Chasing The Sun
14 Teenage Dream.
Notas iniciais
Teenage Dream
Percy suspirou ao terminar a massagem nas pernas de Annabeth, ficando de joelhos. Ela bocejou e sorriu mexendo os cabelos loiros.
– Isso foi ótimo. – elogiou – Agora, vamos, se deite.
O moreno abriu os lábios em um sorriso, esgueirando-se onde ela estava antes e chocou a barriga no sofá. Annabeth viu as costas másculas nuas e mordeu os lábios quando o viu fechar os olhos com a expressão calma, como se fosse dormir. Ela envolveu as pernas em sua cintura, sentando-se um pouco atrás das omoplatas, espalmou as mãos nos músculos flexionados e começou a apertar os dedos na pele macia que ficava vermelha ao toque, suas mãos ágeis subiram para os ombros largos, ouvindo um gemido relaxante de Percy, ela se inclinou sobre ele dando um selinho por onde suas mãos passavam. Percy gemeu de novo, sorrindo com o que estava acontecendo.
– E só ficamos uma semana longe.
Annabeth soltou um muxoxo, ficando de joelhos no tapete, levou o corpo para cima para lhe dar um beijo no ouvido, descendo para o pescoço. Percy abriu um dos olhos e avaliou a mulher que estava à sua frente. Apenas sentia os beijinhos de Annabeth em seu corpo.
– Vamos dar um tempo? – sussurrou, aproveitando os beijinhos
– Você não está gostando? – recrutou
– Claro que estou. – disse – Mas você ainda ta... Hm, você sabe.
– Eu sei. – sentou-se em cima dos próprios pés, novamente em cima do tapete. – Mas dormir duas vezes com Luke é mais cansativo do que você pensa.
Percy não escondeu a careta.
– Sério? Mas eu acho que era isso que você queria...
– Não depois de tudo, e o que Thalia falou... – deixou a sentença no ar
– O que ela falou? – Percy apoiou-se no cotovelo em meros segundos
– Não foi nada, só...
Percy riu.
– Só um aviso, o melhor que você pode fazer por isso que Thalia disse, é ignorar.
Annabeth arqueou a sobrancelha, confusa.
– Por que?
– Ela é maníaca. Sempre está com ciúmes das pessoas e principalmente, com inveja. Ela é a melhor, mas não se dá conta disso, então sempre acha que alguém para descontar isso.
– Não. – sussurrou – Sou advogada, você sabe, nunca se pode ignorar um detalhe, pode completar um fato.
– Eu sei, mas isso não é um caso de policia a ser resolvido..
– É minha vida. – a loira decretou com a expressão dura – E eu sei o que estou fazendo.
Annabeth seguiu até a cozinha, ouvindo os passos fundos de seu acompanhante.
– Seria bom você me dizer o que ela disse. – Percy tentou de novo
– Controle sua curiosidade. – Annabeth abriu a geladeira, mas antes de se dar conta de que poderia ter dentro, a porta foi fechada com brutalidade e seu corpo foi contra ela, causando um impacto desconfortável.
– Não use sua cara de advogada comigo, porque não funciona. – Percy ameaçou
Annabeth nunca se sentiu tão medrosa e excitante ao mesmo tempo. Os olhos verdes estavam furiosos, os lábios vermelhos amassando um ao outro, o nariz parecia um tomate e as bochechas, maçãs bem maduras. Por fim, ela teve vontade de rir, entretanto enrolou suas mãos ao pescoço dele e massageou os lábios furiosos com os próprios. O que recebeu dele foi fúria com as línguas se batendo devastadoramente, mesmo assim... Ela gostou.
Percy apertou sua cintura com as mãos e prensou mais seu corpo contra a geladeira. Os ímãs decorativos caíram nas costas de Annabeth, ela soltou um misto entre gemido e muxoxo, ele sorriu massageando as omoplatas dela enquanto mordia seu lábio inferior.
– Se toda vez que eu for receber isso, eu sempre farei minha cara de advogada.
Ele riu jogando o hálito quente contra seu rosto.
– Ainda não batizamos a cozinha, não é? – perguntou, mexendo os lábios em uma expressão confusa
– Dois dias. – Annabeth ofegou, sentindo beijos em seu pescoço. – Ainda não, queridinho.
Percy sorriu e apertou suas nádegas, mordeu seu pescoço massageando as laterais de seu corpo. Annabeth arranhou seu couro cabeludo, os lábios dele atingiram o vale entre os seios. Percy parou tudo que fazia e virou-se para mesa, tirou tudo que tinha em cima, jarros, toalha de mesa, frutas, Annabeth lhe deu um sorriso vendo tudo estraçalhado no chão.
O moreno a segurou pelas coxas, sentando-a na mesa fria de mármore.
Annabeth pôs as mãos em seus ombros e envolveu as pernas em seus quadris, Percy ofegou escondendo o rosto no seu pescoço e acariciando seus cabelos, em seguida, desceu as mãos para o moletom, Annabeth apertou ainda mais suas pernas em seu quadril e levantou-se com dificuldade, fazendo com que Percy abaixasse apenas até a metade das coxas. Quando a mão fria dele entrou em contato com sua intimidade fazendo movimentos circulares, novamente Annabeth ofegou e arranhou os ombros de Percy que em um instante, tinha as calças abaixadas.
Penetrou Annabeth lentamente, deitando o nariz nos cabelos loiros dela, soltando ofegos e gemidos enquanto a mesma mordia seu pescoço, ombro e qualquer parte exposta que pudesse descontar o que estava sentindo.
Ele segurou sua cintura ajudando os movimentos que os dois faziam em cima da mesa. Percy mordeu os lábios e disse algo ilegível para Annabeth, segurou sua cintura com mais força dando estocadas fortes até ouvir o grito fino dela perto de seu ouvido, junto com um grunhido alto de Percy em seu pescoço.
Os dois continuaram lá, suados e quietos, grudados um no outro. Nenhum dos dois queria sair.
– Eu nunca mais vou comer aqui. – Annabeth riu no ouvido dele
– Aham, então coma na escada.
– Percy. – repreendeu
Ele riu e saiu de dentro dela, subindo as calças. Annabeth fez o mesmo e arrumou os cabelos em um coque.
– Agora, finalmente, vamos assistir o filme? – ele perguntou, entediado
– Amor e outras drogas? – optou
– Tudo bem, eu vou dormir mesmo. – deu de ombros
– Eu vou te deixar sozinho, então.
– Sem drama, ok? – resmungou
Annabeth fez um muxoxo e jogou-se nas costas dele que tentou disfarçar o sorriso, enrolando suas coxas na barriga e deitando-se juntinhos no sofá pequeno.
***
Percy abraçou mais o corpo pequeno nos seus braços e suspirou quando sentiu os raios de sol baterem contra o seu rosto. A aparência de Annabeth estava cansada, e ele percebeu que aquelas férias eram merecidas para ela, Percy saiu atrás dela, ainda nu, sentia seu peito um pouco suado, mas não se importou. Apenas faltava quatro dias para que voltassem para os dias corridos de Nova York e que tivesse de se esconder de sua suposta namorada.
Annabeth se revirou na cama e em seu lugar, ele pôs um travesseiro, rindo quando ela deixou escapar um sorriso pequeno e abraçá-lo ainda mais.
Entrou no banheiro ligando o chuveiro e vendo as gotas de água se jogarem contra o chão, olhou-se no espelho e percebeu o quanto estava uma droga. Uma droga bem feliz. O rosto estava amassado e sentia uma leve dor de cabeça, talvez pelas bebidas que acharam ontem no quarto abandonado de seus pais. Com certeza, Percy nunca acharia aqueles vinhos deliciosos se não fosse por ela e sua curiosidade infinita.
O homem riu no espelho, esticando sua pele e fazendo caretas quando percebia que não conseguia ficar mais feio.
Seu corpo se deu contato com a água morninha, e ele tentou aproveitar aquilo porque tinham infinitas idéias para fazer o dia todo com Annabeth. Como dar mais um mergulho no mar, passear pela areia, que tal fazer o acampamento? Eles não tiveram tempo para isso. Assar alguns marshmallows, juntar com nutella e biscoito cream craker. Lambeu os lábios e sentiu falta dos clássicos do Starbucks.
Abriu um sorriso e amarrou a toalha azul na cintura, abrindo a porta. Annabeth já tinha tomado banho, no meio tempo que se analisara no banheiro, ela trocara os lençóis de cama e penteava os cabelos sentada em frente a penteadeira velha que sua mãe comprara em um festival de coisas velhas. Percy se lembrava bem daquele dia. Balançou a cabeça, ignorando as lembranças que insistiam em invadir sua mente e colocou na sua cabeça que seu pai estava feliz e isso era o que lhe importava.
A cascata loura parecia muito pesada quando molhada, um pouco mais escura que os cachos dourados quando secos, mas mesmo assim não deixava de parecer uma princesa. Talvez, uma mistura de Branca de Neve e Rapunzel, ele ainda tentava se decidir entre as duas. Mesmo que o calor de Montauk entrasse pela porta de vidro aberta e a brisa quente, quase infernal insistisse em balançar as cortinas, sua acompanhante vestia uma calça de moletom cinza, junto com uma blusa regata branca e um cardigã da mesma cor da calça.
Percy riu.
– O que foi? Não vamos comer pipoca e assistir filmes, sabia? – brincou
Annabeth conseguiu soltar um sorriso pequeno.
– É, eu sei.
– E o que foi? Porque olha, embaixo dessa toalha, eu não estou vestindo nada.
Annabeth revirou os olhos e se levantou do banco acolchoado rosa.
– Não, eu só... Só estou bem assim. Não posso vestir moletom?
– É que nesta última semana, você nunca usou moletom. Talvez uma saia transparente, calcinha de renda e sutiã sem nada, você também tinha uma saias que ajudavam muito. – ele fingiu pensar enquanto seguia uma Annabeth totalmente corada, e isso o deixava alegre – E ah, eu não posso me esquecer daquela fantasia azul, sério, o que era aquilo? A Mulher-Gata? Você estava muito gostosa nela, Annie.
– Percy, por favor.
Annabeth jogou a cabeça contra as almofadas e suspirou.
Percy sorriu e deitou-se por cima dela, jogando a toalha para o lado, o olhar dela desceu, mordendo os lábios.
– Eu sei que você está tentada. Mas uma calça de moletom não vai me impedir de...
– Eu estou naqueles dias. – soltou rápido demais
Ele arqueou a sobrancelha, confuso, encarando seus olhos fechados.
– Ahn? Aqueles dias?
Ela bufou e socou seu peito, saindo dali e ficando de pé.
– É, Percy, “aqueles dias”. Você sabe, que as mulheres ficam estressadas e começa a descer sangue.
As sobrancelhas negras continuaram arqueadas, tão confuso quanto antes.
– Eu estou menstruada, Percy. – ela gritou – Você não é tão burro assim, é?
Dessa vez, ele corou e riu, tentando disfarçar.
– Claro que eu sabia, idiota. – resmungou e abriu o guarda-roupa vestindo uma cueca e uma bermuda
– Não era o que parecia. – disse
Ele continuou calado, pensando que todos os seus planos hoje estavam arruinados.
– Então, sem sexo? – Percy fez uma cara de coitado na cama
– É, não.
– Sem mergulho no mar? – mostrou um beicinho e piscou os olhos
– Melhor não.
– Um passeio dá, né?
– Eu estou cansada. Que tal só... Hm, conversamos? Já assistimos aos filmes que essa casa pode ter...
– Não assistimos, fingimos, mas tudo bem, continue. – ele balançou a mão, indiferente
– Não sei o que podemos fazer.
–É... Vamos arrumar nossas malas. – rendeu-se – É a única coisa que podemos fazer e ei... Sabemos que nós podemos fazer sexo?
Annabeth bufou, rindo.
– Você só pensa nisso?
Percy levantou-se da cama e andou até onde ela estava, em frente ao guarda-roupa, agarrando sua cintura.
– É a única coisa que eu consigo pensar quando estou com você. – sorriu, analisando os olhos azuis, tão lindos quanto o céu radiante fora da casa
– É? – Annabeth deixou as mãos massagearem sua nuca
– Aham. – concordou, tentando capturar seus lábios
Annabeth sorriu e os afastou.
– Vem me pegar, Percy. – ameaçou, continuando em seus braços
– Eu vou te pegar, Annie. – mordeu seu lábio inferior em mais uma tentativa
– Não, não, não. – fechou os olhos, andando para trás
Em qualquer coisa que fez, ou em um andar em falso, fez os dois caírem no chão, por sorte do destino, Percy bateu as costas contra o piso e soltou um grunhido raivoso. Annabeth riu e reclamou de suas costas em cima deles.
– Acho que estamos velhos. – sussurrou com a voz expressando dor
– Eu concordo.
– Ok, não gostei dessa brincadeirinha. Vamos arrumar nossas malas mesmo. – encerrou – E saí de cima de mim, você está ficando pesada. Sabe o que é isso? Não comer carne, só nutella e agora ta aí, toda gorda. Tô avisando daqui a pouco você não passa por aquela porta.
– Isso é tão engraçado, Jackson, acho que vou marcar uma cirurgia para mim, não é? Mais alguns dias longe da empresa.
Os olhos verdes se reviraram em sua órbita antes de sentar-se em frente ao guarda-roupa e começar a tirar tudo. Tentava seguir o exemplo de Annabeth: tirar um por um, dobrá-lo corretamente, dividi-lo por cor e depois juntá-los à mala, entretanto depois de muito esforço – leia-se duas tentativas frustradas -, Percy seguiu seu próprio conselho infalível: jogar tudo de qualquer jeito na mala. E funcionou como sempre funcionava.
Sentou-se na cama, apreciando a paciência com que Annabeth exercia seu trabalho.
– Argh, isso me dá dor de cabeça, cara. – resmungou ele
– Você deveria ter ficado aqui, mas você se cansa com tudo.
– Só estou impaciente.
– Aham. Que quer dizer, sexo.
– Ei, eu não disse isso.
– Mas, está pensando. Sabe, Percy, muitas vezes eu me sinto um objeto em suas mãos.
– É, eu também acho, e eu te uso. – ele deu de ombros, escondendo o sorriso, Annabeth levantou o olhar mortífero e ele abanou a mão
– Você sabe, eu te uso... Ei, não, ok... Ai, porra, Annabeth, isso dói. Pára de me bater. – implorou quando ela começou a dar-lhe socos em seu braço
Em uma fração de segundo, Percy conseguiu virar o corpo dourado dela contra a cama e ficar por cima dela, apertando suas coxas, em um movimento seguinte, deixando apenas de sutiã.
– Isso é vicio. – ela destacou – Você deveria ir para um psiquiatra.
– E acabar com a festa? – falou, abrindo seu sutiã e jogando-o de lado – Não gosto disso.
Ele atacou seus seios com os lábios, passando as pontas dos dedos pelas sardas morenas que ficavam acima deles, a outra mão livre, apertava suas coxas e o interior dela, sabendo que causaria tanto prazer quanto causava antes. Annabeth gemeu, mordendo os lábios.
O peito nu de Percy entrando em contato com sua barriga lisa, ele sorriu lambendo qualquer parte exposta e aproveitando para morder os seios eriçados.
– Droga, por que você não consegue parar?
– É tudo sua culpa. – ele acusou – Não mandei você ser tão gostosa e conseguir entrar na minha vida.
Ela não conseguiu retrucar porque já estava gemendo feito uma louca quando seus lábios faziam todo o trabalho com o seu corpo.
Pumped Up Kicks começou a tocar. Percy bufou e continuou mordendo e acariciando o corpo de Annabeth.
– Vai atender. – pediu
– Deixa lá, não deve ser nada demais.
– Percy... – gemeu mais uma vez
Ele se levantou e sentou-se ao seu lado.
– Tudo bem, lá vou eu. – resmungou
Saiu do quarto e viu seu celular no fim da escada, não sabia como ele fora parar ali, mas deve ter sido uma de suas aventuras de passear pela casa com ela. Atendeu, sem ao menos ver quem era.
– Olá. – cumprimentou
– Meu amor. Quanto tempo, sabe... Próxima semana, eu estarei voltando, mas eu terei que voltar logo, portanto vamos aproveitar muito.
– Hm... Rachel?
– Quem mais poderia ser? Você não está me traindo com outra modelo, não é? – riu consigo mesma – Óbvio que não. – respondeu
– Claro que não. – ele respondeu, suave, com uma expressão irritada, encostando-se na parede – Mas, vem cá, me explica isso de você voltar próxima semana.
– Ah, é. Eu liguei para o seu escritório, mas me disseram que você estava em uma viagem de trabalho, eu sei que deve estar muito cansado. Por isso que eu vou voltar o mais rápido que eu puder.
– Como assim o mais rápido?
– Domingo, eu já estou aí. Na verdade, eu estou no Japão, sabe? Aqui é tão legal, você precisa vir um dia comigo. Então, eu peguei uns dias para te ver já que você está trabalhando e não pode vir, e depois eu volto para cá. Espero que esteja bem preparado.
– Hm, é, eu vou estar. Mas, assim você pode vir antes de domingo?
– Awnt, meu amor, eu também estou morrendo de saudades de você. – Percy fez uma careta ao ouvir a voz – Talvez sim, talvez não. Contudo, eu estarei aí de um jeito ou de outro.
– Ok, ótimo. Eu estou sendo chamado para uma reunião agora... – Annabeth estava saindo do quarto totalmente vestida e confusa – Depois nos falamos, ok?
– Tudo bem, amorzinho, eu te amo muito.
– Eu também. Até a próxima.
E desligou a chamada sem esperar ouvir a voz enjoada por mais tempo.
– Quem era? – Annabeth perguntou
– Rachel.
– Oh. – sussurrou, encostando-se do lado oposto da parede que ele estava, com as mãos para trás e olhando para o chão
– O que foi? – Percy perguntou tentando achar os olhos, talvez nublados
– Luke me ligou uma noite dessas... Ele... Eu acho que ele deve estar desconfiando de alguma coisa, sabe? Eu acho melhor voltarmos antes do sábado. Era isso que eu queria te falar também.
– Por que? Como assim?
– A passagem. – tentou explicar, Percy ficou mais confuso – A passagem que eu comprei para Los Angeles tem volta no sábado, às seis horas da noite. Eu acho que ele viu que meu carro não está no aeroporto, e eu e você longe... Eu não sei, Luke é mais inteligente do que aparenta ser.
Percy suspirou e brincou com o celular em suas mãos.
– O jeito é voltar mesmo, não é? Então, voltaremos.
– É.
Seu rosto iluminou-se com um sorriso travesso.
– Porém, ainda estamos aqui. E eu amo fazer cócegas em alguém. – jogou o celular de volta no chão, Annabeth riu
– Eu não quero correr. – disse, entediada
– Um... Dois...
Antes que pudesse terminar, Annabeth já tinha descido as escadas como um vulto e ele ria de seus cabelos voando de um lado para o outro.
Before you met me, I was alright but things were kinda heavy, you brought me to life, now every february you'll be my valentine, valentine
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