Notas iniciais
Gente, eu sei que eu tinha prometido mais capítulos para vocês mas eu fiquei doente esse final de semana, tava com gripe, dor de garganta e sinusite atacada, então vocês já podem imaginar minha situação né kkkkkkkkkk tava praticamente morrendo. Mas como já to melhor, saudável e de boas, voltei com os capítulos!! Prometo tentar postar o mais rápido possível, ok? Boa leituraaa!! Obrigado a quem comentou o capítulo anterior

POV-Charlie

Eu estava sentada em uma pequena sala de recepção, com as pernas cruzadas e folheando uma revista sobre economia. A recepcionista havia saído a pouco tempo, dizendo que iria anunciar a minha entrada para Ted. Anunciar a minha entrada? Quem ele era, Christian Grey?

A recepcionista que já era uma senhora voltou com um daqueles sorrisos de vó e disse para eu entrar que ele já me esperava. Sorri para ela e coloquei a revista de volta na pilha que havia na mesinha ao lado do sofá e fui para a sala. Bati na porta antes de abrir e entrar.

― Com licença. ― Falei ao entrar.

― Charlie, por favor. ― Ted disse com um sorriso animado ao me ver entrar, ele estava encostado na mesa que ficava no centro da sala com as mãos no bolso da calça.

Fechei a porta atrás de mim e sorri para ele, então olhei ao redor, percebendo que só nós dois estávamos na sala. Onde estava a orientadora?

― Você provavelmente está se perguntando onde está a senhorita Romanoff, não é mesmo? ― Ele falou olhando para o relógio e batendo o indicador sobre o mesmo. ― Me desculpe por isso, ela tem o péssimo hábito de se atrasar. ― Ted deu uma risada nervosa mas ele parecia até furioso com o atraso.

― Não, tudo bem. Sem problemas. ― Sorri e entrelacei meus dedos da mão, acenando positivamente e olhando para o nada.

A sala caiu em um silêncio constrangedor e nós olhávamos para os cantos. Então, do lado de fora ouvimos uma gritaria e passos se aproximando rapidamente. Nós dois nós viramos para as portas duplas da sala que se abriram com um estrondo.

Bom, ela certamente gosta de fazer uma entrada. Estava usando um vestido preto, colado no corpo e curto, por cima um blazer rosa claro, nos pés scarpins com estampa de leopardo. A bolsa pendurada no braço e na mão o celular com uma capinha de strass coloridos. Abaixou o óculos de sol estilo gatinho até a ponta do nariz e me olhou dos pés a cabeça, então sorriu. Katherine Romanoff (Leslie Mann) era o que uma Kappa seria daqui há vinte ou vinte e cinco anos. Por trás de todo o botox e tratamentos de beleza ainda havia um pouco da beleza dos seus dias de ouro.

― Charlie, esta é Katherine Romanoff. Katherine, esta é Charlie, filha de Daniel e Nancy. ― Ted se encarregou de fazer as apresentações. Só não havia entendido porque ele tinha acrescentado os meus pais nisso.

― Oh meu Deus! ― Ela prologou o seu Oh Meu Deus por mais tempo que eu consigo contar, praticamente um locutor quando grita gol. ― Olha só para você! ― Katherine entrou na sala e veio na minha direção com um sorriso largo nos lábios. ― Vem dar um beijo na titia!

Titia? Katherine? Agora tudo fazia sentido! Bastava olhar para as roupas que ela usava e para a sua idade, ela era a minha famosa tia Katherine. Ela me puxou para um abraço apertado e eu fiquei sem reação, apenas juntando as peças do quebra-cabeças. Minha mãe sempre me contou histórias sobre a famosa tia Katherine (não história boas, do tipo, tome a tia Katherine como exemplo, histórias como: Não coma isso ou vai acabar igual a tia Katherine, não enfie o dedo na tomada ou vai acabar igual a tia Katherine, não lamba o congelador ou vai acabar igual a tia Katherine, só para constar, não lambam o congelador porque a língua gruda mesmo, ok? É um dos melhores conselhos que vocês vão receber na vida. Faça sexo e vai acabar igual a tia Katherine, use drogas e vai acabar igual a tia Katherine), ela é o meu exemplo de o que é mau caminho que minha mãe usava toda vez que eu fazia algo errado.

Mal me lembro dela, ela nos visitou poucas vezes e eu era muito pequena.

― Você está tão crescida e tão bonita! ― Ela se afastou de mim mas manteve suas mãos nos meus ombros, me olhando dos pés a cabeça. ― Me lembro de você quando ainda era apenas um boato no intervalo. Sua mãe contou que fui eu quem comprou o teste de gravidez para ela? Ela tinha vergonha mas como eu ficava grávida o tempo todo naquela época nem me importava. ― Ela gargalhou e eu a olhei assustada. ― Esses cabelos em chamas, lindos! Aposto que fazem sucesso com os garotos, sua mãe tinha apenas o fogo, mas você já tem até os cabelos. ― Katherine passou a mão pelos meus cabelos. ― E seu pai? Ele ainda continua atraente e ele ainda está casado? Sabe, nós tivemos um lance na faculdade antes dele começar a namorar a sua mãe, é claro que ele só tinha olhos para ela naquela época e tudo que eu queria era só um lance, então... Mas eu poderia muito bem ser a sua mãe!

― Minha mãe? ― Estalei meus olhos para ela que ainda exibia aquele sorriso enorme com aqueles dentes extremamente brancos. Deus, parecia que eu já havia visto isso em outro lugar. ― Sim, ele e minha mãe ainda estão casados e acredito que pretendem ficar por mais tempo.

― Hum, uma pena! Mas sempre soube que eles eram almas gêmeas. ― Ela tinha a voz de uma garota de treze anos.

― Senhoritas? ― Ted tossiu, tentando interromper a confraternização de Katherine quando percebeu o quão assustada eu estava.

― Nós estamos tendo um momento familiar aqui, quer parar de ser um pé no saco? ― Ela falou impaciente para Ted e tirou o óculos do rosto, prendendo-o pela perna na alça da sua bolsa. ― Então, você está precisando de um pouco de orientação? Conte os seus problemas para a titia, sou toda ouvidos.

― Na verdade, eu não... ― Comecei a falar mas Ted me interrompeu.

― Charlie é uma aluna exemplar e uma das melhores aquisições que tivemos esse ano no campus, mas ela quer se manter na fraternidade da Roar Omega Roar.

― Roar Omega Roar? Puxou ao papai, é? ― Katherine apertou uma das minhas bochechas e sorriu. ― Gosta de dar um tapa na pantera também? ― Ela fez a mimica de fumar um baseado. ― Eu e sua mãe também adorávamos, mas ninguém precisava saber. Éramos garotas Kappa. Mas também aqueles garotos dão as melhores festas, isso não dá para negar e eles também tem abdomens lindos, eu te entendo. Se eu estivesse estudando aqui hoje, eu faria a mesma escolha. E você não quis ser uma Kappa? Eu e sua mãe sempre falávamos que nossas filhas seriam melhores amigas como nós. Você já conheceu a minha garotinha? Aposto que vocês vão se dar super bem! Você já conheceu Angel? Ela é minha filha!

Primeiro eu fiquei em choque, depois não sabia se batia nela por trazer o anti-cristo a terra ou se entedia porque Angel era daquele jeito.

― Você fumou maconha na gravidez? ― Perguntei antes que pudesse perceber.

― Não, bobinha! ― Ela falou rindo. ― Só comi brownies da maconha, nós fizemos uma viagem para Amsterdam quando eu estava grávida. ― Agora tá explicado.

― Peter, você não pode entrar! Peter! Peter! ― Ouvimos a voz da recepcionista vindo do lado de fora e um segundo depois Peter passou pela porta da sala.

― Peter! ― Falei surpresa ao vê-lo ali.

― O que você está fazendo? Não pode pegar um dos meus caras assim e achar que eles precisam de aconselhamento. ― Ele falou estressado para Ted. ― Vamos lá, Charlie, nós estamos indo. Pare de querer nos sabotar, você é como um Dick Vigarista na minha vida! Você me faz sentir como Penelope Charmosa! Hei Kat, é bom ver você. ― Ele se aproximou de Kat e a cumprimentou com um beijo no rosto.

― Peter, sempre um cavalheiro. ― Ela sorriu para ele e passou a mão pelo seu cabelo.

ESPERA AÍ!!!! Isso já está ficando esquisito, eles tem um caso ou o que?

― Eu não sou um cara! ― Falei ofendida. ― Eu sou a Penelope Charmosa! ― Apontei para mim mesma.

― Não, eu sou Penelope Charmosa! Você pode ser o Peter Perfeito. ― Pete continuou. ― Você é tipo um cara com peitos, agora nós estamos indo.

― Isso nem faz sentido! Eu preciso beber um pouco mais para entender essa conversa. ― Katherine falou, tirando um cantil de inox de dentro da bolsa e dando um longo gole. Ted olhou para ela boquiaberto. ― O que? É café! ― Uhum, como se realmente fosse café.

― Acredito que Charlie não esteja fazendo escolhas de forma sabia e um aconselhamento com a senhorita Romanoff poderia ajudá-la a repensar suas recentes escolhas e ter certeza se é o que ela quer mesmo. ― Ted apresentou seu argumento. Como se Katherine pudesse aconselhar alguém de verdade, quem precisava de sessões de aconselhamento era ela. ― Porque convenhamos, não há nada em comum entre ela e vocês.

― É claro que temos coisas em comum, temos muito em comum! Somos caras, parceiros, manos, irmãozinhos... ― Pete falou rápido demais, até gaguejando. Ele se aproximou de mim e passou os braços pelos meus ombros como se eu fosse um dos meninos, o problema era que ele era pelo menos vinte centímetros mais alto do que eu e seu braço ficou como um peso nos meus ombros e sua mão parou sobre um dos meus peitos.

― Peter? ― Comecei a falar, olhando para ele e depois para sua mão sobre o meu peito.

― Diga a ele que adoramos curtir juntos. Charlie adora lap dance tanto quanto eu, nós também gostamos muito de cerveja e filmes pornos. Nós somos melhores amigos. Nós somos como Marlin e Dory de Procurando Nemo.

― Peter! ― Rosnei impaciente para ele e olhei para a sua mão novamente.

― Oh, é seu peito! Achei que fosse uma bola de baseball no seu bolso. ― Ele falou, ainda mantendo sua mão ali.

― Tira a mão daqui! ― Dei um pontapé no seu estômago e ele tirou a mão dali e o braço dos meus ombros.

― O que? Se encaixa perfeitamente na minha mão, eu jurava que era uma bola de baseball. ― Pete ainda tentou se defender como se aquilo fosse normal.

― Isso também pode significar que ele é a sua alma gêmea. ― Katherine falou. ― A mão dele se encaixa perfeitamente no seu peito. O encaixe perfeito, assim como a mão dele no seu peito, ele também pode se encaixar na sua alma e em outras partes também. ― Ela continuou e Peter sorriu orgulhoso, me cutucando e então piscou para mim.

― Nós somos almas gêmeas. ― Ele tentou pegar no meu peito de novo e afastei sua mão com um tapa ardido. ― Ai! ― Ele gritou quando o acertei.

― Eu não acredito que estamos tendo essa conversa. ― Falei revirando os olhos.

― Senhor McCartney? ― Ted falou, tirando as mãos do bolso.

― O que foi agora? ― Pete perguntou.

― Está sujando o meu carpete. ― Ted apontou para o chão, onde Pete havia deixado um rastro de terra por onde havia passado.

― Oh, eu estou? ― Pete falou como se Ted estivesse o ofendendo, o chamando de sujeira. Então olhou para o chão e acenou positivamente. ― É, eu estou mesmo. Desculpe.

― Gente, como eu sendo provavelmente a pessoa mais aconselhável a falar aqui agora, eu acho que isso tem que ficar com a Charlie. Querida, você acha que as sessões de aconselhamento são mesmo necessárias? Acha que precisa ou que está apenas nessa fraternidade porque não está pensando bem?

― Não! Não! De jeito nenhum! Os meninos me acolheram, é claro que eles ainda são meninos, eles arrotam e peidam, ás vezes, na maior parte das vezes eles estão fazendo isso. Mas... ― Fiz uma pausa e mordi meu lábio inferior. ― São meio difíceis de lidar e tudo mas, eles são os meus amigos. Os meus irmãos e é apenas isso.

Olhei para Pete que estava parado me olhando falar, eu fiquei um pouco envergonhada com a forma com que ele me olhou, como se realmente estivesse prestando atenção ao que eu estava falando. A maioria dos caras apenas acena positivamente e concorda, enquanto Pete realmente parece ouvir. Dei um pequeno sorriso sem graça e envergonhado para ele. Mas Pete apenas continuou me olhando daquele jeito.

― O que foi? ― Perguntei, apertando os lábios enquanto ele continuava encarando.

― Nada, nada, eu só estava... ― Ele gaguejou, olhando para Ted e Katherine. ― você sabe... ― Pete falou. ― Você é nossa irmãzinha mais nova que sempre vamos cuidar e proteger.

Peter levantou a mão para me tocar mais ficou um pouco sem jeito, então apenas tocou meu ombro levemente sem saber o que fazer. Algo que um irmão realmente faria ao tentar demonstrar afeto. Eu senti como se ele estivesse realmente tentando me colocar na posição de sua irmã.

― Eu farei as sessões de aconselhamento, apenas para provar o meu ponto de que eu é o que eu quero. ― Falei quando Pete se afastou. ― Depois disso, ninguém mais vai precisar dizer que eu estou maluca por querer ficar na Roar Omega Roar, feito?

― Tudo bem. ― Ted falou concordando. ― Vamos esperar e ver qual será o resultado até as últimas sessões. Duas vezes por semana após as aulas você se encontrará com Katherine.

― Vai ser tão divertido! ― Katherine falou animada. ― Vou me sentir na faculdade novamente com a sua mãe! Você sabe que podemos conversar sobre tudo, não é? Vamos ser as melhores amigas de todas!

― E você... ― Pete falou novamente e apontou para Ted. ― Quando quiser alguma coisa com o meu pessoal, venha até a mim primeiro. Eu ainda sou o presidente, mesmo que você odeie isso.

― Senhor McCartney, se você ganhasse um dez toda vez que me irrita, você teria se formado no seu primeiro dia. ― Ted respondeu a Pete com um sorriso largo.

― É, e se eu ganhasse dinheiro toda vez que você me irrita, eu estaria morando em Las Vegas com meus amigos e aberto um Cassino Bordel. Não enche o saco, Eufrazino. ― Pete falou debochado e então se virou para sair da sala.

― Me desculpem por isso. ― Falei meio sem jeito quando ele saiu da sala. ― Ele é indomável, ele é quem parece o Eufrazino ou Tarzan. Eu não sei, ele é meio assim as vezes. É melhor eu ir antes que ele quebre as coisas pelo caminho. Vejo você amanhã. ― Olhei para Katherine.

― Vejo você amanhã, titia. ― Ela me corrigiu com um sorriso e então me puxou para um abraço de novo. ― Mal vejo a hora, vamos nos divertir tanto!

― É! Mal posso esperar! ― Fingi falso entusiasmo quando falei.

Sai da sala o mais rápido que pude e acenei para a recepcionista rapidamente, então comecei a seguir as pegadas de terra que Peter havia deixado no caminho e o alcancei.

― Você deixou praticamente um Grand Canyon de terra pelo caminho. ― Falei caminhando ao seu lado.

― Eu gosto de deixar pegadas, me faz sentir como o Pé Grande. ― Ele respondeu dando de ombros e sem me olhar. Então continuamos caminhando em silêncio. O que estava começando a me preocuper, Peter em silêncio?

― O que foi? ― Perguntei.

― O que foi o que? ― Ele perguntou, me olhando sem nem saber disfarçar.

― Você está em silêncio e já está começando a me assustar porque você nunca cala a boca. ― Respondi.

― Eu estava pensando sobre plantar tomates, eles sempre me lembram do Natal porque são vermelhos. ― Ele falou.

― Peter, eu não estou falando sobre tomates! ― Falei irritada por ele estar me enrolando.

― Nem eu, eu estou falando sobre Natal. ― Ele deu um sorriso falso e fez uma pausa. ― Irmãzinha.

Parei de andar e cruzei os braços, ele deu mais dois passos, então parou e se virou para mim.

― O que foi? ― Ele perguntou.

― Você está bravo comigo por isso. ― Afirmei, olhando para ele. Pete apenas soltou uma risada forçada como se eu tivesse contado uma piada.

― Se eu estou bravo porque você deixou bem claro que nossa relação não passa da relação de irmãos de fraternidade? ― Ai estava a minha resposta. ― É claro que não! Porque eu ficaria bravo com isso?

― Eu não sei, Peter, porque você é você. Eu raramente compreendo as coisas que você faz, eu estava esperando que você pudesse me falar. ― Falei, forçando um sorriso para ele.

― Eu gosto de ser um mistério para a humanidade. ― Ele disse irônico, disfarçando o assunto com humor. ― Me faz sentir especial.

― Pode levar as coisas a sério pelo menos uma vez na vida? ― Soltei irritada, rangendo os dentes. ― Tudo é sempre uma piada pra você?

― Não. ― Ele respondeu e fez uma pausa, dando de ombros. ― Você não é.

― Bom, as vezes parece que eu sou a pior das suas piadas. Porque você ficou bravo? ― Insisti.

― Porque eu fiquei, Charlie! Eu fico bravo as vezes, você também não? ― Ele falou impaciente.

― Mas eu quero saber o porque, Peter. Nós somos amigos, não somos? ― Dei um passo na sua direção.

― É, somos amigos. ― Ele respondeu depois de um tempo em silêncio. Ele acenou positivamente e então se virou para sair primeiro.

Ele não disse mais nada e eu o segui a pelo menos um passo de distância, quando ele passou pela porta a segurou aberta para que eu pudesse sair mas ainda não falou nada. Se ele não queria falar, eu também não ia. Passei pela porta e continuei andando na frente.

― Charlie, espera. ― Peter falou ao me alcançar e segurou em meu braço levemente. Nós dois olhamos para o meu braço onde ele o segurou.

Pete abriu a boca para falar novamente, mas a fechou no momento em que um Prius azul parou bruscamente cantando pneu na rua a nossa frente. Cece estava dirigindo com apenas uma mão no volante e a outra apoiada na janela. Ela sorriu, Joe estava do seu lado no banco do carona e Amy estava no banco de trás.

― Anda logo, otária! Vamos para o shopping! ― Joe gritou do banco do carona e Cece riu, arqueando uma das sobrancelhas por trás do óculos de sol.

Fiquei meio que sem reação por um momento, então Amy colocou a cabeça para fora da janela.

― Estamos apenas brincando! Joe adora Meninas Malvadas, mas entra aí, estamos em uma missão. Nós a chamamos de: O assassinato de Angel. ― Amy sorriu da janela.

― Bom, eu não vou perder essa por nada! ― Falei animada. Se tinha uma coisa que eu adoraria fazer agora, era algo terrível com Angel.

Olhei para Pete que ainda segurava o meu braço, ele o soltou no momento em que eu o olhei e deu um leve aceno positivo com a cabeça para eu me afastar, então acenou com a mão para Amy, Cece e Joe. Assim que ele me soltou fui até o carro e entrei pelo lado de Amy que já havia aberto a porta. Fechei a porta e Cece já saiu com o carro, olhei Pete pela janela ao nos afastarmos.

― Cece, você é stripper nas horas vagas e dirige um Prius também? Você é mesmo um ser humano? ― Amy perguntou.

― Eu sou ambientalista também. Eu amo as plantas, eu amo o verde. ― Cece falou concentrada na direção.

― É, eu sei que plantas você defende. Cannabis também conhecida como marijuana. ― Joe falou e nós rimos.

― Vocês sabiam que Angel era filha da orientada e ninguém me contou? E o pior de tudo, ele é meio que minha... ― Fiz uma pausa, pensando em que forma eu ia dizer aquilo. ― tia.

Notas finais
E aí, gostaram? O que acharam da mãe da Angel? kkkk Titia da Charlie, ela só vai dar conselhos *bons* para a Charlie, então se preparem kkkkkkkkkkkkkk Ah mais uma coisa, vamos ter mais Pharlie nos próximos capítulos e vou ser boazinha com vcs e dizer que o primeiro beijo deles está mais próximo do que vocês imaginam, ok? kkkkk Ah e já no próximo capítulo vocês vão descobrir o que eles vão fazer com Angel. Bjssss e não esqueçam de comentar!!