Notas iniciais
Oi gente!! Bom , eu tenho muitas explicações a dar. Como já tinha dito, meu note deu PT. Aí eu pedi pro meu irmão para postar. Mas é injusto né gente? Então, estou postando esse aqui depois de o quê? 1 mês? Eu tenho os capítulos 8 e 9 escritos no caderno. Quando der eu posto, ainda nessa semana. Gente eu quero me desculpar . Eu fiquei triste por não postar . Eu quero agradecer à tudo o que vocês dizem sobre essa história. Fiquem com esse capítulo . Até Mais!

Simon andava de um lado pro outro daquela cela em que estava preso à dias, pensativo e entediado. Os últimos acontecimento contribuíram para que o vampiro ficasse acordado remoendo os assuntos que afloravam em sua cabeça. Queria descobrir o porquê da mentira dos irmãos tanto quanto ansiava por sair dali.

Mesmo que pensasse repetidamente naquilo se ocupara também em descobrir o que os líderes dos povos do Submundo estavam fazendo. É claro que era uma tarefa extremamente difícil, mas Raphael ajudava vangloriando-se para Simon e contando seus passos quase sem querer.

Pelo que dizia Raphael, o único líder que ainda não havia se juntado aos demônios na guerra contra os nephilim era Lucian Graymark. Ele era líder dos lobisomens e já fora outrora Caçador de Sombras. As fadas e feiticeiros já haviam concordado em auxiliá-los e Simon temia pelos Caçadores de Sombras de Idris. Dessa vez o vampiro não sabia quem sairia vitorioso.

Mas ele não estava apenas acompanhando os passos dos Membros do Submundo. Raphael contava, alegre e desdenhoso, que os Caçadores de Sombras estavam pedindo reforços de todas as regiões do mundo para a grande batalha que estava por vir.

Neste meio tempo, Clary e Jonathan estavam se preparando para resgatar o vampiro. A família real esperava quieta os visitantes e os irmãos já haviam avisado que não estariam ali para a recepção. Eles pegaram lâminas serafim, água benta e suas espadas, claro. Afinal entrar em um covil de vampiros não era lá uma brincadeira muito segura. Saindo da casa silenciosamente os dois andaram até a cerca sem dizer nenhuma palavra.

– Quer ir correndo? — Jonathan perguntou.

– Pode ser. Assim vamos aquecendo para a luta.- Clary respondeu, guardando a espada que empunhava. Jonathan também o fez e logo ambos estavam correndo rapidamente no amplo espaço .

Ninguém falava nada, mas a cabeça de Clary gritava ordens e planos , várias estratégias para o resgate de Simon. Mas não era só isso e Clary não queria nem dar espaço para tais pensamentos. O dia anterior havia sido diferente de todos os outros, somente com a gentileza e companheirismo de Jace. Eles ainda não haviam se falado e Clary não ansiava por esse momento. Ela não saberia como agir novamente na frente dele. Mas, mesmo que esse pensamento preenchesse quase todo o cérebro da garota, havia também outro mais assustador : encontrar o fantasma do passado de sua família.

Aos poucos, quando voltou sua atenção para a paisagem viu que a mesma já dava sinais de mudança. Agora já se podia ver sinais de árvores aqui e ali e Clary não duvidava que se corressem mais um pouco já começariam a ver chaminés e fumaça. Assim aconteceu.

Ambos os irmãos reduziram a velocidade até começarem a andar juntos e no mesmo ritmo. Se esgueiraram nas árvores porque Clary falou para o irmãos que não queria usar seu poder da invisibilidade ali. Alegou que seria muito arriscado. Ele a compreendeu bem.

– E então, qual é o plano? — Clary sussurrou para Jonathan.

– O plano é o seguinte : os vampiros estarão dormindo e Raphael está fora. Sendo assim, entraremos com muita discrição para não sermos percebidos por ninguém. Qualquer coisa, você pode usar seu poder, mas só se quiser — frizou , vendo a irmã querendo protestar — , nós usaremos a runa do silêncio então acho que não será necessário. Já lá dentro , usaremos nossas espadas para matar os guardas que protegem as portas do salão. Não teremos outra escolha senão passar por aquele salão Clary. Entraremos lá e , claro, os vampiros acordarão e então lutaremos com eles. Não serão muitos, pois a maioria está no quartel dos demônios. Vamos tentar sair da luta sem nenhum machucado muito sério e então entramos no salão das celas, que fica logo atrás do salão principal. Localizamos Simon e o tiramos da cela. Sairemos do hotel rapidamente e correremos para fora da cidade.

– Mas e quando chegarmos na casa? Os convidados reais já estarão lá, disso tenho certeza. Como faremos? Sem falar que Simon pode não querer vir com a gente Jonathan! Sabe que nós mentimos nossa identidade. Agora nós somos Morgenstern para ele! Simon acha que nós não somos dignos de sua confiança!

– Clary, só de nos ver ali, lutando para tirá-lo dali, ele verá que somos sim, confiáveis. Simon é inteligente. Vai rever sua opinião sobre nós. Agora vamos andando que estamos aqui parados há algum tempo e pode parecer suspeito.

Os dois recomeçaram a andar e Clary observava a paisagem, atenta a tudo. O covil dos vampiros era o quarto e último daquela vila e eles teriam que andar bastante.

Aos poucos passaram por cada espaço dos Membros do Submundo. Todos estavam desabitados , menos os dos lobisomens. Logo, os irmãos já estavam frente a frente com o covil vampiresco. Havia dois vampiros na entrada , tirando um cochilo. Os irmãos trocaram um olhar e sorriram um para o outro. Pegaram duas facas e atiraram ao mesmo tempo,dando aos vampiros a chance de ver o último raiar do sol. As facas cravaram-se em ambos os corações dos guardas. Clary pegou a estela do cinto e desenhou a runa de silêncio em Jonathan. Sua mãe havia dito certa vez, que quando um parabatai aplicava a runa no outro, esta teria mais poder. Não sabia se era verdade, mas ela e Jonathan nunca haviam quebrado essa tradição. Quando terminou de desenhar, Jonathan fez o mesmo processo nela. Poucos segundos depois eles já estavam dentro do hotel.

Clary achou que os vampiros já estavam acordados por causa do barulho que os corpos dos vampiros mortos fizeram ao tocar o chão, mas não. Eles dormiam tranquilamente, todos amontoados e os guardas que guardavam a porta principal , Clary pôde perceber, cochilavam . Jonathan puxou sua espada do cinto e Clary também o fez. Segundos depois de terem matado os guardas, os vampiros já começaram a acordar e os mais rápidos já começaram a lutar com os irmãos.

Clary e Jonathan estavam um de costas para o outro, eliminando o mais eficiente que podiam os vampiros que os atacavam. Até agora estavam indo bem, mas Jonathan viu o corte profundo e doído que a irmã recebera. Jonathan também recebia um ou outro arranhão mas deu graças que não era nada tão sério assim. Logo os vampiros iam caindo e caindo , mortos pelas espadas dos irmãos Morgenstern e então logo não passaram de nada.

Com a luta acabada, os irmãos andaram desviando dos cormos de vampiros caídos inertes no chão. Ela estava enjoada mas tentava não demonstrar. Eles entraram no salão de celas e localizaram o cubículo em que Simon estava. Ele estava sentado no chão, abatido. Levantou os olhos para os irmãos e várias emoções lhe passaram no rosto, mas a mais protuberante foi a surpresa.

– Precisamos sair daqui e rápido Simon. Logo eles já saberão o que aconteceu aqui.- Clary disse, a voz chorosa. Queria abraçar o amigo e chorar mas não iria se permitir a fazer aquilo ali. — Quer nossa ajuda para sair?

– Por favor. As celas estão benzidas e bom não quero me queimar.- disse isso e levantou-se.

Jonathan já estava desenhando uma runa de abertura na porta da cela e segundos depois Simon estava fora dela. Os três saíram daquele salão e Simon viu todo o estrago que Jonathan e Clarissa haviam feito para salvá-lo.

Quando saíram do covil dos vampiros Simon, que tentava ignorar a sede, pediu se incomodaria a eles se ele fosse caçar algo. Os dois falaram que não e então ele correu para a floresta.

Já longe deles, Simon pensou em tudo o que havia acontecido para ele até ali. Agora ele podia sair dali e ficar livre, deixando os Morgenstern para trás. Mas pensou em todos os machucados e o estrago que haviam feito para livrá-lo da prisão. E então soube que já os havia perdoado havia muito tempo.

Clary e Jonathan avistaram Simon não muito tempo depois de ele ter saído. Quando os alcançou , os três começaram a andar em direção ao portão que limitava o espaço da vila. Chegando lá eles começaram a correr.

Passado algum tempo, Clary parou de correr. Simon e Jonathan pararam quase ao mesmo tempo e perguntaram se estava tudo bem com ela. Ela lhes mostrou o braço.

– Por que ainda não fez um iratze? — Simon perguntou.

– Perdemos a estela lá. Mas não dá nada. Eu aguento. Quanto mais rápido chegarmos lá mais rápido consertamos meu braço.

Recomeçaram a correr e dessa vez Clary não reduziu a velocidade. Chegando à cerca da casa, o trio parou de correr e começou a andar. Clary agradeceu, aliviada, mas mentalmente e logo chegaram à casa.

– Simon, a família real está hospedada aqui. Tenho certeza que disso você já sabe mas eles trouxeram uns parentes para ajudar na guerra.- Clary disse.

– E o que tem?

– Eles chegam hoje. Possivelmente já estão aqui.

– Ah, sem problemas .

Simon entrou na casa antes dos irmãos. Ele adorava visitas. Os irmãos ficaram para trás, conversando. Ambos estavam receosos com a chegada deles.

Entraram logo depois de Simon. Entraram os três juntos na sala. A primeira pessoa que os viu foi Isabelle, que soltou um ruído de surpresa. Vendo o olhar de espanto da irmã, Jace e Alec viraram o rosto, encarando os três , sem entender nada. Maryse e Rpobert interromperam a conversa com os visitantes e os encararam. Tessa e Will também olharam para eles. Os olhos de Tessa e os de Clary se encontraram e a morena recebeu um olhar frio da garota. esta, pronunciou o , em alto e bom som , o nome da mulher que outrora traíra sua mãe.

– Theresa Gray.- disse, fria.

Notas finais
E aí? O que acharam??? Hummm como será que a Tessa traiu a mãe da Clary? No próximo tudo será esclarecido. Gostaram do Simon e do Will aqui? E da Tess? Até maiss!!