Chase Desire
6 Created For You
Notas iniciais

Sou um ser vazio. Não, sou algo inferior a isso. Não sou um Asmodiano, não sou um Humano, não sou um Elfo, eu sou nada. Um nada com um destino, uma missão: Destruir Eclipse e seu portador, Duel Von Seck. Um destino cruel dado, mesmo que dado a um ninguém.
Mas, não quero ser um ninguém, quero existir, quero ser importante. Importante pra alguém, não só pra Grandark, a maldita espada sapiente que tenta tomar a minha mísera existência.
– Abra seus olhos, Zero, meu portador. –Ecoa sua voz em minha mente, a voz de Grandark-.
Abro meus olhos, mas nada consigo enxergar. Então tomo coragem ao perguntar:
– O-onde estou? Onde estamos? – Minha voz sai mais fraca e trêmula do que eu pretendia-.
– Ora, você ainda me pergunta? Como você pode não reconhecer sua própria mente? Não reconhece o grande vazio e a grande escuridão que residem em você? E o melhor de tudo, não me reconhece? – uma fraca luz verde se manifesta ao longe. – O seu companheiro simbiótico? – A voz de grandark ecoa, com escárnio-.
Então tudo começa a fazer sentido pra mim e eu começo a me lembrar de tudo o que está acontecendo. Grandark vem me torturando constantemente e retirando minha vontade, minha personalidade. Meu Eu, de mim mesmo. E estava quase conseguindo.
– Grandark, Apareça! – Eu grito, com toda a raiva que eu pude conseguir-.
E tudo se esclarece. Zero consegue enxergar, se sente mais leve e a energia retorna ao seu corpo e ele consegue sentir seu corpo.
Quando Grandark comenta:
– Interessante, conseguiu refazer o corpo... Que delicioso. – E da uma pequena risada.
– Refazer meu corpo? – Então tudo faz sentido para mim-.
Grandark conseguiu apagar minha mente, tomando conta do meu corpo, mas de alguma forma eu consegui voltar a mim. Mas pra eu conseguir reaver meu corpo, ainda preciso derrotar a maldita espada.
– Apareça de uma vez! É uma ordem, do seu dono! – falei isso colocando todo o veneno que pude na minha voz-.
E então, finalmente um homem aparece a minha frente.
– Meu dono? Você nasceu para mim. E isso quer dizer que quem manda aqui sou eu! –E começa a rir-.
A principio, eu não entendi quem era aquele homem, mas pelo modo de falar, e pela aquela voz eu finalmente puder perceber. Grandark, parado a minha frente, em sua forma humana.
A espada possuía cabelos longos e espetados, verdes. Seus olhos eram os inconfundíveis e chamativos olhos verdes e reptilianos de sua espada e ele estava com um sorriso sádico estampado em seu rosto. Olhando pro resto de seu corpo que pude perceber, Grandark estava nu. Então olhando pro meu corpo, percebi que eu também estava nu.
– Vo-você e e-eu aaaaanh... Esta-mos nus! – eu grito de uma maneira desesparada-.
– Só agora pode perceber? Estamos na sua mente, aqui nada exterior pode entrar. Apenas nossas existências. E já que você percebeu isso, tenho que admitir que seu corpo é bem delicioso, menino zero. – Então Grandark desaparece-.
Enquanto eu fico vermelho e paralisado de vergonha, tentando acha alguma coisa com que me esconder. Grandark se materializa atrás de mim e me segura forte, me impossibilitando de me mover, então diz ao meu ouvido de uma maneira sexy.
– Fique calmo zero, se você for um garoto bonzinho e me deixar fazer o que quiser contigo, eu não apago sua existência de novo. E você vai adorar o que eu vou fazer contigo – Grandark fala isso ao pé do meu ouvido, me deixando sem reação-.
Então sua mão começa a passear pelo meu corpo, o que me deixou relaxado. Eu sabia que deveria reagir, mas o toque da espada era tão bom e pela primeira vez eu senti excitação. Meu membro fica ereto.
– Eu disse que você iria gostar, agora fique quietinho. – A espada faz uma pequena pausa e fala sussurrando em meu ouvido. – que eu vou te dar prazer.
Sinto que Grandark também está excitado, cada vez mais ele pressiona seu corpo contra o meu ainda passando a mão por todo meu corpo. Barriga, braços, pernas, glúteos e por fim, meu pênis.
A espada começa a massageá-lo de uma maneira prazerosa pra mim. E senti a necessidade de fazer o mesmo, me virando, ficando cara-a-cara com minha espada, massageando seu membro do mesmo jeito que ele fazia com o meu.
– Parece que você realmente está gostando, mas isso ainda pode melhorar. Sabe como? – Grandark diz isso firme, mostrando experiência-.
– Como? – Enrubesço pela minha curiosidade, mas afinal, era aquilo que eu queria mesmo-.
– Assim.
Grandark aproxima seu rosto do meu e me beija. Um beijo forte e selvagem, assim eu pude sentir todo o desejo da espada em mim. Era a hora de bolar um plano pra tomar o controle de mim.
Enquanto nos beijávamos e masturbávamos um ao outro, Grandark pareceu se distrair. Então percebi como poderia derrota-lo. Então dei inicio ao meu plano. Deixei-o me dominar, eu seria seu garotinho, mas não por muito tempo.
A espada interrompe o beijo e me olha intensamente, eu fico sem entender muita coisa, então ele se abaixa um pouco. Beijando meu pescoço e vai descendo por meu corpo mais e mais, beijando o que ele encontra a cada centímetro de descida. Até que então ele chega ao meu pênis e começa a beija-lo e lambe-lo, até que o coloca em sua boca e começa a chupa-lo, quase fazendo esquecer-me de meu objetivo.
– Gran-darr-k. Melhor. Parar – Falo isso arfando-.
Grandark interrompe o que estava fazendo e me responde:
– Ok, você pode fazer em mim. – e sorri maliciosamente-.
Fico parado, sem saber o que fazer por um tempo e a espada toma a atitude, me puxa, me colocando de cara pro seu pênis. Fico sem saber o que fazer, até Grandark dizer:
– Vá em frente, é todo seu.
Então eu começo devagar, analisando o que podia fazer ali. Então decidi fazer como ele. Comecei lambendo, devagar, até me acostumar com o sabor. Então, perdi a paciência e o enfiei todo na boca. Pude ouvir Grandark gemendo de satisfação. Aos pouco fui me acostumando com seu membro em minha boca e o movimento foi ficando mais fácil. Então a espada me segura pelos cabelos e força seu membro até o fundo de minha garganta, me deixando sem ar. Eu o empurro, mas ele faz uma cara de sacana e fala:
– Eu gosto assim, então se acostume. – Então ele me pega pelos braços e me levanta. – Acha que a brincadeira acabou? Ainda falta fazermos uma coisinha. – E me vira de costas pra ele-.
A espada começa a mordiscar as minhas costas, meu pescoço e minhas orelhas, enquanto com uma de suas mãos, começa a alisar minhas nádegas. Grandark morde minhas costas, e vai descendo por meu corpo até chegar as minhas nádegas. Ele as morde com mais voracidade deixando com que eu fique exposto, a princípio senti o nervoso pulsar sobre mim, mas quando o calor de sua língua atravessou por minha pele relaxei.
A espada vai puxando cada lado das minhas nádegas devagar, até eu estar totalmente exposto. E começa o trabalho com sua língua, senti calafrios e um prazer incomensurável. Depois de um tempo fazendo isso, Grandark para e volta ao meu ouvido pra falar:
– Agora que você está relaxado, vamos ter o prazer real.
Grandark me coloca de quatro, no chão e começa a forçar seu membro em mim. Eu estava tão relaxado que entrou facilmente, me causando um prazer estranho, do qual eu nunca havia experimentado antes. Então ele começou a estocadas, primeiro devagar, bem suavemente.
Então eu ouvi seus gemidos, grossos, gemidos de prazer. Sim, eu estava feliz por fazer Grandark sentir prazer. E era claro que eu também estava adorando aquilo. E queria que ele continuasse por mais tempo.
Grandark então começa a dar tapas em mim, falando coisas fortes, e eu apenas escutando e sendo possuído por ele. Então a espada me pega no colo e me vira pra ele. Fazendo-me ficar em seu colo. E continua a me penetrar de forma forte e selvagem, arranha minhas costas e continua com as tapas, me beija e me morde, me deixando vermelho nos lugares onde ele mordera.
Então ele começa a me masturbar enquanto me morde e me beija. Um momento de extase, de prazer total, eu deixo meu liquido escorrer em jatos enormes, e abundantes. Grandark então fala:
– Agora é a minha vez!
E aumenta a velocidade e força das estocadas, me deixando mole, ainda me recuperando do meu ápice. Grandark então chega ao seu ápice e joga todo o seu liquido dentro de mim. E fica imóvel, cansado e ofegante.
Nesse momento percebi que aquela era minha chance. Desvencilhei-me da espada e usei uma técnica que nem sabia que ainda poderia usar.
– Domínio Zero!
As minhas forças ocultas vieram à tona fazendo surgir um fractal de espinhos negro-esverdeados sobre o meu corpo. Perfurando Grandark e o absorvendo para mim.
– Posso ter sido criado pra você, mas eu criei pra te empunhar, pra comandar você. E não você a mim! – Digo isso a Grandar mostrando todo o meu ódio e por fim, absorvendo-o para mim, assim tomando o controle do meu corpo. – E agora, como eu saio daqui?
– Você pode sair quando quiser meu amo. É só desejar – Responde a voz de um Grandark domado-.
Desejei com todas as minhas forças sair daquele lugar. E um portal verde se abre a minha frente. Finalmente eu teria o controle do meu corpo. E não só do meu corpo, eu teria o controle de Grandark, e o usaria como eu bem entendesse.
E assim eu entro no portal, acordando no meio de um deserto. O ultimo lugar onde eu lembrava estar quando ainda controlava a mim mesmo. Mas agora, ninguém mais poderia me afetar.
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