Change Of Directions
42 Capitulo 42
Notas iniciais
S: Sexo de vitória é o melhor sexo, — Santana contente suspirou, se inclinando contra o seu armário.
R: Concordo com isso, — Murmurei concordando espelhada em suas ações, saboreando a sensação do metal frio acalmando minhas costas machucadas. Não me pergunte por que minhas costas ficaram machucadas.
Ambas completamente gastas, nós levamos o nosso tempo para relaxarmos contra os armários antes de nossas namoradas se encontrarem com nós e nos levar para a nossa próxima aula, de Espanhol.
P: Há parece que alguém trabalhou um par de vezes este fim de semana. — Santana e eu observávamos preguiçosamente Puck se aproximando de nós com um sorriso.
S: Não agora, Puckerman, — Santana cansada respondeu, sem a ironia habitual em sua voz.
R: E sem comentários pervertidos, por favor, — Eu acrescentei. Ele olhou para nós, descrença gravada em suas feições.
P: Uau... Vocês duas concordando com algo? O que eu perdi? Um quarteto? — Santana e eu compartilhamos um olhar aguçado.
R: Pronta? — Eu humildemente disse com um sorriso. Ela assentiu com a cabeça.
S: Um, — Ela murmurou lentamente e se empurrou dos armários.
R: Dois, — Eu continuei e levantei as mãos.
P: Gente, o que — Puck não conseguiu terminar a sua pergunta, quando Santana e eu gritamos.
S/R: Três! — E com as nossas forças combinadas, o empurramos e ele tropeçou, caindo de costas na frente da professora. A professora olhou para ele sem expressão.
Professora: Se este é o seu método de tentar olhar debaixo da minha saia, Puckerman, então eu vou ter que mostrar o meu método de punição. Detenção por duas semanas.
Ela graciosamente passou por cima do seu corpo e continuou caminhando pelo corredor. Puck lentamente se levantou enquanto olhava para a professora em descrença, Santana e eu estávamos rindo e demos um Hi-five e apontamos os dedos para Puck, que ainda estava em transe.
Q: O que vocês fizeram? — Ainda rindo, eu me virei para Quinn e dei um grande beijo na bochecha dela sorrindo.
R: Não é tão ruim assim. Puck merecia não é Santana?
S: Uhum, — Ela concordou distraída, com os olhos já focados em Brittany, que estava pulando alegremente na direção dos seus braços.
Q: Vocês duas, — Quinn suspirou com um sorriso. — Vocês podem causar problemas ainda maiores quando vocês estão brincando.
R: Bom, — Eu dei de ombros colocando o braço na cintura da minha namorada. — Você nos conhece. Quando o fogo e o fogo entram em confronto, tudo queima.
Q: Você veio com esse defeito mesmo, não é, — Perguntou Quinn, sorrindo. Nós duas começamos a caminhar atrás do casal Brittana, indo para a nossa próxima aula juntas.
R: Sim, — Eu orgulhosamente afirmei.
Q: E você é muito convencida sobre isso, não é.
R: Muito. Você me conhece tão bem, Quinn.
Q: Hm, eu não.
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Mesmo quando Quinn e eu começamos a namorar, não mudamos nossos lugares para sentarmos ao lado uma da outra na aula de espanhol. Bom, nós tentamos uma vez, o que resultou em mim ficar distraída toda a aula, porque eu encontrei uma coisa mais interessante do que o quadro-negro para olhar. Eu sonhadora olhava para ela a vendo desenhar corações em meu caderno com 'Q + R’. E ela corava sob o meu olhar intenso. E todo mundo mudava desconfortavelmente em seus assentos por causa da tensão sexual entre nós.
De qualquer forma, ambas acabávamos não aprendendo nada com a aula bom, eu nunca aprendi nada de qualquer maneira, mas Quinn sugeriu que voltássemos aos nossos antigos assentos. Ela disse que não conseguia se concentrar comigo sentada tão perto ao lado dela, incapaz de me tocar. Então lá estava eu, sentada na última mesa, enquanto minha namorada estava na segunda, e tenho a certeza que ninguém além de mim estava olhando de soslaio para ela.
Agora e depois, eu não pude evitar ganhar a atenção de Quinn, então às vezes eu jogava uma bola de papel com uma mensagem rabiscada nela em sua mesa. A maioria delas dizia, 'Eu te amo', mas outras vezes, eu escrevia as mensagens como, 'Eu prefiro analisar o seu corpo do que a gramática deste exercício’ ou ‘Eu gosto de como você pronuncia o espanhol, mas eu gosto ainda mais da sua boca em mim’.
Eu adorava as reações dela quando eu enviava mensagens como essa. Agora, eu estava pensando em outras coisas sujas que eu poderia escrever a ela, especialmente depois do incrível final de semana que tivemos. Mas parei quando a porta da sala se abriu e a secretária enfiou a cabeça dentro.
Secretaria: Me esculpe, Sr. Schuester, mas o Sr. Figgins está exigindo que... — Ela fez uma pausa para olhar para um pequeno papel em sua mão. — Senhorita Rachel Berry. A senhorita Berry esta presente? — Schuester balançou a cabeça e apontou na minha direção e todo mundo se virou em seus lugares para olhar estupidamente para mim. O que? Eu não conseguia me lembrar de ter feito nada de errado!
R: Por quê? — Era tudo que eu podia dizer. Eu não ia para o escritório do diretor, sem razão. Sou inocente até que se provem o contrário. A secretária não pareceu impressionada.
Secretaria: De acordo com o Sr Figgins, é pessoal.
R: Sim, eu levo isso como pessoal se eu for retirada da sala de aula sem nenhuma razão, — Retorqui aborrecida e ignorei o olhar de advertência de Quinn. — Pelo menos use uma boa desculpa.
Shue: Rachel, — Sr, Schuester humilde disse, — Por favor, tenham um pouco de respeito. E você está liberada da aula para ir ao escritório do Figgins, por favor.
R: Tudo bem. Não é como se eu fosse aprender alguma coisa mesmo. — Escárnia, eu coloquei todas as coisas que estavam na minha mesa que era um pedaço de papel amassado e uma caneta roubada na minha mochila e coloquei no meu ombro. No caminho para a porta, acenei para Quinn e murmurei,
R: Vejo você mais tarde, — Antes de seguir a secretária para fora da sala de aula.
R: Seja o que for não foi minha culpa, — Eu disse com firmeza, andando atrás da velha senhora. — E mesmo se tiver acontecido há meses você não tem nenhuma prova. — A secretária revirou os olhos e parou de andar, de pé em frente ao escritório Sr. Figgins. Ela deu um passo para trás e acenou com a cabeça para a porta.
Secretaria: Ele já está esperando por você. Eu não posso ir com você. — Eu arqueei uma sobrancelha para ela.
R: Isso é alguma conspiração? Um plano para me seqüestrar? Você ainda é secretária da escola?
Ela olhou fixamente para mim antes de se afastar, me deixando sozinha na porta. Eu zombei, eu estava apenas tentando levantar o astral com um pouco de humor. Pressionando para baixo a maçaneta da porta, eu lentamente a abri e enfiei a parte superior do corpo na sala, com uma expressão interrogativa no rosto. Figgins olhou para cima de sua mesa e acenou para que eu entrasse na sala.
R: Há algo que você precise? — Eu educadamente perguntei e olhei ao redor da sala. Ela estava normal e chata, nada pareceu chamar minha atenção, então eu olhei para Figgins de novo.
Figgins: Bom, senhorita Berry, não sou eu que exige a sua presença, — Ele começou a dizer com seu sotaque pesado e apertou um botão em seu telefone do escritório. Olhando para ele confusa, eu rapidamente respondi,
R: O quê? Então por que estou aqui?
L/H: Por nós.
Não.
Não, não poderia ser não era a voz deles, não, eu estava apenas imaginando coisas chocada e congelada no lugar meu corpo nem sequer se virou os meus pés ficaram presos ao chão. Eu não ousei virar a cabeça, eu não arriscaria olhar atrás de mim, porque se não fosse uma alucinação -
L: Rachel? — Meus olhos se fecharam e eu soltei uma respiração trêmula. Ambos estavam aqui. Na mesma sala que eu. E eu nunca esqueci como suas vozes soavam, mesmo que eu não tivesse ouvido elas por anos.
R: Não, — Eu respirei, sentindo tudo dentro de mim se agitando e torcendo, e eu estava perdendo o ar.
R: NÃO! — Gritei como uma louca e eu cegamente me virei, correndo para fora da sala com os olhos marejados firmes no chão, não querendo vê-los, não querendo falar com eles, não querendo nunca ter algo a ver com eles, porque eles estavam mortos para mim.
Eu nunca tinha corrido tão rápido. Nem mesmo em todos os meus treinos de futebol, nem mesmo quando a polícia foi atrás de mim por ter pichado nas paredes. Os armários em ambos os lados do corredor eram um borrão e em poucos segundos, eu empurrei as portas de entrada da escola, mantendo a velocidade eu corri para minha moto. Eu não me importava com o capacete esquecido na aula de espanhol, tudo o que eu importava era em sair daqui, o mais rápido que eu pudesse.
Eu ouvi duas vozes indesejadas gritando atrás de mim e a raiva quente estava abastecendo o meu desejo de sair e nunca mais olhar para trás novamente, como eles ousaram dizer o meu nome depois de não ter dito ele há anos? Eles não tinham o direito me chamar pelo meu nome, não se eles nunca se preocuparam em me reconhecer. Eu descuidadamente joguei minha mochila no chão, pois só dificultava para eu correr e me atrapalhei com as chaves no bolso da calça jeans.
H: Rachel, não! Vamos explicar!
No meu estado nebuloso, eu não sabia a quem pertencia aquela voz e eu não me importo. A chance deles se explicarem já passou. Eu pulei na minha moto rápido, a adrenalina fez meus movimentos ficarem mais fluidos. Sem olhar para trás, eu acelerei e saí do estacionamento e quase bati em um conversível frontalmente. Mas o motorista do carro tinha me visto antes que eu tivesse visto ele, então ele estava preparado para afastar seu carro. Buzinando e xingando em voz alta para mim depois, eu não olhei para trás para ver se ele estava bem, apenas acelerei mais. Eu precisava dar o fora daqui.
Eu não sabia para onde eu estava dirigindo, eu não sei quanto tempo eu estava dirigindo. Mas a minha mente estava correndo com pensamentos e foi insensível à dor, ao mesmo tempo. A única coisa que me acalmou foi a sensação do vento frio contra meu rosto aquecido, acariciando meu cabelo. Sem o capacete, eu me senti muito mais livre e segura, porque agora os meus olhos tinham uma visão de 180 graus ilimitado. Foi quando um enorme prédio de escola chamou a minha atenção que eu, finalmente, sai do meu transe e percebi que eu estava realmente dirigindo para o 'Carmel High'. Como é que eu cheguei em Akron?
E sem pensar, eu fiz um 180 na rua vazia e fiz meu caminho para o estacionamento da escola onde minha mãe biológica estava ensinando. Olhei para o meu relógio. Eu estava sem rumo dirigindo por duas horas, era a hora do almoço agora. Eu estacionei minha moto ao lado de uma fileira de Range Rovers. Por que você daria um presente exagerado como esse por causa do coral da escola me pergunto. Mas desde quando é que muito dinheiro leva a decisões saudáveis.
Os armários não eram de metal, mas de madeira, as portas da sala de aula eram de mogno. E eu achei muito perturbador ver uma câmera olhando para mim aonde quer que eu fosse. Eu não tinha idéia de onde eu estava indo. Não havia ninguém nos corredores. Então eu vi um rapaz deixar sua sala de aula, obviamente, indo ao banheiro.
R: Com licença? – Eu disse, e ele se virou em surpresa. — Você sabe onde eu posso encontrar a Sra. Corcoran? — O menino, provavelmente calouro, sorriu nervosamente e acenou com a cabeça, apontando para trás.
– Vire à esquerda a primeira porta ela está no auditório.
R: Obrigada, — Eu murmurei e segui suas instruções.
E quando eu virei à esquerda, eu bati em algo não forte o suficiente para me fazer cair, mas resistente o suficiente para se parecer com um tapa no rosto. Eu dei um passo para trás e soltei um grito assustado quando vi o rosto ampliado da minha mãe biológica sorrindo para mim. Era um papelão dela com os braços cruzados, imitando uma pose triunfante e um grande troféu dourado entre seus pés, chegando até o umbigo.
Assustada com isso, eu pisei em todo o papelão e quase destrui o outro. O papelão em tamanho real de um rapaz bonito, com cabelos encaracolados e um sorriso arrogante. Talvez esse fosse o vocalista do Vocal Adrenaline, Shelby, por vezes, havia mencionado seu nome, mas eu nunca me preocupei em lembrar porque seu nome só foi mencionado no contexto de cantarmos um dueto juntos e considerar namorar ele.
Não, não me preocupei em dizer a Shelby sobre minhas preferências sexuais. Eu tinha uma teoria de que ela soubesse, mas que ela não quisesse enxergar. Não era como se ela pudesse ignorar a presença freqüente de Quinn na nossa casa nas últimas semanas, e eu estava certa de que ela não pôde ignorar os barulhos vindos do meu quarto também. Até agora eu estava irritada com todos os papelões estúpidos que anunciavam a glória do Vocal Adrenaline e eu os empurrei, resmungando com raiva de mim mesma. Finalmente, eu encontrei as portas do auditório e elas eram grandes e pareciam ser de ouro.
R: Quem paga por tudo isso? — Eu murmurei em reverência.
J: Oh, eu poderia te dar uma lista de nomes. — Virando a cabeça, eu vi a versão real do garoto do papelão se aproximando de mim com um sorriso arrogante e um café na mão. Impressionada, eu alcancei a maçaneta da porta dourada quando o Sr. Papelão alto suspirou e disse,
J: Eu não faria isso.
R: Hm, — Eu cantarolei. — Eu provavelmente não faria o que? – Eu perguntei como se eu desse a mínima. E eu propositadamente pressionei o punho, querendo empurrar a porta quando uma mão se colocou em cima da minha, parando o meu movimento.
J: Eu disse que não, — Ele disse calmamente, agora do meu lado. Eu calmamente respondi,
R: E eu te digo para tirar sua mão da minha agora. — Ele não tirou então eu afastei a minha.
R: Tudo bem, — Eu assobiei sombriamente. – Me dê uma boa razão para que eu não entre. — O sorriso do menino foi lamentável.
J: Porque todos os dias às 13:00 horas, a Sra. Corcoran gasta uma hora sozinha no auditório e não quer ser incomodada. Dois membros já foram expulsos porque não seguiram a regra.
R: Bom, eu não sou um membro do Vocal Adrenaline, — Eu disse desafiadoramente.
J: Eu sei, — Ele disse com ar superior e sorriu satisfeito. — Eu sou o líder, meu nome é Jesse St. James, provavelmente você já ouviu falar de mim antes. — Apertei os olhos para ele.
R: Não, – Eu disse isso de propósito. Sua expressão presunçosa não vacilou, muito pelo contrário, ele parecia estar feliz com isso.
J: Maravilhoso, outra pessoa para eu apresentar ao meu mundo de excelentes performances. Uma vez que você me ouvir cantar, você nunca mais vai querer comprar um CD convencional mais. — Eu engasguei e me virei para as portas do auditório novamente.
R: Deixe para mais tarde, James.
J: Na verdade, é St. James e eu prefiro ser chamado pelo meu nome completo, para um melhor efeito de.
Eu não queria ouvir mais e abri a porta com um empurrão.
J: O que você está fazendo! — Jesse exclamou atrás de mim, claramente horrorizado. – Ms. Corcoran vai matar você!
R: Não, ela não vai, — Eu calmamente respondi sem olhar para trás. — Ela não iria matar algo que ela trouxe para a vida.
Eu desci as escadas para o palco sem ouvir a voz dele novamente. Muito previsivelmente, a encontrei sentada ao piano tocando notas individuais, às vezes cantarolando para si mesma. Para todos os outros, iria parecer que ela estava escrevendo uma canção. Mas às vezes um músico toca música para pensar, lembrar, reviver. Sem sequer registrar os sons em seus ouvidos.
R: Sinto muito, — Foi a primeira coisa que eu soltei uma vez que eu estava no palco, ainda longe dela.
Se Shelby estava assustada ou surpresa com a minha presença, ela não demonstrou. Ela lentamente olhou para cima das teclas do piano e me deu um olhar vazio. Ele não me desanimou. Nada podia, eu tinha chegado tão longe e cresci durante o meu tempo em Lima eu me conheço melhor agora. Olhares em branco não significam desinteresse, eles queriam dizer ansiedade e insegurança, porque antes das pessoas revelarem seus medos, elas preferem deixar você acreditar que elas não se importam. Eu costumava fingir que nada importava para mim enquanto eu segurava minhas lágrimas. Dei um passo em sua direção.
R: Sinto muito, — Eu repeti, desta vez mais alto e com uma voz mais firme. Eu firmemente olhei em seus olhos, olhando para um rosto parecido com o meu. — Eu sinto muito pelo jeito que eu te tratei. Sinto muito que eu desnecessariamente briguei com você no início do ano e eu não posso me desculpar o suficiente, mas eu estou tentando.
Shelby cruzou as mãos sob o queixo, ainda olhando fixamente para mim. Seus olhos me diziam que ela estava ouvindo, entendendo e aceitando o meu pedido de desculpas.
R: E se tem uma coisa que eu me arrependo mais do que as outras, — Eu continuei minha voz ficando mais baixa e envergonhada. – É que eu sinto muito por nunca ter te dado uma chance de ser minha mãe.
E a parede foi quebrada, Shelby finalmente se levantou do banco do piano e caminhou na minha direção com passos inseguros. Parecia uma peça de teatro, porque eu estava de pé no meio do palco e Shelby foi lentamente se aproximando de mim, e uma luz que estava brilhando sobre toda a cena.
Shelby: E eu lamento que eu nunca te dei uma chance de ser minha filha, — Ela sussurrou tão baixinho que eu quase não entendi. Mas chamo isso de instinto de mãe e filha, eu sabia o que ela queria dizer e foi o suficiente para saber que ela compartilhava o mesmo arrependimento.
Shelby: Você acredita em segunda chance? — Shelby perguntou de repente, os olhos lacrimejantes fazendo os meus ficarem marejados.
Eu hesitante balancei minha cabeça. Eu realmente não acreditava em segundas chances. Eu já tinha visto muitas pessoas quebrando suas promessas, trazendo de volta aos velhos hábitos, os magoando ainda mais, uma vez que eles foram concedidos a uma segunda chance. Não, algumas pessoas nunca iriam mudar.
Shelby: Mas você poderia fazer uma exceção para mim? — Havia outras pessoas que realmente lutavam por suas segundas chances, que as levava a sério e mereciam. E eu acreditava em exceções. Então, eu lentamente assenti.
Shelby: Talvez se nós começássemos de novo? — Shelby incerta ofereceu e eu lhe dou um pequeno sorriso. Esticando a minha mão, eu disse,
R: Oi, eu sou Rachel Berry. — Ela riu baixinho e aceitou a minha mão.
Shelby: Shelby Corcoran. Você me parece familiar, já nos encontramos antes?
R: Não, eu acho que não. Mas eu gostaria de saber tudo sobre você.
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E foi maravilhoso, parece que eu revivi uma segunda infância com a minha mãe e nós dissemos tudo uma a outra, tudo o que queríamos saber uma da outra. Nós rimos e choramos então nós rimos um pouco mais só para acabar chorando de novo. Eu não sabia o que fizemos mais.
R: Posso te perguntar uma coisa? — Eu calmamente perguntei depois que tínhamos nos acalmado um pouco.
Shelby: Hm? — Shelby cantarolou, me encorajando. Olhei para os meus pés pendurados para fora do palco. Nós nos sentamos na beira do palco, de frente para as centenas de fileiras de assentos.
R: Quando você ligou para os meus pais há um ano, por que de repente você quis me ver? Porque não anos antes? — Shelby pareceu desconfortável e balançou a cabeça lentamente para si mesma.
Shelby: Eu não iria ser completamente honesta com você, Rachel. — Eu olhei para ela, com os músculos do meu rosto tensos.
R: Um ano atrás, ou a última meia hora?
Shelby: Um ano atrás, — Shelby murmurou e suspirou. — Eu sempre quis te ver, eu estava pensando em visitá-la desde que você nasceu, mas eu nunca tive a coragem de fazê-lo.
R: E então? — Eu disse quando ela não continuou.
Shelby: E os seus pais me ligaram.
Eu senti como se alguém tivesse me empurrado para fora do palco, pisado e cuspido em mim. Eu estava indefesa, porque já tinha acontecido e eu não fui capaz de impedir.
Shelby: Não corra, — Shelby preocupada disse, colocando a mão em cima da minha. — Você não sabe a história toda. — Eu balancei minha cabeça.
R: Só... Velhos hábitos vá em frente.
Shelby: Eu estou tão orgulhosa de você, — Disse Shelby com um sorriso. — E você merece saber a verdade, embora eu tenha prometido aos seus pais que não ia contar. — Engoli em seco e assenti. Meus pés estavam nervosamente batendo uns contra os outros.
Shelby: Eles me perguntaram se eu queria te ver, — Explicou Shelby lentamente. – E eu pensei que estava sonhando. Eu estava muito sobrecarregada para falar em primeiro lugar e eles explicaram tudo para mim antes que eu pudesse perguntar. — Minhas mãos estavam firmemente agarradas à beira do palco. Inspire. Expire. Eu podia fazer isso.
Shelby: Rachel, eu não sei se você já leu as revistas de negócios, mas eles estavam se preparando para vender a empresa deles. — E eu olhava para ela incrédula, eu tinha ouvido errado, ela tinha ouvido errado... Shelby colocou uma mão no meu ombro e apertou gentilmente.
Shelby: Eles precisavam de tempo. Tempo para visitar cada local de sua empresa em todo o mundo para selar acordos, assinar documentos, verificar as circunstâncias judiciais, dar declarações... Rachel, eu realmente não entendo os motivos por trás de eles terem mandado você para morar comigo, mas acho que pertence ao plano de se tornarem seus verdadeiros pais novamente.
Não, isso estava acontecendo muito rápido, eu não estava pronta para deixá-los se tornarem meus pais novamente é por isso que eles estavam em Ohio. Muito chocada com a informação, as palavras não saíam da minha boca que estava tremendo.
Shelby: E a moto é presente deles para você, — Shelby disse de repente e fez tudo ficar pior. Eu pensei que era um presente dela para mim, eu pensei que ela queria tentar fazer as pazes comigo.
Shelby: Eles sabiam que você estava em Nova York, nas férias de verão, algo sobre o mordomo Jerry ter reservado as passagens para você? E eles estavam tão preocupados quando eu disse que você estava usando minha moto, então eles mandaram essa para você, mas que eu dissesse que fui eu que te dei.
Isso foi muito para mim, e eu sabia que tinha prometido não correr, mas eu não podia ficar. Quando eu pensei que eu podia finalmente confiar na minha mãe biológica, quando eu pensei em deixar ela se aproximar, ela faz todas essas coisas para nos afastar. Não, foda-se o que eu disse, eu não estava querendo correr disso, eu não estava acima de qualquer coisa eu era apenas uma covarde. Mas uma covarde com os sentimentos do caralho.
R: Me desculpe, mas eu preciso pensar, — Eu respirei com dificuldade, me levantando do palco.
Shelby: Não, por favor, não vá, você não entende o quanto eles ainda te amam? Eles te amam! E este é o seu tempo para fazer tudo direito, Rachel, eles estão lutando por você como eu deveria ter feito há muito tempo!
Mas eu não queria que eles lutassem por mim mais, que eles tivessem feito isso antes, quando eu ainda era ingênua demais para acreditar que eles iriam voltar para casa a qualquer momento, e abrirem a porta do apartamento. Eles nunca fizeram isso e agora eu não quero que eles façam.
R: Mas o que aconteceu comigo? — Eu gritei de volta, a raiva decorrente do nada, ameaçando consumir meu corpo. Isso não era culpa de Shelby, mas ela era a única pessoa aqui. E eu precisava gritar a dor do meu peito, eu precisava ser ouvida pela primeira vez na minha vida. Eu precisava da satisfação de alguém ferir comigo, alguém que me entendesse, tanto quanto eles gostariam de acreditar.
R: Eu não sou um cachorro para brigar eu tenho sentimentos, você sabe, e eu estou cansada de nunca saber em qual plano com segundas intenções eu entrei. — Shelby me olhou com o coração partido e envergonhada. Ela deu um passo para trás e segurou em seu cardigan.
Shelby: Mas isso é apenas o que os seus pais fazem. Isso é o que seus pais e eu estamos fazendo, nós só queremos o melhor para você e às vezes não sabemos o que é o melhor para você, mas nós ainda estamos tentando.
R: Então pare de tentar, — Exclamei sem motivos, porque Shelby nunca levantou a voz para mim. E isso me fez sentir vergonha de ser a única a gritar no auditório.
Shelby: Você sabe que não podemos, — Shelby calmamente respondeu, — Você é a nossa única filha e nunca iremos parar de tentar. Dê-lhes uma chance, Rachel. — E sua última frase provocou um milhão de sentimentos dentro de mim, meus olhos ameaçavam transbordar de lágrimas.
R: A chance que eu dei a eles milhares de vezes, todos os dias e todas as noites durante os últimos quatro anos, esperando pela porra da porta se abrir, esperando que eles voltassem? Eu fiquei sem uma segunda chance para dar, eu fiquei sem exceções para dar, as portas estão fechadas, não há mais chances.
E estas foram as minhas últimas palavras, a última coisa que eu disse a Shelby antes de sair do auditório enquanto secava os olhos. Eu tinha vindo aqui, na esperança de esclarecimento e paz interior, querendo fazer as pazes com Shelby, querendo começar de novo. Mas agora tudo estava ainda mais confuso do que antes. Correndo para fora do prédio, eu finalmente pude respirar novamente quando o vento soprou contra minhas bochechas queimando. E uma vez que eu vi o Carmel High do lado de fora, senti uma profunda decepção em meus ossos, pesando no meu coração.
Eu tinha feito novamente. Embora eu tivesse jurado a mim mesma que tinha sido a última vez nas Nacionais das líderes de torcida. E de repente eu sabia para quem ligar. Ela iria me entender. Ela não iria me julgar. Ela podia me distrair. Puxei meu telefone, eu procurei pelo último número que eu tinha guardado.
G: Olá?
R: Oi, — Eu respirava nervosamente, antes de limpar minha garganta e disse mais alto, — É a Rachel. Eu espero que não esteja te atrapalhando.
G: Rachel? — Gabrielle parecia tão surpresa, pensei por um momento que ela não conseguia se lembrar de quem eu era. – Não, eu sai da escola mais cedo, mas não se você ainda tiver aulas?– Eu sorri de alívio. Era com isso que ela estava preocupada.
R: Não, — Eu respondi de repente me sentindo mais livre e mais leve do que antes. Eu estava falando com alguém que não tinha papel no drama que fazia parte da minha vida familiar e me senti bem.
G: Eu acho que você está mentindo, mas eu vou deixar passar, porque eu estou mais interessada em saber p por que de você estar me ligando. – Eu ri e eu podia sentir meu coração batendo regularmente novamente. De forma lenta, mas batendo forte, em contraste com o padrão irregular antes.
R: Não é possível que uma amiga ligue para dizer Olá? — A linha ficou em silêncio por alguns segundos antes de Gabrielle dizer com firmeza,
G: Não. Há sempre um motivo.– E eu parei, meus olhos ficaram arregalados. As palavras soaram familiares.
R: E se não tiver nenhum? — Eu lentamente perguntei.
G: Rachel existe apenas duas razões para que as pessoas façam algo agradável e atencioso para aparentemente nenhuma razão. Primeira, eles querem algo de você ou Segunda, eles te amam tanto que eles não precisam de qualquer outro motivo para fazer coisas agradáveis para você. Bom, embora eu ficasse lisonjeada se fosse a segunda opção, eu não acho que eu quero lidar com a sua namorada.
E suas palavras fizeram minha mente correr em todas as direções. E se isso se aplicar a Shelby e aos meus pais? E se eles realmente me amarem tanto que eles não têm motivos para me dar presentes? Talvez eles não estivessem tentando comprar o meu amor. Eles estavam apenas expressando seu amor.
G: Será que eu explodi sua mente com alguns fatos úteis? — Gabrielle disse provocando depois de um tempo, quando eu não respondi imediatamente.
R: Sim, você fez, — Eu admiti baixinho. — Você é muito incrível, você sabe. Num nível platônico, só para ficar claro. — Eu rapidamente acrescentei a última frase. A risada suave encheu a linha e ela me acalmou.
G: Não se preocupe, eu não faço coisas a distância. Principalmente porque eu estou com medo da sua namorada. Mas não, na verdade, por que você está falando?
Eu não queria dizer toda a verdade, porque o seu desconhecimento da minha situação mantinha tudo mais leve e fácil. Uma vez que ela soubesse o que aconteceu, ela entrará automaticamente no modo piedade e apagaria a última ilusão de que tudo estava bem no meu mundo agora.
R: Eu percebi o quanto eu fui burra quando eu estive em Nova York, — Eu respondi e não era uma mentira. — E eu me pergunto se eu ainda fosse dessa forma, se eu nunca tivesse vindo para Lima. Será que eu ligaria para você? — Gabrielle cuidadosamente cantarolava através da linha.
G: Provavelmente sim, mas apenas para fazer sexo, eu acho.
Quase deixei meu celular cair e ri alto, em parte de forma tímida e em parte, ‘você está certa'. Era por isso que eu gostava dela, ela sabia como desarmar uma bomba-relógio. Ela nem sequer me deixava acender a bomba chamada ódio, ela não me deixou chegar tão longe.
R: Você já disse sim? — Eu perguntei, só porque eu estava curiosa. Foi divertido imaginar como o meu ano poderia ter sido diferente se eu tivesse ficado em Nova York.
G: Meu Deus, não,– Gabrielle riu antes que ela rapidamente acrescentasse, – Sem ofensas, mas se você ainda fosse idiota, não. Tenho alguma auto-estima, você sabe.
R: Ouch, — Eu sussurrei, puxando uma careta. Mas ela era honesta e direita. — Mas você sabe que isso não teria me parado.
G: Hm, — Gabrielle deliberou. – Mas uma ordem de restrição, provavelmente, teria. Você sabe, meu pai é advogado.– E, novamente, ela me fez rir por ter tirado sarro de mim, mas eu apreciava cada segundo dela.
R: Você não teria feito isso, porque você teria gostado demais da minha atenção.
G: A Rachel idiota está de volta.– Sorrindo timidamente para o chão, eu murmurei,
R: Yeah me desculpe. — Um grito ecoou pela linha.
G: O que, você mesmo admite e, em seguida, pede desculpas? Você sabe que, se não der certo com a sua namorada...– Eu ri antes que ela pudesse terminar.
G: Mas, honestamente, eu realmente não teria usado tais medidas dramáticas. Principalmente porque eu não vejo o meu pai tantas vezes. – E foi aí que eu parei de sorrir.
R: Então, uh, — Eu murmurei contente que Gabrielle não pudesse ver o olhar rasgado no meu rosto. — Como você... Você sabe er...
G: Lido com o fato de que ele sempre chega em casa tarde, um pouco antes de eu ir para a cama? Acabei de fazer. Acabei de lidar com isso, porque é o que faz dele o meu pai e é o que faz ele feliz. E um pouco por causa da generosa quantia em minha conta bancária.
E isso me fez ficar pensativa, porque ela não parecia ferida com tudo isto. Toda vez que eu falava sobre os meus pais, sempre houve este tom amargo e ressentido em minha voz, sempre traindo minhas palavras de apatia. Mas era diferente. O pai dela não a deixou completamente, ele só interrompeu, e pelo menos ele mostrava seu rosto no final do dia.
R: E você não sente falta dele? — Eu perguntei incerta.
G: É claro que sim eu queria passar mais tempo com ele,– Gabrielle suspirou. Se ela soubesse que eu estava fazendo estas perguntas com os meus próprios pais, em minha mente. – E eu primeiro culpo o trabalho dele.
R: Mas na maioria das vezes a razão é essa, não é? — Eu interrompi.
G: Isso pode ser um motivo, por que as coisas não eram instáveis por um tempo porque e não trabalhamos em uma solução juntos. Nós apenas lutamos e reclamamos, e ele se trancava no seu escritório. Tudo isso só fez ficar pior para nós mesmos. – Eu franzi meu rosto. Eu não conseguia ver nenhuma outra solução senão abandonar o trabalho.
R: Existe um final feliz? — Eu cuidadosamente perguntei. Gabrielle riu e eu gostei de como ela não parecia estar ofendida.
G: Há sempre um final feliz, se você procurar por ele. Uma noite, nós nos sentamos juntos e fizemos um compromisso. Ele me chamaria para almoçar com ele e skype na hora do jantar se ele não pudesse fazer isso. E uma vez que ele estiver em casa, o trabalho não é permitido, o vejo muito mais agora do que antes.– Atordoada, fiquei sem palavras. Então,
R: E isso funciona?
G: Olha, Rachel, a magia disso foi porque eu aceito seus hábitos de trabalho. E que eu trabalhei em uma solução para vê-lo mais. Se eu tivesse continuado a ser teimosa e ressentida, eu não estaria vendo ele de jeito nenhum. Sabe, eu dei a ele uma chance.– Isso não funcionaria comigo. Eu não sei por que ou quando eu tinha ficado contra meus pais.
R: E isso não te incomoda que ele ama mais trabalhar do que você?
G: Não, não porque ele não gosta de trabalhar mais do que de mim. Eu sou a numero um para ele, além da minha mãe, e ele realmente tenta equilibrar tudo.
R: Eu quero a sua família, — Eu disse, sem pensar. Gabrielle riu, mas eu quis dizer isso do jeito que ela descreveu sua família, com muita paciência e carinho, como se fosse a família mais perfeita quando não era, e eu queria que o sentimento fosse esse também.
G: Não, você não quer, você sabe o por quê? A melhor família ainda é a sua própria, Rachel. Eles iriam fazer coisas para você que os outros nunca sequer sonhariam e fazer.
E minha mente ficou em extenuar, me sobrecarreguei com mil pensamentos. Meu coração pulou uma batida. Uma moto como presente. Um presente que não queria ser creditado.
Coisas que os outros nunca sonhariam em fazer.
Eles estavam dando a sua companhia para mim. Uma empresa que tinha construído com as suas lágrimas e sangue trouxeram para o topo com o trabalho duro para deixá-la para outra pessoa. E tinha sido o sonho deles, o sonho americano, e eles haviam feito isso, eles haviam chegado tão longe e agora eles queriam desistir de tudo. Porque eles queriam seus antigos empregos como meus pais novamente.
G: Rachel?
R: Eu vou fazer a poligamia ser legal como a primeira mulher presidente dos Estados Unidos, então eu vou me casar com você e Quinn, — Eu disse de repente, e sem saber o que fazer. Andei na direção da minha moto.
G: Eu vou declinar,– Gabrielle disse rindo. – Eu não quero ser assassinada por sua namorada na noite de núpcias.
R: Por que você continua a se referir a Quinn como alguém violento? — Eu, brincando, perguntei enquanto eu subia na minha moto.
G: Eu não,– Gabrielle defensivamente disse, antes de ela continuar com voz firme, – Mas ninguém sabe como uma mulher com raiva vai reagir. Apesar de ela ser a Líder das Cheerios ela se parece com alguém que prefere usar veneno. Tipo, ela iria sorrir diabolicamente me vendo agonizar até a morte.– Eu olhava fixamente para frente.
R: Você tem pensamentos ruins.
G: Ei, você não foi a única a receber o olhar de morte dela. Ele não era bonito, tudo bem, e eu ainda posso tremer quando eu penso sobre isso.– Sorrindo orgulhosamente, pensei na minha linda namorada antes da minha expressão se fechar. Quinn! Ela tinha que estar se perguntando onde eu estava e eu também estava perdendo uma reunião do Clube Glee.
R: Gabrielle, eu estou tão feliz que eu liguei para você, — Eu disse honestamente, minha mão livre brincando com o punho esquerdo da minha moto. — E eu lamento que eu perdi meu tempo brincando com você, quando eu poderia não ter feito isso.
G: E você realmente não quis dizer as coisas que você disse?
R: Ei, você sabe o que eles dizem, provocação é um sinal de afeto, — Eu me defendi. — Eu não sei outra forma de ter a sua atenção, você me faz ser uma idiota de qualquer maneira.
G: Bem, você era. Você poderia ter sido apenas legal.– Dei de ombros para mim.
R: Não parecia uma coisa foda para se fazer.
G: Então, eu estou feliz que você mudou.
R: Eu também, — Eu disse suavemente. — Eu tenho que ir foi bom falar com você e... Obrigada.
G: Por quê?
R: Por você ser você, — Eu disse com um sorriso.
G: Eu não tenho idéia do que você esta falando, mas é melhor parar antes que funcione. Só um lembrete assustador, sua namorada.– Eu ri suspirando,
R: Tchau, Gabrielle. Vou te ligar novamente um outro dia.
G: Shhh, não me dê esperanças. Mas tchau para você também, e espero que tudo funcione para você no final.
E quando eu terminei a chamada, o mundo não pareceu tão cinza como estava antes e meu coração não estava sendo espremido por dor mais. Mas só uma garota era capaz de iluminar o meu mundo e fazer o meu coração bater mais forte e mais rápido, então eu liguei a moto e voltei para Lima.
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