Notas iniciais
Olá, pessoas o/ Deu tirar a poeira aqui um minutinho u_u' enton, Queen agora é uma adulta responsavél e eu estava em semana de provas... XD Desculpas a parte, aqui está um lindo cap! Palavras by redheadhell. tem mais um cap pronto e outro na metade, provavelmente essa semana... /o/ fic by And-chan 8D/

Numa linda tarde de domingo, Emma desceu as escadas e encontrou o filho na sala, deitado no sofá, olhando para o teto.

–Hey, kid, o que você está fazendo? — ela cumprimentou.

–Contemplando a fragilidade da mente humana diante da complexidade da existencia do universo, e pensando como a experiencia afeta de forma unica, porem semelhante, cada individuo, de maneira que a morte rouba uma infinidade de conhecimento... ué, dormiu?

–... Oi? Não, tinha... uma coruja no meu olho... não interessa!

–Brincadeira, eu estava estudando David Nolan, o ativista politico norte americano. (https://pt.wikipedia.org/wiki/David_Nolan) — Ele mostrou um livro da escola em cima da mesa.

–Vamos explorar o jardim! — Emma levantou os braços animadamente.

–Okay! — O menino imitou.

Os dois sairam caminhando pelo gramado.

–Olha! Aquele gato da fic da pescaria! — Henry parou para brincar com o gato. Emma seguiu sem ele.

Alguns metros a frente Emma se abaixou para analizar um amontoado de capim.

–O que você achou, mãe? — O garoto veio correndo, curioso.

–Olha, filho, é um ninho de coelhos. Veja como está cheio de ovos de páscoa!

–Que legal! Posso levar um?

–Não, a mamãe coelho deve vir choca-los logo.

Henry pegou um ovo, a casca começou a trincar.

–Está nascendo! Coloque de volta! — Emma instruiu e o menino obedeceu.

Outros ovos também começaram a se partir. E de dentro deles saíram...

–COBRAS! — Emma jogou o menino sobre o ombro e saiu correndo por suas vidas.

Por alguma razão, a xerife correu pra frente e se perdeu no imenso jardim, não sabia mais para qual lado estava a mansão. A sua frente havia apenas um rio. Finalmente parou e pôs o menino no chão.

–Acho que despistamos as cobras. — Ela disse contemplando o rio.

–Mãe, eram filhotes... nem estavam atrás da gente... — O garoto endireitou o paletó.

–Sabe onde estamos, kid?

–Longe... — Ele jogou uma pedra no rio.

–Ouch! — Uma criatura emergiu, esfregando um galo na cabeça.

–Oi! Nome/idade/que cê faz da vida? — Emma cumprimentou.

–Ariel, vinte mil léguas submarinas, lavo roupa pra fora. E você? — Ela sorriu.

–Emma Swan, forever 28 anos, faço coisas que até deus duvida.

–Com licença, Henry Mills, criança, herói em treinamento. Sabe como podemos voltar pra casa?

–Não. — E Ariel foi embora.

–Bom, — Emma olhou para o céu com todas as suas super habilidades de xerife, ranger, mercenária, e outras profissões duvidosas que praticou ao longo da vida. — Vamos para lá, para o oeste.

–Por que?

–É a única direção que eu sei identificar.

E seguiram caminhando. Quinze minutos depois avistaram a prefeita andando com uma e um machado, deixando uma trilha de um liquido escuro.

–Regina! — Emma correu até a esposa. — Isso é sangue?

–Não... — A rainha conferiu a trilha. — Seiva de árvore, estava podando...

–Encontrou algum esquilo voador? — Henry veio correndo também.

–Encontrei um esquilo, joguei ele pra cima algumas vezes mas não voou. Depois da terceira jogada não correu também. Acho que agora ele é manco. Vou chama-lo de Gold...

–Legal! — o menino sorriu.

–Vamos tomar café! — A rainha propôs.

Os três entraram na casa e se acomodaram na cozinha. Regina serviu-lhes o café.

–A proposito, enquanto vocês estavam fora eu adotei outro bebê.

–O QUÊÊÊÊÊÊ???? -Emma se levantou batendo as mãos na mesa. Henry segurou os copos no lugar.

–Ela está bem ali. — Regina apontou um canto.

Emma e Henry olharam. Um pequeno gato amarronzado se lambia dentro de um cesto.

–Oh... My... God. — Emma correu e pegou o gato no colo. — É a sua cara!

–É o Grumpy Cat! — Henry observou.

–Não. — Regina interrompeu. — Aquele anão não tem nada a ver com meu bebê. Essa é a Paola Cat. E está na hora de amamentar...

–O QUÊÊÊÊÊÊ???? — Emma julgou uma infeliz escolha de palavras por parte da rainha, que agora servia um pires de leite ao felino. — Eu sou muito jovem pra ter dois filhos... A propósito... Regina, quantos anos você tem?

–Henry, saia. — A rainha ordenou.

–Mas eu... — O garoto tentou argumentar, sem sucesso.

–Saia.

Henry, se retirou rapidamente. A prefeita se levantou, ainda de costas para a loira.

–28 anos. — Ela disse firmemente.

–E a quanto tempo você tem 28 anos...?

–28 anos. — Regina se virou lentamente.

–Como...?

–Renew da Av*n. T-vírus. Essas coisas de mulher. [Não recebemos por propaganda.]

–Hm... Sexo?

–Sim.

FIM

Notas finais
Como vocês podem ver, minha mente está definhando XD Acontece as vezes /o/ espero que tenham gostado, até a próxima 8D/