Notas iniciais
Notas finais do capítulo foram atualizadas (2020) se puderem dar uma lida ao terminar, agradeceria!

Título: Choco Bloody

Autora: Toynako

Anime: Death Note

Casal: Near x Mello / Gevanni x Matt

Classificação: +18

Gênero: Yaoi / Lemon

Criada em: 08/09/08

—–x.I.x––

—Choco Bloody-

—Chocolate Sangrento-

“— Matt... ”

O ruivo tentava dormir, mas alguém insistia em acorda-lo.

“— Matt. ” – soara a voz cada vez mais raivosa.

“— ... Mais dois minutinhos... ” – pediu Matt.

Mello se afasta de Matt com raiva. Faz dois dias que haviam chegado nos Estados Unidos, mas Matt parecia que não tinha animo para nada. Parecia até que tinha parado de se alimentar.

Isso já estava começando a preocupar Mello. Já que Matt era sempre animado, sorridente e principalmente, um pouco esfomeado. Mas esse ser que insistia em dormir mais, não parecia nem um pouco com seu amigo.

“— Vamos Matt... Acorde. ” – pediu Mello, sentando-se na cama.

Iria tentar descobrir o que estava acontecendo naquela cabecinha ruiva, de uma vez por todas. Mas iria com calma.

“— Já é hora de acordar...? ” – pergunta Matt, abrindo lentamente os olhos.

“— Sim. Você não está com fome? ”

“— Fome... Não. ” – responde voltando a fechar os olhos.

Isso estava realmente começando a preocupar Mello.

“— Você não pode ficar sem comer. ” – comentou Mello.

“— ... Mas tudo tem o mesmo gosto... ”

“— Como? ”

“— Deixa para lá... Apenas me deixe dormir. ”

“— Mas... ”

“— Por favor... ” – pediu.

Mello deu um longo suspiro, dando-se por vencido. Saiu lentamente do quarto, ainda relutante em deixar Mello dormir mais.

Entrou na sala, vendo Gevanni com uma camisa com de mangas curtas, pois estava uma noite um tanto quente. Este estava tentando fazer alguma comida na cozinha.

Haviam saído daquele hotel. Decidiram alugar um apartamento mais próximo do local aonde a ‘vitima’, ou melhor dizendo, aonde Cain trabalhava. Poderiam assim ter mais liberdade também, já que cada um possuía um quarto.

Mello sentou-se no sofá meio alheio a tudo, ainda estava pensando no que teria acontecido com seu amigo.

“— O que houve? ” – pergunta Near, sentando-se ao lado.

“— Nada. ”

“— Está mentindo. ”

“— Virou adivinho agora é? ” – acabou por descontar sua frustração em Near.

“— Não. Eu apenas o conheço bem. ” – respondeu o outro friamente.

“— ... ”

“— E então, o que aconteceu? ”

“— Matt está estranho. ”

“— Notei. Mas acho que deve ser passageiro. ” – comenta Near.

“— Mas ele não está se alimentando... ”

“— Desculpe me intrometer. ” – fala Gevanni, chegando mais perto dos dois “— Eu escutei um pedaço da conversa... O Matt não está bem? ”

“— Não. Aquele maluco não quer comer. ” – responde Mello.

“— E isso é muito ruim? ” – pergunta novamente Gevanni.

“— Bem... Eu não sei direito o que pode acontecer se ficarmos sem comer... ”

“— ... ” – Gevanni fica mudo, voltando a fazer a janta.

“— Interessante... ” – comenta baixinho Near, olhando Gevanni se afastar.

“— O que? ” – pergunta Mello.

“— ... Nada. ”

“— Já sei! ” – exclama Mello, levantando-se e tomando a atenção de todos “— Vamos comprar um jogo novo para ele. ”

“ De onde ele tirou essa ideia...? Isso deve ser falta de chocolate... ” – pensa Near suspirando.

“— Vamos Near, ainda é cedo. ”

“— Vamos aonde? ” – pergunta Near.

“— Comprar um jogo novo para ele. ” – responde Mello todo animado.

“— E por que eu tenho que ir junto...? ”

“— Por que eu não sei escolher isso direito, e se o Matt não gostar, eu posso dizer que foi você quem escolheu. ” – fala Mello, rindo baixo.

“— ... ” – Near não achou a idéia boa.

“— Além do mais... ” – Mello aproxima-se de Near, sussurrando em seu ouvido “— Podemos ficar sozinhos um pouco... ” – sibilou maliciosamente.

Agora sim Near achou a idéia boa. Lentamente empurrou Mello, concordando com a cabeça, um pouco corado.

“— Gevanni, diminui a quantidade de comida. ” – fala Mello, aproximando-se deste.

“— Como? ”

“— Eu e Near vamos sair, comprar algo para ver se anima o Matt. Aproveitamos e almoçamos fora. ” – explica.

“— Oh, claro. Comecei a preparar tudo há pouco tempo mesmo. ”

Mello e Near saem do apartamento. Saindo do lugar, Near da de cara com a garotinha que há uns dias atrás, dera um chocolate.

“— Weeee! Oi moço. ” – gritou a garota loirinha, correndo em direção a Near.

“— O-Oi... ” – falou meio tímido.

“— Moço, moço, tem mais chocolate? ” – falou a garotinha, agarrando-se a camisa de Near.

Mello olhava tudo aquilo achando a cena realmente cômica. Apenas de estar com um pouco de raiva, só por ter escutado a palavra ‘chocolate’.

“— Não... ” – respondeu Near.

“— Nhaaa... ” – a garotinha fez uma carinha triste, olhando para o lado “— Moço... Ela é sua namorada? ” – pergunta a garotinha, apontando para Mello.

“ ‘Ela’... ‘Namorada’... ” – pensou Mello, já querendo estrangular a pirralha “— Não. Sou. Uma. Mulher... ”

A garota olhou... Olhou... Mas mesmo assim ainda o achava uma mulher.

“— É uma mulher sim, você tem cabelo grande e loiro que nem o da mamãe. ” – argumentou a garotinha.

À vontade de Mello era de matar a garota. Mas respirou fundo, afinal a garota devia ter no máximo uns sete anos. E ficar discutindo com crianças era idiotice demais.

“— Filha! ” – uma mulher loira aparece no local.

“— Mamãe, fala para essa moça que ela é uma garota. ” – fala a garotinha, correndo até a mãe e apontando para Mello.

A mulher olha para a filha, olhando logo em seguida para a ‘garota’ que a filha falara. Olhou Mello de cima a baixo, sorrindo sensualmente, não conseguindo depois tirar os olhos dele.

“— Nossa... ” – sussurrou a mulher, mas todos puderam entender “— Filhinha... Não é uma mulher... É só um homem muito lindo.” – falou a mulher.

“— ... ” – Mello e Near ficaram mudos.

“— Mas mamãe... ”

“— Nada de mais. ” – a mulher largou a filha e se aproximou de Mello “— Meu nome é Natasha, sou viúva... Prazer em conhece-lo. ”

“— Prazer... ” – respondeu Mello.

“— Vejo que seremos vizinhos por um tempo... Qualquer coisa que precisar... Venha me ver... ” – falou sensualmente.

“— Cla-Claro... ” – falou Mello, olhando logo em seguida para Near.

“— Bem... Agora temos que ir, já é hora dessa garotinha ir dormir. ” – fala Natasha voltando a onde tinha deixado a filha e segurando a mão desta “— Vamos Ana, despeça-se do moço bonito. ” – fala para a garota.

“—Tchau, me traz um chocolate da próxima vez? ” – pergunta a garota, olhando Near.

“— Certo... ”

A Mulher e a garota entram no apartamento à frente do que a turma estava ficando por um tempo. Após a mulher entrar, Near olha para Mello, com uma cara de poucos amigos.

“— Não tenho culpa se sou gostoso... ” – comenta Mello, já andando pelos corredores.

“— Sim... É mesmo muito ‘linda’... ”

“— Ora seu! ”

“— ... ”

“— Bem... Melhor irmos logo procurar algo para o Matt... Por algum motivo estou com o mau pressentimento... ” – comenta Mello, deixando a raiva de lado.

—X—

De volta ao apartamento. Depois de quase uma hora, Matt ainda estava deitado. Nem ele sabia o que estava acontecendo consigo. Mas não tinha animo para nada. A única vontade que possuía era de ficar deitado naquela cama.

Mas um cheiro o fez acordar um pouco. Cheiro de comida. Alguém devia estar fazendo a janta.

“ Com certeza não é o Near... ” – pensou Matt, rindo logo em seguida, pensando em como seria estranho ver Near cozinhando.

Decidiu então sair da cama. Iria pelo menos forçar-se a comer algo... Nem que tivesse que pedir um pouco de sangue a Mello. Já que não estava com animo para caçar.

Saiu do quarto, reparando que Near e Mello não estavam ali.

“— Cadê os outros dois? ” – pergunta Matt, aproximando-se de Gevanni.

Gevanni ainda estava terminando de a fazer a comida, faltava apenas uma salada cujo estava cortando-a agora. Olhou rapidamente para Matt, que se aproximava lentamente. Não sabia se devia fazer segredo sobre aonde Mello e Near tinham ido. Mas optou por faze-lo.

“— Foram passear. ” – respondeu, voltando sua atenção a um tomate que iria cortar.

“— Certo...” – falou meio desanimado.

Se Mello não estava ali, teria que ficar com fome. Realmente não queria ir caçar. Estava enjoado do gosto de sangue... Tudo era a mesma coisa, fora o de Mello, o resto era banal.

“— O que está fazendo...? ” – pergunta Matt, querendo puxar assunto.

Aproximou-se mais de Gevanni, colando-se as suas costas, olhando por cima de seus ombros para ver o que este estava a fazer.

Tudo foi tão repentino para Gevanni que sem querer acaba por cortar a lateral de seu dedo indicador com a faca. Leva rapidamente sua outra mão ao ferimento, segurando-o. Mas o corte foi um pouco fundo e o sangue não parava de sair.

Matt fecha seus olhos, sentindo um doce aroma no ar. Como era doce, não sabia explicar o porque. Aquele sangue, estava turvando seus sentidos. Sentiu fome. E muita, já que há tempos estava sem se alimentar.

Abriu os olhos, vendo a mão de Gevanni tampar a ferida, como se quisesse estancar o sangue. Afastou-se desse, virando-o logo em seguida.

Gevanni se arrepiou todo, ao ver nos olhos de Matt, um brilho predador. Deixando aqueles olhos com uma coloração avermelhada.

Matt segurou as mãos de Gevanni, levando a que não tinha sido cortada a boca, limpando-a com lânguidas lambidas. Um choque passou pelo seu corpo. Como podia um sangue ser tão saboroso? Não estava conseguindo pensar mais direito.

Após a mão estar toda limpa, olha com luxuria para a outra, vendo o sangue começar a escorrer pelo braço de Gevanni. Segura a mão cujo estava cortada. Levando sua boca ao braço. Ora lambendo ora sugando levemente este, limpando o sangue que escorria, subindo lentamente até encontrar o que queria.

Gevanni estava em choque. Matt lambia-o de uma forma que parecia um felino. Aquela noite quente, por algum motivo ficara mais quente ainda. Mas apesar de tudo, não conseguia afasta-lo. Ou realmente não quisesse fazer isso.

“— Matt... ” – sussurrou rouco Gevanni, quando Matt chaga enfim no corte do dedo, dando pequenas lambidas em cima do corte.

Matt nem escutara seu nome ser pronunciado pelo outro. Estava preso no sabor daquele sangue. Levou o dedo inteiro de Gevanni a boca, sugando-o, e passando sua língua ao redor deste.

“— Hum... ” – um gemido baixo foge da boca de Gevanni.

Aquele arrepio passou novamente pela coluna de Matt. Antes não havia escutado seu nome ser pronunciado, mas seus sentidos capturaram com perfeição o gemido baixo dado pelo outro. Sugou com mais força, arrancando outro gemido de Gevanni. Matt lentamente tira o dedo da boca, olhando para o local da ferida, vendo que esta já parava de sangrar.

Seus olhos foram subindo, passando pelo corpo do outro, parado no pescoço deste. Aproximou-se mais, prensando Gevanni contra a pia, inclinando-se em direção daquele tentador lugar. Olhou bem o local, respirando profundamente em seguida, sentindo um doce cheiro turvar mais ainda seus sentidos.

Gevanni estava totalmente vermelho. Não sabia ao certo o que Matt estava fazendo, mas decidiu não questiona-lo. Pelo menos não agora. Levou timidamente suas mãos ao ombro do ruivo, apertando-o suavemente.

“— Eu... Posso...? ” – perguntou roucamente Matt.

Agora sim, Gevanni sabia o que Matt queria. Sentia vários beijos em seu pescoço, assim como algumas atrevidas lambidas, que o deixavam ofegante... Querendo mais.

“— Pode... ” – consentiu Gevanni.

Matt abre um belo sorriso ente a entrega do outro, beijando logo em seguida com mais fervor, sentindo o pulsar frenético da veia ali presente. Não resistiu por muito tempo, mordeu com volúpia o pescoço de Gevanni.

“— Ma-Matt...Hum... ” – gemeu Gevanni, sentindo seu corpo elétrico.

Matt simplesmente estava encantado com o sabor que possuía aquele sangue. Aquele sangue que escorria pela sua garganta era tão diferente dos demais. Possuía um gosto único, passava uma sensação cálida, e muito excitante. Suas mãos moveram-se quase que sozinhas para a cintura de Gevanni, apertando-a, puxando-o mais para si.

“— Mais... ” – gemeu novamente Gevanni, levando suas mãos a cabeça de Matt, empurrando-a mais contra seu pescoço.

O contato assim tão direto com o corpo de Matt o estava deixando louco. Não conseguia pensar em nada, apenas tinha se entregado a esse estranho prazer que estava sentindo nos braços de Matt.

Após algum tempo, Matt afasta-se ofegante. Sentia-se satisfeito. Olhou para o rosto de Gevanni, vendo este de olhos fechados e levemente corado. Seus olhos fixaram-se nos lábios deste. Seu corpo clamava para senti-los, provar sua macieza. Ainda aturdido pelo sangue deste, não pensou em nada, apenas seguiu um instinto selvagem que se apoderou de seu ser.

Antes que Gevanni pudesse se recuperar de tudo, sente seus lábios serem roubados por Matt. De imediato, abriu os olhos em puro espanto. Mas com o tempo, foi correspondendo aos poucos o beijo dado por Matt. Estava surpreso em descobrir o quão bem Matt podia beijar, tanto que já tinha perdido completamente suas ações, correspondendo com mais fervor o beijo dado pelo outro.

Os dois se separam após um longo tempo, quando realmente o ar era necessário. Matt abre seus olhos, que nem notara quando os fechou, olhando fixamente aquela boca, que agora estava vermelha. Foi nesse momento que algo veio em mente.

“ Que diabos eu estou fazendo!? ” – questionou-se em pensamento.

Afastou-se bruscamente de Gevanni, com seus pensamentos em conflitos.

“ Eu... Eu... Um homem... ” – pensava alarmado, dando passos para trás.

Gevanni estranha o repentino afastamento e abre seus olhos. Observa um confuso Matt a olhar-lhe como se tivesse feito o pior dos pecados.

“— Matt...? ” – chama pelo outro.

“— Eu... Eu... ”

Matt realmente não sabia o que tinha acontecido com ele. Até podia deixar passar o fato de ter mordido um homem... Mas beija-lo, isso já é demais!

Gevanni se afasta da pia, dando um suspiro que era uma mistura de tristeza e frustração. Tinha pensando que ele e Matt iriam... Bem, o que tinha pensado agora não servia para nada.

“— Gevanni... ”

“— Calma... ”

O olhar que vinha de Matt fazia Gevanni cada vez mais culpado. Mas já que o Matt não tinha feito isso por que quis, Gevanni iria então amenizar as coisas, para o ruivo não ficar se culpando.

“— O Mello me disse que não estava se alimentando bem... Isso era verdade? ”

“— Era... ”

“— Então você deve ter ficado com muita fome. E atacou a primeira pessoa que viu, no caso, eu. ” – tenta argumentar.

“— Mas... ”

“— A culpa é mais minha, se eu tivesse prestando mais a atenção e não me cortado, você não teria feito nada disso.”

“— Me desculpe... ” – fala Matt, correndo pelo apartamento e saindo deste.

“— Matt... ” – fala baixinho o nome do outro, vendo-o sair do local.

—X—

Horas mais tarde, Mello e Near voltam. Assim que entram no apartamento Mello sente um cheiro estranho no ar.

“ Sangue? ” – pensa Mello, adentrando mais o local.

Near estava exausto, foi direto para o quarto no qual estava dormindo. A noite parecia ter sido ‘boa’.

“— Cadê o Matt? ” – pergunta Mello para Gevanni, que estava a ver TV na sala.

“— Saiu. ” – responde meio tristonho o outro.

“— Mas... Eu estou sentindo um cheiro de sangue... ”

“— Ah... Eu me cortei quando estava a fazer uma salada. ”

“— Entendi, o Matt deve ter sentido o cheiro e ter ficado com fome. ”

“— Exatamente isso... ”

“— Bem, se ele saiu para caçar, então é sinal de que já está melhor. ” – fala Mello sorridente.

“— ...Vou dormir. ” – comenta Gevanni, se levantando do sofá e rumando para seu quarto.

“ Não saiu para caçar... Ele deve ter se alimentado de Gevanni... Ele está com o cheiro do Matt. ” – pensou Mello, sentando-se no sofá.

—X—

Já era de madrugada quando Mello escuta a porta do apartamento sendo aberta. Olhou para esta, vendo Matt com uma cara meio abatida.

“— Matt, tenho algo para você ” – comenta Mello, sentado no sofá.

“— Ah... Certo... ”

Matt anda meio desanimado até o lugar onde Mello estava, sentando-se ao lado deste.

“— Toma. ” – fala Mello, entregando um pacote.

“— O que é isso? ”

“— Abre. ”

Matt cuidadosamente começa a abrir o embrulho, olhando o que tinha ganhado. Sorriu.

“— Legal! Esse eu não tinha. ”

“— Que bom. ”

“— Obrigado. ”

O ruivo levanta-se do lugar às pressas, pegando de cima da mesa, seu Game Boy. Voltando logo em seguida para o lado de Mello.

“— Vou testar. ” – comenta Matt, radiante.

Minutos se passaram o ruivo continuava a jogar. Realmente tinha gostado do jogo novo. Mas algo veio a sua mente que o fez salvar e desligar o videogame.

“— Mello... ”

“— Oi? ”

O loiro estava a ver TV, mas deixa no a deixa no mudo, dar ouvidos a seu amigo. Sabia que tinha algo no qual Matt queria muito falar. Sabia que este estava passando por algum problema. E o tentaria ajudar de todas as maneiras.

“— Que gosto tem o sangue do Near? ”

“— Como? ” – Mello esperava por quase tudo, menos essa pergunta.

“— Que gosto tem? ” – perguntou novamente.

“— É doce... Doce como chocolate... ” – respondeu Mello, lembrando-se do sabor do outro.

“— Doce... Mas quando você morde outra pessoa, o sangue tem o mesmo gosto? ”

“— Pensando agora... Realmente, só o sangue do Near tem esse sabor...”

“— Mas por que só o dele? ”

“— Não sei... Talvez por que eu o... Amo... ” – comentou Mello, levemente corado.

“— Mas... Não tem como isso acontecer comigo... ” – sussurrou Matt.

“— Como? ” – Mello não conseguiu escutar o que o ruivo falara.

“ Será que eu...? ” – pensou Matt, ignorando a fala de Mello.

“— Matt? ”

“ Só tem um jeito de ter certeza... ” – o ruivo pensou novamente, ignorando Mello.

“— Hei! ” – Mello ficou com raiva e gritou.

“— Ops, desculpe Mello. ”

“— ... Ainda é cedo, quer ir algum lugar para dançar? ” – convidou, já se levantando.

“— Não, prefiro ver Tv. ”

“— ... Você quem sabe.” – comentou Mello, já saindo do lugar.

Matt ficou lá, naquele mesmo lugar. Pensando no que o loiro tinha falado para ele. Se o sangue do Near tinha um gosto diferente, por este estar amando ele. Então estava amando Gevanni e nem sabia disso? Isso era impossível.

Só se fosse ao contrario... Se Gevanni o amasse, talvez este amor estava dando um toque diferente ao sangue deste. Matt não sabia mais o que pensar, tinha que tirar isso a limpo.

Levantou-se lentamente do sofá, ainda com receios do que iria fazer. Rumou para o seu próprio quarto, pegando rapidamente dois grandes pedaços de pano que tinha dentro do armário, indo logo em seguida para quarto no qual Gevanni estava dormindo.

A única chance de desistir dessa ideia era se a porta estivesse trancada. A sua mão tremula foi de encontro à maçaneta da porta. Estava aberta. Um frio passou por sua espinha, enquanto adentrava no lugar lentamente.

O local estava todo escuro, mas graças a suas habilidades vampíricas, podia ver o lugar perfeitamente. Seus olhos fixaram-se em um ser que repousava em cima da cama. Lentamente se aproximou deste.

Gevanni se remexeu na cama, fazendo Matt parar estático no mesmo lugar. Aquela noite realmente estava quente, e Gevanni decidira dormir sem camisa. Quase como enfeitiçado, o ruivo se aproximou bem mais, ficando ao lado da cama deste.

“ Só tem um jeito de tirar tudo a limpo... ” – pensou, enquanto ajoelhava-se no chão.

Olhava minuciosamente o corpo de Gevanni. Sentia o seu próprio corpo chamando pelo outro. Isso era impossível... Não que tivesse algo contra a união de dois homens, já que ajudara de todas as formas seu amigo se ajeitar com Near.

Mas o fato era que nunca pensou que poderia vir algum dia, a gostar de um. Sempre brincou com Mello, mas era só provocação, o loiro sabia disso.

“— ... Quem... Quem está ai? ” – falou meio assustado Gevanni, acordando de seu leve sono.

“— ... ”

“— Matt? ” – perguntou incrédulo.

“— Eu... ”

“— Necessita de algo? ”

“— Sim... De uma resposta. ”

“— Como? ” – perguntou Gevanni, sentando-se na cama “— Se eu puder ajudar...”

“— Sim... Me perdoe pelo que vou fazer. ”

O ruivo simplesmente atacou os lábios de Gevanni, em um beijo selvagem. Prensando-o na cama, deitando por cima deste. Não queria escutar qualquer palavra ou reclamação vinda do outro.

Aproveitando pelo fato de Gevanni estar completamente sem reações, perdido pelo beijo que recebia. Pegou um dos panos no qual tinha pegado em seu quarto, e prendeu as mãos deste juntas a cima de sua cabeça, na cabeceira da cama.

“— Co-Como? ” – perguntou sem ar Gevanni, assim que notou suas mãos amarradas “— Me solt-nnnhumm ” – não conseguiu terminar sua frase, pois Matt pegara o outro mano e o amordaçou.

“— Desculpe... Mas terá que ficar assim até que eu realmente me entenda. ” – comentou Matt, olhando a cara assustada de Gevanni “— Não se preocupe... Não vou machuca-lo ”

Gevanni se acalmou mais, sabia que Matt não o machucaria, só restaria então confiar neste. Só não sabia direito, como que amarra-lo na cama poderia ajuda-lo...

“— Me desculpe... ” – pediu novamente Matt.

Os lábios do ruivo foram agora para o pescoço do outro, beijando e lambendo a pele. Saboreando o gosto que esta possuía. Suas mãos deslizavam sem parar pelo corpo do outro, apertando-a levemente.

Gevanni estava já ansioso, queria sentir novamente o prazer de ter as presas de Matt dentro de si, mas para sua frustração, parecia que este não estava querendo alimentar-se no momento.

“— Nunca reparei antes... Mas você tem um corpo lindo... ” – comentou Matt, descendo seus beijos, distribuindo-os pelo peito do outro.

“ Lindo...? ” – pensou Gevanni, olhando curioso as reações do ruivo.

Os lábios de Matt passavam por todo o peito, começando a arrancar pequenos gemidos que eram abafados pelo pano na boca de Gevanni. Saboreava aquela pele abaixo de si com total deleite, ora mordendo-a ora lambendo-a.

“ Matt... Por... Que...? ” – pensou novamente Gevanni, entregando-se aos prazeres, fechando seus olhos.

Um sorriso malicioso surgiu no rosto de Matt. Ainda não sabia o que o encantava tanto naquele ser... Sentia-se excitado apenas ao beijar o corpo deste, apenas em sentir o calor que Gevanni emanava.

“— Você é bem sensível... Só um pouco e já está assim... ”

Provocantemente Matt passa a mão no membro do outro, ainda por cima das calças. Sentindo ali um volume que o fez sentir um arrepio na espinha, assim como uma corrente de prazer espalhar-se pelo seu corpo. Não tinha como negar. Desejava-o.

“— Será que você quer mais...? ” – perguntou maldosamente, massageando um pouco mais forte o local.

“— Nhhunanhunmm” – Gevanni tentou falar algo, o pano em sua boca não deixava.

“— Tenho medo que isso tenha sido um não... ” – comentou meio triste.

“ Eu quero! Por favor... Não pare! ” – pensava Gevanni.

“— Desculpe, mas mesmo que tenha sido uma negação... Não posso parar... Não consigo parar... ” – sussurrou abaixando-se mais, depositando suaves beijos o abdômen do outro, descendo cada vez mais.

“ Eu vou mesmo fazer isso!? ” – pensou Matt, olhando para o feche da calça de Gevanni.

Em um misto de curiosidade e negação, o ruivo se decide. Abriu com um certo receio o feche da calça, abaixando esta logo em seguida. Só faltava mais aquela peça incomoda, mas era visível o tanto que Gevanni estava gostando de seus toques, isso deu um certo incentivo para o ruivo, que abaixou rapidamente a cueca deste.

“ Ele vai...!? ” – pensou Gevanni, extremamente vermelho.

“— Nossa... ” – comentou Matt, passando o seu dedo indicador no membro do outro “ Qual será o sabor disso? ” – pensou em seguida.

Docemente envolveu sua mão no membro de Gevanni, fazendo um lento movimento. Não sabia se olhava aquela região, que o estava fascinando, ou se perdia na expressão de puro deleite que o outro estava fazendo.

“ Mais... ” – pensava Gevanni, enquanto seus gemidos eram abafados pela mordaça.

“— Essa expressão... ” – o ruivo comentou quase em um gemido “— Eu não aguento... ”

Sua outra mão simplesmente rasgou com suas unhas, o pano na boca de Gevanni. Feito isso, nem um segundo se passou e Matt atacou novamente os lábios do outro. Mas o beijo diferente do outro, foi algo totalmente correspondido, tanto que até deixou o ruivo sem ações.

“— Matt... ” – gemeu o nome do outro.

“— ...! ” – o ruivo ficou mudo com medo da possível reação.

“— Por que parou...? ”

Aquele frio subiu de novo na espinha de Matt. Então o Gevanni não estava contra o que estava fazendo...?

“— Eu... ”

“— Por favor... Arrependa-se depois... Não me deixe assim agora... ” – pediu Gevanni, meio tímido.

“— Deixa-lo assim...? ”

“— ... ”

Matt então suspirou longamente, voltando a movimentar sua mão no membro de Gevanni, mas dessa vez mais rápido e forte. Agora que sabia que este estava na verdade adorando suas ações, não tinha o por que se conter. Nem queria.

“— Is-isso! Hum... ”

“— Então você quer mais... ” – o ruivo o provocou, lambendo os lábios do outro.

“— Sim... Sempre quis... ” – confessou.

“ ‘Sempre quis’... ” – pensou Matt.

“— Nem que... Seja só-hunmm por essa noite... Faça o que quiser... Comigo.... ”

Novamente o sorriso malicioso surge nos rosto de Matt. Que sem pensar duas vezes, abaixou-se rapidamente e tomou o membro do outro na boca.

“— Maaaatt!? Huuuum... ”

A boca do ruivo deslizava por toda a extensão, fazendo Gevanni simplesmente gritar de prazer. Ouvia os gemidos cada vez mais altos, e sabia que este não iria aguentar por muito mais tempo.

“— Ainda não.... ” – comentou maldosamente, parando o que estava a fazer.

“— Por... Por que...? ”

“— Eu não consigo mais controlar esse desejo que se apoderou de mim... Eu preciso ter você completamente... ” – explicou Matt, sentando-se na cama.

“— Se é... ” – Gevanni simplesmente perdeu a habilidade de falar ao ver Matt, despindo-se de sua calça e roupa de baixo “ Uau... Bem dotado... ” – pensou em seguida, achando um absurdo seu próprio pensamento.

“— Agora... Vamos ver... Acho que primeiro, tenho que te preparar... ” – comentou Matt.

“— Pre-Preparar...? ”

“— Sim... ”

Matt levou três dedos a sua boca, umedecendo-os bem. Após o ato, olhou com uma certa luxuria para o lugar no qual logo estaria.

“— Pode doer um pouco... ” – comentou Matt, adentrando no outro com dois dos dedos que levara a boca “ Como é quente... ” – pensou em seguida começando a move-los um pouco lento.

“— Humm-Ai... Ma-Matt... ”

“— Relaxe… ” – pediu, acrescentando outro dedo, movendo-os um pouco mais rápido.

Sabia muito bem que estava indo rápido demais, deveria ir com mais calma, principalmente para a primeira vez de Gevanni. Mas não estava mais aguentando, a cada gemido que saia da boca do outro, mais queria senti-lo por completo.

“— Vamos… Tente relaxar. ” – pediu novamente.

“— Eu... ” – pequenas lagrimas saiam dos olhos de Gevanni.

Isso não estava dando certo. Se Gevanni não estava relaxando para apenas três dedos, imagine o que aconteceria se continuasse...

“— Talvez eu deva parar... ” – comentou Matt.

“— Não! Tudo-Hum... Menos isso... ” – pediu, deixando mais lagrimas saírem dos olhos.

“— Gevanni... ”

Matt deitou por cima deste novamente, retirando seus dedos de onde estavam. Beijando-o em sua boca, como em uma tentativa de acalma-lo. Beijou logo em seguida a testa deste, sorrindo confiantemente.

Gevanni sabia que aquilo não passava de uma dor momentânea, mas mesmo assim não conseguia relaxar. Apesar de estar adorando todas as ações de Matt, sentia agora leves beijos em seu pescoço.

“— Hum... ” – gemeu, quando o ruivo lambeu prazerosamente aquela área.

“— Acho que sei o que fazer para você relaxar.. ” – comentou maliciosamente Matt, lambendo mais daquela área.

“— O-Oque...? ”

Sem avisos prévios, Matt simplesmente morde o pescoço de Gevanni, arrancando deste um gemido longo e prazeroso.

“— Ma-Mais... ” – pedia Gevanni, fazendo força para tentar soltar suas mãos.

O ruivo mordia levemente, com o único intuito de fazer o outro relaxar mais. Algo que estava conseguindo. Só de pensar que logo estaria dentro do outro, sentindo aquele calor, fazia-o quase perder a cabeça. Mas se controlaria... Por enquanto.

“— Gostou...? ” – pergunta maliciosamente Matt, com os lábios vermelhos do sangue do outro.

“— Sim... ” – respondeu em um gemido.

“— Agora... É a minha vez... ”

Gevanni ficou vermelho, virando o rosto para o lado. Nunca imaginou que alguma vez na sua vida estaria fazendo isso. Principalmente quando falaram para si que Matt havia morrido baleado. Tudo parecia um sonho.

Matt posicionou-se melhor entre as pernas de Gevanni, segurando em sua cintura para ter mais controle. Olhou pela ultima vez para o rosto do outro pensando se realmente isto era certo de se fazer.

“— Matt... ”

O gemido do outro o fez esquecer de tudo. Calmamente, forçou-se para dentro do outro. Iria com um pouco mais de calma dessa vez, iria aproveitar cada segundo.

“— Hum... Gevanni.... ” – gemeu rouco o nome do outro, enquanto não parava de pedir passagem dentro deste.

“— ...Hum...A-Ai... ”

“— Qua-Quase... Hum... Relaxe... ” – pedia o ruivo, controlando-se ao máximo para não ir com pressa.

Quando sentiu que Gevanni não aguentaria mais, parou um pouco, esperando este se acostumar. Estava maravilhado, em quão prazeroso era estar dentro do outro. Não conseguia se controlar muito, lentamente começou a se mover.

“— Hum... Espe-huuum-re ” – Gevanni mais gemia do que falava.

“— Não dá... ” – respondeu o ruivo, movendo-se mais rápido.

Gevanni não sabia mais o que fazer. Aquilo estava doendo, mas ao mesmo tempo estava lhe dando um prazer nunca antes experimentado. Sentia Matt indo cada vez mais rápido, e cada vez mais forte. Tentava de todas as formas soltar suas mãos, amarradas na cabeceira da cama. Queria muito abraçar o outro, apertar-lhe em seus braços.

“— Ma... Matt... ” – gemia o nome do outro.

“— Huum... ”

Consideravelmente a velocidade ia aumentado, e aquela dor incomoda em Gevanni ia desaparecendo. Em pouco tempo, estavam os dois gemendo como loucos em cima daquela cama, não estavam ligando para nada, nem para ninguém.

—X—

Mas no quarto ao lado. No qual Near ‘tentava’ dormir...

“ Por favor... Eu quero dormir... ” – pensava Near, remexendo-se na cama, escutando altos gemidos e gritos “— Por quanto tempo mais eles vão ficar nesses ‘Ai, ai, ai’ e a cama fazendo ‘Nhec, nhec, nhec’? ” – perguntava para si.

Mas pelas intensidades dos sons, sabia que aquilo não iria durar mais muito tempo. Era só torcer para eles não repetirem a dose.

“ Será que Mello e eu somos tão escandalosos assim...? ” – pensou, tentando ignorar os gritos vindos da parede ao lado.

Tinha que fazer algo, dormir estava praticamente impossível.

—X—

“— Maatt... Eu... Eu-Ahhnnn... ”

“— Eu sei o que... Huummm... Quer. ”

Uma das mãos de Matt desviou da cintura de Gevanni, indo para o membro deste, iniciando um frenético movimento de desce e sobe.

“— Isso...! ” – gritou.

Em poucos intentes depois Gevanni não aguenta mais, gozando na mão de Matt, melando seu abdômen.

“— Hum... Como você é delicioso... ” – comentou Matt maliciosamente, movendo-se mais rápido.

“— Ahnnnn... Maatt, vai fuuundo. ” – pediu, totalmente ofegante.

“— Sim... Ahhnmmhnm ”

O ruivo fez então o que o outro pedira, estocando-o forte e não aguentando e gozando em seguida. Movimentava-se lentamente, parando aos poucos por completo. Esperou mais alguns segundos, normalizando a sua respiração, e saiu de dentro do calor do outro. Deitou-se em seguida ao lado de Gevanni, olhando a face do outro que estava a seu ver, sublime.

“— Matt... ”

“— Desculpe, eu- ” – Matt ia fazer algo, mas fora interrompido por Gevanni.

“— Pare de se desculpar... Eu queria. ” – falou.

“— Mesmo assim eu- ” – o ruivo tentara falar novamente, mas de novo fora interrompido.

“— Deixe isso para depois... Por hora, vamos descansar... ” – pediu.

“— Sim... ”

“— Mas... Poderia fazer um favor antes? ”

“— Qual? ”

“— Me desamarre... ”

Matt então abriu os olhos espantado, tinha se esquecido completamente disso. Com um único movimento, corta o pano com suas unhas. Pegando em seguida, as mãos e massageando os pulsos, que estavam vermelhos.

“— Esta melhor? ” – pergunta meio sorridente.

“— Sim. ” – responde Gevanni, abraçando Matt.

“— ...? ”

“— Dorme aqui... Já vai amanhecer... ” – pediu manhoso, passando as mãos na costa do ruivo.

“— Não vai ter problemas para você...? ” – perguntou.

“— Se fui eu quem sugeriu, isso quer dizer que não vai ter. ”

“— Certo... ” – comentou Matt, aninhando-se ao peito do outro, sentindo o calor do abraço deste.

“ Será que ele achou a resposta que procurava...?” – pensou Gevanni, entregando-se ao sono em seguida.

—X—

Quando o dia já estava quase raiando, Mello adentra no apartamento, andando meio cambaleante de sono. Foi direto para seu quarto para dormir. Mas parou na porta ao ver Near dormindo em sua cama.

“— Near...? ” – perguntou, aproximando-se mais do garoto.

“— Me deixa em paz... ” – pediu, cobrindo sua cabeça.

“— O que aconteceu? ” – perguntou confuso.

“— Não parava de escutar ‘Ai, ai, ai’ e também tinha aqueles malditos 'Nhec, nhec, nhec’... ”

“— Como? ” – Mello ficara mais confuso ainda.

“— Isso não importa... Vem dormir... ” – comentou Near, levantando a coberta.

“— Já que é assim, com todo prazer. ” – falou, tirando as botas e jogando-se na cama.

“— Boa noite Mello. ” – comentou Near, aninhando-se em Mello, dormindo sem seguida.

“— Sim... Boa noite, nunca se esqueça que te amo. ” – surrou Mello, no ouvido de Near.

CONTINUA

(13/11/08)

Notas finais
Heya~ Agradeço por terem lido e ficaria contente se deixassem um comentário sobre o que acharam! Eu estou fazendo commissions de fanfics, se tiverem interesse deem uma olhadinha~ Commission de Fanfics — Tabela de preços: > 1.000 palavras -> 20 reais > 2.000 palavras -> 25 reais > 3.000 palavras -> 30 reais > Acima de 4.000 palavras negociar sobre preço. > Observação: A quantidade de palavras pode ser alterada para finalização da história, sem custos adicionais. Ex: 1000 palavras virar 1100 palavras. — Qual gênero é permito? > Ação; Amizade; Angust; Aventura; Comédia; Crossover; Darkfic; Death Fic; Drama; Ecchi; Ficção Científica; Furry; Humor; Humor Negro; Lemon; Paródia; Poesia; Romance; Shoujo-ai, Shounen-ai; Songfic; Suspense; Terror; Tragédia; Universo Alternativo e Yaoi. > Basicamente todos, no entanto conteúdo adulto +18 apenas no gênero Boys Love/Yaoi. > Conteúdo adulto não pode ser comissionado por pessoas menores de 18 anos. — A fanfic após finalizada será postada no Nyah e Spirit. Caso queira que esta seja de teor pessoal, será cobrado 10 reais a mais do total, até 3.000 palavras. Após isso negociar sobre. — O prazo para a entrega da fanfic (até 3.000 palavras) será de até dois dias úteis. Acima de 4.000 palavras negociar sobre prazos. — O pagamento será realizado no ato do pedido, via Paypal, da preferência do cliente. Para pedidos acima de 4.000 palavras, pode haver dois parcelamentos. — Será conversado a respeito da commission apenas por Twitter: @Toynako.