Chasing The Sun
27 Hace Un Instante.
Notas iniciais
Hace Un Instante
Annabeth se remexeu na cama, apertou os olhos, antes de piscá-los várias vezes. Os olhos nublados não conseguiam se acostumar com a claridade que invadia o quarto, as cortinas claras balançavam de acordo com o vento morno e ela se encolheu mais nos edredons. Eles tiram um cheiro gostoso, um cheiro de sexo misturado com maresia e ela deu um pequeno sorriso, lembrando-se do que acontecera ontem.
Por fim, abriu os olhos e virou-se para a porta do banheiro.
– Bom dia, Bela Adormecida. – Percy disse baixinho ajeitando a gravata
Percy estava lindo, como sempre. Paletó preto, gravata da mesma cor com pequenos fios cortando-a prateados, calça social e os cabelos desarrumados.
– Bom dia. – ela murmurou baixinho, puxando o edredom até o pescoço
O moreno andou de um jeito elegante até a beira da cama e deitou-se, pousando a mão em seu pescoço e acariciando a bochecha dela com o polegar.
– Sabe, você está absolutamente linda com esses cabelos espalhados pela minha almofada. – ele inclinou-se, brincando com os fios
– Eu devo estar horrível. – ela levou as mãos para o rosto – Com uma cara de borracha! – exclamou
Percy sorriu e tirou as duas mãos de seu rosto de boneca, de um modo delicado.
– Não, estou falando sério. Você está linda. Poderia olhar você a manhã toda, mas... – suspirou – O dever, infelizmente, me chama.
– Nos chama. – resmungou, sorrindo, entretanto
Annabeth inclinou-se centímetros dele e o puxou pela gravata, o pegando de surpresa e fazendo com que ele caísse por cima do seu corpo. Ela ofegou com o peso, mas espalmou as mãos nas costas definidas e beijou seus lábios avermelhados.
Percy se surpreendeu, segurando as coxas dela com força, sentando-se confortavelmente entre suas pernas. Ele puxou o edredom de modo que seus seios ficassem expostos e então, envolvesse um deles com a mão, Annabeth gemeu embaixo do beijo enquanto ele mordia seu lábio inferior, de um modo provocante e cheio de tortura. Suas mãos pequenas e desesperadas, trêmulas desceram pelo abdômen coberto pela camisa social branca de botões e abriu a braguilha da calça social. Arfou, segurando sua ereção com força entre os dedos, masturbando-o lentamente.
Percy ofegou e beijou seu pescoço, a curva do mesmo e seu ombro, beijos leves e silenciosos, ela apertou sua ereção com força o que o fez dar-lhe uma mordida no ombro, Annabeth mexeu em seus cabelos com a outra mão e levemente, o sentiu tirando sua mão dali.
– Chega, não é? – sussurrou rente ao seu ouvido
– Não. – conseguiu deixar as palavras saltarem
Ele sorriu antes de puxar bruscamente o edredom e a deixando, finalmente, nua. Percy a penetrou, sem cerimônias, enfiando o nariz em seu cabelo, ofegante, Annabeth puxou seus cabelos da testa que estavam suados, fazendo com que seus rostos ficassem frente a frente, ela abriu a boca emitindo um ruído estranho ao sentir a falta de ar admirando os olhos verdes tão intensos, cheios de desejo. Annabeth queria dar mais. Queria ver aqueles olhos daquele jeito, sempre. Sempre que a olhasse.
Percy apertou suas coxas com força, fazendo com que suas pernas abrissem mais, ele se admirou com o toque de seus dedos, um pouco acima de sua orelha e olhou para o teto, indo mais fundo. Mais fundo. O toque dela era fenomenal.
Annabeth gritou. Mordeu o ombro dele quando sentiu seu corpo suado desabar. Percy continuou dentro dela, firme, indo, voltando. Ela mordeu o próprio lábio e esperou até que ele tivesse satisfeito o suficiente. O moreno grunhiu e segurou a cabeceira da cama, com o rosto pousando na curva de seu pescoço, respirando pesadamente. Cheirou os seus cabelos e sentiu mais uma vez o aroma de morango, ele não sabia se isso era possível, mas mesmo suada ela parecia soltar seu próprio perfume, não era nojento, muito menos fedorento. Saboroso, afirmou na sua cabeça, saindo de dentro dela. Muito saboroso.
– Já de manhã, Chase?
– Eu sou insaciável. – ele riu
A campainha tocou. Impaciente, repetidamente.
– Quem é? – ela sussurrou, enrolando-se no edredom – Estava esperando alguém?
– Não.
– Acho que é Silena com minhas roupas.
– Não, não é. Ela já deixou, aliás, tá na sala, deixa eu trazer pra cá. E depois, abro a porta.
– Tudo bem.
Annabeth enfiou as mãos nos cabelos, vendo-o se arrumar rapidamente e desaparecendo de sua visão, voltando e jogando uma bolsa de couro rosa shock. Sem querer, revirou os olhos com raiva. Esticou-se sentindo as pernas incomodarem um pouco por causa da recém-posição e abriu-a.
Tinha um blazer cinza, uma blusa de mangas curtas brancas, uma calça social – que parecia ser justa – da mesma cor do blazer e embalada em um papel branco que fazia muito barulho, tinha um scarpin preto. A loira agradeceu que, embora a bolsa fosse um tanto extravagante, poderia passar em casa e trocá-la, a roupa tinha sido escolhida perfeitamente.
Suspirou, cansada e deu um sorriso tímido pro nada. Saiu da cama, sentindo as dores físicas persistirem em cada pedacinho do seu corpo, e ignorando todas elas, entrou no closet, procurando por uma toalha.
Onde merda ele colocava as toalhas?
Enrolou-se no edredom que saiu arrastando até chegar ao topo da escada, ouvindo uma voz conhecida. Seu coração parou por alguns milésimos de segundos, jogou-se no chão com uma delicadeza que parecia incorporar no seu corpo naquele momento, seus olhos piscaram surpresa, sentiu sua face queimar e seu couro cabeludo pinicar. Respirou fundo baixinho para que nenhum dos dois lá embaixo conseguisse ouvir sua respiração entrecortada. Apertou as mãos no pano macio e fofo do edredom, seus batimentos cardíacos ecoavam em seu ouvido, assim como o fluxo de seu sangue. Forçou seu corpo a parar com aquele desespero inesperado, deixando sua audição livre para ouvir o que quer que seja pela metade.
– Eu não acredito em você. – foi a primeira frase que ouviu, a voz era rouca e autoritária, a voz do seu marido
– Acreditando ou não, você não sabe de nada. Realmente, estou começando a achar que você está paranóico, Luke.
Percy lhe mandou uma olhada rápida, fazendo ela perceber que ele já notava sua presença.
– Você estava na minha casa ontem.
– Sim, acompanhando minha amiga.
– Aquela mulher é sua namorada?
Percy riu, com desdém.
– Eu realmente acho que você não precisa saber da minha vida pessoal. Eu já tenho uma namorada. – relembrou – Rachel Elizabeth Dare. Ontem, era minha amiga, Elizabeth Kunis. E mesmo assim, não sei pra quê quero que você entenda isso.
– Eu sei que você quer alguma coisa com minha mulher, com minha esposa.
– Desculpa se você não a satisfaz o suficiente e começa a imaginar coisas. Se eu quisesse sua mulher, — Percy inclinou-se com os punhos cerrados ao lado do corpo – eu já a teria. Agora. Na minha cama. Ou em qualquer lugar que fosse.
De novo, ele lhe mandou uma olhada discreta, como se a obrigasse a subir.
– Quem está aí? – Luke perguntou
– Elizabeth.
– Sua amiga? Chame-a, quero vê-la. Quero ver se é real.
– Você precisa urgentemente de um psiquiatra. Eu não vou deixar você ver Liz desse jeito. É constrangedor até pra mim mesmo. – ele fez uma careta
– Não me importo.
– Ela não vai querer. – fez um movimento indiferente na mão e olhou para Annabeth, com raiva – Lizzie, suba, por favor. Estou tendo uma conversa muito... Hm, psicótica com esse cavalheiro aqui.
Annabeth balançou a cabeça, negando silenciosamente.
– Liz. – ele pediu de novo, fechando os olhos
Luke continuou parado, no momento em que fez com que seu corpo fosse alguns centímetros mais pra frente, Annabeth levantou-se. Ficando de pé e encostando-se na parede ao lado da escada.
– Pronto. Ela já foi. Devia estar com fome.
– Eu vou te mandar só mais uma vez. – parecia uma ameaça em sua voz rouca e baixa – Nas últimas folgas de Annabeth, ela viajou, supostamente para Los Angeles.
– Sério? Dizem que lá é ótimo pra esquecer o estresse e maridos controladores.
– No mesmo período, você desapareceu dizendo que tinha viagem de negócios, sendo que a empresa não estava querendo fechar nenhuma parceria por enquanto. Apenas uma, na Polônia e Nico foi resolver em dois dias.
Percy pendeu a cabeça de lado, tentando entender como ele sabia de tantas coisas assim. Não entendia como ele poderia estar tão aprofundado nesses assuntos. As viagens, as parcerias eram assuntos tão discretos e restritos que apenas Nico, Thalia, ele e Annabeth poderiam saber. Rapidamente, Percy franziu as sobrancelhas, mas desfez logo do ato já que percebeu que estava sendo tratado como réu.
O moreno aproximou-se de Luke com uma expressão sombria, chegando perto o suficiente para dois homens que brigariam sem encostar o dedo um no outro.
– Eu sei como você descobriu isso. Eu sei sobre suas fugidas e seus segredos. Eu tenho provas, diferente de você. Então, que tal você manter sua boca bem fechadinha e falando coisas que você não sabe?
– Do que você está falando?
– De repente, tá pálido, né? Imagina, quanto a Sra. Castellan poderia tirar de você. Acho que ela te deixaria tão pobre de tão boa advogada que ela é. Sabia que 65% dos casos tem mão dela no meio? Ou seja, ela sempre se intromete até que consiga resolvê-lo? Acho que ela ficaria muito feliz em te ver muito pobre, além – Percy citou erguendo a mão e se afastando dele de um jeito feliz – de acabar com sua carreira.
– Eu...
– Então, por favor, retire-se da minha casa do mesmo jeito que você entrou. Sem minha permissão. E trate de nunca mais voltar e não ficar me acusando de coisas tão graves.
Luke continuou paralisado. O moreno inclinou a cabeça em um claro gesto de despedida, o visitante saiu, batendo a porta e Percy bufou.
Subiu as escadas e viu Annabeth encolhida na cama com o edredom cobrindo-a.
– Que segredos? – ela fungou quando o viu na porta
– Nenhum segredo. Vai tomar banho, se não vamos chegar atrasados.
– Olhe pra mim! – ela gritou quando ele virou as costas – Me conta... Como posso confiar em você se você não me conta nada?
– Annabeth... – ele sussurrou sem se virar
– Então, foi por isso que você desapareceu? Depois surtou quando a Calypso estava aqui? Percy! – ela chamou
– Cala a boca, tá? – ele estourou de uma vez – Você não sabe de nada, você não sabe. Apenas... – ele falhou ao ver seus olhos arregalados, medrosos – Você não entende. Se arruma. – mandou de novo – Você não vai querer chegar comigo e atrasada.
– Só vou se você me contar.
– Annabeth. – ele se sentou na beira da cama, longe dela
– O Luke tá me traindo, é isso?
– Eu não sei. – ele suspirou – Eu blefei. – disse, calmo – Eu blefei e ele caiu direitinho no blefe.
– E por que você estourou?
– Eu não sei. Eu... Só estou irritado, ele atrapalhou nosso momento, vem te acusar! Ele te... Humilhou. – falou
– Eu vou tomar banho. – avisou, puxando o edredom consigo – E eu não sei onde tem toalhas, pode pegar uma pra mim?
– Claro.
Ela estava triste, ele percebeu. Gritar não é uma boa maneira de se conversar com Annie. Seus olhos arregalados, medrosos, assustados, um misto de confusão que se espelhava na variação de azul em suas orbitas.
– Pode me deixar no Starbucks. – ela pediu
– Por quê?
– Eu pedi pra Silena me esperar. Vamos tomar café da manhã juntas.
– Tudo bem. – ele estacionou o carro em frente a pequena fachada branca com detalhes verdes, antes que ela abrisse a porta do mesmo, Percy segurou sua mão, estava fria e tremia – Você está bem? Sabe que pode faltar, se quiser, não sabe?
– Eu tenho um julgamento muito importante amanhã, pra mim... Pra minha carreira. E não quero deixá-lo nas mãos de ninguém.
– Eu sei, mas você está pálida. Você vomitou quando foi escovar os dentes, não foi?
– Foi. – admitiu – Acho que aquele pão tinha alguma coisa não vegetariana. Ou algo do tipo, ou estava ruim mesmo.
– Não, eu comprei antes de ir pra sua casa, ontem.
– Devia ser o lugar que você comprou, sei lá.
– Certeza que você não está doente?
– Absoluta. Só foi um mal-estar. Meu estômago não aceitou aquilo muito bem.
– Estranho.
– Por quê?
– Faz tempo que não usamos camisinha.
Annabeth empalideceu, de verdade.
– Não, não. Olha, Silena está me esperando e mesmo que você não use camisinha, eu tomo remédio sobre medida feito especialmente pra mim todo o dia. É quase impossível isso acontecer.
– Quase. – reafirmou
– Cala a boca. – disse com a expressão carrancuda, estremeceu de leve e nem acenou ao sentar-se ao lado de Silena brilhante na bancada
Percy revirou os olhos, arrancando o carro e chegando rapidamente no prédio do Olimpo. Deixou as chaves com o manobrista e seguiu até a recepção, cheia de gente como sempre. Pessoas discretas, pessoas esperando sua hora, pessoas e mais pessoas.
– Bom dia, Claire. – acenou para a recepcionista seguindo para seu último andar
Melanie estava adorável com seus cabelos soltos pelo ombro e carregando papéis em frente ao elevador, com um sorriso matinal, usando um terninho de cor neutra e uma caneca azul de café com leite.
– Canela?
– Sim, senhor. – ela assentiu, entregando-lhe
– Bem, o que temos por hoje?
– Uma reunião às onze. Um almoço marcado de última hora com Sr. Di Ângelo e Srta. Grace, então eu desmarquei dois clientes muitos importantes.
– O que eles querem dessa vez?
– Desculpe, senhor, mas acho que é um assunto confidencial.
– De novo? Eles não te falaram nada sobre?
– Bem, — ela deu de ombros, confusa – o de sempre. Deve ser algo a ver com parcerias que não querem que a mídia fique sabendo, talvez chame a Sra. Castellan e a Srta. Beauregard já que é sobre mídia.
– Sim, sim. – ele mexeu a mão livre no ar, bebericando o café – Você fica cada vez mais experiente nisso, Mel. – sorriu, abrindo a porta e a deixando aberta, esperando a pequena mulher passar, ela corou – Mais?
– Claro. – ela passou algumas páginas de seu bloco de notas e colocou as pastas e folhas em cima de sua mesa – Aqui estão os relatórios dos detetives, como o senhor pediu, todos os depoimentos e fotos do local.
– Ótimo. – sussurrou
– E ah, quase ia me esquecendo. Tem uma senhorita, acho que é, hm, sua namorada. Ela está há duas horas te esperando no hall de entrada. Disse que iria te esperar até chegar, mas você entrou e ela não chegou, creio que tenha ido embora.
Percy ergueu o olhar dos depoimentos que estavam em suas mãos e bebeu mais um pouco do café.
– Minha namorada?
– Sim... Acho que é Srta. Dare.
– Uma hora dessas? – resmungou, ligando o computador e verificando o horário em seu relógio – Tudo bem, deixa-a entrar. Mel, peça de um jeito discreto, por favor, que os seguranças fiquem alertas, peça uns... Não sei, dois, talvez que fiquem de esguelha por aqui.
– Tudo isso por causa dela?
– Não. – ele sorriu – Diga à eles que quero que prestem atenção em tudo, não digam nada a ninguém e antes da reunião com Nico e Thalia quero um relatório detalhado.
– Sim, senhor, algo mais?
– Ah, e se a Srta. Beauregard ainda não estiver chegado, ligue para ela e implore pra que ela venha o mais rápido possível. Acho que Rachel muito tempo por aqui não vai ser muito bom.
– Sim, senhor. Mais algo?
Percy bebeu o café, sorrindo e deu de ombros.
– Não, peça para ela subir. Não tenho o dia todo. Ah, peça para os seguranças subirem com ela.
– Sim, senhor.
De seu jeito discreto, Melanie se retirou da sala.
Percy continuou a ler os depoimentos bebendo o café calmamente. Não sabia o que Rachel viera fazer aqui, mas não estava se importando muito. Deveria ter acabado todos os seus desfiles e agora queria fotos de mãos dadas pelo Central Park com fotógrafos o seguindo por todo o percurso.
Começara a se irritar antes mesmo de ver o rosto dela.
Em poucos minutos, ela entrou com uma Melanie assustada atrás dela.
– Sai de trás de mim, agora, garota! – Rachel gritou, virando-se irritada
– Tudo bem, Mel, eu cuido dela.
A porta de madeira fechou-se e Percy continuou sentado, inclinando a cadeira presidencial, bebericando seu café morno, inspirando o cheiro de canela que preenchia sua sala.
– Nem faça essa cara de que não se importa!
– O que você quer, Rachel? Não posso cuidar de seus caprichos, agora.
– Não pode? Muito bom. – ela jogou o envelope branco em cima de sua mesa ao lado dos relatórios – Mas tem tempo de me trair com outra, na maior cara de pau! Faz o quê? Uns dois meses e meio que terminamos e é isso que você faz comigo?
– O quê eu faço com você, Rachel? Não tenho culpa de não ter superado o fim de nosso namoro. – perguntou com o tom de voz indiferente
– Abra esse envelope. Vamos, abra! Provas concretas que eu posso e vou expor ao mundo!
Percy fez uma careta enjoativa. Ergueu-se e deixou a caneca azul em cima de um pequeno quadrado de couro, rasgou a parte de cima do envelope e tirou algumas fotografias.
Sorriu. O céu estava alaranjado com riscos rosas, o mar não tinha uma cor definida, mas parecia estar verde, um casal exibia seu rosto em perfil. Os cabelos loiros estavam úmidos tanto quanto os seus, eles estavam com os rostos muito próximos. Deu de ombros e a seguinte foto, eles estão se beijando de um modo avassalador, como se suas vidas dependessem daquilo, podia até sentir a excitação que a foto lhe passava. Franziu as sobrancelhas e repetiu o movimento com os lábios, ergueu os olhos surpresos para Rachel e a avaliou.
Os cachos ruivos estavam presos em um rabo de cavalo, seu rosto estava contorcido pela raiva e seus olhos verdes salpicados pelas sardas pareciam mais assustadores que antes.
Percy olhou novamente para as fotos e refez sua expressão dura, lembrando-se de tudo como um flash. Bufou, seu dia não poderia ficar nem um pouquinho melhor. Jogou as fotos em cima da mesa, em um sinal claro de raiva e a olhou com pequenas órbitas penetrantes.
– Onde você conseguiu essas fotos?
Y desnudos desde el alma, vimos juntos el amanecer, no hacía falta ni una palabra [...] No te vayas de mi todavia, no lo puedo definir, pero hace un instante, me enamoraste...
Notas finais
O próximo capitulo não é um capitulo e sim, AS SINOPSES!!! Olha a felicidade de vocês, emossaum
Eu sei que vocês queriam que fosse a história, mas não é, sorreh. De qualquer maneira, eu acho que eu tenho mais coisa pra falar, porém eu falo no outro capítulo com as sinopses. Beijão.
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