Notas iniciais
~ soem os trompetes~ tananaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaan! Aqui estou eu, Alec, o cara que acabou de sair da cadeia (mentira, só tenho as madrugs de folga) contemplando vocês com mais um Yuri Dlç. Pois bem, boa leitura, nos vemos mais tarde qqq (ali em baixo)

Estava perdida em um deserto horrível. Depois de sair da minha terra, a pequena Ilha da Luz. Minha missão era ir direto ao continente de Vermécia com meus companheiros da Ordem da Luz pra poder selar todos os portões dimensionais que haviam sido abertos em Ernas, quando um grupo de demônios nos cerca.

A batalha foi dificil. Esses demônios pareciam ser ou eram mais fortes do que os que invadiram o Reino da Luz. E com isso tivemos varias dificuldades. Uma delas foi, por eu ser descuidada (como eu detesto admitir isso!), me separei de meu grupo sem perceber. Assim que derrotei todos os monstros, me vi sozinha no deserto e me pus a vagar por lá, procurando pelos meus companheiros.

Exausta, desmaiei. Mas lá estava ela pra me salvar, uma mulher forte, poderosa, decidida, linda e que presava pela justiça tanto quanto eu. Ela perguntou meu nome, então respondi:

– Ho-holy Sere-nity.

Quase não pude responder de tanta exaustão e dor que sentia. Após isso, a escuridão me levou e eu desmaiei.

Acordei num quarto pequeno. Não sabia quanto tempo havia se passado, mas pude perceber que estava bem. E segura. Então me lembro de tudo o que aconteceu e a imagem Dela me vem a mente. Minha Salvadora, adorei pensar dessa forma, mas uma coisa me dizia “isso não é certo”.

Lembrei-me de tudo o que a minha religião me ensinou até hoje, me ensinou a ser pura, a não pensar em algumas coisas que julgava improprias, mas me ensinou a melhor coisa, a zelar pela justiça. E pela justiça, eu não poderia deixar de agradecer a minha salvadora.

Aos poucos fui lembrando de mais coisas sobre minha missão, mas aqueles olhos azuis não saíam de minha cabeça. Aquela pele quase pálida e perfeita não saía da minha mente. E quando a porta do quarto abriu e eu a vi passar por ela, quase desmaiei de novo.

– Parece que está acordada. -diz minha salvadora, de uma maneira gentil-.

– É... estou sim. Me chamo... — Ela me interrompe-.

– Holy Serenity, como eu poderia esquecer seu nome depois de carrega-la por todo aquele deserto? -Diz, dando um sorriso encantador-.

– Me... desculpe. Me desculpe por ser um fardo pra você! — respondi, enérgica e impulsiva -.

– Opa, calma, não gaste tanta energia. O calor do deserto te deixou bem fraca. É melhor ficar de repouso. — diz ela, e senta em uma poltrona-.

Então eu me levanto da cama num pulo, só pra mostrar o quanto estou forte e bem disposta e digo bem alegre.

– Claro que não, energia é coisa que os Deuses não deixam faltar a mim! — quando percebo que estou apenas de roupas intimas, me sinto tonta e caio de cara na cama-. A propósito, onde estamos? — Digo isso ainda com o rosto sobre a cama, com os panos e a espuma abafando a minha voz e com muita vergonha-.

No segundo seguinte a mulher está do meu lado na cama.

– Ei, você está bem? — e me põe deitada na cama-. Não seja teimosa, você está com insolação e ainda não está curada. Estamos em uma pousada em Serdin, eu sou a Major do exercito daqui. A propósito, me chamo Edel. Edel Frost.

– Prazer, Edel, que nome lindo, como você! — Dou um grande sorriso, mas começo a enrubescer quando percebo o que eu disse-.

Eu me perguntava: “meus deuses, por que ando dizendo essas coisas? E pra minha salvadora ainda?”

O prazer é todo meu Holy. A propósito, você tambem é linda. Espero que melhore logo. -Se levanta da cama e vira-se de costas-. Já que você está bem, vou poder voltar a busca de meu irmão desaparecido. Foi bom ter te conhecido, espero que encontre o seu caminho, seja ele qual for. -E se vira pra mim e dá um sorriso triste-.

– Não! Não vá! — Eu a agarro pelo braço e a puxo pra cama. E só depois de fazer isso que eu me dou conta do que eu fiz-.

Edel cai por cima do meu corpo e me encara, com um olhar de mal humor mas mesmo assim, enrubescida.

– Annh... Por que você fez isso? — Pergunta, ainda em cima de mim -.

– Eu, eu, eu, eu, eu, eu. Eu não sei – Eu respondo totalmente vermelha e sem graça-.

Então edel me abraça e responde:

– Acho que eu sei porque você fez isso.

Antes que eu pudesse responder, ela me beija. Um beijo forte, doce, surpresa. E além de tudo, meu primeiro beijo. Um beijo perfeito, que me levou aos céus. Eu ainda não acreditava que ela, a mulher decidida e forte estava me beijando tão carinhosamente e perfeitamente. Quando voltei a terra, retribuí o beijo.

Nunca em todos os meus anos de vida eu havia sentido algo assim por alguém. Ainda mais por uma menina, na Ilha da Luz eu nunca soube de meninas que se beijavam. Mas eu não estava mais na Ilha da Luz, eu estava em Serdin, a quilômetros de minha terra natal e alí eu poderia fazer o que eu quisesse.

Edel começa a passar a mão pelo meu corpo, que já estava semi-nu. Não me importei muito com isso, aliás, eu não me importava com mais nada, só existiam Edel e eu no mundo e eu queria aquela mulher pra mim.

Passei a mão por seus cabelos enquanto não parávamos de nos beijar, comecei a despi-la. Primeiro seu colete, depois sua blusa e pude perceber a lingerie que moldava seu corpo. Todas as suas curvas pareciam ser perfeitamente esculpidas, seus seios fartos e um quadril maravilhoso. Isso me deixava de um modo que nunca fiquei antes, excitada.

Edel então tirou meu sutiã, e desceu até meus seios, encarando-os. Como se pedisse permissão pra encostar neles, e como eu não disse nada, ela seguiu em frente e começou a acariciá-los. Senti um prazer tremendo e pedi pra ela continuar, mas ela desceu ainda mais, até as minhas intimidades e começou um oral maravilhoso que melhorava mais a cada segundo.

Não queria apenas receber prazer, eu queria dar também. Mesmo um pouco tonta, consegui me erguer e puxar Edel de encontro a mim. Retiro o resto de suas roupas e faço o mesmo que ela fez em mim, começando por seus seios, brincando com eles durante um bom tempo e assim descendo, para sua vagina e sentindo um cheiro maravilhoso.

Começo imediatamente um oral, meio inexperiente e eufórico, mas, ainda assim, Edel gemia e pedia por mais. Quando tomei uma decisão, iria enfiar um dedo nela. Ela pareceu gostar do primeiro. Então enfiei dois, três e por fim, quatro dedos. Edel sempre pedia por mais, estava adorando aquilo e eu também.

Então eu disse:

– Edel, sua vez de brincar comigo. — disse da maneira mais sexy que consegui falar-.

– É pra já! — e me agarra, voltando a me beijar-.

Ela então começa a me invadir e eu entro em êxtase, sempre pedindo por mais. Eu estava descontrolada. Nada mais importava. Edel ali comigo era o que eu queria. Então eu sinto um orgasmo vindo e peço pra Edel parar, então ela faz melhor, desce novamente até minha vagina e começa outro oral, dessa vez muito mais selvagem.

– Eu quero chegar ao orgasmo no mesmo momento em que você. Já sabe o que fazer? — Diz ela, parando o oral e me olhando com cara de safada -.

– Acho que sim. — Puxo o quadril dela pra mim-.

– Exatamente! -Exclama Edel-.

E então nós começamos o “69”, só que dessa vez sem parar, um prazer imenso de receber e fazer um oral. Estava lá junto com minha salvadora e agora amante e ia fazer tudo por ela. Quando nós duas começamos a gemer mais alto e com mais frequência eu pude perceber: Já estávamos no nosso ápice.

Edel chega ao orgasmo, melando minha boca com um liquido maravilhoso. Segundos depois eu faço a mesma coisa.

Ja satisfeitas, nos sentamos na cama, uma de frente pra outra e trocamos um beijo carinhoso.

– É... E agora? — Pergunto a ela-.

– Agora vamos tomar um bom banho e vou conversar com você e te mostrar Serdin. Depois disso... Quem sabe? -Me olha com um olhar pidão -.

– Bem, eu acho que sei, mas antes. Vamos nos banhar!

E aquele foi melhor banho da minha vida...

Notas finais
Espero que tenham gostado, reviews fazem bem pro meu coração q Continuamos aceitando pedidos. E o próximo capitulo é com a Tia Bou Kissus. té mais.