Chewbacca Feelings

1 Lets say we take this town


Notas iniciais
Hey guys! Primeira fic do McFLY! Bom, primeira fic que eu posto né... Mas detalhes são detalhes. AAAH, espero que gostem e blábláblá. E comentem por favooooor. Enfim, parem de ler essa budega aqui e leiam essa aí debaixo. Beijos com queijo.

Laura's POV

Yay Yay, todo mundo é gay! Tá, nem todo mundo.

Pra Julie, o namorado dela não é gay. Por isso nós estamos indo pro fim do mundo visitá-lo. Ela é uma fracote e não consegue ir sozinha.

Ok.

Deixa eu explicar o que é “nós”.

Pela definição do dicionário (Meu dicionário, porque eu me chamo AURÉLIA), nós significa eu (Laura Starkey), menina fracote\\comprometida (Julie Manson), menina hiperativa-que-morre-pelo-Dougie-secretamente- mas-vocês-só-deveriam-saber-disso-depois (Duda Kozlowisk), menino bobão-com-a-voz-mais-linda-do-mundo \\ meu melhor amigo (Danny Jones) e o menino que faz minha melhor amiga sofrer porque ele é lindo sensação, top da balada (Dougie Poynter). É.
Agora deixa eu explicar Le situation entre Dougie Lee Poynter e Eduarda de Oliveira Kozlowisk. É.

Os dois já ficaram, se apaixonaram e blá blá blá Whiska Sachê blá blá blá. Tá. O grande problema é que o Sr. Dougie disse para ela a grande mentira (ou não) de que ele não conseguia ficar com apenas uma garota por muito tempo. Pois é caros amigos, isso quebrou o pequeno coração da minha Dudinha. Ela passou meses não querendo ver ele nem pintado com a bandeira da Inglaterra e eu e Danny ficamos lá no meio. E agora, eles vão viajar juntos a pedido de Julie, porque Dougie é seu primo fortão, valentão, baixinho e Top da balada.

E eu no meio. Literalmente.

Danny logo se safou, mas como eu sou lerda, tive que ficar entre os dois emburrados, tentando puxar assunto.
Depois de um tempo, eu desisti, porque os dois ficaram que nem mongóis respondendo com palavras monossilábicas. Se isso existe.

Mas, por esse motivo, eu comecei a falar com Julie e Danny, que estavam na frente do carro.

Depois de duas horas de viagem, porque, como eu disse antes, essa tal cidade era no fim del mundo, nós saímos do carro, e eu me joguei nos braços de Danny pois tinha preguiça até de me espriguiçar (?).

Dougie e Duda saíram do carro ainda emburrados, ambos com cara de tédio. Duda veio logo pra perto de mim e Danny, deixando um Dougie um pouco magoado para trás. C’est la vie, mon Amir (Ui, baixei a francesa).

Julie ia se encontrar para um almoço com o namorado, então praticamente nos largou em frente ao hotel, com muitas malas aos pés. Peguei minha bolsa e pedi pra Danny pegar a outra, pois ele precisava ficar fortinho, e me virei bem a tempo de ver um Dougie esperançoso oferecendo-se para carregar as (muitas) malas da Duda. Mas, esta, pegou todas elas com uma estranha determinação, e saiu andando, passando pela gente sem nem olhar.

Eu apenas dei de ombros, quando o Dougie olhou para mim. Mas eu estava super curiosa. Craro (Si, si, craro, craro) que eu saberia o porquê desse gelo depois. Bem, ela estava dando um super gelo nele e isso eu sabia, mas com aquela cara de cachorrinho abandonado, tinha certeza de que ela não resistiria. Acho que errei, né?

Nós entramos no hotel e demos de cara com o recepcionista, que tinha uma verruga no nariz. É.

– Boa tarde, o que desejam? – Ah, não sei, estamos num hotel com várias malas na mão e só queríamos saber se na cidade tem show do Bozo.

– Nós queríamos dois quartos de duas camas, se possível. – Eu falei, mantendo a calma, vendo que Danny estava prestes a rir da minha cara.

– Hm, me desculpe senhorita, mas estamos lotados. Só temos um quarto de duas camas de casal e um banheiro. Esse seria o bastante para a senhorita? — Ok, já não basta você ter uma verruga no nariz, ter feito teste pro show do Bozo, agora você vai me fazer dividir um banheiro com dois marmanjos? Segura minha bolsa, Danny, segura minha bolsa porque eu não consigo calar essa nega dentro de mim!

– Hm, acho que é o suficiente! — Poxa, Danny! Queria fazer minha cena digna de carnaval de Olinda. Falho meu momento, seu bobão.

Olhei para Danny enquanto ele pegava a chave e depois sorria, com seu olhar de mais bobão do mundo em cima de mim. Eu sorri de volta de lhe mandei a lingua e depois comecei a procurar a Duda, que tinha dado uma de Harry Potter e resolvido aparatar.

Enquanto os meninos iam levando parte das malas para a porta do elevador, encontrei-a sentada no sofá perto do restaurante do hotel. Vi que ela estava mal então me sentei a seu lado e simplesmente a abracei. Aquele abraço ursinho Pooh, bem fofinho.

– Aqui menina, já não falei pra tu não aparatar? Assim os comensais da morte vão nos achar e vão avisar pro Voldemort vir matar a gente. — Duda deu um sorrisinho minguado e eu voltei a abraçá-la, agora pensando em entrar no cursinho do Bozo com o cara verrugado (?) da recepção. — Agora vamos lá, melhora esse rostinho, porque eu não quero ter que apostar corrida com o Danny para tomar banho. — Eu disse, após ver Danny e Dougie acendando e apontando igual a dois babacas pra porta aberta do elevador, já cheio de malas.

Ela se levantou e nós seguimos pelo corredor, em direção ao (apertado) elevador. Eu entrei primeiro, ficando de frente para Danny, que já estava lá dentro, e Duda entrou depois, ficando de frente para Dougie. Putz, manquei feio agora.

Não querendo encarar nenhum dos dois, me encostei na "parede" do elevador, olhando para Danny. Meu Gandhi! Aonde ficava esse quarto afinal? Tava demorando o tempo de um unicórnio morrer pra chegar.

Depois de mais dois unicórnios mortos, chegamos no tal (maldito) andar. Sim, desculpa mãe. Tive que usar a palavra maldito. Porque bem na hora que fez o plin, plon, sei lá, do elevador, a "parede" em que eu estava encostada simplesmente se abriu e eu cai de lado no chão do corredor.

E o mais legal não foi o Danny e o Dougie rindo igual a dois palhacitos de mim. Legal, legal mesmo, foi a menina de uns sete anos que estava esperando o elevador com os pais e simplesmente começou a apontar pra minha cara e chorar de rir.

Eu me levantei rápido e os pais da menina devem ter achado que eu era uma mendiga louca de porre que iria bater na filhinha nojenta deles, porque a pegaram no colo rapidamente e levaram-na para bem longe de mim.

Depois de mandar o dedo para eles, do jeito mais infantil possível, eu me virei para Danny e Dougie, que ainda riam e dei um tapinha na cara de cada um.

– Isso não sai daqui, ok? Se não eu demito vocês do meu bordel, tão ouvindo? — Os dois prenderam o riso e concordaram com a cabeça. Isso mesmo, #dona do bordel power.

Os dois filhos do bozo (É, to cismada hoje) pegaram parte das malas e Duda, que antes estava toda muxoxa, passou por mim segurando o riso. Igual aos meninos.

Bom, pelo menos tinha feito ela rir.

Limpei minha calça e peguei os resto das malas, seguindo Danny e os outros para o final do corredor. Ao chegarmos lá, nos encontramos num dilema. Quer dizer, tinham duas portas ali, uma de frente para outra, e nenhuma tinha número. É, aquele era definitivamente o hotel dos palhacitos.

Danny, que estava na frente de todos, resolveu tentar abrir a porta da esquerda. Resultado? Mais um vexame vexaminoso (?).

Assim que Danny tentou passar a chave, a maçaneta girou e três meninos saíram de lá. Obviamente estranhando o que quatro patetas estavam fazendo em frente ao quarto deles.

Eu estava mais atrás e, como o espaço entre as duas portas era apertado, os meninos vieram para mais ou menos perto de onde eu estava (É. Pra perto de mim). E nossa hein, que pedaços de mal caminho. Um deles, o mais bonito na minha opinião, sorriu pra mim e fez a pergunta mais óbvia e esperada do momento. Eu expliquei a história enquanto Danny, que estava estranhamente carrancudo (Vovó feelings), abria a porta certa.

Acabou que eu e Duda passamos uns quinze minutos conversando com os garotos, até nossos fãs de carteirinha nos chamarem do quarto.

Nos despedimos dos meninos com beijinhos no rosto e entramos, bem na hora de ver os dois nos encarando como mulherzinhas cornas.

– Ih, mal chegamos já baixou o espírito de vovô, é Danny? — Duda falou, apertando as bochechas dele.

– E Dougie, meu querido, encare a situação de que você não é o único Top da balada aqui não. Fica de olho que o moreninho tava cheio de esquemas de sábado á noite (John Travolta feelings) pra cima da Duda. — Eu falei baixinho pra Dougie, bem no estilo 007. Quer dizer, eu amava tanto esses dois e os conhecia tão bem (Desde a pré-seleção das cegonhas), que eu sabia que um não conseguia viver sem o outro.

Não existia Duda sem Dougie, nem Dougie sem Duda.

– Bom, vamos dividir as camas? — Duda gritou (É, gritou. Gritou) nos nossos ouvidos, estranhamente feliz. Ai, mas que menina ouriçada!

Olhei em volta do quarto, analisando a operação.

Na verdade, aquilo ali tava mais pra dois quartos. Logo quando se entrava, tinham uma cama de casal, um sofá, uma TV e um armário desnecessário. Depois, um pequeno corredor com um espelho gigante numa das paredes ligava essa parte do quarto à uma outra parte, que tinha uma cama de casal, frigobar e o disputado banheiro.

Catuquei Duda, que rapidamente entendeu, e, sem dizer nada, nós pegamos nossas malas e as levamos para a cama que ficava perto do banheiro e do frigobar. Missão dada, é missão cumprida.

Assim, os meninos ficaram com cara de pastel do seu Manoel. E nós ficamos no bem bom do bordel. Tá, não soou legal.

Notas finais
JSDICOHFSAE Falem se gostarem, me ame se odiarem. BLÁ;