Notas iniciais
Notas finais do capítulo foram atualizadas (2020) se puderem dar uma lida ao terminar, agradeceria!

Título: Choco Bloody

Autora: Toynako

Anime: Death Note

Casal: Near x Mello / Gevanni x Matt

Classificação: +18

Gênero: Yaoi / Lemon

Criada em: 08/09/08

—–x.I.x––

—Choco Bloody-

—Chocolate Sangrento-

Um par de olhos estavam fixos olhando pela janela do avião, a escuridão da noite. Near tentava por tudo em ordem, clarear suas ideias para ajudar na missão que estava indo fazer. Mas mesmo assim não estava concentrado totalmente, sua mente vagava para o ser que estava apenas fingindo dormir ao seu lado.

Sabia muito bem que era impossível Mello estar dormindo há essa hora. Desviou seus olhos da janela, olhando atentamente o rosto de Mello.

“— Está dormindo? ” – perguntou Near, sussurrando no ouvido de Mello, mesmo já sabendo que este não estava.

“— Não, você sabe disso. ” – responde Mello, abrindo seus olhos.

Near sorriu discretamente. Mas achou estranho Mello fechar seus olhos novamente logo em seguida.

“— ...O que houve? ” – pergunta Near, tocando delicadamente a face do outro.

“— Não é nada, é melhor ir dormir. ”

“— Não tenho sono. ”

“— Então faça que nem eu. Feche os olhos e espere. ”

“— Parece de mau humor... ”

“— Near, teremos bastante coisas a fazer quando chegarmos, é melhor ficar quieto. ” – responde ainda de olhos fechados.

“— ... ”

Near ficou mudo, virando-se de novo para a janela olhando apenas à noite que parecia que duraria a eternidade.

Mello discretamente abre seus olhos, olhando para Near. Olhava fixamente aquele pescoço no qual por algum motivo desejava tanto neste exato momento perfura-lhe com os dentes. Sorvendo seu sabor.

“ Controle-se Mello... Você já comeu... ” – pensava Mello tentando amenizar um desejo que nascia nele.

De fato, já tinha se alimentado. E muito bem por sinal, mas parecia que aquele sangue ou aquele corpo, chamava-o. Despertando seus mais profundos desejos. Mello fecha seus olhos, tentando não olhar mais aquele ser ao seu lado, em uma tentativa de controlar-se.

“— Mello... ” – Near sussurrava.

“ Pare de chamar meu nome desse jeito! ” – pesava Mello, se desesperando.

“— Mello... ” – chamou de novo, mas agora em seus ouvidos.

Near pode notar o estremecimento de Mello, achando isso muito bom. Pois não estava com planos de ficar sem fazer nada a viajem, já que seus brinquedos estavam na mala.

Mello se virou, abrindo seus olhos, ficando a observar o corredor. Todos já dormiam no avião. Exceto ele, Near e Matt que parecia que queria zerar um novo jogo do Pokemon que havia comprado para seu Game Boy.

“— Mello. ” – chamou pela terceira vez.

“— O que quer...? ” – perguntou baixo, ainda de costas para Near.

“— O mesmo que você... ”

Mello engoliu seco. Que diabos Near queria aprontar em um avião? Estava surpreso com o quão louco Near podia ser... Mas ao mesmo tempo, adorando.

“— Eu quero paz. ” – falou Mello, tentando não pensar no Near.

“— Mas eu quero você. ” – falou Near, passando sua mão pela coxa de Mello.

Será que os neurônios de Near fugiram deste? Mello não conseguia achar algo racional vindo dele. Afinal estavam em um avião!

“— Não está com fome...? ” – perguntou Near, ainda movendo sua mão.

“— Não... ” – falou meio relutante.

“— Esta sim... ” – suas mão moviam-se mais para cima.

“— Pare Near... ” – pediu.

“— Me dê um bom motivo. ”

Mello virou-se bruscamente, olhando Near com uma certa raiva nos olhos.

“— Pelo simples fato de estarmos em um avião. ”

“— De que isso importa? ”

“ Piedade... Pare de me torturar. ” – pensava Mello, vendo o olhar luxurioso de Near.

“— Eu sei que está com fome. ”

“— Você está enganado, estou com sono... ” – tentou fugir Mello.

“— Sono? Se quiser me enganar, tente algo melhor. ”

Near aproximou-se, o beijando delicadamente. Mello assustou-se, mas adorou a sensação do perigo. Olhou rapidamente em volta. Notando que todos realmente dormiam em um sono profundo.

“— Viu, todos estão dormindo. ” – comentou Near.

“— Near, pare de brinc... ”

Mello perdeu completamente a habilidade de falar, ao ver Near mostrar-lhe o pescoço, assim como passar sua mão neste em um movimento sensual.

“— Pareço que estou brincando? ” – falou para logo em seguida, passar a língua em seus lábios, deixando-os úmidos.

“— Não pode esperar até sairmos desse lugar? ”

“— Quando chegarmos, será quase dia, e possivelmente você irá dormir.”

“— E não pode esperar um pouco? ”

“— Está com medo? ”

Aquela pergunta de Near, acertou Mello em cheio. Ele não poderia estar com medo, já havia escapado do Death Note, era um vampiro. E agora estaria com medo, e ainda negando fogo? Nunca.

“— Depois não fale que não avisei. ” – fala Mello, com um sorriso malicioso nos lábios.

Near levantou-se da cadeira lentamente, sendo seguido pelo Mello. Este olhou novamente tudo e a todos, notando que até as aeromoças estava em sono profundo. Sorriu satisfeito.

“— Me segue. ” – pediu Near.

Mello apenas concordou com a cabeça, seguindo-o para a parte de trás do avião. Near guiou Mello até uma porta, abrindo-a empurrando este para dentro, entrando logo em seguida.

“— Banheiro!? ” – perguntou baixo, mas meio alarmado.

“— Queria ficar lá na cadeira é? Isso sim seria arriscado. ”

“ Pelo jeito ainda consegue pensar em algo lógico. ” – pensou Mello, vendo que Near não tinha realmente perdido seus neurônios.

Os dois olharam melhor em volta, notando que o banheiro não era pequeno para um avião. Devia ser por este ser de alta classe. Em meio disso tudo, seus olhos se encontraram. E foi inevitável um beijo ardente, no qual suas línguas pediam espaço loucamente dentro da boca do outro.

“— Vou lhe contar algo Near... ” – sussurrou próximo a boca deste, assim que o beijo foi terminado “— Eu realmente estava com fome... ” – termina de falar, dando-lhe outro beijo.

“— Eu sei. ” – fala Near, sentindo Mello beijar-lhe seu pescoço, e prensar-lhe contra a parede.

“— Como sabia? ”

“— Algo dentro de mim dizia que você me-ahnn queria-hunnn... ” – responde sentindo leves mordidas em seu pescoço.

“— Parece que pelo mesmo modo que eu viciei em seu sangue... Você viciou-se em ser mordido por mim. ”

Near fica um pouco vermelho perante a frase de Mello, mas não podia negar esse fato. Parecia que realmente do mesmo modo como Mello viciou em seu sangue, ele viciou em sentir este estranho prazer que Mello lhe proporciona quando o mordia.

Mello lentamente prensou Near na parede do banheiro, apertando cada pedaço daquele corpo, afundando sua cabeça do pescoço deste sentindo o doce cheiro que só Near possuía.

A mão de Near passava incessantemente pelas costas de Mello, desejando que aquela peça de roupa saísse dali, para assim sentir o calor dele. Ansiava sentir as presas de Mello perfurando sua pele, levando-o por um instante ao paraíso.

“— Mello... Me... Morde... ” – pediu pausadamente, sibilando cada palavra dando um ar sensual a frase.

Uma corrente passou pela espinha de Mello, por um instante imaginou como seria o Near pedindo para ele enfiar outra coisa, sem ser suas presas, no corpo deste. Só este pensamento foi o suficiente para deixar Mello mais excitado com a situação.

Havia todo aquele perigo de serem pego fazendo tal ato no lugar, mas parecia que isso os estava deixando mais loucos de prazer. O perigo. Se usado da forma correta, pode ser um excelente afrodisíaco. E parecia pelo estado de ambos, que estava mais do que funcionando.

“— Por favor... ” – pediu Near, virando o rosto para o lado, mostrando seu pescoço para Mello.

Mello passou a mão pelo pescoço de Near, vendo a pele arrepiar-se no local. Essa mão foi descendo pelos braços, parando em sua cintura, apertando-a levemente e aproximando mais Near de si.

Beijou levemente a bochecha de Near, descendo com ora beijos ora lambidas até encontrar o lugar perfeito naquele pescoço. Olhou uma última vez para aquele lindo lugar, sorrindo safado apenas em pensar em afundar suas presas naquela região.

Apertou mais a cintura de Near, começando a perfurar-lhe o pescoço, lentamente, pausadamente, notando como Near se remexia, querendo que ele fosse mais rápido.

Near lentamente levou suas mãos a cabeça de Mello, fazendo um suave carinho em sua nuca e empurrando-a de encontro de seu pescoço, querendo mais contato.

“— Me-Mello... ” – gemeu.

Aquele doce prazer começava a se apoderar de Near. Era algo cálido, instigante. Tremia lentamente nos braços de Mello, dando a este mais estimulo para continuar. Remexia-se mais de encontro ao corpo do outro, querendo mais aproximação, isso logo foi resolvido quando Mello prensou-o mais contra a parede, colocando uma perna entre as suas.

Esta perna lentamente começou e friccionar-lhe seu membro, fazendo-o gemer baixo. Tinha que conter seus gemidos, não tinha como ficar gemendo alto, como fez nas outras vezes. Ambos teriam que controlar suas vozes, se não quisessem um escândalo naquele avião.

—X—

Fora do banheiro do avião. Matt estava tranquilamente jogando em seu Game Boy, quando sente algo estranho no ar. Como estava sentado na cadeira do corredor, olhou imediatamente para traz, notando as duas cadeiras na qual estava Mello e Near, vazias.

“ Deus... Eles não estão fazendo isso aqui, não é...? ” – pensou Matt, parando o que estava a fazer.

“— Algum problema Matt? ” – pergunta Gevanni ao lado, abrindo seus olhos.

“— Não. Eu o acordei? ”

Matt achou melhor tentar esquecer o cheiro de sangue que estava impregnando o local. Mas é claro, só ele e Mello sentiriam isso. Olhou melhor para Gevanni, sentindo-se um pouco estranho. Mas sabia que era graças ao cheiro do local. E também por saber o que estava acontecendo em um certo lugar.

“— Está meio vermelho, sente-se bem? ” – pergunta um pouco preocupado.

“— Sim... ” – responde dando um longo suspiro.

“— Tem certeza que não a algum problema? ”

“ Claro que sim... Tem duas pessoas se amassando no banheiro desse avião! ” – pensou Matt “— Não é nada... Só um pouco de fome... ” – respondeu.

“— Se quiser, eu peço para alguma aeromoça trazer algo para comer. ”

“— Não, deixe. Elas estão dormindo. E é melhor que continuem assim... ”

“— Certo. ”

Matt deu um de seus sorrisos típicos, chamando a atenção de Gevanni.

“— Matt... Posso lhe perguntar uma coisa? ” –

“— Fala. ”

“— É verdade que você e o Mello viraram... Vampiros? ” – pergunta meio curioso.

“— Bem... Near deve ter informado da situação. Sim viramos. ” – responde sorrindo.

“— Interessante. ” – comenta.

“— Near deve confiar muito em você, para contar-lhe isso. ”

“— Sim. Mas seria muito estranho falar que iria fazer uma missão, com dois caras que morreram. ”

“— Sim, isso sim seria estranho. ” – Matt fala rindo baixinho, achando graça do comentário feito pelo outro. Esquecendo-se do cheiro do ambiente, apenas por conversar com este.

—X—

“— Near... ” – sussurra Mello, soltando o pescoço de Near.

Um suspiro longo e prazeroso sai da boca de Near, sentia seu corpo pegar fogo. Queria saborear também o corpo de Mello, da mesma forma como este fizera nele.

“— Minha vez. ” – fala Near, invertendo as posições, prensando Mello na parede.

“— Near... Você não planeja ir até o fim... Não é? ” – pergunta um receoso Mello.

“— Não se esqueça que você disse: Da próxima vez iremos até o fim. Mesmo se estiver pegando fogo na casa ao lado. ” – comenta Near.

“ Mas eu não pensei que você queria fazer isso em um avião! ” – pensou Mello.

“— E de qualquer jeito... Temos que dar um trato nisso aqui... ”

A mão e Near aperta fortemente no membro de Mello, fazendo este morder os lábios para não gemer alto.

“— Você vai me matar um dia assim... ” – comenta Mello acalmando-se um pouco.

“— Você já esta morto, e sabe muito bem que não vou deixa-lo com fome. ” – sussurra Near, ao pé do ouvido de Mello, passando sua língua nele.

Mello tremeu. Talvez alguma coisa estivesse errada com Near. Ele não seria louco de fazer um ato assim, essa atitude cabia mais ao Mello, Near sempre foi mais reservado.

Mas não estava achando tudo isso ruim, muito pelo contrario, excitava-se com o quão criativa poderia ser a mente de Near, para casos assim.

Near em instantes conseguiu tirar a camisa de Mello, passando finalmente a sentir a pele deste. Sua boca se fechou em um dos mamilos róseos, lambendo-o para logo em seguida chupa-lo. Fazendo Mello arquear as costas, e um gemido mudo escapar de sua boca.

Mello iria se controlar. Tinha que se controlar, ou tudo iria acabar em confusão. Mas era quase impossível, só em sentir a língua de Near deslizando por seu peito, imagina como teria de se conter depois.

“— Não pode gemer alto. ” – divertia-se Near, com a situação no qual se encontravam.

“— Vou-hnnn... Tentar... ”

Sua boca subiu lambendo e beijando, deixando um rastro de saliva por onde passava, parando no pesco de Mello, mordendo o local com uma certa força. Fazendo Mello fechar os olhos com força, sentindo-se mais elétrico com aquilo.

“— O vampiro aqui sou eu... ” – comenta Mello.

“— Mas quem manda sou eu. ”

Mello engoliu seco. Arrepiou-se até o último fio de cabelo com a frase de Near. Como ele podia às vezes ser são... Sensual.

“— Hum... ” – tudo que Mello pode fazer foi gemer baixo.

Near sorri discretamente, notando o abalo de sua frase em Mello. Mas sua atenção voltou para o que estava a fazer, começando a beijar lentamente o local da mordida, como se estivesse se desculpando.

Suas mãos começaram a descer pelo corpo de Mello, apertando-lhe, deixando pequenas marcas vermelhas em sua pele. Mas sabia que logo elas sumiriam.

As mãos foram descendo até que chegaram ao cós da calça de Mello, abrindo-a rapidamente. Afastou-se o suficiente para descer aquela peça de roupa incomoda, junto com sua roupa de baixo.

Mello se encolheu um pouco, envergonhado pela situação que se encontrava. Ainda iria dar o troco de tudo que Near fez a ele, tinha ótimos planos para quando chegaram ao hotel.

Near virou Mello de costas para si, tendo uma visão realmente tentadora, passou lentamente as mãos pelas costas deste, inclinou-se um pouco beijando a linha da coluna, descendo aos pouco os beijos.

Ajoelhou-se um pouco, olhando para aquela região. Não aguentou e mordeu-lhe uma das nádegas. Vendo logo em seguida, Mello levar suas mãos a boca, tampando-a.

Sorriu satisfeito, vendo Mello remexer-se. Afastou-se novamente, retirando em fim, sua camisa, assim como logo em seguida sua calça e cueca.

Mello tentou virar-se para poder ver melhor Near, mas este ato foi impedido quando este colou-se em suas costas, voltando a pressionar-lhe contra a parede.

“ Isso é uma loucura... ” – pensou Mello.

Um braço de Near fechou-se na cintura de Mello em quanto outro foi para suas costas. Puxou levemente este, fazendo-o apoiar-se na parede.

Mello olhou para traz meio preocupado, mas ao ver o olhar apaixonado no qual Near o olhava, soltou um suspiro.

“— Sabe que te amo... ” – Near inclina-se sobre Mello, sussurrando-lhe ao ouvido.

Mello apenas balançou a cabeça em uma muda confirmação. Estava com um pouco de medo de abrir a boca e acabar gemendo.

O braço na cintura de Mello foi movendo, levando a mão ao membro deste, segurando-o delicadamente, passando logo em seguida sua mão por toda a extensão.

“— Near... ” – foi impossível não gemer baixo nessa hora.

“— Relaxe... ” – sussurrou Near, ao ouvido.

O ritmo com o qual Near manipulava o membro aos pouco foi se intensificando. Mello já não aguentava ficar de boca fechada, involuntariamente gemidos escapavam de sua boca, mas todos eram baixos.

Near adoraria brincar mais com Mello, mas a situação não estava muito favorável. Soltou o membro deste, ajeitando-se melhor atrás, segurou com firmeza os dois lados do quadril de Mello.

Este deu um longo suspiro, preparando-se para conter-se ao máximo. Sem aviso prévio, Near começou a forçar-lhe para dentro.

“— Hnhnnm ” – Mello mordeu os lábios com força, tentando não gemer.

Near movia-se forte e lento, não parando até que se sentiu todo dentro daquele lugar quente que o estava acolhendo de forma muito prazerosa.

Parou por um instante, só o tempo de Mello dar um pequeno gemido começando a se remexer. Near olhou meio sorridente para este, saindo quase que totalmente e voltando com tudo, fazendo o corpo de Mello balançar com a estocada.

Este quase que grita de prazer e um pouco de dor, mas levou rapidamente sua mão a boca, tampando-a, não deixando o barulho passar. A outra mão, na qual estava se apoiando na parede, estava arranhando esta como se esse ato que trouxesse um pouco de sanidade.

“— Doeu...? ” – perguntou Near meio receoso, parando de se mover.

“— ... Não, muito pelo contrario... ”

Near sentiu-se menos preocupado. Mesmo que sabendo que um vampiro se curaria rapidamente de qualquer coisa, ainda tinha receios de machucar a pessoa amada. Apertou mais a cintura de Mello, voltando a estoca-lo, só que dessa vez um pouco mais moderadamente.

Mello estava sentindo um prazer absurdo com tudo. Talvez gostasse do perigo e do risco que estavam passando, só podia ser isso.

O ritmo de Near aumentava aos poucos, e este também já não conseguia evitar alguns gemidos roucos escaparem de sua garganta. Sentia mais prazer ainda, olhando Mello tapar com a mão na boca, contendo ao máximo seus gemidos.

Tirou sua mão da cintura levando novamente sua mão ao membro de Mello, notando que este não aguentaria por muito tempo. Começou a manuseá-lo lento, apertando-o para que retardasse ao máximo seu ápice.

Mas parece que isso teve outro efeito para Mello, que simplesmente gozou forte na mão de Near.

“— Hnnn-Ahmm... ” – Mello não conseguiu impedir-se de gemer um pouco mais alto.

Near fechou os olhos com força, movimentando-se mais rápido, e imitando o ato de Mello mordendo os lábios para evitar gemer. Pois ele mesmo já não aguentava tudo aquilo, tudo que queria era gritar o nome de Mello como sempre fazia. Mas iria se controlar... Tinha que se controlar.

A mão a qual ficou melada por causa do gozo de Mello, foi levada a boca de Near, aonde lambeu cada dedo, sorvendo o gosto daquele liquido. Após limpar-lhe a mão, levou a cintura de Mello, fazendo um forte movimento, enterrando-se todo. Gozando em fim no interior de Mello.

“— Humm-ahhmm... ” – Near conseguiu controlar-se, gemendo um pouco baixo “— Mello... ” – sussurrou o nome deste em seu ouvido.

Ambos respiravam pesado, aquilo realmente foi uma loucura. Esperaram alguns instantes e afastaram-se. A primeira coisa que Mello fez foi virar e capturar os lábios de Near em um beijo apaixonado. Ele estava louco para beija-lo, mas naquela posição não dava.

“— Melhor nos arrumarmos... ” – respondeu calmamente Near, afastando-se de Mello.

—X—

Matt estava tão entretido conversando com Gevanni várias coisas, que perdeu a noção do tempo. Só voltou a realidade, quando sentiu o cheiro de sangue mais forte. Que o fez olhar para trás.

Vendo Near e Mello voltando para os lugares como se nada estivesse acontecido. Mello percebe que Matt estava o olhando com uma cara de riso, e vira o rosto meio vermelho. Sentando-se na cadeira a qual estava antes da pequena aventura.

“— Algo errado? ” – pergunta Gevanni.

“— Não nada, mas já é tarde. Melhor descansar um pouco. ” – comenta Matt, voltando sua atenção a Gevanni.

“— Sim, tem razão. ” – fala fechando os olhos.

Matt sorri e volta a jogar.

Mello sentado confortavelmente em sua poltrona inspira profundamente. Olhava Near que parecia que tinha caído em um sono profundo ao seu lado. Sorriu maroto. Às vezes Near podia ser bem criativo. Mas a partir de agora, seria a vez dele brincar de predador.

Relaxado, de olhos fechados, sente uma dor de cabeça, assim como um sussurrar de alguém. Já sabia o que era, devia ser seu Mestre querendo lhe falar alguma coisa. Deixou sua mente vazia, concentrando-se no que a voz dizia.

“ E então Mihael, gostou do meu presente? ” – pergunta Vectorius, na mente de Mello.

“— Presente...? ” – sussurra Mello.

“ O seu anjo, agindo daquele jeito... ”

“ Sabia que ele estava um pouco diferente. ” – pensa Mello “— Sim, adorei. ” – sussurra logo em seguida

“ Isso foi para compensar eu ter interrompido daquela vez. ”

“— O-Obrigado... ” – fala meio tímido.

“ Bem... Tenho outros assuntos a tratar. Cuide-se. ”

“— Certo, Veck. ”

Mello suspira alegre. Foi uma ótima forma de seu mestre lhe compensar, isso não podia negar. Vectorius devia ter feito alguma espécie de magia, quando falou sussurrou algo no ouvido de Near.

“— ‘Meu anjo’... ” – sussurrou o jeito como seu mestre se referiu a Near.

Fechou os olhos e deixou-se descansar, pensando em o que faria quando chegar ao destino.

Muitas horas se haviam passado, e faltava pouco tempo para chegar em fim, ao local. Mello tinha dormido, estava muito cansado, da mesma forma que Near. Matt era o único que continuava acordado naquele avião.

Estava entretido jogando, alheio a tudo. Mas algo lhe tirou a concentração ao notar que Gevanni, dormindo, se remexeu na cadeira. Apoiando a cabeça em seu ombro. Matt pausou o jogo, olhando para o lado.

Vendo o rosto calmo do outro dormindo em sono profundo. Sua visão se desviou em um instante, olhando aquele pescoço que estava a mostra. Sentiu algo estranho corroer-lhe por dentro, virando rapidamente o rosto, olhando seu Game Boy um pouco vermelho.

“ O que foi isso!? Eu pensei em morde-lo! ” – pensou Matt, com as bochechas ainda vermelhas.

Matt ficou um bom tempo, apenas vendo a tela do seu jogo parada, refletindo no que sentiu. Até agora só tinha mordido mulheres, achava algo realmente estranho em querer provar o sangue do homem ao lado.

O tempo passou novamente e um som acordou todos os dorminhocos do avião.

“— Senhores passageiros, aqui quem fala é o comandante. Chegamos ao local estimado, por favor permaneçam sentados enquanto se procede ao pouso. ” – fala pelo alto-falante.

Gevanni lentamente acorda com o barulho, percebendo o jeito como estava dormindo. Ajeita-se rapidamente na poltrona. Ficando muito ruborizado. Matt olhava sorridente aquela cena, pela primeira vez viu Gevanni vermelho. Voltou a jogar, afastando imediatamente esses pensamentos da mente.

Em menos de meia hora depois, o avião pousa.

—X—

“— Finalmente... ” – fala Mello olhando ao redor.

Todos já estava em frente ao aeroporto, com suas respectivas bagagens, procurando um táxi para leva-los a algum hotel.

“— Foi uma viagem bem tranquila. ” – comenta Gevanni.

“— Só se foi para você. ” – diz Mello, olhando fixamente para Near, fazendo-o corar.

“— ... ” – Near preferiu ficar calado, brincando com um robozinho que tinha tirado da mala.

“— Melhor irmos logo, não vai demorar muito para o sol começar a raiar. ” – comenta Matt.

“— Claro, claro... Estou com sono também... ” – fala Mello.

Dirigiram-se todos para um táxi estacionado ali perto. Entrando neste e pedindo para o motorista levassem para um bom hotel.

“— Vai demorar muito? ” – pergunta Mello, meio sonolento.

“— Não, já estamos perto. ” – responde o motorista.

“— Daqui a pouco o sol vai nascer... ” – comenta Matt “— Poderia ir mais rápido motorista? ”

“— Sim, claro. ”

Em pouco tempo o táxi parou em frente a um grande hotel. Após pagarem devidamente, todos entraram no prédio. Dirigiram-se para a recepcionista, alugando dois quartos.

“— Dois quartos? ” – pergunta Matt.

“— Sim, vai ser melhor. ” – responde Near.

“— Só se for para vocês. ”

“— Deixa de frescura Matt, é bom ficar perto de um que esteja ‘acordado’ de manhã. ” – tentou convencer.

“— Sei... ” – responde Matt, meio inconformado.

“— Desculpe se estou dando trabalho. ” – falou Gevanni, aproximando-se de Matt.

Este olhou para Gevanni. Sentiu fome. Era impossível estar sentindo fome ao olhar um homem. Suspirou cansado, aceitando tudo, afinal estava com sono e tudo que queria era dormir. Poderia se alimentar amanhã.

“— Certo. Vocês ganharam, agora vamos logo que eu quero dormir. ”

Os quartos que escolheram ficavam um do lado do outro, assim qualquer problema que acontecesse, era só se dirigir ao quarto do lado.

“— Boa noite, Mello... ” – falou Matt bocejando, já entrando em seu quarto.

“— Para você também. ”

Assim que Matt entrou no local, foi direto para as janelas fechando-as. e dando graças a deus por estas não deixarem passar sol. Jogando-se logo em seguida em uma das camas.

“— Boa noite Matt. ” – falou Gevanni, sentando-se na cama ao lado.

“— Vai dormir também...? ”

“— Sim, estou um pouco cansado da viajem, vou descansar um pouco e depois vou conversar com Near. ”

“— Hum... Boa noite então. ” – falou Matt entregando-se ao sono em seguida.

“ Vampiros... ” – pensou Gevanni, olhando o semblante calmo de Matt dormindo.

Ficou mais algum tempo sentado, apenas olhando Matt dormir. Mas o cansaço se fez presente, e decidiu que era melhor realmente descansar. Deitou-se também, dormindo em seguida.

—X—

Lentamente Mello abre seus olhos, olhando para um relógio que tinha em cima de um criado mudo ao lado da cama, constatando que já era hora dele se levantar. Espreguiçou-se na cama, sentando nesta logo em seguida. Seus olhos procuravam meio que apressados uma pessoa pelo quarto. Mas com uma pequena decepção, não a achou.

Rumou para o banheiro, tomando um demorado e relaxante banho, deixando a água molhar seus cabelos. Estava concentrado em lavar seu cabelo, que se assusta quando olha para a porta do banheiro, vendo Near nela escorada.

“— O que faz aí? ” – pergunta meio envergonhado.

“— Nada. ”

“— ... Nada? ”

Near sorriu, saindo em seguida do quarto. Mello ficou mais que confuso com tudo aquilo. Near teria entrado ali só para vê-lo tomando banho? Isso era realmente estranho. Parecia que Near queria falar algo, mas não teve coragem.

Não quis demorar mais no seu banho, terminou de lavar o cabelo, secando-se e vestindo sua habitual roupa preta, saindo em seguida do local.

“— Near? ”

Near não estava mais no lugar, estranhou o fato, mas era melhor se concentrar na missão. Saiu do quarto rumando para o outro ao lado, batendo na porta.

“— Entre. ”

Mello entrou vendo Gevanni sentado em uma mesa no meio do quarto, cheia de papeis, no chão estava Near brincando com alguns bonecos.

“— E o Matt? ” – Mello perguntou.

“— Dormindo. ” – respondeu Gevanni.

“— Ainda? ” – Mello estranhou o fato, já que Matt acordava sempre mais cedo que ele, disposto a caçar “— Vou acorda-lo. ”

Rumou para o a quarto, olhando para a cama no qual Matt estava dormindo. Aproximou-se deste. Sentou-se na cama, sacudindo sem seguida o ruivo.

“— Acorda Matt. ”

“— Só mais dois minutinhos... ”

“— Eu disse para acordar! ”

“— Certo, certo... ” – Matt lentamente abre seus olhos.

“— O que você tem? ”

“— Não sei... Deve ser que eu esteja estranhando essa cidade. ”

“— ...Pega.” – fala Mello estendendo o braço.

“— Como? ” – pergunta Matt sem entender nada.

“— Pega um pouco do meu sangue, eu estou mais que cheio, e depois vá caçar algo para você. ”

“— Eu imagino o ‘porque’ de estar bem alimentado... ” – comenta Matt.

“— ... Vai querer ou não? ”

Matt sorri maroto, puxando o braço de Mello para si. Mordeu lentamente o pulso deste, sorvendo o sangue de seu amigo. Sentia-se mais forte, e em pouco tempo largou o pulso deste, fechando os olhos apreciando o gosto.

“— Não vá se acostumando. ” – fala Mello, levantando-se.

“— Claro. ”

Matt levantou-se também, sorrindo agradecido para Mello, e rumando logo em seguida para o banheiro.

Mello saiu do quarto, voltando para aonde estava Gevanni e Near. Aproximando-se da mesa, analisando os papeis.

“— Sua mão está suja. ” – comenta Near.

“— É mesmo, não tinha notado. ” – responde Mello, levando o pulso no qual Matt tinha mordido, aos lábios, lambendo um pouco de sangue que tinha ali.

Após deixar limpo, voltou sua atenção novamente para os papeis na mesa.

“— E então, o que descobriu Near? ”

“— Que o garoto, o Cain, é filho do dono da empresa. ” – responde Near, sem parar o que estava a fazer.

“— E o que mais? ”

“— O cara é gay. ”

“— ...Isso já desconfiava... ” – comenta Mello.

“— E ele gosta de loiros... ”

“— Tem bom gosto o rapaz. ” – Mello caiu na gargalhada logo em seguida “— Near... Te conhecendo, eu já sei seu plano. ”

“— ... ”

“— E saiba, eu não vou tentar seduzir esse cara, eu não gosto de homens. ” – falou meio raivoso.

“— Não? ” – Matt entra na sala escutando só a última parte da conversa “— E Near é o que? ”

Mello corou absurdamente. Realmente, esqueceu que ele gostava de um homem.

“— Pare de me perturbar, e vá logo se alimentar. ” – falou Mello tentando desviar do assunto.

“— O que aconteceu Near? ” – pergunta Matt, ignorando Mello.

“— O tal de Cain é gay, e gosta de loiros... ”

“— Hahahahahahah! ” – Matt simplesmente cai na gargalhada.

“— Qual o motivo da risada? ” – pergunta Mello meio mau humorado.

“— Pense bem Mello... Esse é um bom jeito de raptar o cara, sem que de problema. ” – fala Matt, após parar de rir.

“— Vocês me pagam. ”

“— Pelo jeito concorda. ” – comenta Near.

“— Não tem outro jeito não é? ” – Mello dá um grande suspiro “— Aonde posso achar ele? ”

“— Parece que ele vai toda sexta a uma boate perto do local aonde trabalha. ” – comenta Gevanni.

“— Isso vai dar merda... ” – fala meio raivoso Mello.

“— Bem... Hoje é terça, ainda temos bastante tempo para pegarmos informações dele, para ajudar Mello a se aproximar. ” – propõe Matt “— Bem... Agora eu vou procurar alguma garota bem bonitinha. ”

“— E vê se não demora. ” – avisa Mello, vendo Matt sair do quarto.

“— Bem... Eu vou ao restaurante do hotel, pegar uma janta para o Near e eu. ” – fala Gevanni levantando-se da cadeira e saindo do quarto.

Mello e Near ficaram sozinho no quarto. Mello andou lentamente sentando-se ao lado de Near, apenas vendo-o brincar.

“— Mello... Eu... ”

“— O que? ”

“— Nada não, esquece. ”

Mello olhou estranho, realmente tinha algo que Near queria lhe dizer mas estava com medo, ou algo do tipo.

“— Não precisa ter medo de nada, pode falar o quer quiser. ” – disse se aproximando e depositando um suave beijo na testa de Near.

“— Não é nada. ”

Isso estava começando a preocupar Mello, mas achou melhor deixar Near em paz. Iria dar tempo, no que quer que seja que Near queria falar, apesar de estar morrendo de curiosidade.

“— Near... Tem certeza que o melhor plano é eu dar em cima daquele... ‘Cara’ ? ” – perguntou Mello.

“— Sim. ”

“— Não tem ciúmes? ”

“— Deveria ter? ”

“— Não, sabe muito bem que eu só amo a você. ”

“— Por isso confio em você. ”

Near aproximou mais de Mello, levando sua mão para a cabeça deste, puxando-o e dando um beijo suave. Separaram em instantes, sorrindo. Mas suas bocas precisavam de mais. Novamente se beijaram, só que dessa vez com mais intensidade, explorando a boca uma do outro com suas línguas.

“— Eu te amo... Nate. ”

Um arrepio subiu pela espinha de Near. Ouvir seu real nome, com aquele tom de voz rouco no qual Mello o pronunciou, fez perder a razão por uns segundos, puxando novamente Mello para um beijo.

“— Mello... Saiba que sua voz fica linda quando está se segurando para não gemer... ” – comentou Near, lembrando do caso do banheiro do avião.

“— Malvado... Mas saiba de uma coisa, a partir de hoje, quem vai gemer daquele jeito será você. ” – sussurrou Mello, rouco no ouvido de Near, deixando seus lábios roçarem neste.

“— Hum... ” – um pequeno gemido foi a única resposta de Near.

Mello se inclina para beijar Near novamente, mas recua ao escutar a porta se abrindo. Gevanni entra no quarto, trazendo consigo, alguns pães doces e uma barra de chocolate. Deixou o prato com isso do lado de Near. Voltou a sentar-se na cadeira em frente a mesa comendo o que tinha trazido para si.

Mello olhou para a bandeja ao lado de Near, olhando fixamente para o chocolate.

“— Chocolate... Isso é malvadeza comigo... ” – Mello falou meio tristonho.

“— Desculpe-me Mello, esta não foi minha intenção. ” – desculpa-se Gevanni.

Mello levanta-se do lugar meio magoado. Ainda não tinha recuperado-se do seu vicio por chocolate, sempre que via um, ficava deprimido. Andou um pouco pelo lugar, e sentou-se no sofá, ligando em seguida uma enorme TV de plasma a frente. Tentando fazer de tudo para esquecer o maldito chocolate.

“— Mello... ” – Near o chamou.

“— O que foi? ” – respondeu friamente.

“— Nada. ”

Near achou melhor não falar nada. Seria realmente melhor se Mello ficasse quieto, assim esqueceria do seu antigo vicio por chocolates. Olhou para a barra, e depois para Mello. Se abrisse essa barra, o cheiro do chocolate iria deixar Mello mais irritado ainda.

“— Vou dar uma volta. ” – falou Near, pegando a barra e levantando-se.

Near saiu do quarto, andando pelos corredores do luxuoso hotel. Avistou ao longe uma garotinha correndo, se aproximou desta e lhe deu o chocolate. A garotinha ficou extremamente feliz, saindo saltitando com o chocolate na mão, indo mostrar para sua mãe. Esta agradeceu Near e entrou com sua filha para um dos quartos.

Foi para o primeiro andar, avistando Matt, que falava animadamente com a recepcionista. Seu futuro almoço. Matt olhou Near, sorrindo para ele em seguida e voltando sua atenção a garota.

“— Vai demorar muito para você sair? ” – pergunta Matt, para a garota.

“— Não... Em uma hora estou livre. ”

“— Que bom, em uma hora eu passo aqui. Certo? ”

“— Claro. ” – a garota sorria, analisando Matt da cabeça aos pés.

Matt se afasta da recepção indo para aonde Near estava.

“— O que aconteceu? ” – pergunta Matt.

“— Nada, só passeando. ”

“— Bem... Se for só isso, vou indo. ” – o ruivo deu um longo suspiro.

Near ficou a ver Matt saindo do hotel, em pouco tempo decidi voltar para o quarto. Tinha muitas coisas a fazer antes de do plano ser posto em pratica. Não tinha como ficar passeando. Estava decidido a ajudar Mello, já que este o ajudou dando sua própria vida para que pegasse o Kira... E nunca teve a oportunidade de agradecer. Ainda iria agradecer a Mello de uma forma que este nunca esqueceria. Só teria que calcular tudo certinho...

CONTINUA

(28/10/08)

Notas finais
Heya~ Agradeço por terem lido e ficaria contente se deixassem um comentário sobre o que acharam! Eu estou fazendo commissions de fanfics, se tiverem interesse deem uma olhadinha~ Commission de Fanfics — Tabela de preços: > 1.000 palavras -> 20 reais > 2.000 palavras -> 25 reais > 3.000 palavras -> 30 reais > Acima de 4.000 palavras negociar sobre preço. > Observação: A quantidade de palavras pode ser alterada para finalização da história, sem custos adicionais. Ex: 1000 palavras virar 1100 palavras. — Qual gênero é permito? > Ação; Amizade; Angust; Aventura; Comédia; Crossover; Darkfic; Death Fic; Drama; Ecchi; Ficção Científica; Furry; Humor; Humor Negro; Lemon; Paródia; Poesia; Romance; Shoujo-ai, Shounen-ai; Songfic; Suspense; Terror; Tragédia; Universo Alternativo e Yaoi. > Basicamente todos, no entanto conteúdo adulto +18 apenas no gênero Boys Love/Yaoi. > Conteúdo adulto não pode ser comissionado por pessoas menores de 18 anos. — A fanfic após finalizada será postada no Nyah e Spirit. Caso queira que esta seja de teor pessoal, será cobrado 10 reais a mais do total, até 3.000 palavras. Após isso negociar sobre. — O prazo para a entrega da fanfic (até 3.000 palavras) será de até dois dias úteis. Acima de 4.000 palavras negociar sobre prazos. — O pagamento será realizado no ato do pedido, via Paypal, da preferência do cliente. Para pedidos acima de 4.000 palavras, pode haver dois parcelamentos. — Será conversado a respeito da commission apenas por Twitter: @Toynako.