Chasing The Sun

12 Glad You Came.


Notas iniciais
Acho que todo mundo ama essa música né? Espero que aproveitem o capitulo.

Glad You Came

Os olhos verdes se encontraram com as orbes cinza e Percy riu, jogando o hálito de menta contra o rosto que acabara de acordar.

– Você está muito amarela, depois não reclame quando eu ficar te chamando assim.

Ela piscou os cílios cor de ouro, confusa com o que estava acontecendo. Pelo que percebera quando ele saiu pela porta, eles ainda estavam frios um com o outro quando ela começou a fuçar as coisas dele. Contudo, não mais. Os cabelos negros pingavam em cima do rosto da nobreza clássica assustada, todo seu corpo estava molhado e quando uma lufada de ar se apossou dele, os dois estremeceram com o frio que fazia. Todo seu corpo pingava em cima das roupas amassadas de Annabeth que suspirou, batendo em seu peito, implorando para que ele saísse.

Percy fez o que ela pediu, pensando que ela estaria brava. Ele parecia não conhecer Annabeth com seu sorrisinho malicioso quando lhe virou as costas.

– O que foi, Annie? Por que está assim? É sono? Eu posso tirá-lo em cinco minutos na nova cama. – avisou jogado no chão

Ela olhou para a janela pequena ao lado da televisão. As estrelas piscavam no céu escuro da praia. A lua parecia grandiosa ali.

Annabeth não respondeu e abriu a geladeira, nada demais.

Percy levantou-se e andou até ela, do modo mais sensual embora seu corpo reclamasse de cansaço. Tocou seu corpo frio e molhado contra o dela que percebeu que ele estava molhado por causa do banho que acabara de tomar, o cheiro másculo exalando dele. Percy espalmou suas mãos pela lateral do corpo dela, massageando até chegar a suas nádegas, onde apertou com força.

– Você não quer brincar hoje? – sussurrou em seu ouvido, mordendo seu lóbulo

Ela não respondeu e se virou para o moreno, empurrando-o até os dois grudarem na parede oposta. Ele não se limitou para dar um sorriso satisfeito ao rosto branquinho dela, os pés finos se puseram em um toque de bailarina mordendo seu pescoço.

– Como se nada tivesse acontecido. – espalhou as mãos pequenas pelo peitoral enorme e olhou voraz para ele – Aconteceu, eu li. E você sabe disso.

Percy arregalou os olhos e suspirou.

– É só esquecer. Eu era um otário.

– Pelo que Calypso te disse? – olhou o rosto repleto de linhas confusas – Acho que não.

– Annie... – ele olhou para o teto

Annabeth puxou o queixo dele para si e beijou os lábios com força, tentando usar toda sua força para prendê-lo ali. Percy não recuou e apertou todo o corpo pequeno a sua frente com as próprias mãos.

– Eu li. E eu quero aquilo. – Annabeth ofegou em meio ao beijo, deixando que ele beijasse seu pescoço

– Você está louca. Aquilo foi de adolescentes.

Ela puxou o rosto de Percy de novo, olhando nos olhos verdes, como a fúria do mar lá fora.

– Eu não quero saber. Eu quero. E você vai me dar.

Percy riu e beijou o pescoço dela.

– Não. Foi horrível.

– Não é assim que você descreve. Ela falou coisas perfeitas. – citou, em meio a gemidos quando ele mordia e chupava seu pescoço

– Annie, não faça isso com a gente.

Annabeth apertou seus ombros e tirou a blusa junto com o sutiã em um puxão, ficando de frente para ele. Os mamilos eretos como se estivessem o chamando, mas ele ficou perplexo com sua atitude.

– Sou mais feia que ela? – perguntou, com os braços ao lado do corpo – É, Perseu? – disse de forma sensual

Percy queria sair dali correndo, ela parecia uma leoa pronta para dar o bote. Os cabelos dourados dando o toque final na obra de arte que era seu rosto.

– N-Não. – ele gaguejou

– E o que você está esperando?

Annabeth encostou seu corpo contra o de Percy, arranhado o peito dele com os seus, ele gemeu apenas com o contato e ela o beijou de forma bem aproveitadora desta vez. Saboreando o gosto de menta e canela que se espalhava pela sua boca, brincando sensualmente com sua língua.

– Você não gosta disso? – lambeu o pescoço dele, arranhando seus ombros – Quais eram as coisas perfeitas? – desabotoando a bermuda – Você é muito grande? – ela sussurrou, com os olhos ferozes

Percy estava tão atônico, que a única coisa que fazia era gemer como um doido alucinado.

– Você sabe que é grande. Você sabe que tem poder. – ela continuou sussurrando, abaixando-se até o seu membro e tirando a bermuda de vez

– Não faça isso. – ele implorou, olhando para o teto. Seu membro pulsava por ela, mais forte do que já fizera em toda sua vida – Não faça isso com nós. – pediu

– Não na cozinha? – Annabeth brincou com a barra da cueca, lambendo sua barriga – Ótimo, temos sala, quarto, biblioteca... – começou a enumerar

– O que você quer de mim?

Percy puxou seus ombros, fazendo-a ficar de pé.

Annabeth sorriu.

– Seu poder impressionante. – sussurrou contra seu queixo

Percy se sentiu mais uma vez, atiçado. No entanto, não conseguiu ver o que tinha nos olhos dela. Estava sendo puxado para o quarto, atravessando as escadas e jogado contra o colchão fofinho. Ele ouvia as ondas batendo lá embaixo e o vento entrando sorrateiro pela sacada, tinha ideia do som das cortinas beges se mexendo casualmente, mas mesmo assim não conseguia desviar os olhos da pequena strip teaser que Annabeth estava fazendo em cima de si.

Sem sutiã e sem camisa. Apenas com um short jeans rasgado. Ela começou a dançar de um jeito sedutor em cima dele, fazendo-o ficar mais excitado, retirou-o e jogou em cima de sua cueca, Percy não soube o que fazer. Só restava a calcinha e ela se sentou em seu peito, as pontas dos dedos de Percy foram automaticamente para a barra fina da calcinha e ela sorriu quando estava em seus joelhos.

Desceu sobre o corpo forte dele, enroscando-se em todo lugar que poderia e beijando toda a parte exposta.

– Me faça gemer. – ela beijou seu queixo, arranhando sua barriga – Me faça gritar seu nome. – beijou sua bochecha, seguindo para a orelha – Bem alto. – ressaltou

Percy ainda não conseguia falar nada. Se fizesse qualquer movimento, tinha medo de machucá-la como fizera antes com sua ex-namorada.

– Eu quero gritar, Percy. – ela sussurrou, rebolando em cima de si – Eu quero gritar para você. – Annabeth encarou os olhos furiosos dele – Agora. – gemeu

– Você não quer isso.

– Não. – ela confirmou – Eu quero seu poder impressionante. O que você quer que eu diga?

Annabeth enroscou-se mais uma vez junto ao seu membro, gemendo a cada vez que sentia sua masculinidade contra si. Só bastou dar um gritinho fino quando sentiu-se gozar em cima da cueca dele que o mesmo forçou as mãos na sua cintura, trocando de posição.

– O que ela disse? – Annabeth quase gritou, puxando os cabelos dele para um beijo

Percy espalhou suas mãos pelo corpo dela com brutalidade, apertando os seios com forças e desceu a boca, sugando os mamilos e ouvindo os gritos finos dela, espalmou a mão pela coxa e acariciou a curva do joelho, amarrando as pernas na sua cintura.

– Não diga mais nada sobre ela. – pediu

Annabeth sorriu quando chegou ao ponto que queria, puxando os ombros dele para olhar em seus olhos.

– Se solte. – pediu, mexendo os lábios com suavidade – Eu não vou me machucar, prometo. – alisou suas costas e ombros grandes

Ele negou com a cabeça.

– Não. Eu não vou.

– Você é perfeito. – Annabeth arranhou seu couro cabeludo – Quais foram as palavras perfeitas? – ele gemeu quando ela mordeu seu ombro – Você é tudo para mim? Não seria tão clichê.

Percy mordeu os lábios e rasgou a própria cueca, encaixando-se nela, enquanto a mesma recuava.

– Eu quero o que ela teve.

Ele riu.

– Por que isso agora?

– Eu quero seu poder impressionante. Não é isso? Eu quero. – ela sussurrou, olhando nos olhos dele, era como um pedido em que ele nunca poderia negar

– Você é gostosa. – vociferou quando deu a primeira estocada, Annabeth gritou – Você é pequena. – ele deixou o rosto cair na curva de seu pescoço, respirando pesadamente enquanto estocava com força – Apertada. – ofegou – E você me excita com um sorriso. Sabe o que é sentir isso?

Annabeth não deixou de sorrir ao sentir isso, arranhando as costas dele. Sentia seu corpo estremecer a toda força que ele depositava nela. Todas as forças que ele já colocara nela antes, nunca seriam comparadas a essa. Seu membro saia e entrava, em questão de segundos, estava de volta, se chocando contra ela. A loira não teve tempo de pensar quando sentiu seu corpo sendo virando de bruços.

– Você me excita com seus cabelos loiros. – ofegou ele

Percy sentou-se entre suas pernas branquinhas, avaliando seu corpo de costas. Brilhando a luz da lua, os cabelos apenas de um lado, todos bagunçados e ainda assim, continuava sexy. Ela tentou olhar para trás, no entanto quando fez isso, ele já estava beijando suas omoplatas, passeando as mãos por sua bunda. Percy beijou a parte interna de sua coxa, ouvindo o seu gemido abafado pelo travesseiro, viu ela apertá-los com os dedos esguios. Deitou-se sobre ela, o coração batendo tão rápido que mal conseguia ouvir a própria voz.

– Você é apressada. – avaliou

Percy a penetrou com força, de novo. Sentindo seu membro se chocar com suas nádegas, o que o deixava ainda mais excitado, seu corpo chocando-se contra o dela de forma rápida e forte.

Annabeth achou que não poderia existir coisa melhor que aquilo. Mordeu o travesseiro quando ele repetiu o movimento, ele beijou seu ombro, em seguida sua bochecha e acariciou seus cabelos, carinhoso. Contudo, não parou de fazer o que estava fazendo.

– Estou sendo bruto? – ele sussurrou em seu ouvido

– Não. – ela gaguejou – Não.

Percy saiu de dentro dela, massageando suas nádegas e pensando em quantas coisas safadas poderiam fazer ali naquelas duas semanas.

– Esse é o seu poder impressionante? – ela conseguiu sussurrar

O moreno sorriu atrás dela e massageou seu clitóris com dois dedos, ela gemeu alto, socando o travesseiro. Percy riu, beijando a curva entre seus joelhos e voltando a beijar sua bunda, rindo com seus gemidos, tirou seus dedos e ela reclamou, clamando por ele que entrou dentro dela com toda força que ainda possuía.

– Agora, grite meu nome. – ofegou em meio aos gemidos

Annabeth continuou gemendo, sem conseguir entender o que realmente estava querendo. Suas pernas doíam, suas costas e suas nádegas, mas ela não se importava com isso agora. Apenas ele dentro de si.

O corpo de Percy estremeceu, ele soube que estava perto de vir. Então, continuou estimulando Annabeth com dois dedos e penetrando com força.

Annabeth gritou seu nome. Tão alto que Percy supôs que os vizinhos de um quilômetro de distância puderam ouvir. Mas quem se importava?

Percy sentiu seu liquido esvair-se dentro dela e o de Annabeth vazando entre suas pernas.

Ela suspirou em meios aos travesseiros e tentou rolar para visualizar o teto. Com um pouco de dificuldade, conseguiu. Percy estava ajoelhado, olhando-a apreensivo.

– O que foi? Por que está me olhando? – Annabeth arqueou as sobrancelhas, encarando o corpo másculo à sua frente

– Você vai me odiar amanhã de manhã. – avisou

– Hoje não é amanhã de manhã. – disse, risonha e o chamou para deitar-se ao seu lado, ele foi

Percy esparramou-se ao seu lado, acariciando seus cabelos que estavam fora do lugar, colocando-o cada um no lugar que deveria estar.

– Não sabia que você podia ser tão vingativa... E maníaca. – ele sussurrou, sem olhá-la nos olhos

– E não sou. – afirmou, encostando-se no seu peito, tentando dormir – Isso foi muito...

– Não diga. – pediu

Percy mordeu os lábios e fechou os olhos com força. Tudo isso lhe lembrava ela, mas mesmo assim ele não conseguia substituir Annabeth por mais ninguém de sua vida.

– O que, seu idiota? Eu vou te elogiar.

Percy sorriu, colocando o queixo em sua cabeça. Nenhum dos dois se olhando, definitivamente.

– Ela disse a mesma coisa e quatro meses depois foi embora.

Annabeth levantou o olhar. Percy apreciou seus olhos, a mistura entre o azul e o cinza, as nuvens acima nubladas e os raios dançando entre elas. Uma verdadeira tempestade.

– Eu não sou ela. Quem quer que seja Calypso. Eu sou Annabeth Chase. E eu nunca vou me igualar a ela. Você sabe disso.

– Só não quero que aquilo se repita de novo.

Annabeth piscou os olhos, nervosa.

– Isso foi muito... Doentio da minha parte? – Annabeth levantou o olhar para ele que estava apoiado no cotovelo — Quero dizer, foi terrível, eu sei, mas eu estava com muito...

– Ciúmes. – ele disse, Annabeth fez uma careta. – Mas foi diferente. – acariciou os cabelos grudados na testa – Você é diferente. E foi bem melhor. Apesar de ser doentio, sim. – ele riu

– Eu não estava com ciúmes.

– Aham.

– Eu só estava com raiva.

– Aham.

– Pára de falar “aham”.

– Aham... Amor. – ele fechou os olhos, deitando-se no travesseiro, com uma expressão tranqüila

Annabeth o encarou, assustada.

– Do que você me chamou?

Ele arqueou a sobrancelha, ainda de olhos fechados.

– De amor. É um apelido carinhoso, sabia?

Annabeth sorriu e deu um selinho em seus lábios, puxando o edredom para cima dos dois.

– Me chama de novo assim?

– Amor. – ele sussurrou com um sorriso grande. – Amorzinho.

Annabeth riu e se enroscou no corpo dele, sentindo o sono apoderar-se de seu corpo, a coragem impulsiva que tomara conta do seu corpo dando um pequeno tchauzinho no seu ouvido, o olhou por baixo dos cílios longos e viu que ele já respirava pesadamente, dormindo. Annie acariciou seu peito e encostou a cabeça nele sentindo o cheiro de maresia e sabonete liquido de lavanda, ela sorriu. O cheiro era novo, mas bem-vindo.

You hit me like the sky fell on me, and I decided you look well on me, so let's go somewhere no else can see, you and me.

Notas finais
Esse deve ser um dos meus capitulos preferidos e é porque a Annabeth está doentia e eu amei isso!! Isso aí, reviews, recomendações? Acho que eu mereço alguns já que até eu - que nunca me elogio - estou babando nesse capitulo. Obrigada, guys!!