Chasing The Sun

26 C'mon C'mon.


Notas iniciais
muito obrigada pela recomendação, mrslerman!!

C’mon C’mon

– Então, quer dizer, que é uma noite de meninas?

Elas riram, mais uma vez da pergunta.

Era a terceira garrafa de vinho. Meia noite. E eles não pretendiam parar. Annabeth rodou o liquido dentro da taça grande e deu mais uma garfada no yaksoba, olhando provocativamente para Percy que batia seu joelho de propósito no dela.

Seu sorriso se alargou.

– Mais molho? – Silena perguntou voltando da cozinha com mais a taça cheia em uma mão e um molho negro na outra em uma pequena vasilha

– Claro. – Percy pediu estendendo a mão e segurando o molho, despejou quase a metade em seu prato e fez o mesmo com o de Annabeth

– Percy! – ela riu tirando a vasilha de suas mãos e deixando no meio da mesa

– O que foi?

– Eu não queria molho.

– Bem, agora quer. – ele deu de ombros e bebericou na taça

– Eles não são fofos? – Lizzie cutucou Silena com o cotovelo

– Eu já disse isso trilhões de vezes, mas eles não me entendem. – a ruiva bufou

– Vamos assistir um filme... Que tal... – Lizzie fingiu pensar enquanto bebia mais vinho

– Assim, você vai ficar bêbada, Liz. – Percy avisou, inclinando-se para puxar a taça

– Percy! Eu não sou uma criancinha.

– Deixa ela beber, Percy. Se ela ficar bêbada, pode dormir aqui em casa.

– Awn, Annie, você é tão gentil. Estou amando te amar. – ela disse brincando e ergueu-se para lhe dar um beijo em sua bochecha

– Lizzie, acho que tem um filme de comédia romântica passando aqui. – Silena chamou – Venham, casalzinho feliz. – disse, sorrindo enquanto aumentava o volume da televisão

Lizzie saltitou até o sofá e jogou a cabeça no colo de Silena enquanto a mesma acariciava as madeixas queimadas.

Percy inclinou-se para perto de Annabeth, inspirando o cheiro do vinho flutuando de sua boca. Ergueu sua mão e acariciou a bochecha com o polegar, lentamente, ela fechou os olhos e mergulhou todos os sentidos na mão dele, sorrindo enquanto deixava a cabeça pender em sua mão.

– Já disse o quanto você é linda hoje?

Annie sorriu.

– Sempre é bom lembrar.

Ele entreabriu os lábios e tocou os dela lentamente, de um modo suave, apenas os tocando, ela contorceu-se, os choques elétricos espalhando-se pelo seu corpo, não se preocupava com as meninas barulhentas, nem com o filme alto, muito menos com aquela porta imbecil, apenas os lábios dele, as mãos dele. Ele. Annabeth subiu as mãos pelo peito dele e juntou os dedos nos pelos da nuca dele, puxando com força, ele gemeu baixinho contra seus lábios e ela sorriu com a provocação, mordeu seu lábio inferior e o puxou para um beijo forte, rude, grosseiro, gutural.

Percy apertou um de seus seios praticamente nus – cobertos apenas pela camisa fina. Ela ofegou sobre o beijo, ele começou a acariciá-los com as pontas dos dedos de um modo sutil, seus beijos desceram para seu pescoço, beijou atrás de sua orelha e chupou o lóbulo com força, ela arfou.

– Estamos na cozinha. – ela murmurou

– Melhor amanhã? – ele sussurrou com os lábios grudados no seu colo

– É.

– Se quiser aparecer lá em casa.

– Vou tentar.

– Não tentar. Você vai.

– Está me obrigando, Jackson?

– Eu preciso de você. – ele murmurou encarando seus olhos nublados pelo desejo, os verdes estavam mais intensos, mais vividos. – Estou falando sério.

Annabeth acariciou a barba por fazer, levemente arranhando seus dedos. Ela depositou um selinho nos seus lábios e lhe deu as costas, não antes de receber um aperto na bunda. Ele sorriu.

Sentou-se no sofá nos pés de Lizzie, com a taça de vinho em mãos, Percy colocou os pratos na pia junto com os copos e talheres, arrumando a cozinha, despejou o resto da garrafa de vinho em sua taça e ficou parado em pé atrás do sofá, apoiando-se no encosto.

A porta se abriu.

Rangendo, como se estivesse cansada de fazer o movimento tantas vezes.

Foi como todos tivessem pulado em seus lugares, arregalando os olhos, surpreso, e agradecendo aos Céus que nada de interessante estava acontecendo.

Luke analisou o lugar com os olhos azuis cansados e entrou em casa.

– Boa noite, Si, Sr. Jackson. – disse baixinho

– Boa noite, Luke. – Silena ergueu a mão de forma distraída

– Boa noite, Sr. Castellan.

– Amor. – Luke inclinou-se sobre o encosto do sofá que a mão de Percy não cobria e puxou o queixo de Annabeth para um selinho, o rosto do moreno se tornou vermelho e ele apertou o couro entre seus dedos – Olá, hm... – disse olhando de um jeito estranho para Lizzie que deu um sorriso curto

– Elizabeth. – apresentou-se

– Luke.

Nem mais uma palavra trocada.

– Eu acho que é a nossa hora de irmos, Lizzie. – Percy a cutucou na barriga – Eu te levo em casa.

– De quem são essas caixas? – Luke perguntou para ninguém em especial

– Minhas. – Lizzie levantou-se em um pulo ajeitando as alças de sua blusa – Presentes pra Annie.

– Desde quando vocês são amigas?

– Que insulto. – a morena fez uma expressão de ofendida – Faz três meses. Ela está sendo minha consultora da coleção de inverno.

– Não é que...

– Não tem problemas. Depois, você me liga e diz o que achou das jóias, tudo bem, Annie?

– Claro, Liz. – a loira levantou-se sendo seguida por Silena e Percy que carregava o blazer e a bolsa de Lizzie em seus braços

– Prazer te conhecer, Castellan. – Lizzie parecia ter cuspido as palavras

Annabeth quase riu, mas ignorou aquele ataque. Talvez fosse o álcool. Sentiu um sentimento desconfortável quando Percy ficou atrás de Elizabeth e pousou a mão de um jeito protetor em sua cintura enquanto ela resmungava alguma coisa.

– Ah, Annie. – Silena deixou Percy e Lizzie passar dando-lhes um sorriso antes de desaparecerem pelo corredor – Pode passar lá em casa quando... Hm... Ainda hoje? – pediu

– Claro.

– Queria te contar sobre aquilo. E hm...

– Sei, sei. Qualquer coisa eu durmo com você. Sem problemas. – Annabeth deu de ombros

– Obrigado, amiga.

A esperança de passar o final da noite com Percy sumiu no momento que Silena disse aquilo, ela revirou os olhos quando fechou a porta e virou-se para seu marido.

Maldito marido.

– Quem era aquela?

– Uma amiga.

– E o que Percy Jackson estava fazendo aqui?

– Sabe que eu também não sei? Eles devem se conhecer de algum lugar, estavam quase se comendo quando eu abri a porta, acredita? – mentiu de modo casual, do jeito que já estava acostumada

– Estranho. – o loiro deu de ombros – Um típico de canalha.

– Claro. – resmungou

– Eu vou tomar um banho, tudo bem? – ele se aproximou dela e lhe deu um beijo profundo – Pensei que poderíamos aproveitar a noite, mas...

– Silena. É. Não posso deixar minha amiga na mão.

– Não. Não acha melhor trocar de roupa?

– Claro. Vou colocar um casaco, ou sei lá.

– É. – ele deu mais uma olhada nas caixas fechadas de modo desorganizado e subiu as escadas sem olhar para trás com Annabeth em seu encalço

Luke entrou no banheiro e ela se sentou na cama. Sentiu o celular vibrar umas duas vezes e se jogou de costas na cama, alcançando-o.

Uma mensagem de Silena. Ela ergueu as sobrancelhas, confusa.


Percy me pediu pra você ir pra casa dele.


Foi mentira, eu sei, eu minto. Que novidade!

Não sei o que ele quer, mas o motorista da Lizzie já a levou, melhor você se apressar, baby.

Te amo, xoxo, Si.

Annabeth riu e digitou furiosamente feliz.

Você é a melhor amiga do mundo!

Te amo muito muito, Si, nos vemos depois! Juro te contar tudo, você é a melhor.

Trocou a blusa grande por uma camisa fina e colocou um casaco preto fino por cima. Gritou que já estava indo para Luke e desceu as escadas, eufórica em direção ao paraíso, ou apartamento de Percy Jackson. Como preferisse chamar.


Annabeth flexionou a maçaneta da porta e viu que estava destrancada. Suspirou baixinho e entrou de modo sorrateiro no apartamento.


Bagunçado, como sempre. Mas parecia que não tinha ninguém ali.

– Percy? – ela chamou baixinho

Nenhuma resposta. Subiu as escadas em direção ao seu quarto e deixou o ar sair, nem percebeu que estava prendendo o mesmo de tanta excitação, ou era medo. Difícil de explicar com muitas emoções acontecendo ao mesmo tempo.

O som de água caindo do chuveiro era alta. Ela tirou o casaco, a blusa e a calça de moletom, entrando apenas de calcinha. Percy não a viu, estava de olhos fechados, passando as mãos pelos cabelos deixando a água escorrer pelo corpo desenhado. Annabeth abriu o boxer e então, ele percebeu que alguém estava ali, antes de qualquer coisa, sentiu braços finos rodeando sua cintura e beijando suas costas flexionadas.

– Você fica tão sexy assim. – Annabeth sussurrou na ponta dos pés

A água morna escorria pelo seu corpo e encharcava seu cabelo, sua calcinha mais do que já estava. Percy ficou de frente para ela e sorriu, colocando as mãos ao lado da cabeça dela, desviando os dedos para os fios dourados que ficavam mais escuros.

– E você é linda de qualquer jeito. – ela sorriu ao ouvir a voz mais rouca que o normal

Percy beijou os lábios molhados juntando seu corpo, sentindo choques quando seus seios se chocaram contra seu corpo. Ela ainda estava de calcinha e suas mãos desceram pelas costas macias, espalmando cada mão na sua bunda e descendo a calcinha levemente, ela deu um passo para o lado quando aquela peça inútil aterrissou em seus pés.

Annabeth deslizou-os até ficar na ponta dos dedos beijando o ombro dele e deliciando com o gosto que sua pele tinha, deu um chupão de leve ouvindo sua risada em seu ouvido.

– Isso vai ficar marca.

– Mostrar que você já tem dona. – sussurrou de volta

Beijou seu queixo e desceu para seu peito, passeando as mãos pelas suas costas, uma de suas mãos alcançou sua ereção, massageando, agarrou com força em suas mãos ouvindo seu arquejo, e começou a brincar com ele. Pra cima, pra baixo, pra cima pra baixo. Concentrou-se em seu trabalho, para cima e para baixo.

Percy arfou segurando seus cabelos e a puxando para um beijo enquanto suas duas mãos trabalhavam. Ela se afastou de seus lábios descendo de um modo sensual para sua ereção. O moreno jogou a cabeça para trás, para a água e passou a mão pelos próprios cabelos.

Annabeth encostou os lábios na sua ereção de leve, beijou e brincou com a língua. Percy encostou a mão em sua cabeça de leve e apertou seus cabelos, ela o enfiou na boca. Para frente e para trás. Era como uma dança que não poderia parar. Ele segurou seus cabelos ajudando nos movimentos, ela escondeu os dentes chupando de leve, e arranhou a ponta, então olhou para cima. Os olhos verdes estavam totalmente conectados ao seu, implorando, idolatrando. Ela não sabia definir, ajeitou-o em suas mãos e continuou a excitá-lo.

– Annie, para. – ele pediu com a voz muito rouca

Annabeth passou os dedos pela sua extensão sorrindo e o abocanhou mais uma vez, ele segurou seu cabelo com força entre seus dedos e ofegou.

– Eu não... Pare com isso. – ele pediu, segurando seu corpo com um dos braços atrás de si na parede

– Hm... – ela lambeu os lábios, beijando um pouco embaixo de seu umbigo, fazendo com que a ponta de seus seios tocassem em sua ereção

– Isso é saudade? – ele perguntou com uma sombra de sorriso no rosto

– Muita.

– Você quer fazer isso? – olhou para baixo, vendo ela passar lentamente os seios nele, fechando os olhos e aproveitando o contato

– Quero. Muito.

– Não agora. – ele respondeu puxando-a pelo cabelo, ouvindo-a gemer quando invadiu sua boca com a língua

Percy a encostou contra a parede fria e molhada, fazendo-a arquear as costas. Ele apertou os seios contra seus dedos, fazendo-o reagir ao mesmo momento, os mamilos estavam eretos esperando por mais contato. Sua boca desceu e chupou, brincou com a língua com os dois, Annabeth se contorcia contra a parede, puxando seus cabelos com tanta força que até achou que tinha arrancado alguns fios. Ele chupou seu mamilo direito com tanta força que ela sentiu toda pressão de seu corpo descer para o pé do estômago, soltando um grito fino. Ele riu.

Percy segurou sua cintura e a puxou contra sua boca. Annabeth ofegou quando sua língua quente entrou em contato contra sua intimidade. Ele tinha muita experiência com a mesma, Percy desceu as mãos pelas suas cinturas até sua bunda, segurando com força e massageando ao mesmo tempo. Ele a penetrou de leve com a língua o que a fez arfar, em seguida, brincou com seu clitóris e tudo que estivesse disponível e ao seu dispor. Ele sabia seus pontos certos, os lugares onde deveria ir ou topar.

Em seguida, Annabeth sentiu todo seu corpo desfalecer contra ele e sua boca deliciar-se com seu gosto. Apenas não caiu porque ele segurava sua cintura com firmeza, levantando em um segundo.

– Você ainda agüenta? – perguntou sorrindo, entrelaçando os fios molhados em seus dedos

– Claro que sim. – ela sussurrou sentindo todo aquele desejo reacender-se quando um de seus dedos alcançou sua intimidade

Percy desligou o chuveiro e segurou sua cintura, saindo do boxer e sentando-se na privada. A distância entre a mesma e a parede era um braço. Annabeth sentou em cima dele, inclinando-se e beijando seus lábios, ele puxou um dos mamilos entre os dedos e encostou a testa com a dela.

– Quero variar.

– Tudo bem.

Ele sorriu.

– Você nem sabe o que é.

– Percy. – ela segurou o rosto entre suas mãos, grudando suas testas – Eu só quero você. Agora.

O moreno sorriu e deslizou a mão para sua ereção, dando-lhe o próprio prazer enquanto Annabeth lhe beijava e pousava a mão junto com a dele, imitando seus movimentos. Percy segurou sua cintura e a virou, deixando-a de frente para a parede. Ela foi tomada pela surpresa, não acreditava que... Então, um dedo iniciou a excitá-la de novo e de forma lenta, Percy a preencheu por trás devagar e ela suspirou quando se sentiu completa. Ele segurou sua cintura e começou a movimentar-se com força. Rudemente, mas ela não se importava

Levou os dois braços a parede e inclinou o corpo para frente, ouvindo a respiração de Percy bater em suas omoplatas, ele mexia sua cintura para cima e para baixo com força, sem pensar se poderia doer. Eles não se importavam com isso nesse momento.

Ele beijou suas omoplatas, em seguida o topo de sua bunda enquanto a movimentava com firmeza, força e agilidade. Ela ofegou sentindo seu estômago se contrair e apertou seus próprios seios com as mãos, Percy inclinou-se e fez o mesmo com o outro seio, mexendo-a com uma mão. Ela continuou os movimentos, rápidos com força e suspirou quando sentiu que estava derramando-se por cima dele.

Annabeth se encostou contra seu peito, ainda dentro dele. Ofegante, ele beijou suas costas suadas e seus ombros finos, brincando os dedos em seus fios loiros, espalhou selinhos pela sua nuca ouvindo-a gemer baixinho.

Ela se levantou devagar e encostou-se na parede. Percy a olhou, confuso, mas ela estava sorrindo satisfeita.

– Já cansou, foi, molenga? – ela disse sorrindo

– Quem você está chamando de molenga, loira?

– Hm... Esse cara retardado pelado sentado na privada. – ela soltou uma risada melodiosa

– Cara retardado? Você não sabe com o que está brincando, Annabeth.

– Hum, bem, eu acho que sei sim.

– Você acha?

– Acho.

Percy prensou seu corpo contra o dela, ouvindo seu arfar. Beijou o topo de sua cabeça e prendeu seus cabelos embaraçados

– Vou acabar com você, garota.

Em seguida, ele agarrou sua cintura com as mãos fortes e, literalmente, a jogou contra a pia, ela gemeu embaixo do beijo, ele a colocou em cima da pia e afastou suas pernas, seus dedos bateram de um jeito frenético na sua coxa interna e penetrou dois dedos em sua intimidade. Sua outra mão livre apertou sua nuca fazendo com que sua boca grudasse de um jeito forte na sua. Percy apertou os fios encaracolados, dourados e úmidos em seus dedos e afastou de seu rosto, olhando fundo em seus olhos cinzentos.

Annabeth parecia estar em transe, com as faces coradas e o cenho franzido, se perguntando porque ele se afastou tão de repente.

Percy sorriu e beijou seu pescoço, satisfeito ainda com os dedos trançados nos fios de seus cabelos.

– É assim que eu quero te ver. – ele mordeu o lóbulo de sua orelha e sussurrou de um modo sensual – Totalmente dependente de mim.

Depois do jeito que tinham brincado há pouco tempo, chamando-o de retardado, ele quase sorriu.

– Isso é algum tipo de brincadeira, Percy?

– Acho que você já deveria ter descoberto que eu amo brincadeiras. Qualquer tipo de brincadeira. – ele chupou a parte descoberta de seu pescoço e brincou com seus seios nus e eretos, implorando pelo seu toque

– Eu já estou me cansando de suas brincadeiras, então. – escondeu a sombra de um sorriso que passeava pelo seu rosto

Percy deixou seus lábios tremerem e se transformarem em um sorriso malicioso.

– Não se preocupe. É para isso que serve minhas provocações.

Ondas de calor percorreram seu corpo no momento que ele brincou com seu pescoço nu, suado. Percy suspirou, surpreso quando ela agarrou sua mão e jogou contra seu peito, apertando com força.

– Eu também sei brincar.

Antes de pensar em mais alguma frase irônica para falar, Annabeth o sentiu rasgando-a por dentro, como se precisasse daquilo. Sentiu que suas mãos se batiam com alguns frascos de vidro, plástico ou acrílico, aquilo não importava agora. Ela só os sentiu cair. Com a cabeça para trás, olhos fechados e lábios entreabertos, pensou que já não existisse oxigênio. Seus pulmões ardiam, e em vez de ofegar, ou arfar, eles soltavam grunhidos, buscando ar, buscando qualquer coisa que além de parar com a ardência trouxesse mais prazer. Percy continuou a penetrá-la com força, sem parar, com o mesmo ritmo, fazendo-a segurar na pia com força, gritando, gemendo, Annabeth inclinou-se e puxou os cabelos da nuca dele com uma força inesperada, gritando alto quando sentiu dois dedos brincando com ela. Percy puxou seus lábios com força, beijando-a sem parar, não poderia ficar sem se movimentar.

– Abre os olhos. – pediu, quase implorando

Os cinzas estavam extremamente nublados e os verdes, intensos. Percy segurou sua bunda com firmeza e a virou contra a parede, jogando toda sua força contra ela. Queria acabar com aquilo logo.

Annabeth se segurou em seu pescoço, mordendo seu ombro e sentindo pequeno espasmos passeando pelo seu corpo, Percy bateu as costas dela com uma força quase desnecessária, mas o que a fez gritar mais alto seu nome.

Um orgasmo. Annabeth soltou gritos, fechando os olhos com força, Percy a prensou com mais força, indo mais fundo.

– Vamos. Mais uma vez. – pediu em seu ouvido

Percy despejou selinhos na curva de seu pescoço e em seu ombro. Annabeth sentia choques onde suas mãos estavam e onde seus lábios tocavam. Arranhou suas costas, jogando a cabeça contra a parede, enquanto Percy beijava todo seu pescoço, cada vez mais fundo.

Ele urrou jogando a cabeça para trás. Annabeth puxou seus cabelos com rudeza, ele encostou sua testa na dela, a loira acariciou os fios negros na testa dele, abrindo espaço e deixando apenas sua pele.

– Você é incansável. – ela sussurrou, cansada

– Ainda não estou cansado.

– Eu estou. Muito.

Percy se retirou dentro dela e a deixou de modo leve em pé. Ainda estava com as pernas tremendo.

O mesmo colocou os braços cada um ao lado da cabeça dela, respirando pesadamente, dando leves ofegos.

– Você é tão perfeita. Tão... – ele tentou achar alguma palavra que combinasse com aqueles olhos cinza nublados, grandes, piscando em cada cinco segundos, cansados, mas especialmente lindos – Deslumbrante. Maravilhosa. – ele sorriu – Posso ficar o dia todo te elogiando.

– Mas já é de noite. E você me cansou muito, Sr. Jackson.

– É? – Percy depositou um beijo casto em seus lábios de leve e se separou – Só um minuto.

Annabeth piscou os olhos, confusa, quando ele escondeu as orbitas verdes e respirou fundo, expirou, inspirou, fazendo com que seu peito definido, subisse e descesse lentamente. Que tentação. Annabeth lambeu os lábios, em seguida, balançou a cabeça, tentando se concentrar. Logo, ele a pegou nos braços e a jogou na cama.

– Por que estava quieto? – perguntou quando ele ficou por cima

– Estava cansado. Você não é tão leve quanto eu me costumava lembrar.

– Idiota. – ela deixou os dedos arranharem na sua barba e sorriu

– O que foi, idiota?

– Sua barba. – respondeu

Ele passou os dedos pela barba e se arrepiou, casualmente.

– Está te arranhando?

– Não. É sexy. – Annabeth se inclinou e beijou seu queixo – Agora, tchau, eu estou com sono e tenho que trabalhar muito amanhã.

– Calma.

Ele caminhou até o closet e saiu vestido com uma calça de moletom azul escura. Trazendo consigo uma blusa branca.

– Toma, veste isso. Não vai ser muito bom dormir com você, nua.

– Está querendo dizer que sou feia?

– Não, boba. – sorriu – Estou querendo dizer que talvez você acorde comigo em cima de mim, nu.

Annabeth sorriu, vestindo a camisa branca super larga que ia até a metade de suas coxas. Assentiu para ele e aninhou-se no edredom verde e bagunçado com cheiro de sabão de lavanda, canela e um cheiro inconfundível de maresia. Era reconfortante.

Fechou os olhos e sonhou com praia. Sonhou com a última vez que estavam realmente sozinhos, que não precisavam se importar com ninguém. Em Montauk.

Yeah, I've been watching you all night, it's something in your eyes, saying c'mon c'mon and dance with me, baby...

Notas finais
oooi, cara!! eu tô com duas ideias pra shorts fics, e ahaaaam, são pra vocês e por que disso? então, como começou minhas aulas - que eu to cansada de dizer que agora tá muito puxado - eu resolvi preparar shorts fics até eu entrar de férias e começar uma fanfic percabeth, mas de qualquer maneira, as duas shorts fics são percabeth, só se eu tiver um surto e mudar pra poseitena, o que eu to realmente considerando. Mas, antes de tudo, eu vou deixar aqui as sinopses das duas etc e perguntar qual vocês preferem que eu poste, etc etc vou deixar tudo certinho depois pra vocês verem ♥

E ah, isso não quer dizer que Chasing The Sun tá acabando, porque, Graças a Deus, não tá, mas eu já fiz o último capitulo, yep ):

Enfim, espero reviews, recomendações, xingamentos, críticas, ameaças, tudo porque eu amo vocês demais e vocês são melhores. Aliás, se eu deixei de responder algum review ME DESCULPEM!! Eu devo ter passado sem querer ): Enfim, como sempre, mais uma nota final enorme, o que já é de costume, e claro, que eu sei que vocês odeiam isso, mas ok. Tchau, beijo.

Surpresa pro próximo sábado, pro próximo capitulo!! Morram que eu nem vou dar pistas, beijo.