Notas iniciais
*Boa Leitura.

Tudo estava calmo, eram apenas 5 horas da manhã e metade dos vizinhos dormiam.

—Thea, estou cansada. –Reclamou Sara.

—É rápido.

—Por que só você e eu estamos aqui?

—Porque apenas nos duas percebemos o obvio.

—Que seria?

—Tommy nasceu para Laurel, assim como o Ollie nasceu para á Lis.

—Tem razão, mas o que estamos fazendo aqui?

—Bom você sabe que hoje é a nossa formatura e o baile é amanhã, e sabe que eu preferiria está na minha caminha dormindo...

—E?

—Deixe-me acabar. E que a Laurel e o Tommy estão meio caminho andado, mas a Lis e o Ollie ainda nem perceberam que se gostam...

—A Lis percebeu.

—Mas, desistiu!

—Por causa do seu irmão.

—Eu sei disse Sara, me fale algo novo.

—Não vou falar vou perguntar: O que vamos fazer?

—Preste atenção.

¥

Baile

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As mãos de Laurel suavam e ela as esfregava de vez em quando no vestido.

—Não sei por que está tão nervosa... –Comentou Sara risonha.

—Não estou nervosa! –Exclamou, mas logo estregou a mão no vestido novamente.

—Imagina se tivesse. –Zombou.

-MENINAS CHEGOU UM CARRO. –Gritou.

—Estamos indo papai.

Sara se aproximou novamente do espelhou, observou como o vestido prata se encaixava nas suas curvas. Ao seu lado apareceu Laurel, os seus olhos se destacavam com a maquiagem. Juntas elas desceram e encontraram o pai segurando uma maquina fotográfica.

—Fiquem uma ao lado da outra. –Elas obedeceram e logo viram o flash, ele virou-se e foi até a limusine, que as esperava, de lá saiu Tommy, muito bem arrumado com seu belo terno e gravata roxa. Eles adentraram a casa e Tommy se prostrou ao lado de Laurel. –Já dizem que vão ser um o par do outro, vão tirar uma foto juntos! –As bochechas de Laurel ficaram vermelhas. –E não adianta protestar Thomas! Seu pai quer essa foto tanto quanto eu.

Tommy se rendeu e colocou as mãos nas costas de Laurel, que sorriu, com suas bochechas vermelhas, em direção à câmera.

E mais um flash.

Enquanto eles tiravam fotos na casa dos Lance, Felicity esperava a mãe falar o que achava da roupa dela. Donna Smoak estava sem reação.

—Mamãe? –Chamou Felicity. –A senhora está bem?

Donna olha-a.

—Querida, estão tão bonita. –Disse emocionada.

—Tem certeza? Não acha esse vestido um pouco... Chamativo?

—Ele é tão bonito. –Elogiou. –Você está tão bonita.

—Mãe, você está chorando? –Perguntou abismada.

—Oh minha querida... Meu bebe está crescendo.

Elas se abraçaram, apenas elas duas, sim era uma pequena família, mas era a família delas.

Na casa dos Queens Oliver descia as escadas e Thea vinha logo atrás, Robert estava com uma câmera fotográfica, tal como Quentin.

—Estão tão lindos. –Disse Moira emocionada.

—Olha para cá.

Eles riram.

Assim que a sessão de fotos na casa dos Lance acabou, Sara, Tommy e Laurel foram em direção à casa dos Queens, que era mais próxima que a dos Smoaks.

—Está tão bonito Tommy, bela gravata. –Elogiou Sara ironicamente.

Laurel olhou para gravata e só então percebeu que era da cor do seu vestido, Tommy também percebeu.

—Tem razão.

Oliver e Thea entraram, e pelo vidro do carro viram Moira e Robert acenarem. Partiram para a casa dos Smoaks, o carro parou e Oliver desceu para buscar Felicity.

Eles esperam eles viram, mas não vieram, até que Donna Smoak surgiu vindo em direção à limusine.

—O que estão fazendo ai? Desçam! Acham que não vão tirar uma foto juntos?

Tommy soltou um gemido ao descer e resmungou algo como: Mais fotos não!

Eles adentraram e lá estavam Oliver e Felicity.

Rapidamente Donna pegou a câmera e começou a tirar as fotos.

—Não faça careta Thomas! Sorria!

—Parece que nossos pais se juntaram para fazer a tortura das fotos. –Resmungou.

—Concordou. –Disseram Sara e Thea.

Felicity, Laurel e Oliver riam dos amigos, quando levantou a cabeça Oliver viu um sorriso, O sorriso. Ele era belo e cheio de vida, único, quase como uma luz. Era o sorriso de Felicity.

E um flash veio nesse momento.

—Muito bom, podem ir. –Disse sorridente, dando um beijo na bochecha de Sara, logo em seguida, Laurel.

—É assim, elas nos usam e depois chutam! –Reclamou Tommy.

—Não reclame querido, sua mãe faria, pode ter certeza. –Disse com pesar, dando um beijo na bochecha dele.

—Sinto falta dela.

—Eu também, mas alegre-se, ela estaria tão orgulhosa de você... Nós estamos, de todos vocês.

Eles se entreolharam emocionados.

Assim que saíram da casa de Donna, eles foram para a escola.

—Estão tão fofos combinando. –Disse Sara risonha.

Os quatro ficaram rubros.

E elas riram.

Quando o carro parou, eles desceram e adentraram a escola.

—Está tudo tão bonito. –Disse Laurel encantada.

—Está sim.

—Olha não é meu baile, mas é como se fosse. –Disse Thea.

—Vamos entrar.

Eles adentraram o ginásio, este estava todo decorado com o tema inverno, pequeno flocos de neve caiam, as mesas eram brancas, tinha um globo de luz ao meio, onde casais dançavam e solteiros se divertiam com amigos.

—Vamos dançar! –Disse Thea entusiasmada.

Sara abriu um sorriso e puxou Felicity.

—Que musica chata. –Reclamou.

—Soube que foi Helena que escolheu. –Disse Sara com uma careta.

Felicity abriu um sorriso, foi até Oliver, às meninas viram-na pedi-lhe algo, ele lhe entregou e ela foi até onde o DJ estava, conversou algo com ele e a musica parou, todos pararam e estranharam, até que começou uma musica eletrônica, e os alunos gritaram de alegria. Sara e Thea se entreolharam, abriram sorrisos e começaram a pular.

—Preferem assim? –Perguntou Felicity.

—I love you Lis. –Disse a pequena Queen.

Elas deixaram a musica tomar de conta do seu corpo, pulavam e dançavam. Vários alunos imitaram-nas, Laurel e Tommy logo pareceram.

—Cadê o Ollie? –Perguntou Thea.

Laurel e Tommy se entreolharam confusos.

—Não sei, ele estava ao nosso lado e... Sumiu.

—Não se preocupem, vou procura-lo. -Avisou Felicity.

Thea trocou um olhar com Sara.

Felicity saiu do meio da multidão, ela foi aos banheiros, ele não estava lá, passou por algumas salas, nada. Então ela foi até as arquibancadas, o canto mais obvio e o ultimo que ela lembrou. O musica voltou a soar.

Ela escutou uns gemidos, quando se aproximou encontrou Oliver prensando Helena a uma das arquibancadas, ela gemia loucamente. Felicity sentiu um triste sentimento tomar de conta de si, decepção.

—Oliver. –Chamou Felicity.

Ele se virou assustado.

—Lis, o que você...

Ela engoliu-o em seco e abriu um sorriso falso.

—Estamos preocupados contigo, mas vejo que já está ocupado... Olá Helena, belo vestido.

—O seu também. –Retribui de mal gosto.

—Oliver, estamos na pista.

Ela se virou a saiu.

No instante em que ela se virou e andou decidida, mesmo ouvindo Oliver a chamar, uma musica começou a tocar, Felicity repetia-a como se fosse uma oração, naquele momento, aquela era a oração dela.

Yeah

When I get chills at night

I feel it deep inside without you

Yeah

Know how to satisfy

Keeping that tempo right without you

Yeah

Ela logo encontrou os amigos, Sara e Thea dançavam e Laurel e Tommy estavam pegando ponche.

—Cadê o Ollie? –perguntou Laurel.

—Ele estava ocupado.

Pictures in my mind on replay

I'm gonna touch the pain away

I know how to scream my own name

Scream my name

—Ocupado?

—Sim. –Disse seca.

Laurel estranhou e a puxou para um canto afastado.

—Lis, o que aconteceu?

—Nada, só estou um pouco impressionada.

—Com o que?

—Encontrei Oliver com Helena.

—Discutindo?

—Quase transando.

Laurel colocou a mão na boca.

—É...

—Ollie o que? –Felicity ouviu a voz de Thea.

Thea, Sara e Tommy tinham ouvido.

(I love me)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(Hey)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(I love me)

Can't help myself, no, I don't need anybody else

Anytime, day or night

—Prestem atenção, Oliver pode ficar com ele quem quiser, é a nossa festa! O nosso baile, não vamos deixar nada e nem ninguém acabar com isso.

Ela olhou-os.

Virou-se e foi em direção à pista de dança, pular com os colegas e gritar o refrão da musica, que agora era o seu refrão.

(I love me)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(Hey)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(I love me)

Can't help myself, no, I don't need anybody else

Anytime that I like

(I love me)

Thea, Laurel, Tommy e Sara ainda estavam no mesmo lugar.

—Não acredito que Ollie fez isso.

—Depois de tudo...

—Oliver só pode ter merda no lugar do cérebro.

Laurel não comentou nada.

—Felicity está certa. –Disse. –Devíamos está ali com ela e não aqui discutindo o quanto Oliver está sendo tapado.

Ela pegou na mão de Tommy, o surpreendendo, e se juntou a Felicity.

I'll take it nice and slow

Feeling good on my own without you

Yeah

Got me speaking in tongues

The beautiful, it comes without you

Yeah

—E agora? E a nossa surpresa? –Perguntou Sara.

—Oliver é um panaca. –Explodi-o Thea. –Fazemos para o Tommy e a Laurel.

Sara assentiu.

—Vamos?

Thea assentiu.

I'm gonna put my body first

And love me so hard 'till it hurts

I know how to scream out the words

Scream the words

(I love me)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(Hey)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(I love me)

Can't help myself, no, I don't need anybody else

Anytime, day or night

Felicity pulava alegre, ela sentia uma alegria a possuir. Laurel e Tommy se juntaram a ela, depois Thea e Laurel.

(I love me)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(Hey)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(I love me)

Can't help myself, no, I don't need anybody else

Anytime that I like

(I love me)

Ah, la la la, la la la la la

Ah, la la la, la la la la la

Ah, la la la, la la la la la

Anytime that I like

(I love)

—LIS. –Gritou Thea.

—OI.

—PARABÉNS LIS! –Disse rindo.

—OBRIGADA THEA. OBRIGADA A TODOS VOCÊS.

Eles sorriram, aquela era a Felicity deles.

I know how to scream my own name

Scream my name

(I love me)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(Hey)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(I love me)

Can't help myself, no, I don't need anybody else

Anytime, day or night

As garotas gritavam o refrão, Tommy ria com as caretas que elas faziam. Laurel o olhou, ela estava tão bonita naquela noite, e feliz.

(I love me)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(Hey)

Gonna love myself, no, I don't need anybody else

(I love me)

Can't help myself, no, I don't need anybody else

Anytime that I like

(I love me)

Ah, la la la, la la la la la

Ah, la la la, la la la la la

Ah, la la la, la la la la la

Anytime that I like

(I love me)

I LOVE ME! –Gritaram.

A festa continuou, eles dançaram, beberam e comemoraram, depois de uma musica Oliver apareceu, todos estavam sentados numa mesa rindo de algo que Tommy falou.

—Olha quem chegou. –Disse Tommy com ironia.

—Olá pessoal.

—Oliver. –Disseram.

—O que eu perdi?

—Pelo visto você não perdeu nada, apenas ganhou. –Disse Sara ironicamente.

Felicity suspirou.

—Ei, não hoje, hoje é o nosso dia, já disse isso. Cada um tem sua escolha, devemos apoiar uns aos outros. –Oliver agradeceu. Felicity se aproximou, como se estivesse o chamando para sentar-se e disse quase num sussurrou. –Mesmo não concordando.

Oliver percebeu que o tom de voz dela não era o mesmo e em quanto ele estava perto dela, mesmo ela o tratando bem ‘normal’, ele percebia algo diferente.

Quando a noite chegou ao fim, todos entraram na limusine, menos Laurel e Tommy, eles foram numa outra, Sara tinha a cabeça encostada no ombro de Thea, que estava encostada em Felicity.

Elas chegaram a casa dos Queens e todos desceram, naquela noite eles dormiriam ali. Felicity tomou um banho e antes de deitar-se foi dá uma volta no jardim. Ela sentou-se num banco e ficou olhando as poucas estrelas que tinham no ceu.

—Será que eu aguentaria ser uma estrela? –Perguntou a si mesma. –Sempre sozinha, mas sempre brilhando... Será que as estrelas são tristes? Não parecem.

Ela conversava consigo mesma e entretida não percebeu Tommy se aproximar, ele ainda estava de gravata.

—Lis. -Ela o olhou. –Estou namorando! –Disse sorridente.

Felicity se levantou e o abraçou apertado.

—Parabéns Tommy.

—Obrigada.

Ele sentou-se ao lado dela.

—Como está se sentindo?

—Feliz...

—E?

—Não sei Tommy.

—Não sabe? Tem algo haver com o Ollie e seu péssimo gosto com mulheres?

—Não, talvez, mas tem haver comigo Tommy. Tenho que acabar com isso. –Ela suspirou.

—Você ainda sente algo por ele?

—Eu não sei, mas quando amanhecer não sentirei mais nada, estou cansada Tommy, tão cansada... Papai não está aqui, ele não poderá vir para minha formatura, mamãe tenta me distrair, mas é a verdade Tommy. Meu pai me abandonou no momento em que ele saiu pela porta. –Pequenas lagrimas caiam dos seus olhos.

Ela se levantou e deitou na grama. Sentiu Tommy fazer o mesmo.

—Mamãe também não estará lá... pelo menos não que eu possa ver. Ela se foi Felicity e nem mesmo meu pai tem coragem de exclamar isso. Doi. Não poderei mais ouvir sua voz, ela não brigará mais comigo... Não há momento ao qual eu possa esquecer isso... Não poderei dizer a ela que a Laurel aceitou namorar comigo, não poderia sorrir para ela quando receber o diploma... Nada.

—Você pode sorrir para mim.

—Eu nunca vou lhe deixar meu bem.

Eles se levantaram e viram Donna e Malcolm estavam lá. Eles se aproximaram deles, sentaram na grama e cada filho colocou a cabeça nas pernas do pai e da mãe.

—Eu sei que ele se foi e sinto que você esteja sofrendo com isso. Te fazer sofrer é a ultima coisa que eu e seu pai queremos... –Donna passou as mãos na cabeça de Felicity, ela fechou os olhos sentindo o carilho. –Te amo tanto querida, queria tanto poder mudar de lugar com você.

—Mãe... Eu sinto muito.-Disse chorando.

—Eu também querida.

—Thomas, foi um erro não falar sobre... A sua mãe, doeu tanto perde-la, a única mulher que amei não existe mais. Isso está me destruindo por tanto tempo que mal posso expressar. Sinto muito meu filho, por não ser forte o suficiente, já fazem tantos anos e parece que foi ontem.

—Não queria que ela parti-se.

—Nem eu... Mas, ela teve que ir.

Tommy se ajeitou e o abraçou.

¥

Formatura.

Entrega dos diplomas.

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A manhã passou correndo, eles dormiram boa parte da manhã e quando acordaram as meninas saíram com Moira e Donna para arrumar-se.

Quando voltaram estava bem perto da hora formatura e entrega dos diplomas. Elas se arrumaram e colocaram a beca. Thea ficou irritada por não usar, mas entendeu que sua hora logo chegaria.

—E quando a sua vez chegar nós estaremos aplaudindo você. –Disse Felicity.

—Obrigada Lis.

Quando chegaram na escola, os pais foram para as arquibancadas, ao qual Felicity olhou com nojo, e eles sentaram-se em cadeiras que estavam dispersas na frente de um grande palco. Eles sentaram-se e depois de uns minutos o diretor surgiu, ele disse algumas palavras sobre o futuro.

—Parabéns formandos. Foi um longo caminho até aqui e tenho o prazer de chamar, uma das melhores alunas, que tenho certeza que um dia será grande, por favor, senhorita Smoak, junte-se a nos.

Os colegas de Felicity estavam surpresos, ela não. A loira se levantou, subiu ao palco e foi até lá.

—Obrigada diretor. –Ela olhou para os colegas. –O que vocês querem fazer amanhã? E depois? E depois? Daqui a 10 anos o que querem fazer? Quem serão? O bom jogador? –Olhou Oliver. –Uma boa aluna? Já pararam para pensar que o tempo corre e não espera, lembro-me do exato momento em que entrei aqui, foi a muito tempo atrás, e sabem? Parece que foi ontem. –Ela respirou e sorriu. –Aqui fizemos amizades que serão eternas, aqui nos aprendemos, rimos, choramos e nos fins do ano até rezamos. –Alguns riram, alguns tinham lagrimas nos olhos. –Aqui foi o nosso depois... Foi.

Ela parou e muitos bateram palmas, emocionados.

—Agradeço aos pais, professores, todos os funcionários, a vocês, meus colegas... Por fim, acabo com uma pergunta: Estamos preparados para viver o depois?

Todos levantaram e bateram palmas calorosamente.

Eles se levantaram e aplaudiram mais. As pessoas das arquibancadas aplaudiram também. Logo chegou o momento da entrega dos diplomas.

—Clarice AKZON... Parabéns querida.

—Helena BERTINELLI... Parabéns. –Disse.

Ele continuou chamando em ordem crescente dos sobrenomes, depois de umas 20 pessoas ele chamou-as.

Laurel LANCE.

Laurel estava na fila e andou até ele.

PARABÉNS. –Alguém gritou na plateia... Thea.

—LINDA. –Gritou Quentin.

Laurel riu.

—Parabéns senhorita Lance, acredito que terá um belo futuro.

Ela sorriu para ele e foi apertar a mão dos professores, logo depois dela veio Sara.

Sara LANCE.

Ela andou até o diretor, ouviu Thea gritando, junto com Robert e Donna, viu Moira rir e Quentin gritar um ‘PARABÉNS QUERIDA’ para ela.

—Parabéns senhorita Lance, a senhorita fará falta.

—Obrigada. –Disse pegando o diploma.

Thomas MERLYN.

Tommy foi até o diretor, apertou sua mão, sorriu com as palavras, quando olhou para plateia seu olhar foco no pai, Malcolm tinha lagrimas nos olhos e um grande sorriso no rosto.

LINDO! –Gritou Thea, fazendo-o rir.

Tommy realmente acreditou que em algum canto dali sua mãe estava o aplaudindo.

—Otilia MILAND.

Eles continuaram chamando, até que caiu na letra Q.

Oliver QUEEN.

Robert e Moira se levantaram, junto com Thea.

OLLIE! PARABÉNS. –Gritava a Queen.

—Senhor Queen, parabéns, o senhor tem uma bela família, bons amigos, basta acreditar em si mesmo e ira longe.

Oliver sorriu e pegou o diploma estranhando o que ele tinha lhe dito.

Faltava uma pessoa para a vez Felicity, suas mãos tremiam um pouco.

—Felicity SMOAK.

—LINDA! LIS PARABÉNS. –Thea gritava a todos os pulmões.

PARABÉNS.—Gritou os outros (Malcolm, Quentin e Robert).

Ela olhou a arquibancada, achou Donna chorando de alegria, Felicity sorriu, estava ali uma pessoa que nunca a abandonaria e por ela valia a pena lutar.

—Senhorita Smoak, essa instituição teve o grande honra de te ter como aluna, belo discurso, belos anos... Parabéns, acreditamos na senhorita. — Disse com orgulho.

—Obrigada Diretor. –Retribuiu sorrindo.

Logo após a entrega dos diplomas os alunos foram para casa esperar suas cartas da universidade, teve um pequeno/grande jantar na casa dos Queens.

As cartas das universidades chegaram Oliver e Tommy iriam cursar administração na Columbia. Laurel iria para Harvard . Sara iria para Princeton e Felicity para Yale.

Todo estava arrumado, os apartamentos alugados e na manhã seguinte eles partiriam cada um para um lugar diferente.

—Não acredito que já vão se distanciar, faz tanto pouco tempo que estão juntos. –Reclamou Moira.

—Não se preocupe. –Disse Laurel. –Convivi durante boa parte da minha vida com o bobão.

—Você namora esse bobão. –Disse.

Laurel riu.

—E vou sentir falta dele.

Tommy a abraçou, Moira os deixou e foi até Felicity, Sara e Thea.

—Vou sentir saudades de vocês. –Disse Thea tristonha.

—Viremos em todos os feriamos, estaremos aqui no seu aniversário. –Disse Sara.

—Você nos verá tanto que nem perceberá. –Concluiu Felicity.

Moira sorriu para elas.

—Olá tia.

—Olá meninas. Como estão?

Elas não responderam, mas Moira pode ver que elas não estavam muito felizes.

Robert, Quentin, Malcolm e Oliver estavam vendo um jogo, quando Donna chegou os chamando.

—Tenho uma surpresa para você... Melhor, temos. –Disse sorrindo. –Venham.

Todos a seguiram, os adultos tinham sorrisos travessos.

Quando chegaram ao lado de fora viram 5 carros estacionados.

—Esse é o nosso presente para vocês.

Cada carro tinha uma cor.

Oliver ficou com o azul, Tommy com o verde, Sara pegou o branco, Laurel o vermelho e Felicity o marrom. Eles estavam encantados, sabiam dirigir, já que tinha tirado a carteira, mas um carro, era uma surpresa.

Thea estava feliz por eles, ela sabia que quando a vez dela chega-se ganharia igual.

—Obrigada mamãe. –Agradeceu Felicity.

—De nada querida, mas seu pai também ajudou.

Felicity sorriu.

—Vou agradecê-lo.

Na manhã seguinte os carros partiram, ouve choro, riso, era uma despedida, querendo ou não.

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Mais tarde... Naquele mesmo dia.

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Todos os adultos estavam reunidos na casa dos Queens, eles olhavam as fotos da formatura.

—Olhem isso. –Disse Moira.

Donna pegou a foto e viu, era algo engraçado, Sara ria para a câmera junto de Thea, como se tivessem acabado de ouvir uma ótima piada. Tommy tinha a mão na cintura de Laurel e ela a cabeça encostada no ombro dele, eles em paz. Felicity ria de algo e Oliver a olhava, com algo parecia admiração, como um cego que enxerga a luz pela primeira vez.

—Vou sentir falta deles. –Confessou Malcolm.

—Será diferente. –Comentou Quentin.

—Espero que fiquem bem. –Disse Moira.

—Eles ficaram. –Disse Robert.

—Eles aprenderam que um sempre estará pelo outro.

Notas finais
O modelo dos carros é fiat way 2015. Espero que tenham gostado. Comentem!