Choices
4 Capitulo 4
Notas iniciais
Moira encarava Thea, as meninas conversavam entre si, mas ela ainda observava a filha. Há anos atrás Thea não deixaria de defender Oliver, em qualquer momento, não hesitaria em falar que alguém estava errada, mesmo a pessoa estando certa. Agora não...
Oliver aos poucos estiva perdendo as pessoas a sua volta, as pessoas que ele mais amava e que realmente se importavam com ele, em troca conseguia o ‘prazer’ de ter Helena na sua cama, satisfazendo todos os seus desejos.
—Grite meu nome. –Sussurrou no ouvido da garota, ela fiz no mesmo instante.
—OLIVER! –Gritou.
Ele riu.
₰
As meninas estavam sozinhas na casa, Tommy tinha saído com o pai, Donna e Moira tinham saído numa pequena viagem, que na verdade duraria muito pouco, já que elas voltariam pela manhã, mas o único problema era que a mãe de Felicity se esqueceu de lembrar que a despensa estava vazia.
—Thea as coisas não estão todas nos seus lugares, acho que não tem nada na despensa! –Disse Felicity chateada.
—Podemos ficar lá em casa. –Sugeriu Laurel.
—Não podemos, papai não está em casa. –Disse Sara.
—Podemos ir para minha casa, tenho uma cama grande o suficiente para nos quatro.
—Vou ligar para mamãe para avisar!-Disse Felicity e logo as outras fizeram a mesma coisa.
Donna e Moira não se opuseram, já que ambas iam voltar tarde, se voltassem naquela noite, Donna se desculpou por não ter lembrado. Quentin também não se opôs. Felicity chamou o motorista que as levou até lá.
A pequena Queen adentrou a casa, todas as luzes estavam desligadas e a casa assumiu um aspecto assustador.
—Por que as luzes estão desligadas?
Thea deu um pulo ao ouvir o grito vindo do andar de cima.
—O que foi isso?
Laurel e Sara se abraçavam assustadas e Felicity não sabia o que fazer.
—Thea, será que sua casa é assombrada por... Fantasmas?
As meninas se encolheram, e deram um grito ao ouvir outro grito.
—Não há fantasmas aqui, fantasmas não existem!... Será que alguém se machucou?
—Não fale dos fantasmas Lis, eles podem provar que existem! –Alertou Sara.
—Espere... Lis tem razão. –Sara a olhou. –Não sobre os fantasmas, mas alguém pode está machucado.
Thea e Sara deram de ombros.
—Vocês que vejam sozinhas...
Felicity olhou para Laurel que assentiu, ligaram a lanterna do celular e subiram as escadas.
Thea e Sara olharam para os lados e perceberam que estavam sozinhas.
—ESPEREM! –Exclamaram as duas.
As meninas subiram as escadas em alerta. Os gritos se intensificaram.
—Acho que...
A cena era deplorável. Helena estava em cima de Oliver, eles tinham varias marcas vermelhas pelo corpo e ambos estavam nus... Dá para imaginar o que estavam fazendo.
Felicity e Laurel assumiram tonalidades vermelhas, Sara prendeu o riso. Thea parecia um avestruz que não sabe onde enfia a cabeça. Oliver não podia acreditar que sua irmã o estava vendo... Nu! E fazendo aqui. Helena não se importava, até que viu Felicity e fingiu se envergonhar.
—M-E-U D-E-U-S! –Exclamou a loirinha.
Sara explodi-o em risadas, Laurel e Thea logo se contagiaram e caíram na gargalhada, Felicity acompanhou.
—Dá licença, mas eu ainda estou nu e minha irmã está no quarto! E vocês rindo!... Quem são você?
—Melhor rir do que chorar querido... –Soltou Sara. –Já sei do que viemos salvar Oliver... Coitado, nem seria saciado.
Helena abriu a boca formando um grande “o”.
—Acho que ele a saciaria. –Opinou Laurel.
Acho que não... Ele deve ter o pau pequeno, pensou Felicity, logo ela percebeu que tinha dito aquilo em voz alta, pela cara que as amigas faziam.
—Merda!
—Acho que não deveríamos falar sobre o tamanho do pau do meu irmão... Tem outros mais interessantes! –Exclamou Thea.
—Sua safada! –Exclamaram Sara e Laurel rindo.
—MEU DEUS! EU ESTOU AQUI! –Exclamou Oliver atordoado.
—E DAÍ? –Devolveu Sara.
—É verdade... Quem mandou você transar aqui? E ainda mais com essa criatura que eu nem sie o nome, mas parece uma cachorra no cio. –Disse Thea.
—É verdade, por que essa criatura grita tanto? MERLIM!
—Saiam DAQUI! –Gritou Helena.
Felicity, Sara, Laurel e Thea pararam de rir no mesmo instante. Oliver se assustou com o olhar que elas direcionavam para Helena.
—Olha aqui querida, você não sabe de nada... –Começou Laurel.
—Nem gritar você sabe, então... –Continuou Sara.
—Não tente mandar em nada... –Exclamou Felicity.
—Porque nada é seu para você mandar, a casa é minha e aqui você só é uma das putas que meu irmão trás para se ‘divertir’. –Finalizou Thea.
Oliver estava com pena de Helena, as quatro meninas se viraram e saíram do quarto, batendo a porta com uma força assombrosa.
—Aquela vadia! –Exclamou Sara estressada.
—Sabe o que ajudaria a acabar com esse estresse?
—SORVETE! –Exclamaram.
Todas desceram e foram até a cozinha, lá abriram 2 potes de sorvete, as meninas se sentaram na borda das piscina e colocaram os pés na água.
—Isso é tão bom... Tá tão quentinha.
—Queria me jogar de cara aqui. –Disse Laurel.
Sara e Thea, que estavam ao lado dela, se entreolharam.
—Queria mesmo maninha?
—Sim. –Respondeu sem perceber o tom de malicia na voz da irmã.
—Então TOMA! –Disse empurrando-a de roupa, com tudo para dentro da piscina. Sorte que o sorvete não estava nas mãos de Laurel.
Thea ria até que sentiu algo puxar sua perna e logo foi parar na piscina também. Felicity e Sara se levantaram apresadas para não serem puxadas também.
—Me ajuda aqui. –Pediu Laurel com uma falsa cara de inocente. –Vamos Sara! Foi você que me empurrou.
Sara se aproximou de Laurel e estendeu a mão. A morena pegou na mão da irmã e a puxou para a piscina, mas Sara estava se segurando em Felicity que foi junto.
As quatro se olharam, todas molhadas e riram, tiraram as roupas que vestiam e ficaram só de calcinha e sutiã.
—GUERRA! –Gritou Thea animada.
E começou a guerra de agua, entre risadas.
Oliver estava zangado com Thea, graças a ela sua noite tinha ido para o bregiu! Helena saiu furiosa da sua casa e ainda por cima levou o trabalho de História dela, o que ele iria copiar, com ela!
Ele ouviu gritos e risadas vindos da piscina, foi até lá e se surpreendeu com o que viu.
Sua irmã e as outras meninas estavam dentro da piscina jogando água uma na outra, a risada delas era tão verdadeira que um sorriso surgiu em seus lábios.

He said, one day you'll leave this world behind
So live a life you will remember
My father told me when I was just a child
These are the nights that never die
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