Notas iniciais
Tia Bou sumiu daqui né? -tbm ninguém pediu hentai q u.u É, eu ia fazer os Yaois, mas agora só estou encarregada dos hentais. Ah, e foi me dado o pedido de LassxMari, porem entreguei um SiegxMari, quem sabe eu faça de fato uma com o Lass e a Mari, porem é um plano futuro. Espero que gostem

Sozinho, perdido e cansado, mas nem de longe derrotado. Tinha a soluna a arrastar no chão de terra batida – seu rastro se perdia a cada gota de chuva. Seu corpo estava manchado de sangue, contudo seu ego era o que mais lhe doía. Quando caíram naquela maldita torre, achou que poderia alcançar seu objetivo; mas aquele maldito asmodiano tinha de aparecer!

A principio pensou em ignorar a ele e suas provocações, contudo quando percebeu já estavam em uma batalha – e o imortal jamais foge de uma batalha. Achou que seria um confronto rápido, porem ficara mais tempo a batalhar que o planejado; e os danos causados pelo asmodiano foram mais sérios do que poderia imaginar. Foram interrompidos por um grupo. Dio abaixou a aguarda e a torre se mexeu novamente. Agora mal sabia onde estava, mas tinha a certeza de estar sozinho.

Andava sem rumo, esperando seus ferimentos se fecharem. Continuaria a andar sem direção, quando ouviu um leve estalar entre folhas e arbustos. Pensou ser um oponente – o mais sábio seria fugir, mas Ercnard Sieghart jamais foge. Tinha a soluna em punho quando percebeu que não era um inimigo. Os cabelos azuis estavam encharcados e ela parecia cansada, embora os olhos heterocromáticos não o demonstrassem.

—Imortal? – sussurrou ao vê-lo.

Sieghart sorriu cansado, abaixou sua arma e passou uma mão sobre os cabelos bagunçados e encharcados:

—O próprio – olhou para a jovem; a mesma se aproximou, passou a mão na testa do moreno e olhou para o sangue que a manchara

—O que houve com você? – perguntou, embora a habitual indiferença ainda moldasse sua voz

—Nada de mais – iria continuar sua caminhada, mas sentiu uma tonteira súbita e se apoiou na polaris.

—Não parece estar em boas condições – observou Mari

Até rebateria, porem era um fato mais do que óbvio que não estava bem. Apoiou a cabeça no ombro da jovem, que ficou parada; a soluna lhe servira como um apoio também, já que Mari não o sustentaria sozinha.

—Eu só preciso descansar um pouco – decidiu

Com um braço apoiado em Mari e a soluna agindo como muleta, seguiram até um abrigo para esperarem a chuva passar. Nunca se sentira tão humilhado – era uma situação incomoda, mesmo depois de 600 anos, Sieg ainda não sabia lidar com a derrota. Andaram alguns minutos até que acharam um abrigo, uma caverna na qual entraram.

Com alguns galhos que encontrara dentro do próprio abrigo, Mari improvisou uma fogueira. O imortal encostou-se à parede com a espada ao lado. Retirou a capa que parecia pesar lhe uma tonelada e encostou a cabeça na parede fria. Mari ainda mexia no fogo, estava sem a capa e os óculos. Seu olhos vermelho parecia brilhar juntamente com a chama, porem o azul parecia opaco daquele ângulo. As longas mechas azuis estavam murchas por conta da água e ela parecia com frio. Quando olhou para si, Sieg só teve um pensamento – que ela ficava linda sem os óculos. Penso em puxar um assunto qualquer, porem desistiu; Mari nunca fora de muitos assuntos.

Enquanto o barulho da chuva se tornava a única canção a ser ouvida, Sieg ficava a observar a polaris. Nunca havia reparado o quando aquela roupa era pequena. Sem a enorme capa a tapar-lhe, a roupa de Mari se limitava a um top e uma saia – bem curta por sinal. Fora então que Sieg se pegou pensando em como seria ver aquele rosto inexpressivo assumir um tom corado, ofegante... Quem sabe como poderiam ser seus gemidos. Coçou a cabeça, tentando focar em outra coisa; impossível. Em dias, não tocará em uma mulher e naquele local, sozinhos no meio do nada, o corpo da jovem era uma tentação impossível de se ignorar.

Estava tão perdido em devaneios que mal percebera quando a jovem abaixou-se do se lado:

—Descansar você disse – ela checou a testa do imortal novamente e percebeu que o ferimento estava fechado – Parece estar adiantando

Fora uma provação não aproveitar da situação – corpos tão próximos – para não olhar seus seios de perto.

—Eu disse que não foi nada – tentou levantar, mas sentiu uma dor aguda em seu abdômen. Cedeu no exato momento, praguejando e amaldiçoando Dio. Tinha a mão sobre um ferimento, um dos últimos e que mais demorava a sarar.

Mari colocou a mão sobre a do imortal – Deixe-me ver isso.

Não protestou, embora achasse desnecessário. Mais cedo ou mais tarde aquele maldito ferimento iria sarar. Retirou a cota, era um corte bem feio. Mari encostou na região e fora o suficiente para que Sieg se exaltasse. Segurou o pulso da jovem:

—Deixe me ver – insistiu Mari

—Ver, não tocar – retrucou Sieg, sem soltar seu pulso

—Não seja infantil – tentou se soltar, mas Sieg não cedera – Se não curou, deve ter algo obstruindo o processo

Bufando, Sieg a deixou prosseguir. As mãos de Mari tocaram lhe a pele e o imortal fazia de tudo para não praguejar em alto e bom som. Com cuidado e delicadeza, a jovem mexeu na ferida, tinha o olhar atento e logo percebeu que havia, de fato, algo a obstruir a ferida. Era um pequeno projétil de ferro. O retirou sem muita dificuldades, porem assim que o fez a lagrimas de sangue desceram da ferida e Sieg a segurou com força. Os braços do imortal a seguravam com força, deixando marcas vermelhas nos pulsos da jovem.

Ele estava ofegante e suado. Mari esperou que a deixasse ir, porem o oposto se aplicou e mais força fora colocada em seus pulsos fazendo-a gemer de dor.

—Esta me machucando – quando Sieg levantou o rosto para olhá-la, mal pode acreditar. O rosto de Mari estava vermelho.

Mal pensara duas vezes, aproveitou da situação para puxá-la para si. Invadiu a boca da jovem, sem a menor cerimônia. Já Mari não sabia o que fazer, apenas afastou os lábios de deixou que Sieg comandasse sua língua como bem entendesse. Sem perceber, deixou o projétil cair no chão; pela primeira vez, Mari não fazia idéia de como agir, tão pouco sabia explicar as reações de seu próprio corpo. Porem Sieg sabia bem o que seu corpo sentia; excitação.

Deitou Mari no chão e, como não recebeu protestos por parte dela, soltou lhe os pulsos para agarrar-lhe as pernas. Mari interrompeu o beijo – embora nem mesmo ela o quisesse.

—O que pensa que esta fazendo? – perguntou meio ofegante por conta do beijo.

Sieg apertou as coxas da jovem, nem se quer imaginara que podiam ser tão macias.

—Você, uma vez, me disse que queria pesquisar tudo sobre mim, não é? – suas mãos subiam lhe as coxas lentamente – Pense nisso como um tópico de sua pesquisa – sorriu malicioso

Antes que a jovem pudesse retrucar, Sieg investiu novamente – ela sabia o quanto ela era esperta e tão logo perceberia que aquilo era um desculpa esfarrapada, então tinha que deixá-la curiosa o suficiente para deixá-lo seguir em frente. Mordeu o pescoço da jovem, chupando com fervor enquanto uma das mãos, enfim, alcançou sua calcinha. Passou o indicador pela virilha da jovem, colocando levemente o dedo entre a pele e o elástico da roupa intima.

Sieg subiu até a orelha da jovem, passando a língua por ela antes de lhe sussurrar:

—Mas, se você quiser que eu pare...

—Não, vá em frente – pela primeira vez, Sieg sentiu emoção em algo que a jovem dissera.

Afastou-se um pouco, queria vê-la. Mari tinha o rosto corado e os lábios entre abertos. Ameaçou adentrar o dedo por dentro de sua calcinha e se deliciou ao vê-la segurar a respiração no exato momento. Com a outra mão, acariciou a barriga da jovem, subindo lentamente até o top, levou o rosto até a peça. Abaixou o top com uma mão e com passou a língua entre os seios da jovem. Mari gemeu baixinho e Sieg desejou ouvi-la em alto e bom som. Passou um dedo sobre a intimidade dela, embora ainda tivesse o tecido a protegê-la. Sentiu o local úmido.

Começou a chupar a parte superior dos seios de Mari, deixando marcas vermelhas na pele. Quando chegou a um dos mamilos, passou a ponta da língua sobre o mesmo. Sentiu o corpo da polaris estremecer e então abocanhou o seio, chupando enquanto passava a língua pelo mamilo.

Apertou os dedos contra a calcinha da jovem, mexendo-os sobre o tecido úmido. Mari abriu as pernas e mexeu o quadril, inquieta.

—Gosta do que esta sentindo? – perguntou o imortal, deixando seu hálito acariciar a pele da jovem. Em seguida deu lhe outro chupão

—Eu – gemeu antes que pudesse dizer qualquer coisa. –Sieg! – gemeu seu nome alto quando o imortal forçou os dedos contra si, um pouco mais forte dessa vez.

Sieg era um sádico, isso era inegável e vê-la totalmente entregue a si era algo verdadeiramente delicioso. Colocou a calcinha da jovem para o lado e, quando forçou um dos dedos pela entrada, notou que era virgem. Sentiu seu membro pulsar. Retirou a calcinha e ficou a passar os dedos pelos lábios da jovem, vez ou outra penetrando minimamente; não queria retirar sua virgindade com os dedos.

Depois de mais alguns chupões na barriga e nos seios da jovem, Sieg recuou, encostando-se na parede – como estava anteriormente. Mari tremia e ofegava e o olhou confusa. Suas pernas estavam afastadas e ela se sentou, sem fechá-las. Seu corpo era suor e tinha marcas em vários lugares; ela não pareceu se importar. O imortal levou uma das mãos até a calça, retirou o membro latejante dali e o massageou um pouco, apenas para aliviar a tensão.

Os olhos de Mari tinham um brilho tentador, brilho que era inédito para Sieg. Mari sentia sua intimidade pingar, retirou o top – que a incomodava – e foi até o imortal. Tocou o membro rígido e o beijou enquanto o acariciava. Sieg deixou que Mari brincasse um pouco, seus movimentos era totalmente amadores, mas aos olhos do imortal era algo excitante vê-la tentar dar lhe prazer. Mari estava de quatro para si e o imortal adoraria fuder lhe daquela forma, porem tinha de retirar sua virgindade de maneira mais confortável.

Puxou para si, segurando seu corpo pela cintura. Passou a cabeça pelos lábios dela. Mari sentiu seu corpo ferver com aquele contato efêmero. Sieg a torturou um pouco mais, passando a cabeça, vez ou outra forçando em sua entrada.

—Por favor – sussurrou Mari

Sieg a olhou, estava tão linda. Foi o mais delicado possível, como nunca fora antes. Sentiu um liquido escorrer pela entrada dela, era um pouco de sangue:

—Eu paro se você quiser – não era uma provocação, ele apenas estava preocupada com ela

Mari negou com a cabeça e então Sieg prossegui. Entrou pouco a pouco até que estava todo dentro da jovem. Mari ofegava e quando Sieg ameaçou se mexer, seus lábios se contrariam, apertando seu membro. O imortal jogou a cabeça para trás:

—Tão apertada – sorriu – Tão gostosa

E então ergueu a jovem um pouco, depois descendo seu corpo, um movimento lento. O repetiu algumas vezes, cada vez mais rápido, até que tomou um ritmo intenso. Mari quicava e gemia a cada estocada. A jovem agarrou se aos braços do imortal e mordeu seu pescoço, embora sentisse que não tivesse forças para deixar qualquer marca em sua pele. As pernas da jovem tremiam; Sieg soltou da cintura dela para agarrar lhe as coxas. Mari ajudava nos movimentos, mesmo que pouco, sentia como se não tivesse forças.

Ela gemia seu nome e ele já sentia o orgasmos próximo; então parou. Retirou-se de dentro de Mari e recebeu resmungos como resposta:

—Por que parou? – protestou à jovem – Não estava bom? – disse entre ofegos.

Ele sussurrou em seu ouvido – estava uma delicia – com cuidado, guiou o corpo da jovem fazendo-a ficar de costas para si – Mas pode ficar melhor – forçou a para baixou, deixando a jovem de quatro para si.

Sua posição favorita, passou um dedo pela entrada molhada da jovem e sentiu o corpo dela tremer e seus lábios se fecharem, como se tentassem engoli-lo. Com cuidado, colocou-se dentro da jovem novamente, esperou um pouco e voltou a estocá-la. Apertava a cintura dela e a forçava contra si com uma força crescente. Sentiu o liquido da polaris escorrer e continuou; era uma delicia ter seu interior mais molhado. Não demorou muito até sentir seu orgasmo.

Retirou-se de dentro dela e deixou seu líquido cair sobre o corpo da jovem, que só se matinha erguido por que Sieg a segurava com uma das mãos. Quando a soltou, Mari deitou-se no chão.

Sieg se sentou, olhando para a jovem polaris, deitada no chão. Quando se recompôs, pegou a enorme capa da jovem, a abriu no chão e deitou Mari sobre ela. Quando fora se retirar, foi surpreendido por Mari que o puxou.

Acabaram dormindo juntos, embora Sieg tivesse demorado para pegar no sono, afinal ficara um bom tempo a admirar o rosto corado de Mari.

Notas finais
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