Choices
5 Capitulo 5
Notas iniciais
No dia seguinte, Moira e Donna chegaram a mansão Queen bem cedo. Para Moira era comum chegar e encontrar seus filhos dormindo, mesmo eles tendo escola pela manhã, mas assim que entrou na mansão ouviu vozes vindas da sala de jantar.
Quando adentrou o local viu Felicity, Sara e Thea rindo de algo e Laurel vermelha.
—Olá Tia Moira e mamãe! –Disse Felicity assim que percebeu a presença delas.
—Olá querida.
—Tias, ainda bem que vocês chegaram... Elas estão fazendo maldade comigo! –Exclamou Laurel como uma criança.
Moira e Donna riram.
—O que elas estão fazendo?
—Dizendo mentiras.
—Não é mentira! –Exclamaram.
—É sim.
—Tia, me fale, não tá na cara que a Laurel vai acabar com o Tommy, dois filhos e um cachorro marrom?
Felicity e Thea riram.
—Por que eu acabaria com aquele energúmeno?
—Porque você me ama! –Exclamou uma voz vinda da porta, da sala de jantar. Laurel fez beicinho. –E quem faz beicinho pede beijo! –Disse Tommy, Laurel fez uma careta. –Bom dia senhoras.
—Bom dia.
Tommy se sentou na mesa e começou a se servir, junto com Moira e Donna.
—Thea seu irmão ainda está dormindo?
—Deve estar... Depois de ontem...
—O que aconteceu ontem? -Perguntou curiosa.
As meninas se entreolharam.
—Mãe, pegamos o Oliver transando com uma criatura! –Disse Thea.
Moira cuspiu todo o café.
—O que?
—Isso mesmo, e ela ainda ousou dizer que eu sair da minha casa!
—Quem essa menina pensa que é?... Ou melhor, o que Oliver estava pensando quando resolveu trazer essa menina para minha casa? –Perguntou-se se levantando da mesa.
—Eita... Oliver tá lascado! -Suspirou Tommy.
As meninas se entreolharam e correram para ver o que Moira iria fazer, Donna e Tommy foram logo atrás.
Oliver dormia calmamente, abraçado a uma almofada, quando ouviu a porta se abrir.
—OLIVER JONAS QUEEN! –Gritou Moira, fazendo-o levantar assustado. –O que você estava pensando quando resolveu trazer aquela menina para cá?
Oliver engoliu em seco, deveria saber que Thea não deixaria passar.
—Mãe eu...
—Você nada Oliver. –Moira respirou fundo. –O que tinha na cabeça quando a trouxe?... –Oliver olhou para a porta e viu seis pessoas, duas delas ele já conhecia. — Dá próxima vez que trazer essa menina para cá, não serão as meninas que a farão ver o lugar dela, serei eu... E você não vai gostar nada!
Moira se virou e saiu do quarto dele.
Felicity, Laurel, Sara e Thea tentavam prender o riso, junto com Tommy. Eles voltaram para a sala de jantar e acabaram a refeição, depois quando já era hora de ir para a escola, Oliver desceu, pegou uma maçã e entrou no carro de cara fechada e não falou com ninguém por todo o percurso. Quando o carro parou ele foi o primeiro a sair, Tommy e as meninas foram logo atrás.
As meninas, Tommy e Oliver foram para sua sala.
Logo o professor entrou.
—Bom dia turma, quero os trabalhos na mesa!
—Merda! –Felicity ouviu Oliver exclamar.
A loira respirou e pensou, não queria ter ele como um inimigo, ele parecia ser legal.
Todos entregaram os trabalhos, os alunos ficaram respondendo uma atividade enquanto o professor corrigia. No final da aula o professor foi falando o nome dos alunos.
—Laurel e Sara Lance. –Chamou-as. Laurel se levantou e foi até lá pegar.
—Helena Bertinelli. –Ela se levantou, dirigiu um sorriso triunfante a Oliver e foi até lá rebolando. –Senhorita Bertinelli, deve lembrar-lhe que estamos numa sala de aula, não em uma passarela, comporte-se! –Ela fechou a cara, e o professor lhe entregou seu trabalho, assim que viu a nota ela arregalou os olhos.
—0?
—Algum problema senhorita?
Ela abriu um sorriso, falso.
—O senhor deve ter se enganado com a minha nota.
—Deixe-me ver. –Pegou o trabalho nas mãos. –Não, não há nenhum engano, talvez o engano tenha sido da senhorita, o trabalho que passei era sobre a revolução francesa, não sobre a moda francesa! Fora os erros de ortografia que há, deveria prestar mais atenção as suas aulas. -Os alunos riram.
Ela se virou e foi batendo o pé até sua mesa.
—Continuando... Thomas Merlyn. –Ele foi até lá buscar. –Senhor Merlyn deve admitir que estou surpreso com sua nota .
Tommy abriu um sorriso e olhou para Felicity.
—Tive uma ótima professora.
O professor seguiu o olhar dele e foi Felicity.
—Tenho certeza que sim. –Concordou, Felicity era uma das melhores alunas e a mais preferida dos professores — Senhorita Smoak, acho que há um engano com o seu trabalho.
Tommy foi sentar-se e Felicity se levantou.
—O que há de errado?- Perguntou estranhando.
—Aqui diz que a senhorita fez o trabalho com o senhor Queen.
Oliver se surpreendeu ao ouvir isso. Laurel, Sara e Tommy não estavam muito atrás, junto com Helena.
—Não há engano.
—Então devo dá os parabéns ao senhor Queen. –Disse olhando Oliver. –Parabéns senhor Queen, junto com a senhorita Smoak o senhor tirou a maior nota da sala!
O professor entrou os trabalhos restantes e o sinal tocou, outro professor entrou e depois foi à hora do intervalo.
Assim que se levantou para sair da sala sentiu alguém segurar seu braço e a levar até um canto do partiu.
—Por que você fez aquilo? O que quer em troca?
Felicity achou engraçada a reação dele e abriu um sorriso, que encantou Oliver.
—Imagine como um pedido de desculpas por ontem. Você é o irmão de uma das minhas melhores amigas... E também admiro seu gosto musical... –Oliver franziu a testa confuso. –Vi os pôsteres ontem... Na hora que você estava... Você já sabe... Queen’s, Beatles, Elton John, são ótimos... O que é estranho. Apenas, não quero ser sua inimiga, entende? É claro que você entende, você não e burro, só se faz de burro algumas vezes... Eu vou parar... Vou parar em 3... 2... 1!
Oliver olhava para ela achando graça, em menos de 10 minutos Felicity tinha conseguido conquista-lo.
—Respire! Olha, obrigada, mesmo. Não te imagino como uma inimiga... Então, prazer, Oliver Queen. –Disse estendendo a mão.
—Felicity Smoak, e o prazer é meu. –Disse pegando a mão dele.
Do outro lado do partiu, Thea, Sara, Tommy e Laurel observavam a cena.
Eles estavam confusos ao verem os dois conversaram como amigo, principalmente Thea, fazia muito tempo que ela não via Oliver interagir assim com alguém.
—O que está acontecendo?
—Não faço a mínima ideia!
O sinal tocou e as aulas recomeçaram.
₰
Assim que as aulas terminaram, Oliver e Felicity, que tinham sido liberados, para o temor de Helena eles ainda conversavam sobre os gostos musicais.
—Lis, vamos? –Chamou Tommy.
—É claro. –Ela olhou Oliver. –Não gostaria de vir conosco? Vamos almoçar na minha casa e depois piscina é o aniversário do pai de Tommy.
—Oliver? –Chamou Helena. –Vamos?
Felicity e Helena ficaram uma ao lado da outra, Oliver pensou, sair com Helena significaria bebidas e sexo. Ele queria mesmo aquilo? Ou queria está com Felicity e seus amigos, com sua irmã, sua família?
No final, o que Oliver queria?
No dejes de venir
Que hay un camino para recorrer
Hay muchas cosas para compartir
Te digo que no hay nada que temer
Fale com o autor