segurou a mão do louro, a analisando rapidamente.
– A sua linha da vida é bem profunda... – Comentou Jazmin.
O louro a afastou de si, ficando de frente para a cigana.
– O que foi? – Jazmin sentiu suas bochechas corarem pela forma que Bernardo a olhava.
– Leia a minha mão...
O louro falou sério, fazendo Jazmin segurar sua mão entre as delas e a analisar mais profundamente. A garota gargalhou baixinho.
– Você era bastante tímido quando pequeno o que é bem difícil de acreditar. É forte... Tem magoas... E...
Jazmin ficou em silêncio. Sentira um aperto no coração, o que fez a garota fitar os olhos frios de Bernardo.
– Tem alguma coisa que você queria me falar?
Bernardo deu um sorriso fraco no canto dos lábios, ajeitando-se onde estava sentado e levantando-se. A cigana não entendeu, mas ficou em total silêncio quando ele ajoelhou-se em sua frente. Seus lábios se abriram... E tudo naquele olhar lindo a dizia que um de seus maiores sonhos iriam se realizar.
– Eu sei que já que passamos por muita coisa, e sei também que ainda temos muita coisa para enfrentar... Mas só vamos conseguir se ficarmos juntos. Eu sou sua proteção, seu carinho e sua força, e você é minha felicidade, minha bondade e meu amor. Você cigana, é o amor te toda a minha vida. A primeira e a única. – Jazmin nesse momento, derrama lágrimas de felicidade. – Você me ensinou a amar, você me mostrou um mundo em que eu posso ser feliz, e eu te quero para sempre nesse mundo comigo. Então...
Bernardo abriu o casaco, tirando uma caixinha do bolso e a abrindo em frente à Jazmin. Um anel... Não de brilhantes, não com um enorme diamante e nem com o mais bonito cristal. Simplesmente, o anel possuía uma pedra cigana, única, de um tom mais escuro. Nela, uma escrita em branco “Gitana de mi corazón”.
– Quer se casar comigo?
Jazmin ficou imóvel, parecia que até suas lágrimas tinham congelado. Sua respiração acelerou e Bernardo chegou a pensar que a garota fosse desmaiar.
– Está sé sentindo mal?
– SIM! – Jazmin pulou em seus braços, mas antes de Bernardo a abraçar, analisou a garota completamente.
– Onde? Está machucada? Tonta?
– Não... – Jazmin olhou em seus olhos. – Eu quero me casar com você!
Bernardo sorriu a abraçando com toda a força, rodeando a cigana que só gritava de felicidade. A cena seguinte, foi os dois caiando na grama, e por segundo, Bernardo a beijou. Um longo beijo, com nada a menos que amor.
O louro parou beijo, dando um sorriso e agachando para Jazmin subir em suas costas.
– Onde vamos agora?
– Não quer ver o mar?
– Quero...
A cigana falou empolgada, enquanto Bernardo caminhara com ela por entre as árvores. A praia não era muito longe, em poucos metros já dava para se ouvir o barulho gostoso das ondas quebrando. Bernardo soltou Jazmin, fazendo ela, pela primeira vez, tocar com os pés nus na areia branca.
– Vamos!
Bernardo segurou sua mão, a puxando em direção a algumas rochas, onde ao lado, Jazmin pode ver um enorme lenço vermelho estendido com algumas velas ao lado.
– Você que fez isso? – Perguntou Jazmin.
– Por quê? Dúvida?
– Sim.
Bernardo gargalhou com a sinceridade que só Jazmin possuía, tirando uma pequena mecha de cabelo que estava em seu rosto.
– Tive a ajuda de um cigano. – Sorriu.
– É claro...
Bernardo deslizou a mão sobre a cintura de Jazmin, puxando a garota para si lentamente. Por segundos ele se perdeu naquele olhar, deixando o desejo falar mais alto. A cigana acariciou seu pescoço, fazendo o louro a beijar. Ambos deram três passos até atingir o lenço vermelho, fazendo a morena cair sobre ele lentamente, enquanto Bernardo beijava seu pescoço.
Nada mais pareça existir no mundo, apenas os dois naquele lugar lindo e frio. Jazmin ergueu o corpo, desabotoando a camisa de Bernardo, desferindo beijos sobre seu peito lentamente. Ele sorriu, fazendo-a deslizar o dedo sobre sua barriga até a calça de Bernardo. Jazmin a tirou. Seus olhos se encontraram sem querer, e sem qualquer vergonha ou dúvida, a cigana deixou que ele tira-se seu vestido, beijando suas pernas e subindo em direção a sua calcinha. Gemeu baixo.
A lua estava linda, o céu em um azul escuro completamente estrelado, junto com um puro silêncio. Não havia nada para impedir que os dois se amassem até o amanhecer.
Jazmin sentiu sua calcinha deslizar por suas pernas até sair de seu corpo, e tremeu de prazer à língua quente de Bernardo invadir seu sexo. A garota segurou o lenço com força enquanto seus gemidos se tornavam mais altos, sufocantes. O prazer que estava sentindo era inexplicável, e devia tudo ao homem que jurou a proteger.
Bernardo subiu, dando leves beijos sobre sua barriga até atingir os seios de Jazmin. Ele se encaixou sobre seu corpo, fazendo a cigana tirar sua cueca, sentindo o membro ereto de Bernardo pressionar seu sexo. Ambos se beijaram, no mesmo instante em que a garota deu permissão para o louro possuí-la por inteiro. Bernardo a penetrou com paixão sentindo uma dor prazerosa com as unhas da cigana cravando em suas costas. Aumentou o ritmo rapidamente, fazendo seus gemidos se estenderem por toda a praia deserta. O prazer que Bernardo sentia quando estava com ela é inexplicável, mas seu coração nunca deixava de se manifestar. Ele só batia daquela maneira quando estava fazendo amor com a cigana de seu coração, e isso o fazia se sentir vivo. O transformava no homem mais feliz do mundo.
Bernardo a penetrava com força, sentindo todo o corpo de Jazmin junto ao seu. Ele a beijou, fazendo à cigana, inesperadamente, erguer o corpo o empurrando para baixo e ficando em cima do loiro, não deixando de o olhar nos olhos. Bernardo deslizou as mãos até os seios de Jazmin enquanto a garota aumentou o ritmo dos movimentos, fazendo Bernardo suar frio.
O coração de ambos disparou, fazendo Bernardo erguer o corpo e a olhar nos olhos, beijando-a. O ritmo ficou mais lento, e assim, ele ergueu a mão da garota, fazendo ambos entrelaçarem os dedos.
Seus olhos se fecharam, suas respirações se tornaram ofegantes, e ambos foram ao máximo do prazer juntos. Não apenas seus corpos, mas seus corações se tornaram um. Jazmin caiu ao seu lado, fazendo ele a abraçar, onde naquele momento, os únicos confidentes daquele amor silencioso foram a lua e as estrelas. A felicidade possuiu seus corações, e assim eles adormeceram, com toda liberdade, felicidade e amor que aquele lugar os podia proporcionar.
...
A luz fraca já batia em seu rosto e foi o suficiente para ela acordar. Bernardo não estava ao seu lado, o que fez Jazmin erguer a cabeça e fitar uma das imagens mais lindas que vira na vida. O nascer do sol... Parecia estar vivendo um sonho. Bernardo estava em uma das rochas, as ondas batiam sobre ela enquanto o homem fumava um cigarro e admirava o sol subindo ao céu. Sem perceber, Jazmin o abraçou o que fez Bernardo apenas segurar sua mão com força.
– É lindo... – Jazmin sorriu, fitando o sol nascendo.
– Você é linda.
Bernardo a colocou em sua frente, beijando seus lábios. Até que a afastou alguns centímetros, ainda ficando a olhar em seus olhos.
– O que foi? – A cigana sorriu.
– Como queria... Como queria poder ficar com você para sempre. – O sorriso de Jazmin se desmanchou, fazendo Bernardo tocar em seu rosto lentamente. – Seria a minha maior felicidade...
– E não pode? – Jazmin olhou em seus olhos, detectando no olhar de Bernardo algo que não compreendia...
O louro afastou, dando um longo suspiro.
– Os Estados Unidos declarou guerra contra o Japão... E o eixo está avançando.
Bernardo abaixou a cabeça, não queria olhar naqueles olhos e a fazer chorar mais uma vez.
– Mas o que isso tem a ver com nós? – Jazmin o fez olhar em seus olhos. – O que isso tem a ver?
– O país está entrando em uma guerra Jazmin... E eu não posso fingir que nada acontece. Precisam de mim.
– Eu também preciso de você!
Jazmin se afastou de Bernardo, fazendo o mesmo segurar seus braços e a puxar para si.
– Eu sei... Mas...
– Não me diga que tudo vai ficar bem... – Jazmin o interrompeu com lágrimas nos olhos. – É a segunda guerra mundial, Bernardo!
– Eu preciso defender o meu país, pequena...
Bernardo a abraçou com força, sussurrando em seu ouvido.
– Eu tenho medo por você. – Bernardo limpou uma lágrima que caíra dos olhos da cigana.
– Não tenha medo. Nunca tenha medo Jazmin... Seja forte!
– Eu não consigo. Eu te amo Bernardo... Não quero que vá. De novo não...
Jazmin o abraçou com força, e para Bernardo foi como se cravassem uma espada em seu coração. Ele a abraçou.
– Sabe como é difícil pra mim te ver partir mais uma vez?
– Por favor, Jazmin, não quero que chore. Vai ficar tudo bem...
– NÃO! – A garota se afastou bruscamente de Bernardo, o encarando com tristeza. – NÃO VAI FICAR TUDO BEM!EU NEM SEI SE VOCÊ VAI VOLTAR...
A cigana levou as suas mãos aos olhos, chorando sem parar. Bernardo não sabia como reagir, só o que conseguiu fazer foi tentar abraça-la.
– Não! Me solta!
Bernardo a segurou com força.
– Olhe pra mim... Olhe nos meus olhos!
A cigana ergueu a cabeça, fitando os olhos frios e brilhantes de Bernardo. Ele a encarava com a confiança que sempre possuiu seu coração.
– Não... Eu não posso te prometer que vou voltar... Mas eu estou indo para essa guerra por nós, Jazmin. E eu juro que em quanto meu coração bater ele vai sempre pertencer a você. Todo o cavalo que eu cavalgar, todo o tiro que eu der, embora fúnebre, vai ser por você. E eu vou lutar até o fim das minhas forças para vencer e poder voltar. E então quando isso acontecer, finalmente, vamos poder ser felizes junto até o fim de nossas vidas.
Os olhos de Bernardo foram invadidos por lágrimas, mas para ele, já era suficiente uma pessoa derramando elas. Ambos se abraçaram, e assim o sol finalmente subiu por completo ao céu. Jazmin, após sentir o abraço de Bernardo, compreendeu. E embora fosse difícil aceitar, sabia que ele estava partindo para os dois terem um futuro juntos.
...
Sem que percebesse, Jazmin já estava em casa. A viagem de uma hora de volta não trouxe nada que a despistasse de seus pensamentos ruins. Bernardo em nenhum momento soltou sua mão, nem quando ela, se querer, adormeceu em seu ombro. Quando a cigana acordou, eram seis horas da tarde. Como em um susto, ela levantou-se rapidamente, não vendo mais Bernardo ao seu lado. Sim, ele havia deitado antes dela adormecer novamente.
“ – Durma... – O louro sussurrou, enquanto as cortinas brancas balançavam lentamente com o vento. – Eu vou estar aqui quando acordar.”
Jazmin colocou o roupão de seda branco por cima do pijama e saiu pela porta. Desceu as escadas lentamente, o que a fez fitar um homem de trajes militares, com um olhar azul conhecido e um rosto perfeitamente belo e intimidador, como se estivesse sido desenhado. Ele a olhou no topo da escada e fechou a porta, enquanto Jazmin descia pela mesma.
– Suas malas já estão prontas. – Disse Bernardo, fazendo a garota fitar as malas com o canto dos olhos e dar um tímido sorriso.
– Você já vai?
O louro balançou a cabeça positivamente, fazendo Jazmin o olhar de uma forma compreensiva. Sim, ela entendia a importância daquilo.
Bernardo se olhou no espelho, arrumou o as botinas e abriu a porta, onde um camburão militar o esperava do lado de fora.
– Sabe o que fazer, não sabe? – Perguntou o louro.
– Sim.
Jazmin sorriu, e aquilo despedaçou o coração de Bernardo. Ela estava tentando não chorar novamente.
Bernardo virou de costas, caminhando até o camburão e entrando na parte da frente. Jazmin levou uma das mãos ao coração, deixando uma lágrima cair no canto de seu olho e rolar sobre sua face até atingir o chão.
O coração de Bernardo disparou, e fechar a porta sem dizer o que precisava, era como partir deixando uma parte de si. E ele não podia sobreviver dessa maneira.
Respirou fundo, e antes que Jazmin pudesse entrar na casa, o louro desceu, correndo em direção à garota.
– JAZMIN!
A cigana virou com aquela voz, dando três passos apenas antes de sentir o seu corpo protegido novamente. Bernardo segurou seu rosto com as mãos e a beijou. A beijou como o homem mais a apaixonado do mundo, a beijou como se fosse o primeiro beijo de sua vida, e a beijou como se nunca mais fosse tocar em seus lábios novamente.
– Eu te amo! – Bernardo abriu os olhos, e pela primeira vez, deixou que as lágrimas saíssem. – Desculpe nunca ter conseguido dizer... Mas eu te amo, cigana. Sempre te amei e sempre vou amar. Por favor, nunca se esqueça.
Jazmin sorriu com aquelas palavras, olhando profundamente naqueles olhos.
– Eu também te amo. — Bernardo sorriu. – E vou te esperar... Sempre...
.
"Lentamente nossos corpos foram separados e nossas mãos foram se soltando... E assim, lembrando-se de cada olhar, de cada beijo e de cada palavra dita, Bernardo partiu. Não posso dizer que não vou chorar o resto do dia, mas sei que ele sempre vai estar comigo como esteve desde que nos conhecemos. A música da primeira vez que nos encontramos ainda é cantada em minha cabeça, eu ainda sinto em meus lábios o nosso primeiro beijo, assim como o primeiro dia que fizemos amor. Camila, um dia me perguntou o que Bernardo Guilertina, o homem mais poderoso do país significou pra mim...?Bom, agora posso responder com total sinceridade que ele significou todas as formas de felicidade que eu senti. Só eu conheci o verdadeiro Bernardo... Um homem com um coração bom. O homem que me salvou de todas as formas que uma mulher pode ser salva. O homem que me mostrou a vida... E que vai me amar até seu coração parar de bater. E para fazer tudo isso, ele não precisou ser um homem poderoso, cruel ou frio... Apenas Bernardo, um homem comum capaz de amar."
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Jazmin observou o camburão atravessar o portão e sumir pela nuvem de poeira que deixou para trás. A cigana fitou o céu, dando um longo suspiro, fazendo sem querer, suas mãos tocarem no bolso da camisola de seda. A garota olhou para baixo, tirando do bolso a pulseira de sua mãe que Bernardo havia guardado junto com um bilhete. A cigana sorriu, fitando aquelas pedras lindas e lembrando-se de tudo o que passou. Levou a mão ao peito, fechando os olhos, e sentindo Bernardo a abraçando com força...
Sim... De alguma forma, ele estaria sempre com ela...
Notas finais
O último capitulo (que não sei quando sai, mas não vai ser tão demorado quanto esse) é pequeno, e vai ser como um flash de tudo o que aconteceu depois. Não vou dizer NADA do que vai acontecer ainda, e espero realmente que agrade todas ou a maioria de vocês. Como eu sempre disse desde o começo da fic... O final não é um conto de fadas.
Bjs e comentem...
É O PENÚLTIMO CAPITULO PO!
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