Chasing The Sun
38 Alone Again.
Notas iniciais
Alone Again
A loira se olhou no retrovisor mais uma vez, sentindo seu estômago revirar. Não sabia se era devido à nova decisão que tomara em relação à Percy ou se era esse encontro de trabalho que lhe causava arrepios. Suspirou, observando a fachada do restaurante. Não era um daqueles que estava acostumado a ir, com teto alto e as paredes feitas de espelho, diferentemente, era grande com uma porta pequena que tinha um sino em cima avisando a entrada com letras cor de mostardas pintadas na frente da porta de vidro. Sofia’s Of Little Italy. Estava escrito, Annabeth piscou, sabendo que estava no lugar certo. Até metade das paredes era feito de uma madeira com cores parecidas, porém misturadas, acima era feita de vidro o que impedia que o barulho de dentro ecoasse assim dando visão a todos que estava ali.
Dentro do carro, ela procurou Thomas e agradeceu por ele estar sentado bebendo um copo de água, enquanto analisava o cardápio com o cenho franzido. Passou uma leve camada de brilho labial nos lábios, segurou a bolsa junto ao cotovelo e saiu do carro.
Assim como previu, um sino fez um barulho caloroso e um maître a olhou por cima dos óculos de grau, levantou os ombros e refez a postura ereta, andando confiante até ele.
– Estou indo para aquela mesa. – apontou com a cabeça. – Sr. Jones.
O senhor assentiu e deu um sorriso de lado, dando um passo ao lado e pedindo que ela a seguisse.
– Sr. Jones. A acompanhante que estava esperando. – declarou
Thomas levantou a cabeça e deu um sorriso aberto enquanto dispensava o maître com o olhar, saindo de sua cadeira e indo puxar a de Annabeth que agradeceu com um meio sorriso.
– Achei que tivesse me dado um bolo.
Ela sorriu, dedilhando a mesa coberta por uma toalha de mesa vermelha e branca até achar o cardápio.
– Você sabe, o trânsito estava terrível.
– Nem me diga.
Annabeth abriu o cardápio diante de si.
– Então, pedimos o almoço e vamos conversando sobre as logomarcas?
– É, seria muito bom. Não posso me atrasar pra voltar ao Olimpo.
– Claro. Tem ideia do que vai pedir?
Ergueu os olhos nublados e soltou um riso baixinho. Negando com a cabeça, e colocando os fios dourados atrás da orelha.
– Não me entenda mal, eu adoro comida italiana, eu sou vegetariana e amo massas, mas... – ela envolveu o restaurante com o indicador e deu de ombros, derrotada – Eu nunca vim aqui.
Thomas riu e abriu seu cardápio, balançando a cabeça, como se estivesse indignado embora um sorriso estivesse estampado em seu rosto.
– Você é vegetariana. Quase vegetariana ou uma realmente vegetariana?
– Semi. Quando eu era pequena, eu ainda comia carne e essas coisas, mas depois dos quinze, eu comecei apenas a comer derivados, como leite, mel, essas coisas. – deu de ombros
– Minha irmã mais velha também é. Ela era... É bem irritante em relação a isso. – sorriu, e levantou os olhos dourados para ela, inclinando a cabeça para o lado, como se estivesse confuso – Você não é irritante, é?
Annabeth riu do modo como ele falara e negou.
– Não, na verdade, ninguém nunca me disse que eu era irritante.
– Devo imaginar o porquê. – murmurou para si mesmo
Thomas bateu os dedos sobre a capa de couro e virou o próprio cardápio de modo que Annabeth conseguisse ler o que ele estava indicando com o dedo.
– Olha, eles tem as melhores saladas que você pode comer.
– Não. Definitivamente, você nunca comeu a da minha mãe. Mas, tudo bem, continue.
– É... Eles tem mista, mediterrânea, — citou, descendo o dedo a cada nome que falava – Cesar e Arugala al Limone.
– Certo. Eu só conheço a mista e mediterrânea, mas...
– Eu te indicaria a Cesar. Ela vem com uns pães tostados deliciosos, meio como se fossem picados, sabe? Cranberries, creme de queijo que é uma maravilha, bem, junto com uma salada normal.
– Acho que vou ped...
A atenção de Annabeth foi trocada pelos olhos dourados que brilhavam em sua direção por uma voz rouca que dava instruções, em meio ao barulho das caixas de som que emitiam uma música italiana conhecida de Laura Pausine e as conversas altas das pessoas ao seu redor, a voz suave e melódica de Lizzie e a voz rouca e grave de Percy tomaram lugar. Seus olhos se encontraram por uma fração de segundos, e ele piscou como se fosse inocente, dando de ombros, inclinando a cabeça para ouvir o maître e Lizzie brigando euforicamente. Thomas seguiu seu olhar e voltou a posição ereta de antes.
– Esse é o chefe, não é? O que estava em sua sala hoje?
Annabeth assentiu com a cabeça apoiada nas mãos, indignada, surpresa, com raiva. Uma mistura de sentimentos que aumentava cada vez mais e que, agora, não sabia identificar cada um.
– Parece que ele está afim de você.
– Não. Não está.
– Bem, — Thomas fechou o cardápio e colocou um em cima do outro – parece que estava sim, você pode notar pelo jeito que ele me olhou.
– Sim, uma briga passageira de machismo.
– Não é de machismo. – disse com o argumento infantil
Annabeth rolou os olhos e levantou a mão, chamando por um garçom.
– Certo, pode pedir. – falou, relaxando as costas na cadeira acolchoada
– Hm, você vai querer cerveja ou...?
– Ela não vai querer cerveja. – Percy disse rapidamente, em frente a mesa deles, a loira bateu os dedos com força na mesa e levantou o olhar em um breve sinal de “saia daqui ou eu te mato agora”
– É, ela não vai querer cerveja. – Lizzie falou apoiando uma das mãos na mesa e a outra na cintura, deixando os cabelos castanhos caírem pelos ombros desnudos
– E quem...
– Olha, aqui, querido maître, — a morena se virou com os olhos em chamas colocando o dedo fino e esguio no peito do senhor de cabelos grisalhos – eu não sei seu nome e nem quero saber, mas eu posso muito bem comprar isso aqui. E você sabe... – disse com o tom de voz ameaçador – que eu venho sempre aqui. Então, me dê licença, porque a Srta. Chase me chamou para almoçar com ela, então com licença. – pediu mais uma vez, o maître ajeitou a postura, deu um olhar irritado para Annabeth e virou as costas
Novamente, a loira escondeu o rosto entre as mãos, confusa, raivosa, indignada e envergonhada, ergueu os olhos, deixando o nariz e a boca ainda escondidas, inclinando a cabeça.
– O que você está fazendo aqui? – olhou para os olhos verdes que pareciam inocentes demais.
– Não sou eu. É ela. – deu de ombros, olhando acusadoramente para Lizzie
– Você também não vai me expulsar daqui, não é, Annie? – ela pediu, piscando os olhos – Eu posso comprar esse lugar, mas felizmente, não preciso e não quero comprar você.
– Claro. – rolou os olhos e olhou piedosamente para Thomas – Sentem-se.
Percy puxou duas cadeiras da mesa vazia ao lado e puxou para que Elizabeth senta-se elegantemente, jogando as pernas firmes e curtas cobertas por uma calça jeans sobre a cadeira, deixando a bolsa marfim com um fino casaco por cima no apoio da cadeira. O moreno imitou seu movimento, trazendo os cardápios para eles.
– Eu venho sempre aqui. – Lizzie afirmou, inclinando-se sobre a mesa e encarando Thomas por um bom tempo – Eu sei tudo que eles tem.
– Claro que sabe. – Annabeth concordou com leve ironia – Esse é Thomas Jones, Lizzie.
– Thomas Jones. – saboreou o nome em sua boca e rolou os olhos, entediada – Elizabeth Kunis. – apresentou-se
– Prazer em conhecê-la, senhorita. Vocês são irmãos? – perguntou, variando o olhar entre Lizzie e Percy
O moreno negou e fechou o cardápio à sua frente.
– Não, amigos. – disse – Pode pedir, Lizzie, temos que ir para outros lugares, ainda.
– Ah, é, desculpe. E ela não vai querer cerveja. – apontou com o indicador para Thomas e virou-se para Annabeth insegura – Não é?
– É, Liz. – assentiu, como se estivesse lhe dando com uma criança, Lizzie concordou sorridente e manteve a coluna ereta, chamando o garçom estalando os dedos e dizendo rapidamente o que queria – Quero uma bruschetta com um pouco de mostarda e mais, exatamente, mais duas pitadas de orégano.
– Vongole al Forno. – Percy pediu, sem deixar de examinar o rosto de porcelana corado à sua frente, tentando entender o que ela estava querendo, ou evitando, ou aprontando, como se fosse um jogo de detetive
– Uma salada de Cesar. – Thomas indicou quando Annabeth assentiu – E uma de Arugala al Limone. E uma cerveja Monteraponi. – sussurrou, bagunçando os cabelos loiros
– Sim, senhor, mais alguma coisa?
Percy abriu o cardápio na sessão de vinhos e Lizzie fez uma careta, como estivesse lembrando-se de algo e balançou logo em seguida, inclinando-se para o lado, falando baixinho com seu acompanhante.
– Os vinhos aqui são terríveis.
– Você vem sempre aqui, de verdade? – ele perguntou, mais baixo ainda
– Não, não. Internet. – explicou
Ele soltou um “ah”, pensativo e sorriu.
– Então, qual é o melhor?
– Uma garrafa de Pio Ceasare. Piemonte, por favor.
– Sim, senhorita, algo mais?
– Eu quero isso tudo em trinta minutos, no máximo. Isso aqui é uma reunião imprevista de trabalho. Então, por favor, ande logo com isso. – Lizzie pediu, bocejando e voltando a inclinar-se sobre a mesa
Thomas pigarreou e virou-se, tirando de sua pasta as logomarcas, deslizando sobre a mesa, fazendo seus dedos roçarem com o de Annabeth. Inclinou-se sobre a mesa, ignorando dois pares de olhos avaliando-o atentamente a qualquer movimento que fosse fazer, conseqüentemente, fazendo os joelhos delineados dela tocarem com os seus. Annabeth estremeceu, mas continuou na mesa posição.
– Esses dois são o que Silena disse que eu poderia mexer, sabe... Fazer uns toques finais ou colocar mais alguns detalhes. E esses dois aqui são os que eu criei. Ela disse que eu deveria deixar dois prontos para quando ela voltar, decidir com Sra. Grace, Sr. Di Ângelo e...
– Eu. Sim, eu. – Percy interferiu
– Sim, o senhor. – Thomas o ignorou e voltou a olhar Annabeth, não sabia como ele conseguia deixar aqueles olhos dourados brilharem tanto, mas era hipnotizante – E então, como não consegui falar com nenhum dos três, eu esperava que você escolhesse entre essas, duas. No caso, você tem que escolher, uma dessas de Silena e uma dessas, minha.
Annabeth observou os desenhos, as letras, as cores. Era tudo impressionante. Das últimas vezes que participara das reuniões que Silena fazia, tudo já estava no computador e nem prestava muita atenção já que apenas Nico e Thalia decidiam, Percy ainda não estava lá na última vez que Silena decidiu mudar a logomarca, mas agora... As letras pareciam voar diante de sua visão e suspirou, pensando em como aquilo era lindo.
Fitou os olhos dourados que aguardavam qualquer tipo de reação e sorriu, segurando os papéis e colocando-os em sua bolsa.
– Eu não posso decidir algo tão importante de uma hora para outra, Jones. – Thomas sorriu, excitado com essa nova experiência de esperar – Então, acho que amanhã eu peço pra Melanie lhe entregar.
– Tudo bem. Eu vou esperar.
Antes que pudesse começar a puxar outro assunto, sentiu um forte aperto em sua coxa, os dedos faziam desenhos circulares, como se estivesse brincando. Annabeth olhou para Percy que conversava animadamente com Lizzie e depois a olhou, com um sorriso brincando em seus lábios, sem prestar atenção nela.
– Alguma coisa errada? – Thomas perguntou
Annabeth afundou as unhas na mão que se contorceu, mas continuou no mesmo lugar, descendo os dedos para a parte interna de sua coxa, cruzou as pernas despreocupadamente, prendendo dois dedos entre elas e deu de ombros, pegando o guardanapo e colocando sobre seu colo.
– Nada de mais. Então, conte-me onde é seu outro trabalho.
Thomas sorriu, empolgado e começou a citar na empresa que trabalhava. Uma empresa de confecções que era do Canadá, mas estava crescendo rapidamente, talvez ganhasse uma promoção que o faria mudar para Inglaterra e estava muito animado com a ideia. Annabeth sorria ao que ele falava.
– Deve ser muito legal trabalhar com pessoas tão... Experientes, não é, Jones?
Ele fez uma careta.
– Me chame de Tom, por favor. – implorou piscando os olhos, derrotado – Lá no Olimpo você pode me chamar do jeito que você quiser, mas fora... – estremeceu – Só minha mãe me chama de Jones quando está muito irritada.
Annabeth sorriu e balançou a cabeça, colocando os cabelos para trás.
– Não é, Jones? – Percy perguntou, inclinando-se sobre a mesa – Me diga, Jones, como é paquerar descaradamente sua chefa, Jones. Quero dizer, deve ser muito fácil, não é? Jones. – frisou
Lizzie riu da brincadeira sem graça que Percy fizera e encarou Thomas do mesmo jeito, intimidador, ditador, ou como eles quisessem chamar isso. Annabeth escondeu o rosto entre as mãos, jogando todos os cabelos para trás e suspirou, aliviada quando o garçom chegou colocando todos os pratos diante de si, assim como o vinho e a cerveja de Thomas.
– Percy, Lizzie. Eu não os chamei aqui. Eu não sei o que vocês estão fazendo aqui e se não percebem, estão deixando Tom constrangido com essas... Insinuações. – revirou a mão no ar, indiferente e encarando profundamente Percy
– Não se preocupe. – Thomas segurou os talheres nas mãos, tentando ignorar tudo – Eu não estou com a consciência pesada por algo que eu não fiz. Bom, é melhor todos nós comermos já que temos muitas coisas pra fazer, depois daqui, não é?
Annabeth assentiu, sem deixar de encarar os olhos verdes que a fitavam sérios, como se estivesse travando uma batalha consigo mesmo, Percy desviou os olhos e enfiou os dedos nos cabelos enquanto despejava o vinho nas três taças e começava a comer, sem se importar com a conversa que Lizzie acabara de puxar com Annabeth.
Thomas se levantou, apertando a mão de Annabeth ainda de um jeito formal e sorrindo de modo casual para Lizzie e Percy.
– Bem, nos vemos por aí. – acenou e virou-se para a loira – Você me liga quando tomar a decisão, não é?
– Sim, claro, se não fizer isso, eu peço pra Melanie entrar em contato.
– Eu preferia que você fizesse isso, sabe... Você já me diria onde eu poderia mudar e...
– Sem problemas, eu faço isso.
Sorriu e acenou de novo, entrando em um carro esporte e dando partida. Annabeth suspirou, cansada pelo que seria um almoço de trabalho normal e casual para o que foi mais uma batalha de machismo entre Percy e Thomas, ela segurou a bolsa fortemente junto ao ombro, percebendo que ele a seguia, até o carro, ela o contornou, tentando ignorá-lo com todas suas forças, acenando para Lizzie quando ela entrou no carro dele, atrás do próprio.
Percy a fez abaixar a janela ao colocar as mãos em cima da mesma, desesperado.
– O que foi que eu fiz? Você sabe que eu só estava brincando com ele!
– Não, você estava fazendo com que ele ficasse constrangido, se queria me proteger, fez tudo errado. Não é isso que amigos fazem.
– Mas, eu estava te protegendo dele!
– Não estava, além de deixá-lo constrangido, você estava me deixando embaraçada, envergonhada... Ou qualquer nome que você queira dar. – gritou, encarando seus olhos embaixo do sol morno que aquecia os fios negros, escondendo as sobrancelhas escuras erguidas e moldando o rosto de príncipe junto com o mar que eram seus olhos
– Eu sou um amigo protetor. Eu quero ser seu amigo. Eu estava te protegendo do jeito... Nojento que ele estava dando em cima de você. Ele só queria te levar pra cama! E você sabia disso, Annabeth.
– E se eu quisesse ir pra cama com ele? – corou ao ver que um senhor que passava atrás dele, ouviu aquelas palavras, entretanto contorceu o rosto ao ver a careta de dor que Percy estampara, os olhos brilhando, com pequenas gotas de... Lágrimas? Ele ia chorar? Annabeth piscou os olhos, confusa e segurou os cabelos com os dedos, enrolando-os – Isso não é da sua conta, Percy, mas eu não quero viver apenas tendo esse remorso de que traía Luke e de que ele me traía. Eu quero, eu realmente quero virar essa página. Deixá-lo como amigo. Você é uma das melhores pessoas que eu já conheci, você é um ótimo amigo, mas... Você está me cercando, eu preciso de pessoas novas, eu preciso conhecer outros jeitos. Eu nem mereço você como amigo, — riu, erguendo os ombros – quem dirá como... Namorado, ou qualquer relação maior que isso.
Percy assentiu e saiu da janela, ficando de pé do lado de fora e enfiando as mãos nos bolsos, balançando-se para trás e para frente.
– Eu não quero ficar sozinho de novo. – ele desviou o olhar, encarando um pouco atrás dela – Eu não sei o que você está pensando sobre nós dois, mas eu estou pronto para ser apenas seu amigo. Do jeito que você quiser. E discutir isso no meio da rua, — riu sem graça, dando de ombros – não é o melhor jeito de começar uma amizade.
– Isso mesmo. – Annabeth desviou o olhar e apertou os dedos com força no volante fazendo com que os nós de seus dedos ficassem brancos
– Posso ir à sua casa hoje à noite?
– Tudo bem, pode levar aquele vinho que você está me devendo.
Percy assentiu, com um sorriso frio no rosto e acenou com a cabeça, andando até seu carro onde Lizzie esperava, observando tudo apreensiva com o nariz vermelho e os cabelos desarrumados, fungando, como se estivesse chorando.
Annabeth mordeu seu lábio inferior com força e socou o volante, arrancando, jogando o pé com toda força no acelerador. Lizzie chorando, riu com uma mistura de choro... Ela não estava sentindo nem metade do que estava sentido. Culpa, ódio de si mesma. Percy estava chorando. Chorando. Tentava assimilar aquela imagem de seus olhos brilhando fortemente contra o sol. Ela nunca o vira chorar e ele estava chorando por sua causa.
Fungou, sentindo suas bochechas encharcarem, as lágrimas caindo até o queixo e pingando em sua blusa branca de botões.
Tell me you want me...
Notas finais
Enfim, poucos reviews, mas ok
Acho que não vou postar no sábado, mas enfim valeeeu todo mundo que mandeu review! Beijos e espero por mais.
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