Chasing The Sun
36 Locked Out Of Heaven.
Notas iniciais
Locked Out Of Heaven
Annabeth jogou os dois braços contra a porta tão conhecida, batendo com toda força que continha em seu corpo. Descontando a raiva que seu, definitivamente, ex-marido causara em seu emocional. As laterais de suas mãos pulsavam com a dor que lhes eram provocadas, ainda com o punho cerrado, ela o passou pelas bochechas encharcadas, esperando uma resposta do outro lado da porta.
Quando Percy a abriu, seu ar escapou dos pulmões. Annabeth estava com um short que caia de seus quadris provocativamente, a blusa de renda era fina e um pouco acima do umbigo, enquanto o moletom que estava caído sobre os ombros eram enormes até a metade das coxas, mas não cobria nada, estava completamente aberto.
A loira jogou seu corpo contra o dele, sentindo o movimento que suas costas criavam ao deixar todo o choro que estava sendo guardado na garganta escapar, os soluços preencherem o vazio da sala junto com a voz rouca de sono, soltando um hálito quente contra seu ouvido, murmurando um “sh” calmo, enquanto alisava os cabelos presos, soltando-os, deixando as ondas caírem sobre as costas.
'Cause your sex takes me to paradise, yeah your sex takes me to paradise, and it shows, yeah, yeah, yeah
Annabeth tentou formular alguma frase coerente, colocar seu cérebro para funcionar, procurar qualquer palavra, qualquer palavra que fizesse sentido neste momento, porém tudo que conseguiu sair de sua boca foi “ão”.
– Eu não estou entendendo. – Percy sussurrou, cambaleando para trás até estar sentado no sofá
Ele segurou suas pernas firmes, posicionando-a em cima de seu colo, seu rosto enfiado no seu pescoço, soltando o ar entrecortado, obrigando-se a respirar, a sugar o oxigênio e deixá-lo sair.
Annabeth levantou o rosto, visualizando os olhos cansados enfeitados por olheiras um pouco escuras abaixo dos mesmos, os cílios tremiam de acordo com a respiração que, por enquanto, estava calma. Os lábios, entretanto, estavam trêmulos, entreabertos, soltando a respiração rapidamente, como se tivesse pegado todas as dores que ela trouxera e tomara para si mesmo.
Percy apertou o tecido grosso do moletom nos ombros dela, descendo-os até que estivesse tocado o chão, acariciou as costas cobertas pela camisa fina de renda até alcançar a nuca, acariciando os fios arrepiados. Então, puxou contra seus lábios, apertando-a. Sentindo o gosto salgado que as lágrimas tinham trazido fazendo com que ela esquecesse por um curto espaço de tempo qualquer dor que trouxera de seu apartamento. Mordeu seu lábio inferior com força, alisando os fios que estavam no seu rosto com as pontas dos dedos.
Desceu os beijos suaves até a clavícula, soprando cuidadosamente e sentindo seu corpo estremecer sobre suas mãos. Annabeth apertou os fios negros que estavam abaixo de seu queixo, o desejo subindo pelo seu corpo, os lábios quentes colados seu seio esquerdo, fazendo brincadeiras. E toda aquela raiva havia sumido, havia sido derretida e substituída por algo muito prazeroso. Ela arranhou os ombros nus e musculosos, forçando-o a subir e encarar seus olhos, a loira beijou seu pescoço e descansou a cabeça na curva, Percy beijou atrás de sua orelha suavemente até que ela tomasse coragem e viesse te contar algo mais.
– Ele me traiu. – ela comprimiu os lábios e saiu de seu esconderijo, apertando os dedos entre os fios negros da nuca
– Com Thalia, suponho.
Annabeth apertou os olhos, avaliando a expressão suave que Percy havia colocado em seu rosto, os lábios não estavam trêmulos, na verdade, estavam apertados um contra o outro com força e os olhos estavam determinados, o cenho levemente franzido, talvez confuso que logo voltou a ficar normal.
Novamente, ela fungou, sentindo as lágrimas descerem, não teve tempo de continuar a frase já que Percy a puxou novamente, enterrando seu rosto no seu peito, molhando os músculos definidos enquanto murmurava palavras desconexas e acariciava seu cabelo.
– Não se preocupe, vamos dar um jeito nisso. – ele sussurrou perto de seu ouvido, acariciando o pequeno vão brilhante entre a orelha e o cabelo bagunçado
Ela não respondeu a frase conjugada na primeira pessoa do plural, o que fez com que seu corpo estremecesse mais uma vez, mas não por causa do choro que provocava movimentos involuntários em suas costas e em seu peito. Fungando, ela forçou a olhar para cima, para os olhos cuidadosos que lhe transmitiam segurança.
– Ele disse com tanta calma. Com... Não sei se era frieza, mas... Foi assustador, ele não estava gritando e eu me senti... Uma louca. – desabafou, levando as pontas dos dedos a fazer movimentos circulares em parte de seu peito
– Se não quiser falar... – ele começou, ninando-a em seus braços, ajeitando-a em seu colo, a posição parecia como a de colocar um bebê para dormir
– Eu quero. – fitou a imensidão esverdeada e suspirou, vendo-o se arrepiar até tomar coragem suficiente de falar – Você sabia disso tudo, não é? Quero dizer, eu não terminei e você...
– Sim. – Percy enfiou alguns dedos nos fios dourados, acariciando, esperando que com isso, ela se acalmasse e parasse de chorar um pouco, embora tivesse falando com calma, as lágrimas continuavam a descer pelo seu rosto
– Por que você não me disse? – Annabeth suspirou, desviando os olhos, se sentia duplamente traída – Eu fui traída pelo meu marido e agora por você, eu não sei em que homem eu posso confiar.
Percy riu, pensando que seria uma piada, mas ela continuou séria, encarando seu peito vazio, desenhando algum desenho. Ele pigarreou e admirou o perfil do rosto de porcelana.
– Eu pensei... Que não valeria de nada. Você não ia acreditar em nada e depois que ficou amiga de Thalia... Seria muito mais difícil, não acha?
– Não. Eu...
– Diga a verdade, Annabeth. Você não acreditaria em alguém que só te dar prazer, que de vez em quando faz com que você se sinta satisfeita e está sempre ao seu lado quando você chama, como um cachorrinho. Ou você acreditaria na pessoa que além de sua raça, também é o do sexo feminino?
Annabeth fungou mais uma vez, observando o modo que ele pensava, analisando cada palavra.
– É isso que você acha que eu penso de você?
– Por que não seria? – ele avaliou o rosto contorcido, aninhado em seu peito e suspirou – Sinto muito por estar te fazendo sentir pior, mas é... Resumidamente, eu pensei que você, bem... Me dispensaria.
Annabeth assentiu levemente, sentindo os lábios macios sendo pressionados contra os seus novamente, Percy se levantou, deitando-a sobre o sofá e ficando por cima dela, pressionando seu corpo contra o dela, obrigando-a a sentir o mesmo que estava sentindo. Um desejo inconfundível e um pleno pedido de desculpas, mas quando ela sentiu os dedos subindo a blusa de seda, tocando seus seios, seu corpo enrijeceu e ela pediu com as mãos para que ele se afastasse.
– Por favor. – pediu, fechando os olhos com força
– O que foi? – ele sussurrou, deitando a cabeça na mão, acomodando-se ao lado dela no sofá
– Não sei. Eu... Bem, eu acho que devo voltar pra lá antes que... Não sei.
– Quer que eu te acompanhe? – Percy laçou um fio solto diante de seus olhos nublados e brincou até colocá-lo atrás da orelha
– Acho melhor não porque... Eu também contei sobre nós. – ela pigarreou e abaixou a blusa ao se sentar – Eu vou voltar pra casa. Tenho que colocar todas essas idéias para processar, saber... Saber o que eu estou fazendo. Não tenho mínima ideia disso tudo. – ela envolveu o ar com o indicador e deu de ombros, desviando o olhar para nenhum ponto especifico, apenas queria fugir dos olhos penetrantes que insistiam em tentar ler sua mente.
Apontou para porta sobre o ombro, atrás de si e respirou fundo, colocando o moletom sobre os ombros, piscou os olhos vendo-o sentar e cruzar as pernas, observando-a.
– Você volta?
– Eu... Estou com as duas semanas cheias de coisas pra fazer, procurar um substituto pra Silena. Talvez dê tudo certo e... Bem, eu estou indo. Obrigada por... Isso. – gaguejou, inclinando-se pra despejar um selinho febril em sua testa
Percy fechou os olhos, aproveitando a maciez de seus lábios contra sua testa, o beijo inofensivo foi tão rápido que ele nem se deu conta de quando a porta fechou com um som suave dando lugar ao frio que começara a invadir sua sala.
Notas finais
Ok chega de falar em ingles mas eu acho que eu tenho um trabalho do curso e eu nao lembro dai eu to treinando eNFIM
E ai galera, como vcs estão?? HERE I AM! Depois de anos, claro, mas enfim, eu ACHO que eu vou começar a demorar mais para postar. Eu fiz uma One Shot mas ficou uma merda tipo MUITA MERDA parecia privada de tão ridículo e Fix You também tá ficando merda, mas eu vou postar o segundo capítulo mesmo assim. De qualquer maneira, só queria alertar que tudo que eu to escrevendo tá saindo uma merda. Sério.
E outra coisa, eu já disse que posso demorar pra postar? Então, sim, minha escola decidiu ferrar com nossas vidas e agora, toda sexta/quinta eu tenho simulado, prova e enem, nessa mesma ordem. E eu já to com nota baixa em matematica, embora nesse feriado todo eu só estudei pra fisica, mas enfim, to ferrada de qualquer jeito. E to tentando estudar pra biologia, mas vcs não precisam saber disso. E agora, eu vou divulgar uma coisa rapidão, nem sei se posso fazer isso mas já to fazendo: POR FAVOR POR FAVOR LEIAM PERFECT ENEMY EM FANFIC OBSESSION não é nada parecido com o que escrevo, é BEM BEM pesado, mas é MUITO legal! E BIOLOGY!! SIM LEIAM BIOLOGY ATÉ NÃO AGUENTAREM MAIS PORQUE É A MELHOR FANFIC DO MUNDO... E as outras, eu tenho ciumes demais. Não conheço nenhuma das autoras, mas elas são perfeitas OU SEJAM LEIAM! Não é aqui, ok? É tudo no FANFIC OBSESSION e eu acho que vão excluir ou me banirem depois, mas fuck.
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