Chasing The Sun

25 Summer Love.


Notas iniciais
oooi

Summer Love

Annabeth jogou os cabelos loiros para um lado e suspirou, digitando furiosamente no seu computador todas as anotações sobre o julgamento que teria na sexta. O último julgamento antes de terem férias coletivas, começaria um dia antes do dia de Ações de Graças.

Ouviu batida leve na sua porta de madeira e mal ergueu os olhos, apenas disse um “entre” baixo o suficiente para que quem tivesse de fora ouvisse.

– Está aqui ainda? – Percy perguntou colocando a cabeça para dentro

Annabeth sorriu ao ouvir a voz rouca em um sussurro do outro lado, seus ombros finos por baixo do blazer rosa claro subiram levemente.

– Estou fazendo algumas anotações antes do julgamento, vai ser na sexta. Você vai?

– Hm... – ele entrou e trancou a porta atrás de si – Talvez, provavelmente, o último julgamento da Dra. Chase parece muito hm... Importante.

– E é. – disse, subindo os olhos

Percy vestia uma calça jeans e uma blusa pólo verde que combinava perfeita com seus olhos, neste exato momento, eles examinavam todos os papéis misturados em cima da mesa de carvalho, sorriu e enfiou as mãos no bolso.

Ainda se lembrava claramente

– E então... – ele sussurrou

– Então. – ela terminou, continuando a escrever alguma coisa em um caderno de couro

– Sabe, eu vim te dizer que estava lendo 50 Tons de Cinzas. Eu li todos os livros. Em cinco dias. – disse como se estivesse orgulhoso do que acabara de dizer

Annabeth soltou uma risadinha, ele suspirou ao ouvir.

– E você se sente bem por isso? Ler livros pornográficos em cinco dias? Os três?

– Aham. Bem, se você ainda não leu os livros que eu te dei, eles também tem sexo.

– Mas 50 Tons de Cinzas é um sexo explícito. Sexo masoquista, ou qualquer coisa do tipo.

– Porém, aquele Grey fica de boa depois.

A loira revirou os olhos, sem dar atenção ao que ele falava depois daquilo.

– O que você quer dizer com isso tudo? – perguntou, fingindo interesse – Não me diga que quer testar tudo que ele fez.

Percy fez uma cara de horrorizado e mordeu os lábios.

– Não, não sou masoquista.

– Prender a mulher em uma cama não é masoquismo, só uma forma estranha de conseguir prazer.

– Então, quer dizer que você já leu?

Novamente, ela deu uma risada batendo a caneta incansavelmente na madeira enquanto mexia no mouse despreocupadamente.

– Na verdade, não. Silena me disse o livro quase todo detalhado.

– Que depravada!

Annabeth riu, quase uma gargalhada de tão engraçado que foi seu tom de voz, de horror.

– Minha irmã não pode ler uma coisa dessas. – disse, de um modo pensativo

– Você tem uma irmã? – Annabeth, pela primeira que ele entrara, tirou os olhos do computador e o olhou com interesse, ela parecia abismada com a ideia

– Não. Bem, sim. A Si.

– Si? – ela arqueou a sobrancelha, curiosa – Si é sua irmã desde quando?

– Desde que você deixou de me encontrar para terminar todos esses casos antes que as férias coletivas chegassem.

– Então, Silena veio te fazer companhia. Achei que você tivesse uma namorada, aliás, Beckendorf está com ela, não é?

Uma onda crescente de ciúmes inundava seu corpo. Sua expressão era perplexidade pura, embora continuasse a manter o tom de descrença e pouco interesse na voz. Não era nada dele, na verdade, sim, era amante, mas nada maior que isso e nada tão grande que o fizesse pensar nela antes de tomar suas escolhas.

– Por que sempre pensa que estou pegando alguém quando falo que passei um tempo com alguma pessoa?

– Da última vez que você passou um tempo com uma pessoa, — ela apoiou um cotovelo na mesa, deixando o queixo cair deliberadamente em sua mão, mostrando desinteresse ao que estava falando – diga-se de passagem, Calypso, bem, vocês transaram e talvez, ela esteja grávida e depois venha pedir o que é seu direito. – ela desviou os olhos para os verdes profundos e continuou: — Na verdade, eu ainda não acredito que ela tenha feito aquilo apenas para ver se eu gostava mesmo de você. Então?

– Você fala demais para coisas que não tem nada a ver. Aliás, como essa discussão foi parar em Calypso, acho que estávamos falando sobre Silena, não era?

– Sim.

– É isso aí. Nós conversamos, e agora somos irmãos, e não, não temos nada além de uma amizade bem legal porque eu simplesmente perdi a amizade da única mulher que eu tinha.

– Ah, Thalia. – Annabeth disse – Você ainda não me contou o porquê da briga.

– Você não precisa saber.

Ela se sentiu atingida de algum modo e encolheu os ombros. Ergueu as sobrancelhas e não comentou nada logo em seguida. Sentiu como se não fosse nada além de um objeto sexual de uso particular dele.

– Voltando ao masoquismo.

– Sim, masoquismo. – concordou ela

– É isso que eu acho.

– Mas, então você quer fazer isso? Prender alguém... – ela pensou um pouco e se corrigiu – Me prender em uma cama e transar comigo?

Percy fez uma expressão perplexa, nojo e depois de horror.

– Não sabia que pensava tão mal assim de mim.

Ela sorriu.

– Não é um pensamento ruim. Mas, então?

– Nah. Eu não suportaria a ideia de não ser tocado enquanto eu transo com alguém... Não, você.

– Acho que seria interessante, engraçado até.

– Você acha?

– Acho.

– Talvez, possamos tentar algum dia. Então, meu amor, estou indo. – ele levantou-se em um pulo, inclinou-se sobre a mesa e depositou um selinho de leve nos seus lábios avermelhados, forçando-se ela se desconcentrar – E bem, eu acho que você deveria terminar isso amanhã. Sexta ainda está longe.

Ela fez um beicinho.

– Não está não. Tenho 24 horas.

– Eu confio em você. – ele deu um sorriso de canto – Todos da empresa confiam.

Percy inclinou-se e segurou o rosto dela com uma das mãos, pressionou seus lábios de forma que ela não conseguiria escapar, entreabriu os lábios e brincou com sua língua por alguns minutos.

– Acho que está na hora de ir.

– Por que não fica mais um pouco? – choramingou

– Eu tenho algumas coisas pra fazer em casa.

– Coisas?

– Sim, lembra da surpresa? Seria hoje, bem, uma. E não é minha, amanhã é a outra. E também não é minha, mas não importa. Boa noite, Annie.

– Boa noite, Percy. – lhe mandou um beijo e ele sorriu ao ouvir o estalo de seus lábios

Annabeth viu a porta sendo fechada com cuidado e suspirou, mais uma vez, acariciando os cabelos com as pontas dos dedos. Terminou suas anotações depois de uma hora e meio e viu que faltava dez minutos para as dez horas da noite. Ela pegou sua bolsa branca e calçou os sapatos de salto, saindo da sala, trancando a porta. Dando um aceno de cabeça para os seguranças antes de sair e deparou-se com um casal quase se comendo em cima do seu carro.

O dia estava terminando muito bem. Ela pigarreou ao ver as madeixas ruivas e o corpo bronzeado.

– Boa noite, Beckendorf, Si. – disse com um sorriso tímido

– Aqui está ela. – Silena disse com um sorriso deslumbrante – É a minha hora, querido. – a nova ruiva segurou seu queixo com força e o puxou para um selinho comportado

– Tchau, linda. Tchau, Annie.

Annabeth lhe mandou um sorriso pequeno antes de entrar no carro com Silena ao seu lado, arrancou assim que viu que suas pernas cobertas por uma calça social estavam cruzadas em cima do banco.

– Que história é essa de ser irmã do Percy?

– Hm, ele já te disse. – afirmou pensativa – Pensei que ele nem ia te contar.

– Por que? Ele não deveria?

– Annie? – ela riu – Você acha que estou pegando o Percy. Me sinto mal que pensa isso de mim.

A loira suspirou.

–Não é isso.

– É isso, sim.

– Tudo bem, é, mas é que... Tem tanta coisa acontecendo nesse momento que eu simplesmente não consigo... Sabe, organizar minhas idéias. Ele está estranho, o Luke está mais do que estranho, na verdade, desde do swing que não conversamos direito.

– A preocupação agora é Luke?

– Não, quer dizer, sim. Sempre foi. Ele é meu marido e...

Silena bufou.

– Eu ainda não sei porque você não acaba com toda essa farsa. Luke não é nada para você. Eu sei que você também não quer nada a mais com o Percy, mas por que ficar com ele escondida?

– As pessoas iam falar, Si. – encolheu os ombros, virando a última rua antes de chegar em seu prédio – Todas falam. Primeiro, o casal perfeito acabou de chegar. Depois, ah, como ela é sortuda de ser casada com ele. E quando descobrirem que eu estou traindo o Luke, o que vai acontecer?

– Nada? Na verdade, você nem precisa dizer que está traindo, só é pedir o divórcio e acho que ele vai entender tão bem quanto você. O casamento de vocês nunca rendeu. É um casamento falso, um casamento... De rotina. Vocês se casaram porque seus horários batiam, ok, um pouco de atração no começo, mas... Eu não entendo. Só não entra na minha cabeça o porque dessa decisão ridícula. – soltou tudo de uma vez

– Hm. É. – foram as únicas coisas que Annabeth disse quando saíram do carro

– Eu vou preparar o yaksoba agora. Desço com ele pronto, tudo bem?

– Eu ficaria muito agradecida. Sem carne, certo?

– Muito brócolis. – Silena concordou enquanto subiam o elevador

O caminho foi curto, Annabeth saiu do elevador e viu Silena subir. Entrou em casa e percebeu que Luke não estava lá, não era muita surpresa. Tirou o blazer subindo as escadas para seu quarto e tomou um banho com a água morna da banheira, demorou uns cinco minutos quando ouviu a campainha tocar, saiu frustrada e confusa. Silena nunca tinha preparado um yaksoba tão rápido assim, sorriu, entretanto, deixando seus pensamentos vagarem de que poderia ser Percy. Vestiu uma camiseta grande, uma calça de moletom que pendia sobre seus quadris e desceu as escadas correndo, com um sorriso vitorioso por não ter caído com os pés molhados pela casa, abriu a porta.

– Olá, baby!

Annabeth piscou os olhos, tentando absorver a verdade.

Elizabeth irradiava com aquele blazer amarelo que parecia dizer “ei, estou aqui, me olhe, sou deslumbrante e linda!”. Os cabelos castanhos com mechas mais claras estavam encaracoladas e caiam sobre os ombros de um jeito sensual, usava uma blusa de alcinhas branca, uma calça social da mesma cor e um sapato bege. Do nada, suas mentes divagaram quando Percy disse, na sua primeira semana de folga de que tinha uma amiga que vestia um blazer muito chamativo. Acabou de descobrir quem era. Com o sorriso irritantemente perfeito nos lábios e olhos verdes brilhando de excitação, ela não pediu licença ao carregar três caixas relativamente grandes nos dois braços, conseguindo equilibrar a bolsa grande na curva do cotovelo.

– Annie, seu cabelo está molhado. – ela inspirou o ar da casa – Banho de banheira? Tão bom no fim do dia, não é?

– É. – concordou sem ânimo – Sei que pode ser meio arrogante, mas... O que está fazendo aqui, Elizabeth?

– Lizzie, me chame de Lizzie, por favor. – ela implorou sentando-se no sofá, soltando, então, um suspiro cansado – Adorei a decoração do seu apartamento. Você mora com alguém? – ela avaliou com os olhos de falcão todo o lugar antes que Annabeth respondesse – Ah, sim, com o Percy! Não sabia que ele gostava de café à noite.

– Não, Lizzie.

– Ah, sim, ok, desculpas. – ela pareceu se lembrar de alguma coisa e bateu a mão contra a própria testa – Eu vim aqui trazer esses presentes! – comemorou, muito alegre

– Presentes? – Annabeth sentou-se do outro lado das caixas rosas – De quem?

– Do Percy, duh! Ele foi pessoalmente escolher comigo. Na minha loja. Você não sabe o quão raro é vê-lo passeando por lá.

– Devo imaginar. – resmungou, revirando os olhos

– De qualquer jeito, aqui estou eu com seus presentes. – ela abriu a primeira caixa rosa – São alguns sobretudos, você sabe, inverno, e sobretudos estão super na moda. – ela levantou um sobretudo cinza que estava com o laço enorme feito no lado – Ele me disse que você é bem discreta, então trouxe as coisas que Lola provavelmente usaria quando fosse à Londres. Tudo bem, na verdade, ela me deu uma ajudinha. – Lizzie suspirou

Annabeth percebeu que não agüentaria ouvir ela falando a cada um segundo. Parecia um robô, ela não respirava e começava a ter medo dela. Lizzie continuava a falar de outro sobretudo preto com abotoaduras de ouro, a loira não sabia o quanto aquilo foi caro, mas também não ia perguntar. Todo seu ânimo – se é que tivera algum todo dia – foi deixado de lado, Lizzie parecia estar animada falando, ela não queria acabar com aquela felicidade, era como se ela não tivesse falando tanto o dia todo e estivesse despejando todas as palavras guardadas para ela.

O rosto moreno que parecia de uma adolescente entrou em uma perplexidade momentânea, seus cílios piscaram lentamente e ela parou de falar, de repente.

– Aconteceu alguma coisa? – Annabeth inclinou-se lentamente em sua direção

– Você está triste? Eu sei que falo demais, mas...

Annabeth lhe ofereceu um sorriso doce e tocou suas mãos paradas em seu joelho.

– Não, pode continuar. Só estou um pouco pensativa.

– Tudo bem, então. Vou passar para as calças, tudo bem?

– Claro. – a loira deu de ombros — Aliás, onde está as outras meninas?

– Meninas? – Lizzie disse com o rosto confuso

– Tisha, Lola...

– Ah, sim, Lola viajou para Londres, e Tisha foi para o Caribe.

– E o que você faz aqui?

– Bem, não sei. Estou esperando meus pais tirarem uma folga e então... – de novo, ela parou de falar – Não sei. – encerrou o assunto e tirou uma calça rasgada de cor clara da segunda caixa

Minutos depois, Silena abriu a porta com a cintura fina. Vestia uma calça de moletom que ficava maravilhosa nela, e uma camisa de alcinhas com um cardigã rosa por cima.

– Estou entrando, Annie. – avisou enquanto fechava a porta da mesma maneira

Ao pousar os olhos na visitante inesperada, ela soltou um gritinho de aprovação, susto ou qualquer coisa que aquele grito assustador significasse. Annabeth pressionou os olhos e deixou as mãos bagunçarem sua franja partida no meio para um lado só, então suspirando.

– O que foi, Silena?

– Essa é... Meu Deus! Elizabeth Kunis! – Silena ofegou

– Cuidado com essa bandeja. – Annabeth disse caminhando de um modo rápido até tirar de sua mão a panela enorme em modo de frigideira que sua amiga carregava, ela andou lentamente até a cozinha esperando que Elizabeth tivesse mais interesse em conversar com alguém que parece mais com ela

Annabeth fingiu não perceber, mas ela engataram em uma conversa muito interessante pelo visto, conversando, tirando todos os sobretudos da caixa e espalhando pelo sofá, falando sobre clima e depois riam de qualquer coisa que alguma das duas tinham falado.

– Annie, de onde você conhece a Liz?

Liz, Annabeth pensou um pouco ressentida. Não estava percebendo, mas primeiro foi Thalia roubando sua melhor amiga, depois Percy a chamando de irmã e agora Liz, sentiu um pouco de ciúmes e o afastou rapidamente. Chega de problemas.

– No swing, lembra? Eu te disse.

– Mas, você não me disse que era Liz Kunis!

– Eu não sabia o sobrenome dela.

– Não se preocupa, Si. – a morena disse com uma voz doce

– Claro que não. Eu não acredito que você não sabia que a Elizabeth é dona da Bestie! Essa loja é tipo a melhor do século!

– Ah, sim... Sempre fazemos compras lá.

– E eu nunca te vi! – Lizzie gritou do lado dela – Vocês poderiam ser modelos.

Silena riu e então esqueceram que ela existia, de novo. Ela não se importou, não estava se importando, sua cabeça não estava concentrada em roupas ou algo do tipo, ou as tiaras caras que Lizzie tinha acabado de tirar da segunda caixa, eram de brilhantes. Annabeth pensou, boquiaberta. Brilhantes. Ela retirou mais alguns brincos de pérolas e um colar também de pérolas, eram discretos, mas igualmente caros. Arfou. Aquilo era seu. Não, definitivamente, não podia aceitar. Um vestido, uns sobretudos, livros, calças rasgadas, claro, por que não? Abotoaduras de ouro? O que tem de mais? Poderia viver com aquilo, mas... Brilhantes, pérolas... Deixou sair um ruído irreconhecível de sua boca ao ver um colar com pequenos diamantes feito de platina, eles se entrelaçavam, juntos, como se fossem duas fitas uma ao lado da outra, mas entre elas tinha um pequeno espaço onde pousava um pequeno diamante brilhante e no final, uma pedra azul pendia rodeada de platina. Ela arfou mais uma vez e desviou os olhos daquela preciosidade.

– Não sabia que vocês também vendiam jóias. – Annabeth murmurou segurando três pratos nos braços

– Ah, sim. É uma área nova, mas minha mãe fez questão. Ela ama tanto jóias, então ela está por trás de tudo isso. – Lizzie deu de ombros e voltou a pousar aquela preciosidade dentro da caixa preta acompanhada por dois brincos, cada um uma bolinha azul que deveria ser igualmente cara a tudo que estava ali dentro.

Annabeth emitiu alguma coisa como “hm” e deixou os pratos arrumados na pequena mesa de quatro cadeiras. Buscou os talheres, os copos e colocou a frigideira enorme no fogão para que esquentasse um pouco.

– Lizzie, quer jantar conosco? – Annabeth perguntou, enxugando as mãos, inclinada sobre o balcão que dividia a sala

– Ah, — ela pareceu constrangida e encolheu os ombros – se não for incomodar...

– Ah, claro que não. – Silena respondeu – Você gosta de yaksoba vegetariano?

– Claro! Eu comia muito disso quando era menor...

Então, começou mais um falatório de como tinha conhecido o yaksoba e como começou a gostar dele, Annabeth revirou os olhos e achou que não conseguiria viver com todas aquelas palavras por mais de... Uma hora.

O yaksoba finalmente ficou pronto e então, Lizzie poderia ocupar sua boca com outra coisa, como comer. Entretanto, ela parecia mais calma e à vontade agora, sem o blazer e com os cabelos em um coque desarrumado, ela parecia mais uma mulher normal conversando com as amigas do que uma das maiores empresárias dos Estados Unidos.

Annabeth gargalhou do que ela tinha falado sobre o dia que assaltaram a Bestie e a reação de Lizzie, bateu o punho na mesa e continuou rindo enquanto ela fazia um beicinho, pedindo para elas pararem.

A campainha tocou.

– Atende, Annabeth. – Silena pediu, soluçando

– Ah, eu não consigo nem levantar da cadeira. – ela continuou rindo

– Não se preocupe, eu abro. – Lizzie resmungou, levantando da mesa

A porta se abriu. Cabelos bagunçados, olhos verdes, suéter azul e a mesma calça jeans que estava antes quando se encontraram. O ataque de riso parou por alguns minutos, ela respirou fundo e conseguiu lhe mandar um sorriso antes de deleitar-se com os lábios rosados rasgando-se e abrindo espaços para os dentes brancos e bem alinhados.

– Boa noite, meninas. – ele cumprimentou.

Don't look at me that way, just promise me you will remember when the sky is grey...

Notas finais
Eu simplesmente e realmente odeio postar dois capítulos e não é pelos reviews que diminuem, proporcionalmente, maaaas é porque eu não gosto, realmente.

De qualquer maneira, eu postei esse porque fall estava muito bleh, sabe, tipo explicava muito a rotina deles e eu já tirei DOIS DOIS DOIS DOIS DOOOOIS capítulos do roteiro e tá saindo do jeito que eu queria e eu pensei, cara eles me deram duas recomendações, então vou ser fofa pela primeira vez na minha vida e postar dois de vez, um dia antes do que eu estava prevendo postar, então aí está!!

Muito obrigada pelas recomendações, tá? Eu já me lembrei e se não me engano foi a Júh e a Leeh, amo vocês!!

Enfim, de novo, mais uma nota final enorme e não se acostumem com dois capítulos, tá? Foi a segunda vez, mas acontece porque nenhum dos dois estão muito bons etc

PS: odeio capitulos grandes, então desculpa.