Chupão da Riza
8 Achte Kapitel - Enfim Casados!
Notas iniciais
Tah, eu sei que eu demorei mtooooooo para postar este capítulo, mas mta coisa aconteceu nesse meio tempo e uma falta de inspiração tomou conta de mim nesses ultimos tempos, mas estamos aí de volta, espero que gostem, aproveitem e deixem reviews!! Bjosss e Boa leitura (desculpa qualquer errinho básico, não deu tempo de corrigir)
Ela ficou pasma olhando-o, não sabia realmente o que responder naquele instante, talvez ele estivesse ficando louco ou talvez fosse só a sua imaginação lhe pregando uma peça.
— Então? Vamos?
— Mas...
— Se você quiser mesmo se casar comigo, é bom que seja agora Riza, você sabe muito bem que eu não sou o cara mais convicto com a ideia de casar, mas com você...
— Roy, nós não podemos nos casar agora.
— E por que não?
— Err... Eu não estou vestida apropriadamente, nossos amigos e colegas de trabalho não sabem nada sobre nós, não tem nenhum padre aqui e...
— Acabou? – ela consentiu a contragosto – Você está com esse vestido belíssimo que eu lhe comprei, todos que conhecemos estão presentes e eu já paguei o padre que está presente aqui hoje somente para nos casar, e que por sinal me saiu muito caro trazer ele em véspera de ano novo para nos casar.
— Roy...
— Isso foi um sim?
— Eu... Err...
— Por acaso você não está pensando em um jeito educado de recusar o meu pedido, por que...
— Eu te amo.
— Riza...
— Roy, eu gosto de você, mas essa ideia de se casar agora, do nada, parece-me meio precipitado, fora de hora e...
— Você está grávida, nós estamos apaixonados e o padre já foi pago, então futura Senhora Mustang trate de me dizer logo um sim para começarmos a cerimônia.
Ela sorriu delicadamente e suspirou – Sim.
— Era isso que eu queria ouvir desde o princípio – disse lhe correspondendo ao sorriso da mesma maneira.
— Espera!
— O que foi? Desistiu?
— Não é que... Eu preciso te contar algo que aconteceu comigo enquanto estávamos separados.
— Sim...
— Eu conversei com a sua mãe.
— O que? Como assim? Onde? Quando? Por quê?
— Calma, Roy ela apensa veio falar comigo por que estava preocupada com você, e queria saber se eu era a causa do seu desânimo, e eu confirmei as suspeitas dela.
— Mas... Por que você não me contou isso antes?
— Eu não sabia como dizer.
— Ela já sabe sobre... Você sabe.
— Não, eu não disse nada a esse respeito.
— Ufaaa, pelo menos eu não vou morrer antes de casar.
— Roy!
— O que? Se a minha mãe sabe que você está gravida, ela é capaz de inventar uma máquina do tempo para que nós possamos casar antes de você engravidar.
— Ela não seria capaz...
— Riza, estamos falando do filhinho dela, e não de um estranho qualquer e eu a conheço melhor do que ninguém pra afirmar isso.
— Tudo bem... Mas Roy...
— O que?
— Você quer mesmo se casar comigo sem a presença da sua mãe?
— Eu fiz uma escolha há muito tempo e quando optei pelo exercito eu sabia que teria que abrir mão de certas coisas importantes pra mim, e uma delas sem dúvidas é ser visto em público com a minha mãe, e se alguém descobrir que é ela quem me passa algumas informações eu posso coloca-la em risco e arruinar os negócios dela.
— Sei... Mas e nós? Que eu saiba o exercito é contra algumas uniões entre militares e...
— Vamos nos casar, é uma união estável e concreta, sem interesses aparentemente políticos ou para fins lucrativos em busca de promoções de cargos superiores, nossa união não tem nada que possa ser um empecilho para o bem estar do avanço no país, e claro, nada que interfira no nosso trabalho, onde já provamos até hoje sermos estritamente profissionais.
— Você pensa em tudo, mas...
— O que foi agora Riza? Vai dar a luz?
— Não é nada disso, eu apenas queria saber se vamos poder tirar essa semana de folga para termos a nossa lua de mel?
— Ahhhh... Eu já pedi a minha folga para cuidar de minha saúde e a sua para ficar como a minha vigia caso eu não cumpra.
— Como eu fui cair nessa furada, me apaixonar pelo homem mais cara de pau de todo este país?
- Eu que o diga, como EU, Roy Mustang pude algum dia pensar que iria me casar, ainda mais com a mulher da minha vida?
— Queria que meu pai estivesse aqui agora, eu acho que ele iria ficar feliz por nós.
— Ou iria estar me ameaçando como sempre fez, e dizendo que eu me arrependeria se eu fizesse alguma coisa à princesinha dele.
— Com certeza, mas a pessoa que eu mais queria que estivesse aqui esta noite era o Maes...
— Eu também, aquele sim sempre torceu para que eu me casasse e fosse feliz, sinto falta dele.
— Eu sei, por isso eu queria te pedir uma coisa.
— Diga.
— O nosso filho, caso nasça um menino, eu quero colocar o nome dele, afinal de um jeito ou de outro foi ele que nos uniu em campo de batalha, na vida e até nos aproximou mais quando ele partiu.
— Concordo, mas... – Ele sorriu – Agora a ainda senhorita me daria à honra de se casar comigo? O padre nos espera.
— Sim meu futuro marido – Riza sorriu, pois pôde perceber o arrepio que percorreu o corpo de Roy assim que ela pronunciou a palavra “marido”, certamente para ele ainda devia ser assustadora esta palavra, ou melhor, este estado civil.
Roy conduziu-a até o palco que havia no salão, deixou-a por alguns instantes enquanto se posicionava para o momento tão aguardado por ele. Riza estava parada na ponta do palco, sem nem ao menos subi-lo, quando percebeu Rebecca se aproximando com algumas rosas brancas na mão.
— Tome. Toda noiva precisa de um buquê, e espero que se lembre de mim quando for jogá-lo.
— Obrigada Rebecca! – Disse pegando as flores – Bom, eu não sei se o Roy já providenciou isso, mas eu gostaria que você fosse a minha madrinha.
— Sério?!
— Uhum.
Por um segundo Rebecca congelou – Ai meu Deus!
— O que foi?
— A gente não se lembrou dos padrinhos, espera aí Riza, eu tenho que falar urgente com o seu futuro marido.
Dito isso Rebecca saiu correndo feito uma mulher doida que acaba de ver uma liquidação de sapatos à procura de Roy, que neste momento já estava diante do padre e pronto para anunciar a todos o seu casamento.
— Roy!
— Rebecca?! O que foi? Não me diz que a Riza desistiu?!
— Não é nada disso, é que por acaso você se lembrou dos padrinhos?
— Err...
— Eu já imaginava.
— Se já imaginava, por que não me lembrou disso antes?
— Por que a Riza me pediu para ser a madrinha dela, e aí eu vim correndo até aqui pra ver se você já tinha os seus padrinhos.
— Quer saber, eu improviso, vou chamar o primeiro casal que eu ver na minha frente, enquanto isso chama o lerdo do Havoc para ficar do seu lado como padrinho da Riza.
— Ok.
Assim que Roy avistou Rebecca se afastando, ele começou a suar frio, seria agora ou nunca, e para todos os efeitos o melhor seria agora, por que de outra maneira Riza não lhe daria mais oportunidades.
Quando o moreno finalmente avistou Rebecca e Havoc subindo no palco, ele sabia que era o momento certo de agir, então pegou o microfone e chamou a atenção dos presentes.
— Me desculpem por atrapalhar a comemoração de todos, mas eu gostaria que me dessem um momento de sua atenção, hoje eu quero não somente anunciar, mas como formalizar o meu casamento com a 1° Tenente Riza Hawkeye aqui diante de todos – Ele respira fundo – E para que a cerimonia possa se iniciar eu gostaria de chamar para subir ao palco os meus padrinhos – Ele olhou atentamente para os casais que estavam no salão e logo avistou um bem próximo, e que aparentemente estavam brigando?! – E eles são o Alquimista de Aço Edward Elric e a sua namorada a senhorita Winry Rockbell.
Assim que ele acabou de proferir as suas palavras, todos direcionaram os seus olhares para o casal que discutia, e um Edward completamente envergonhado e furioso com a atitude de Roy.
Ed e Winry foram para o palco, o mais rápido possível, podendo ver Riza aos pés das escadas apenas os observando e com um sorriso no canto dos lábios enquanto os observava também. Assim que chegaram à frente de Roy, eles o cumprimentaram e posicionaram-se em seus lugares de padrinhos.
— Você ainda me paga Mustang.
— Olha só como fala pirralho, eu nem lhe cobrei um presente de casamento.
— Ora seu...
— Cala a boca Ed ou eu não vou ter outra escolha a não ser usar a minha chave inglesa.
— E pra que você usaria a sua chave inglesa?
— Não queira saber onde eu vou acerta-la ou enfiá-la.
— Sim senhora.
— E senhor Mustang, meus parabéns pelo casamento.
— Obrigado Winry, e eu espero que o do aço siga o meu exemplo e consiga se declarar de uma vez por todas pra você, porque todos no quartel já estão cansados de saber o quanto ele gosta de você.
- Como...
— Hehehe... Vamos deixar isso pra depois não é Winry? Ah! Olha lá, a Riza está entrando. – Ele disse se desviando do assunto, mas esboçou um pequeno sorriso ao pensar nas palavras de Mustang.
Antes que Riza subisse no palco, Gracie foi ao seu encontro com algo em mãos.
— Oi Gracie.
— Meus parabéns Riza, eu sabia que algum dia vocês se acertariam.
— Obrigada.
— Bom, vamos colocar isso logo, antes que o Roy te chame para subir ao palco.
— Mas o que é isso?
— Um véu oras, ou você acha mesmo que a Rebecca não foi me consultar para ajudar o Roy nessa tramoia? E eu sei muito bem que qualquer noiva que se prese casa usando um véu, mesmo que discreto como este.
— Obrigada Gracie, eu nem sei como agradecer.
— Não precisa, só de ver a felicidade de vocês já me deixa feliz e aliviada.
— Aliviada? Por quê?
— Parece que finalmente eu vou poder ir ao cemitério ver o meu marido e contar as boas novas, o que ele tanto esperava que acontecesse, e isso sinceramente me tira um peso das costas.
— Gracie...
— Mas, vamos logo, você não pode deixar um noivo desses que demorou ANOS para querer se casar com alguém esperando, não é?
— Tem razão.
Gracie ajeitou rapidamente o pequeno véu em Riza e ela subiu no palco e sem demora chegando ao lado de Roy, que lhe lançou um sorriso (N/A: AHHHH todo mundo já sabe daquele sorriso tipo Roy Mustang de ser né?! Não tem nem como descrever um sorriso arrasa quarteirões daquele).
Assim que a cerimonia começou, foi tudo muito lindo, tirando o fato de que naquela peculiar hora que o padre diz “Se tem aqui alguém contra esse casamento, que diga agora ou cale-se para sempre” que uma multidão de mulheres desembestadas começaram a chorar e a implorar que o Roy não fizesse aquilo.
Mas de nada adiantou, pois o casamento se concluiu maravilhosamente com direito até de um brinde promovido pelo Führer. Durante a continuação do Baile que passou a se tornar a festa de casamento do Coronel, muitos militares o cumprimentavam pela sua atitude de se casar e principalmente por oficializar isso com a sua subordinada.
— Coronel, e agora onde vocês vão passar a lua de mel?
— De preferencia na cama Breda.
— Ohhhhh o Coronel ainda da no coro.
— Estava pensando o que? Que eu broxei pra querer casar?
— Ué, se o motivo não foi esse, qual foi? – perguntou Falmam enquanto bebia um pouco de vinho.
— Vocês sabem, mas também como já diria o meu querido amigo “eu precisava arranjar uma esposa”.
— Meu amor... – dizia Riza se aproximando do grupo.
— Sim, minha rainha?
— Eu acho que você não deveria exagerar na bebida.
— Ah Riza, é só hoje, pra comemorar o nosso casamento.
Ela se aproximou de sua orelha – Mas do que me adianta estar casada se na noite de núpcias o meu marido vai estar em coma alcóolico?
— É eu acho que você tem razão, vou maneirar na bebida querida.
Todos olharam-no espantados.
— O que foi?
— Você, Roy Mustang além de casar, está dizendo que vai maneirar na bebida depois da Riza lhe pedir somente uma vez para parar?
— É, e qual o espanto nisso Havoc? Pelo que eu estou vendo, você também não está bebendo muito hoje.
— Bem, é que...
— Ele vai dormir lá em casa hoje – Dizia Rebecca já se enroscando no pescoço do loiro.
— COMO É QUE É? – disseram todos em uníssimo, e aqueles que não disseram era porque estavam cuspindo a bebida que estavam ingerindo no momento.
— O que foi gente, eu e o Havoc vamos nos casar, nada mais natural que ele durma na minha casa de vez em quando.
— Desde quando vocês estão juntos? – Dizia Riza, que estava inacreditavelmente espantada como o restante do grupo.
— Desde que nos unimos para juntar você e o Roy novamente, aí à gente foi se aproximando um do outro e rolou.
— Rebecca, eu não confio muito nesse seu “a gente foi se aproximando”, quanto tempo durou pra vocês se aproximarem?
— Sei lá, uns dois dias.
— Tudo isso? Havoc você é um lerdo! – dizia Roy debochado.
— Olha só quem fala, o cara que demorou anos pra descobrir que era apaixonado pela filha do próprio mestre.
— Ohhhh... Mas quando eu descobri eu cheguei junto na Riza.
— Roy, na verdade você fingiu que estava doente e me fez ir a sua casa cuidar de você e em um desses momentos você me agarrou, e só disse o que sentia por que eu apontei a minha arma pra sua cabeça.
— Você também não me deu tempo para ser romântico.
— Roy, você me conhece desde os seus 12 anos de idade, você teve tempo de sobra.
— É, mas naquela época eu não sabia que eu estava apaixonado por você, é diferente, e não vamos discutir mais isso, agora estamos casados e é o que importa.
— Bom, mas interrompendo um pouco a primeira briguinha de casal de vocês, eu queria convidar vocês para irem ao final de semana na casa do Jean para o nosso noivado oficial.
— Jean?!
— O Havoc, Roy. – Riza lhe disse.
— Cara, às vezes eu me esqueço do seu nome, coisas da profissão.
— Mas te garanto que o da Riza você nunca teve tanta facilidade em se esquecer.
— Err... Sabe como é... ela é a minha braço direito, filha do meu sensei e agora a minha esposa, e também pra que eu vou precisar ficar decorando nome de macho por aí? O que me interessa... – Ele olha pra Riza – Err... Quer dizer, o que me importava eram os nomes femininos, mas agora nada mais importa a não ser a minha esposa.
— Uhum, e você que não anda na linha para ver o que te acontece meu querido.
— Por que será que eu tenho um mau pressentimento quanto a isso? Você não mataria o pai do seu filho, não é Riza?
— Depende, se ele se comportar não, mas se sair dos eixos... Vamos dizer que eu vou ser uma viúva, ou melhor, uma divorciada de um ex-homem.
— Como assim? Ex- Homem?
— Vamos dizer que você vai perder aquilo que mais preza em seu corpo.
Ele engoliu a seco – Entendi.
— Hahahaha... Roy agora você está pego, quem mandou se casar – dizia Breda entre gargalhadas.
— Pelo menos eu estou casado, melhor que você que está sem uma mulher há décadas.
— Ohhh apelar assim não vale.
— Lógico que vale, olhe o exemplo do Havoc – Roy apontava para o loiro – ele estava sem uma mulher há meses e agora já está pensando em se casar com a Rebecca, que foi a primeira oportunidade que apareceu pra ele, já você...
— O que?
— Termina Roy, até agora eu estou na vantagem nesse seu assunto – Havoc colocava mais lenha na fogueira.
— Como eu estava dizendo... Você Breda, está encalhado e sem nenhuma companhia feminina.
— E quem te disse que eu estou encalhado?
— Só a parte oeste de todo o quartel.
— Como é que é?
— É verdade Breda – dizia Riza, inserindo-se na conversa – Outro dia mesmo no banheiro feminino, as mulheres estavam discutindo os caras que estão encalhados e que elas não faziam a mínima questão em sair, e você estava no meio da lista delas.
— Mas...
— Eu estou de testemunha – Rebecca se colocava a frente – Eu estava no banheiro com a Riza e dei até o meu voto pra você Breda, e olha que graças a isso você ficou no top 5.
— Rebecca!
— A é, quase me esqueço de que a Riza também votou.
— E pra quem foi?
— Pra você Breda, pra quem mais seria? Você é meu companheiro de trabalho, nada mais justo que meu voto fosse pra você.
— E por que vocês não votaram no Havoc, Fuery, Falmam... Até mesmo o Coronel poderia entrar para esse páreo.
— Impossível! O Roy jamais entraria nessa lista, nem em um milhão de anos – dizia Riza pensativa – O Havoc também nunca apareceu nesta lista, desde que eu me lembre...
— O Fuery sempre fica na lista dos fofos ou dos caras certinhos – Rebecca continuava – E o Falmam apareceu nesta lista já, mas nunca chegou nem perto do 15° lugar.
— O.o ß Reação masculina assim que elas acabaram de falar.
— Que caras são essas?
— Eu te amo Rebecca! Você não me deixou ficar na lista dos encalhados feito o Breda!
— Mas você nunca ficou, sempre estava no top 5 dos caras mais bonitos do quartel.
— O.o ß Reação masculina novamente.
— Como um mané feito o Havoc fica no top 5 e eu vou parar na dos encalhados? – dizia Breda quase aos prantos.
— Pela visão feminina o meu Havoc é um dos caras mais bonitos e charmosos, nós mulheres, votamos para decidir essas coisas.
— É parecido com aquilo que a gente faz no vestiário do quartel...
— O que vocês fazem no vestiário do quartel Roy Mustang?
— Err... Sabe amor... A gente...
— Desembucha.
— A gente vota também nas mulheres mais bonitas do quartel e nas mais fáceis.
— O que você quer dizer com isso?
— Riza, pergunte direito – Rebecca a corrigia – Em que categoria nós estávamos rapazes?
— Bem... O Havoc é melhor pra explicar essas coisas...
— Por que você adora empurrar essas coisas pra cima de mim Coronel?
— Fala logo, não pode ser tão ruim – Riza dizia calma.
— Bom, a Riza... Ela estava na lista das “se tocar nela você morre”.
— Como é que é?
— O Coronel que colocou essa categoria exclusivamente e primeiramente pra você, quando a gente começou a falar das mulheres do quartel e seu nome surgiu na conversa, ele foi logo falando “o que tocar nela morre”, fazendo você ser a 1° da lista.
— Roy! Agora eu sei por que ninguém chegava perto de mim... Mas e a Rebecca? Em que “lista” vocês a colocaram?
— Bom... – Roy iniciava – Ela estava na lista das atraentes e que convenientemente saem com caras mais velhos, mas de uns tempos pra cá o Havoc mudou ela de lista... Rebecca essa semana estava na lista “se tocar nela morre”. O curioso é que ninguém sabe quem a colocou lá...
— Err... Bem... Eu fiz isso, sabe... Já que nós vamos casar e...
Rebecca pula (literalmente) no pescoço de Havoc – Eu te amo!!! Nem acredito que você me trocou para a lista das intocáveis da Riza...
— Ou! Essa lista não é minha, isso foi coisa do Roy.
— Amor, mas eu fiz isso por você.
— A é? E há quanto tempo existe essa lista que você criou?
— Sei lá... Eu acho que ela existe há um tempinho... Uns cinco aninhos...
— Espera! Nós não estávamos juntos nessa época, explique-se.
— Err... Amor, vamos deixar pra discutir isso depois e vamos aproveita a festa e... – Ele se levantou e pegou na mão de sua esposa – Aceita dançar comigo esta valsa?
— Você não toma jeito, mas eu aceito, não é todo dia que você me convida para dançar.
Roy não perdeu tempo e arrastou-a apara a pista de dança, fazendo assim muitos casais copiarem a ideia, Havoc e Rebecca foram um desses também, mas com uma pequenina diferença... Exatamente na hora em que eles estavam se aproximando da pista de dança, um garçom esbarra sem querer em Rebecca, fazendo o cindo do rapaz se enroscar no vestido dela, e justamente nesse momento Havoc foi dar uma de machão indo pra cima do cara, que tentou sair correndo do local e rasgando o vestido de Rebecca de fora a fora.
Mas, depois desse pequenino acidente, e depois de Havoc contornar a situação colocando o seu paletó em sua noiva, eles caminharam discretamente até um canto qualquer do salão. Roy e Riza que acompanharam toda aquela cena de camarote, pois estavam praticamente ao lado do casal, esperaram apenas o casal de amigos se distanciar para caírem na gargalhada.
— Hahahaha... Essa nós vamos ter que contar para o nosso filho um dia Riza!
— A Rebecca que não me ouça, mas... – Riza começa a rir – Essa cena foi realmente cômica.
— Amor, quem diria que nós teríamos uma cena dessas em nosso casamento hein? Não é pra qualquer um.
— Você tem razão... Hã... Roy...
— Sim querida?
— Onde vamos morar? Você sabe... Eu moro em um lugar e você no outro e...
— Eu sabia que você me perguntaria isso mais cedo ou mais tarde, por isso decido que vamos resolver isso essa semana, eu fiquei de fechar um contrato de um sobrado perto do quartel, mas eu queria a sua opinião antes de assinar o contrato.
— Um sobrado? Você não acha demais para apenas duas, quer dizer, três pessoas morarem?
— Não, e quem te disse que vamos ser só três...
— Roy, o que você está planejando?
— Bom, nós somos militares e passamos boa parte do nosso tempo no quartel e logo o nosso filho vai começar a crescer e vai necessitar de companhia e eu pensei que poderíamos providenciar isso.
— Eu mal descobri que estou gravida e você já quer arranjar um segundo filho?
— Uhum...
— Não dá tempo de anular o casamento? – disse debochando da cara dele.
— Quem mandou entrar na minha vida? Agora aguenta Riza Mustang.
- Ah, ainda não me acostumei com seu sobrenome... Mas te garanto que por muito tempo eu sonhei em tê-lo.
— Eu também, assim todo mundo vai saber que você é minha... – Roy se aproxima do rosto de sua esposa para beija-la, mas um grande estrondo interrompe o seu ato, não só o seu, mas de todos os presentes no salão.
— O que foi isto?
Continua.... Ainda este ano....
Notas finais
Bjão e espero ver vocês em breve.
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