Choose your words! - a Swan Queen challenge
28 Sangue - Pá - David Nolan - Café - Saia
Notas iniciais
Numa linda tarde de domingo, Emma desceu as escadas e encontrou o filho na sala, deitado no sofá, olhando para o teto.
–Hey, kid, o que você está fazendo? — ela cumprimentou.
–Contemplando a fragilidade da mente humana diante da complexidade da existencia do universo, e pensando como a experiencia afeta de forma unica, porem semelhante, cada individuo, de maneira que a morte rouba uma infinidade de conhecimento... ué, dormiu?
–... Oi? Não, tinha... uma coruja no meu olho... não interessa!
–Brincadeira, eu estava estudando David Nolan, o ativista politico norte americano. (https://pt.wikipedia.org/wiki/David_Nolan) — Ele mostrou um livro da escola em cima da mesa.
–Vamos explorar o jardim! — Emma levantou os braços animadamente.
–Okay! — O menino imitou.
Os dois sairam caminhando pelo gramado.
–Olha! Aquele gato da fic da pescaria! — Henry parou para brincar com o gato. Emma seguiu sem ele.
Alguns metros a frente Emma se abaixou para analizar um amontoado de capim.
–O que você achou, mãe? — O garoto veio correndo, curioso.
–Olha, filho, é um ninho de coelhos. Veja como está cheio de ovos de páscoa!
–Que legal! Posso levar um?
–Não, a mamãe coelho deve vir choca-los logo.
Henry pegou um ovo, a casca começou a trincar.
–Está nascendo! Coloque de volta! — Emma instruiu e o menino obedeceu.
Outros ovos também começaram a se partir. E de dentro deles saíram...
–COBRAS! — Emma jogou o menino sobre o ombro e saiu correndo por suas vidas.
Por alguma razão, a xerife correu pra frente e se perdeu no imenso jardim, não sabia mais para qual lado estava a mansão. A sua frente havia apenas um rio. Finalmente parou e pôs o menino no chão.
–Acho que despistamos as cobras. — Ela disse contemplando o rio.
–Mãe, eram filhotes... nem estavam atrás da gente... — O garoto endireitou o paletó.
–Sabe onde estamos, kid?
–Longe... — Ele jogou uma pedra no rio.
–Ouch! — Uma criatura emergiu, esfregando um galo na cabeça.
–Oi! Nome/idade/que cê faz da vida? — Emma cumprimentou.
–Ariel, vinte mil léguas submarinas, lavo roupa pra fora. E você? — Ela sorriu.
–Emma Swan, forever 28 anos, faço coisas que até deus duvida.
–Com licença, Henry Mills, criança, herói em treinamento. Sabe como podemos voltar pra casa?
–Não. — E Ariel foi embora.
–Bom, — Emma olhou para o céu com todas as suas super habilidades de xerife, ranger, mercenária, e outras profissões duvidosas que praticou ao longo da vida. — Vamos para lá, para o oeste.
–Por que?
–É a única direção que eu sei identificar.
E seguiram caminhando. Quinze minutos depois avistaram a prefeita andando com uma pá e um machado, deixando uma trilha de um liquido escuro.
–Regina! — Emma correu até a esposa. — Isso é sangue?
–Não... — A rainha conferiu a trilha. — Seiva de árvore, estava podando...
–Encontrou algum esquilo voador? — Henry veio correndo também.
–Encontrei um esquilo, joguei ele pra cima algumas vezes mas não voou. Depois da terceira jogada não correu também. Acho que agora ele é manco. Vou chama-lo de Gold...
–Legal! — o menino sorriu.
–Vamos tomar café! — A rainha propôs.
Os três entraram na casa e se acomodaram na cozinha. Regina serviu-lhes o café.
–A proposito, enquanto vocês estavam fora eu adotei outro bebê.
–O QUÊÊÊÊÊÊ???? -Emma se levantou batendo as mãos na mesa. Henry segurou os copos no lugar.
–Ela está bem ali. — Regina apontou um canto.
Emma e Henry olharam. Um pequeno gato amarronzado se lambia dentro de um cesto.
–Oh... My... God. — Emma correu e pegou o gato no colo. — É a sua cara!
–É o Grumpy Cat! — Henry observou.
–Não. — Regina interrompeu. — Aquele anão não tem nada a ver com meu bebê. Essa é a Paola Cat. E está na hora de amamentar...
–O QUÊÊÊÊÊÊ???? — Emma julgou uma infeliz escolha de palavras por parte da rainha, que agora servia um pires de leite ao felino. — Eu sou muito jovem pra ter dois filhos... A propósito... Regina, quantos anos você tem?
–Henry, saia. — A rainha ordenou.
–Mas eu... — O garoto tentou argumentar, sem sucesso.
–Saia.
Henry, se retirou rapidamente. A prefeita se levantou, ainda de costas para a loira.
–28 anos. — Ela disse firmemente.
–E a quanto tempo você tem 28 anos...?
–28 anos. — Regina se virou lentamente.
–Como...?
–Renew da Av*n. T-vírus. Essas coisas de mulher. [Não recebemos por propaganda.]
–Hm... Sexo?
–Sim.
FIM
Fale com o autor