Notas iniciais
Desculpem pela demora...

Ok estávamos no 2° ano do ensino médio e íamos nos formar em um ano, então ainda estávamos autorizados a estar um pouco nostálgicos e brincar um pouco.

P: Meu avião de papel vai voar mais longe do que o seu! — Puck disse, erguendo o avião de papel.

Mike: Você está brincando? O meu é como o super avião de todos os tempos! — Mike respondeu, mostrando um tipo diferente de avião de papel. — Revirei os olhos para eles.

R: Por favor, não sejam infantis, — Eu os repreendi, antes de sorri e levantar o meu. – O meu avião de papel vai chutar suas bundas.

Q: Uhm, eu vou ignorar o que eu acabei de testemunhar e dizer Olá. — Escondendo rapidamente o meu avião de papel nas minhas costas, eu me virei e inocentemente sorri para Quinn. Ela riu e esticou os braços,

Q: Vem cá, me deixa te dar um abraço, seu grande bebê. — Eu, felizmente, obedeci, ouvindo a risadinha de Puck para Mike e ambos deixaram seus aviões de papel voar para outro lugar do auditório.

Q: Então, é dessa forma que você gasta o seu horário de almoço, quando eu não estou aqui? Fazendo aviões de papel com Puck e Mike? — Quinn brincando perguntou, olhando para o meu. Orgulhosamente, eu mostrei a obra de arte que eu fiz.

R: Olha, — Eu disse entusiasmada, apontando para as asas do meu avião de papel. — Eu pintei as nossas iniciais nele. R & Q, viu? — A loira riu antes de se virar para mim,

Q: Mesmo que eu goste desse lado seu, podemos conversar sério por um momento? — Instantaneamente, eu abaixei o avião de papel e meu rosto ficou sério.

R: O que aconteceu? — Quinn riu,

Q: Não, não é nada grave. Eu só estava me perguntando se você por acaso sabe por que a Jennifer deixou voluntariamente as Cheerios, junto com o grupo que me atacou verbalmente?

R: Por que eu teria alguma coisa a ver com isso? — Eu inocentemente disse, e eu quis dizer assim.

Sobre Jennifer e as outras Cheerios eu não tinha ideia, mas eu podia adivinhar. Provavelmente Santana tinha feito algo.

Q: Rachel! — Quinn bufou. — Você me disse para não usar ameaças, mas então você as perseguiu para que elas saírem da equipe. — Eu defensivamente ergui minhas mãos, trazendo o meu avião de papel em vista novamente o que a fez dar um pequeno sorriso.

R: Eu realmente não sei, — Eu admiti. — Eu não disse a Jennifer para sair das Cheerios, e eu não sou a única que ameaçou as outras.

Embora isso me fizesse pensar. Por que Santana não me disse que ela tinha assumido a tarefa de fazer as Cheerios traíras sair?

R: Por que você não pergunta a Santana se ela sabe algo sobre isso? — Eu sugeri. Quinn franziu a testa.

Q: Bom, isso é estranho, porque ela foi a primeira, a saber, que a Jennifer e as outras Cherrios saíram, e ela me perguntou se foi eu que fiz elas saírem.

Se Santana não fez isso, então quem fez? Puck estava fora de questão, porque ele não tinha nada para subornar as Cheerios, e pensar em Brittany era ainda mais surreal.

R: Você sabe, — Eu comecei, — Não importa. Elas estão fora da equipe e não podem te incomodar mais. — Eu peguei na mão dela e coloquei o meu avião de papel. Então eu levantei o braço dela e acenei para que ela o jogasse. Ela olhou interrogativamente para mim e eu sorri para ela.

R: As metáforas são importantes, — Eu disse suavemente, colocando a mão dela com o avião de papel no nível do olho dela. – O deixe voar, da forma como vamos voar para as luzes brilhantes do nosso futuro. E quando ele cair, significa apenas que nós encontramos o lugar que pertencemos.

E Quinn jogou o avião de papel e assistiu ele fazendo uma curva em pleno ar, mas eu não vi aonde ele pousou porque a próxima coisa que eu senti, foi a sensação dos lábios de Quinn sobre os meus.

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Era sexta-feira. E não qualquer sexta-feira.

Era o último dia de aula antes das férias de verão. E o mais importante, era o aniversário de Quinn. Remexendo com a bainha da minha nova, surpreendentemente muito apropriada jaqueta letterman, esperei do lado de fora da casa de Quinn, tentando parecer casualmente encostada no meu carro enquanto eu estava nervosa.

Eu me repreendi por estar nervosa. Quer dizer, Quinn não ia receber o presente até depois da escola. Não havia razão para eu me sentir tão desconfortável com medo dela rejeitar o presente. A porta da casa abriu e eu me empurrei do carro, só para ficar um pouco decepcionada ao ver que era Judy.

J: Você não quer entrar e surpreendê-la? Ela está se arrumando um pouco mais hoje, algo sobre o desejo de ficar mais bonita para uma certa pessoa, — Judy disse com um pequeno sorriso e me fez um sinal com as mãos para que eu entrasse para dentro.

Eu quase tropecei. E estava enviando orações silenciosas para — Eu não sabia para quem, apenas para alguém. Porque Quinn já era linda como ela era e eu não seria capaz de aguentar se ela ficasse ainda mais linda. Ela às vezes era demais para suportar, e eu não preciso que meu cérebro dê curto-circuito logo de manhã.

J: Jaqueta legal, — Judy arqueou uma sobrancelha para a minha roupa e eu murmurei,

R: Obrigada.

J: Então eu acho que Quinn cumpriu um dos meus desejos, afinal de contas, namorar um jogador de futebol. — Eu tossi e bati no meu peito, muito corada. Judy apertou minhas bochechas e eu fiz uma careta com isso.

J: Oh, não se envergonhe. Eu não me importo de você participar de um esporte que é dominado por homens.

Q: Mamãe, você está falando com você de novo? — Eu imediatamente fiquei tensa, logo que ouvi a voz angelical vindo do andar de cima.

J: O que você está esperando? — Judy sussurrou me empurrando em direção as escadas. — Vai, surpreendê-la!

Eu fiz o meu caminho até as escadas, menos elegante do que eu teria gostado. Fiquei na frente da porta ligeiramente aberta, respirei fundo e a abri, prestes a gritar ‘Surpresa!’ quando as palavras morreram nos meus lábios. Olhei para Quinn como eu nunca tinha olhado antes.

Olá, cérebro para Rachel, Olá?

R: Oi, — Foi tudo que eu consegui dizer, desviando meu olhar para outros lugares do cômodo.

Quinn não tinha acabado de se vestir ainda. Isso explica por que ela estava em um conjunto de lingerie. Isso explica por que eu estava dificuldade para respirar.

R: Acho que você fica quente de Victoria Secret afinal, — Eu rouca sussurrei, rapidamente desviando o olhar e percebendo depois que eu, provavelmente, olhei muito. E todas as minhas fantasias, elas não eram nada comparadas a isso.

Um sutiã azul escuro empinando os seios, provocando meus olhos a ficarem vidrado neles, e não me fale sobre sua barriga definida, ou suas pernas, ou qualquer parte de seu corpo... E pensar que eu estava sempre brincando com a coisa da Victoria Secret. Quinn deu uma risada tranqüila e ela suavemente disse,

Q: Está tudo bem, vamos fingir que estamos indo nadar.

Não tenha pensamentos sujo, não... Droga...

R: Não está ajudando, — Eu murmurei, ainda olhando para o chão.

Q: Agora, quem está no Clube do celibato, — Ela riu e, finalmente, procurou algumas roupas para vestir.

Engoli em seco. Talvez eu devesse entrar no maldito Clube do celibato e jurar pureza até o casamento. Quer dizer, eram sete e meia da manhã! É evidente que não era uma boa hora para ter um pequeno ataque cardíaco ou uma morte cerebral ou qualquer outra coisa.

Q: A propósito, essa jaqueta combina com você.

Como Quinn conseguiu ser tão casual sobre isso era um mistério para mim. Talvez o Clube do celibato fosse apenas uma brincadeira, ou na verdade fosse um clube onde se ensinava coisas impertinentes tipo: ‘Como matar a sua namorada de tesão com sua sensualidade’.

Q: Você pode olhar agora.

R: Sério? — Eu perguntei com cautela, sem me atrever a levantar os olhos. Eu ouvi uma risada suave.

Um dedo longo e fino embaixo do meu queixo ergueu meu rosto, me fazendo olhar diretamente nos olhos brilhantes de Quinn.

Q: Realmente.

Foi mágico. Quando nossos lábios se encontraram, foi como beijá-la pela primeira vez, uma experiência nova, entorpecente e as borboletas que ameaçavam me dominar porque eu estava despreparada para a incrível sensação da boca de Quinn na minha. Lentamente eu escovei meus lábios contra os dela antes de eu sussurrar suavemente,

R: Feliz aniversário, Quinn. Estou tão feliz que você nasceu nesta data á 17 anos atrás. — Quinn riu e disse gentilmente,

Q: Eu acho que você tem que agradecer a minha mãe. — Eu sorri.

R: Eu acho que vou ter de agradecer a ela por criar uma menina tão linda, né?

Ela corou e abaixou a cabeça, fazendo com que um fio de cabelo caísse em seu rosto. E ela me fez derreter. Eu acho que Santana teria que ajudar Quinn a me colocar no chão mais cedo do que ela gostaria.

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Hoje, Quinn estava radiante de felicidade e era contagiante, ninguém podia reprimir um sorriso onde quer que ela passasse. Toneladas de parabéns, e abraços, onde quer que ela fosse, e eu orgulhosamente estava ao seu lado e sorria da forma como ela era regada com amor e adoração. Agora que ela não era mais conhecida como a Rainha do Gelo, as pessoas se atreviam a falar com ela e eles imediatamente se apaixonaram com o charme da minha namorada. Eu sonhadora olhei para ela, a observando aceitar o abraço de Kurt com um sorriso, quando Puck apareceu atrás de mim.

P: Hey Rach nós estamos combinando — Ele disse com um sorriso, puxando a gola de sua própria jaqueta letterman. Em seguida, ele surpreendeu Quinn a abraçando por trás, a apertando com seus braços fortes, brincando, e dizendo, — Feliz aniversário, garota parece que você tem uma queda pelos jogadores de futebol. Quando é a minha vez? — Eu sabia que não deveria levá-lo a sério, e eu ri com ele em vez disso, enquanto Kurt cautelosamente olhou para nós.

Q: Sinto muito, — Quinn sorriu, — Mas eu só tenho uma queda por Rachel Berry. — Dei um olhar apaixonado para Quinn.

P: Rach esta ficando molenga, então eu vou embora, — Disse Puck e me deu um tapinha no meu ombro antes de se afastar.

R: Então, — Eu disse lentamente, me aproximando dela. — Ouvi dizer que você tem uma queda por Rachel Berry.

Q: Uhum, — Quinn sorriu, pegando em minhas mãos.

R: Acontece que eu sou a Rachel Berry, — Eu sussurrei com um sorriso. — E eu tenho uma queda por Quinn Fabray.

Q: Isso é conveniente, — Ela cantarolou com um sorriso. — Nós ficaríamos bem juntas, hein?

R: Muito, — Eu respondi com a voz rouca. — Talvez devêssemos ir a um encontro.

Q: Sério? — Quinn riu e ela lentamente acariciou minha bochecha, traçando a linha da minha mandíbula com o dedo, até que ele tocasse meus lábios. Eu tremi sob seu toque sensual, me inclinando para ela, querendo mais.

Q: Bom, isso é muito ruim então, porque eu já tenho uma namorada, e ela é a única pessoa com quem eu vou sair em encontros.

Estupefata, vi com os olhos arregalados e boca aberta como Quinn desfilou com um balanço confiante em seus quadris. A única coisa que poderia piorar a situação era -

S: Parece que você não precisa de mim para bloquear os seus pensamentos mais, Q está fazendo esse trabalho muito bem por conta própria.

R: Eu te odeio, Santana.

A frustração, que era mais ou menos sexual, estava fazendo cada movimento do meu ser mais firme e deselegante, então eu me virei para a Latina e rosnei para ela,

R: O quê? — Ela riu para mim antes de mudar sua expressão, imitando Quinn com um tom sedutor.

S: Eu sou Quinn Fabray, capitã do Clube do celibato, — Ela disse com a voz rouca, dando um passo para mais perto de mim e eu tinha que admitir, ela era boa e estava imitando muito bem minha namorada. Engoli em seco. — E eu estou aqui para fazer você se afogar em sua própria frustração sexual. — Seu rosto estava a um palmo de distância do meu quando ela começou a rir, se afastando.

S: Berry, sua cara é impagável. Você precisa transar. — Dito isso, ela se afastou, ainda rindo para si mesma e eu interiormente a amaldiçoei com palavrões.

Eu estava morrendo de raiva por causa dessa brincadeira que Santana tinha feito, e eu mais ou menos pisei na minha classe, pensando em maneiras de matá-la. Como ela se atreve a tirar sarro da minha frustração sexual, ela vai pagar tão caro por isso. Resmungando e murmurando para mim mesma, eu realmente não vi para onde eu estava indo, até que eu trombei em alguém, fazendo voar livros e papéis por toda parte.

R: Porra, eu sinto muito, — Eu murmurei e imediatamente me ajoelhei para ajudar a pegar as folhas, arrumando-os em uma pilha antes de devolvê-los a-

R: Jennifer? — Eu quase deixei os papeis cair novamente. Ela olhou timidamente para as folhas e eu entreguei a ela, esperando que ela dissesse alguma coisa.

Jennifer: Obrigada, — Ela suspirou e evitou o meu olhar. — Eu vou indo, então.

R: Não, espera, — Eu disse rapidamente antes de perguntar: — Quem te fez sair das Cheerios? — Ela piscou algumas vezes, olhando para mim confusa até que entendesse. Ela sorriu fracamente.

Jennifer: Eu sai por que quis. Você não esperava que eu ficasse nas Cherrios depois de tudo que eu fiz, não é?

Uau.

R: E o que dizer das outras?

Jennifer: Eu as subornei para que elas pudessem sair também, — Disse ela depois de hesitar e ela me pegou de surpresa.

R: Por quê? — Foi tudo que eu consegui perguntar. Jennifer puxou os livros para mais perto de si.

Jennifer: É o mínimo que eu podia fazer, — Ela disse calmamente. — Eu preciso ganhar o seu perdão, lembra? Você pode já ter me perdoado, mas eu não me perdoei.

Eu abria e fechava a boca, sem saber o que dizer. Obrigada? Está tudo bem? Sem ressentimentos?

Jennifer: Adeus, — Ela sussurrou, e ela não esperou por uma resposta, rapidamente se afastou.

E eu tive a sensação de que este adeus fosse verdadeiro, que seria a última vez que eu ouviria falar dela. E neste momento, eu não poderia deixar de desejar o melhor para o futuro dela. Que talvez ela encontre a paz de alguma forma, que talvez ela pudesse superar a ausência de seus pais do jeito que eu tinha superado o meu.

E eu me peguei mentindo.

Eu não tinha superado eles, e eu nem iria, mas eu estava melhor. Quinn estava me ajudando e eu poderia viver com isso. Eu era uma lutadora, eu não me tornei o running back sem motivo. Eu sabia como me levantar com dignidade depois de ser derrubada. Eu sabia como dar de ombros afastar a dor e seguir em frente, porque só se vive uma vez e eu pretendia obter todos os touchdowns possíveis. E isso não era possível se eu ficasse deitada no chão. Então, eu estava desfrutando a minha vida. E eu tinha a sensação de que ia ser épico.

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Eu tinha pensado em muitos cenários diferentes para entregar as passagens de avião a Quinn. Eles eram todos épicos na minha cabeça. Gostaria de estar em um balão de ar quente, mas Lima não oferece este tipo de serviço. Então eu pensei em uma grande festa surpresa, e dizer para ela que o nosso vôo para Nova York seria amanhã, e eu não podia estar de ressaca. Simplesmente não era uma opção, porque não era divertido estar sóbria ao redor pessoas bêbadas. Especialmente não em seu próprio aniversário. E Quinn realmente não gosta muito de álcool. Ela parecia ter medo de que eu considerasse uma festa surpresa, pois ela me fez jurar que não era para eu dar uma. Ela queria passar seu décimo sétimo aniversário calmamente.

Somente com aqueles que eu amo, ela disse.

Então, passamos com Brittany e Santana, sua mãe já havia feito um bolo de aniversário muito bonito que rivalizava com os da confeitaria. Era tão bonito que ninguém queria dar o primeiro corte. Judy revirou os olhos e tomou a faca da mão de Quinn, mas ela lisonjeada sorriu, no entanto. Depois de termos o nosso estômago à beira de explodir, nos preguiçosamente nos sentamos à mesa, brincando umas com as outras e até mesmo Santana estava muito cheia para soltar insultos.

Quando nos sentimos capazes de nos mover novamente, nós nos arrastamos para a sala e, finalmente, deixamos uma Brittany animada dar seu presente para Quinn. Eu esperava algo engraçado e doce quando Brittany entusiasmada empurrou o presente nas mãos de Quinn, mas assim que eu vi a minha namorada corar quando ela abriu a tampa da caixa, eu retirei todas as minhas expectativas.

B: Exatamente o que Rachel gostaria! — Brittany disse alegremente, e eu peguei um vislumbre do conteúdo da caixa. Meu rosto ficou vermelho, bem como, as memórias desta manhã inundando minha mente novamente. Santana riu.

S: Sinto muito, Britt, eu não posso te ouvir, o som do sangue da Berry correndo para o sul esta me distraindo. — Ela não tinha visto o que eu tinha visto esta manhã, e o conjunto rendado de lingerie na caixa estava trazendo todas as lembranças de volta.

Q: Uh, obrigada, Brittany, — Quinn tentou dizer de ânimo leve, mas ao corar disse o contrário. — A loira mais alta sorriu e a abraçou.

B: Não tem problema. Santana adora esses tipos de coisas, eu percebi que Rachel iria gostar, também. — Eu sorri para Santana, que revirou os olhos para mim.

S: Não vou mentir.

Quando chegou a sua vez de entregar o presente, ela simplesmente deu a Quinn um pedaço de papel. Franzindo as sobrancelhas, minha namorada lentamente leu: ‘Um show gratuito meu e da Brittany fazendo sexo. Você é bem-vinda’. Rindo de nossas expressões, Santana chegou por trás dela e pegou uma caixa, sorrindo amplamente.

S: Não me diga que você iria usar este cupom. Aqui está o verdadeiro presente de qualquer maneira.

O verdadeiro presente acabou por ser melhor do que eu pensava, era um prêmio que parecia ser um pequeno Oscar, só que a figura era de uma líder de torcida ao julgar pelos pompons e a pose de pé. Gravado na pequena plataforma estavam algumas palavras, Quinn Fabray — Prêmio por abraçar seu Gay.

S: Essa rima é totalmente aleatória, eu só notei isso depois de tê-la gravado, — Acrescentou Santana. Quando Quinn olhou para mim, sem saber o que pensar sobre isso, eu abri um sorriso. Eu pensei que era bonito. A Latina suspirou e relutantemente disse,

S: Eu primeiro queria escrever 'Prêmio por ser minha melhor amiga, além de Britt e, até certo ponto, a Berry, que eu só tolero por sua causa, mas era muito grande para caber então, eu decidi ir direto ao assunto.

Q: Obrigada? — Quinn disse, soando questionadora, Santana foi a primeira a abraçá-la de qualquer maneira, apertando-a com força.

S: Nós cadelas vamos ficar juntas, certo? Você sabe que pode contar comigo. Ao menos que você queira que eu te ajude a remover cadáveres, porque eu não sou tão foda.

Eu as assisti com cautela dando uns tapinhas nas costas da outra. A amizade delas era estranha. Mas a minha com a Santana não era melhor. Elas começaram a relembrar os velhos tempos em que a Trindade Profana costumava ser um trio de rainhas de gelo.

S: Estávamos acostumadas a mandar nos atletas ao redor, — Santana sorriu para si mesma, só para ter Quinn inexpressiva,

Q: Nós ainda mandamos nos atletas ao redor.

S: E nós costumávamos jogar raspadinhas -

Q: Quer dizer, você costumava jogar raspadinhas.

S: E parece que foi ontem quando eu uma vez cortei um grande pedaço de cabelo do Jewfro.

Q: Isso é porque foi ontem.

E de alguma forma, ao longo do tempo, elas começaram a falar de mim como se eu não estivesse aqui.

B: Q estou tão feliz por você estar com a Rach agora, — Brittany disse, fazendo Santana fingir que estava engasgando.

S: Sim, eu também, — Ela disse, — Agora, quando você estiver com raiva, você tem um lugar para poder afundar suas garras.

Q: Santana, rude. Brittany, obrigada. Estou feliz também.

S: Admita, Fabray. Aposto que você adoraria afundar suas garras na Berry.

R: Eu ainda estou aqui, Santana.

Olá?

B: San! Só porque você gosta que eu te arranhe, não significa que Quinn goste, também.

Q: Deus não, eu realmente não precisava saber disso.

S: Cala a boca, Q. você secretamente deseja que o cupom seja real, porque parece que você não está recebendo qualquer ação da Berry.

R: Eu ainda estou na sala.

Elas ficaram assim por um longo tempo, com Santana sendo incrivelmente bruta e Quinn sendo incrivelmente impressionante. Foi só quando Judy entrou, ouvindo acidentalmente Santana dizer que Quinn adoraria batizar o balcão da cozinha na primeira chance que tivesse que foi quando elas pararam de brigar em favor de assistir a Fabray mais velha passando por todos os tons de vermelho. Nós não poderíamos decidir quem estava corando mais. Quinn sua mãe. Ou eu.

Mas Brittany conseguiu quebrar a tensão perguntando por que Quinn iria querer fazer no balcão da cozinha por sua vez, sendo cristã. Balcões de cozinha tinham o direito de praticar a sua própria religião. Então Judy conseguiu falar novamente, e perguntou se Brittany e Santana gostariam de ficar para o jantar, mas elas recusaram educadamente. Elas disseram que não seriam capazes de comer confortavelmente com Quinn e eu fazendo sexo com os olhos.

Judy perdeu a capacidade de falar por mais alguns minutos, junto com Quinn e eu. Quinn e eu timidamente olhamos para os nossos pratos e compartilhamos um sorriso cúmplice, e gostaríamos de olhar uma para a outra até que Judy nos pegasse. Foi somente depois da terceira vez que eu não consegui acertar o garfo na minha boca por causa dos meus olhos ​​sobre a minha namorada, que a mãe de Quinn resolutamente se levantou, colocou um pouco mais de comida no meu prato, e deixou a mesa. Estávamos muito apaixonadas para nos envergonhar. Nós rimos e continuamos a comer no nosso próprio mundo, onde sexo com olhar era permitido.

Mesmo quando terminamos de comer, não queríamos sair da sala, porque estava muito quente e acolhedor, provavelmente aquecido pelos nossos olhares quentes de desejo, mas Judy voltou e perguntou (forçou) a gente a ir para o quarto de Quinn. Então lá estava eu, em seu quarto, em sua cama, e, não, eu não estava fazendo sexo com ela. Eu tinha que entregar o presente dela ainda.

Q: Qual a razão pela qual você está nervosa por me dar um presente? — Quinn perguntou com um sorriso, seus olhos no presente embrulhado em minhas mãos.

R: É porque você me deixa nervosa, — Eu admiti e sorri para ela. Ela riu e balançou a cabeça.

Q: Ainda? — Eu sorri.

R: Sempre. É um nervosismo bom. Me faz sentir viva.

Ela sorriu para mim e rapidamente se inclinou para me dar um beijo nos lábios, mas eu tinha outros planos, porque quando ela se afastou, eu a segui e puxei o lábio inferior dela entre os dentes.

Q: Mhm, — Ela gemeu baixinho contra a minha boca e eu aproveitei essa chance para escorregar a minha língua para dentro da boca dela.

Eu não me canso de beijá-la. Eu costumava ficar entediada ao beijar a mesma garota por um longo tempo, porque ela usava a mesma técnica e iria rapidamente se tornar previsível e, assim, chato. Mas toda vez que eu beijava Quinn, era sempre uma experiência nova, porque eu ainda não conseguia controlar esses sentimentos no meu estômago e sim, eu tinha sentido as famosas ‘borboletas no estômago’ e outras descrições estranhas, mas de uma coisa eu sabia, beijar Quinn Fabray era algo que eu nunca me cansaria. Era como alimento, quer dizer, só porque eu comia todos os dias não significava que eu fosse ficar cansada de comer. Ela colocou as mãos quentes em meus ombros e lentamente começou a me empurrar, então eu imediatamente me inclinei para trás e parei de beijá-la.

Q: Rachel... O seu presente está picando meu estômago. — Por um momento, eu olhei fixamente para ela com a minha mente completamente na sarjeta. Quando olhei para baixo entre nós, eu finalmente entendi o que ela quis dizer.

R: Oh, desculpe! — Eu disse, pegando rapidamente o meu presente que estava espremido entre nós durante a nossa curta sessão de amassos.

Q: Talvez seja melhor se você dá-lo para mim agora -

R: Alguém gosta de falar sujo, — Eu disse, brincando e observei o rosto normalmente pálido ficar vermelho.

Q: O presente! — Ela rapidamente corrigiu. — Antes de ficarmos muito distraídas... Com outras coisas.

Meu coração já estava batendo violentamente depois da nossa curta, mas quente sessão de amassos, e agora pegou ainda mais velocidade. Eu estava nervosa com medo de que Quinn não gostasse do presente.

R: Aqui, — Eu respirei, entregando o presente.

Ela cuidadosamente rasgou o embrulho, revelando um álbum de fotos pequeno. Ela virou a cabeça para mim, como se estivesse buscando a minha aprovação. Eu balancei a cabeça. Ela abriu a primeira página, e a primeira foto era de nós duas olhando para o céu estrelado com as nossas mãos entrelaçadas.

Q: Essa... Foi tirada na véspera do Ano Novo? — Ela perguntou humilde. Eu sorri para ela.

R: Yeah. Brittany queria nos chamar para ficar com o resto do grupo, para que pudéssemos fazer a contagem regressiva juntos. Mas então ela nos viu ali e não quis nos incomodar. Então, ela tirou uma foto. — Quinn balançou a cabeça lentamente virando a página seguinte.

R: Todo o Glee Clube viu? — Eu apontei, — Nós estávamos tão felizes. Olhe para o sorriso idiota de Santana. — Quinn riu e acrescentou,

Q: Você está muito charmosa.

Nessa foto, eu estava rindo tanto que minha boca estava aberta com todos os dentes mostrando e meus olhos se estreitaram. Muito charmosa, de fato.

R: Você é ridiculamente fotogênica, — Eu suspirei sonhadora olhando para outra foto de Quinn apenas olhando para o lado, não esperando ser fotografada. Ela parecia uma deusa.

Q: Shhh, você está muito mais bonita, eu gosto da sua risada pateta, — Quinn respondeu com um sorriso e ela finalmente virou para a ultima pagina, quando dois pedaços de papel estavam soltos.

Q: Oh, o que é isso? — Ela interrogativamente disse, pegando os pedaços de papel para dar uma olhada mais de perto. Eu suspirei nervosamente.

Q: Hm... — Quinn murmurou, franzindo as sobrancelhas. — Passagens de avião para Nova York. — Suas sobrancelhas se arquearam. E eu lentamente me esquivei. — Ah, não, eu acho que alguém os esqueceu aqui, temos que devolver!

Eu quase caí da cama.

Q: Mas porque é que o meu nome está na passagem... E o seu na outra e... A data de embarque é amanhã... — Ela disse para si mesma e com cada palavra murmurada, sua voz ficava mais e mais baixa até que ela...

Q: RACHEL! — Desta vez, eu realmente cai da cama. Mas só porque Quinn tinha pulado em mim e superestimamos o tamanho da sua cama, efetivamente fazendo ambas caírem no chão.

R: Uff, — Eu respirei, mais uma vez deitada no chão do quarto de Quinn com ela em cima de mim. Isso tinha que parar de acontecer. Quero dizer, cair no chão tendo Quinn em cima de mim.

Q: Eu não sei se fico com raiva de você, — Ela murmurou em meu pescoço e eu gemi porque ela me mordeu lá, — Ou se me apaixono mais por você de novo e de novo, cada vez mais -

R: Bom, eu espero que seja o último, — Eu cometi o erro estúpido de responder a uma pergunta retórica.

Eu gemi novamente quando senti os dentes dela mordendo a minha pele sensível, acompanhado por uma língua suave que rapidamente lambeu a pequena ferida. Desta vez, eu gemi em excitação. As coisas que ela estava fazendo comigo, eu poderia morrer. Apenas mais um pouco e eu ficaria encharcada. Mais do que eu já estava.

Q: Eu não posso acreditar nisso, — Ela murmurou contra o meu pescoço, trilhando um caminho de beijos até minha clavícula antes que ela mordesse de leve nela. Eu só respondi com um murmúrio incoerente.

Q: Você realmente quer que eu vá com você para Nova York?

Ela me surpreendeu como ela podia falar e chupar o meu pescoço ao mesmo tempo? Deixei escapar um ruído abafado que deveria ter soado mais como 'Sim, eu quero’, mas acabou saindo como um gemido. Eu tentei, pelo menos.

Q: E eu acho que não há nenhuma maneira de falar com você sobre isso né? Como o negócio do futebol?

Não. Mesmo que eu estivesse repensando tudo por causa de suas mãos sorrateiras que estava sob minha camisa e agora estava seguindo caminho até os meus seios. Não.

R: Uhhh. Não é bem assim.

Todos os movimentos do meu corpo pararam de repente e eu me senti estranhamente atordoada. Senti ela deitar com a cabeça em cima do meu peito e as mãos estavam brincando com o meu cabelo agora.

Q: Você realmente me ama tanto assim? — Surpresa, a única resposta que eu sabia era,

R: Como eu posso não te amar tanto assim? — Quinn enrolou uma mecha do meu cabelo em torno de seus dedos. Embora eu não pudesse ver seu rosto, eu senti os músculos do seu rosto se contorcendo e eu imaginei que ela estivesse sorrindo satisfeita.

Q: Você sabe, eu desisti de lutar contra os seus presentes incríveis, — Ela suspirou e puxou provocante o meu cabelo, me fazendo rir. — Porque eu sei que você é tão teimosa que não posso te fazer pensar de outra forma, nem mesmo quando eu uso as minhas melhores armas.

R: Você quer dizer suas mãos sorrateiras e sua boca inquieta né? — Eu brincando disse antes de engoli em seco, sentindo a mão sorrateira me beliscando na lateral da barriga.

Q: Isso significa muito para mim, — Ela sussurrou, continuando como se eu nunca a tivesse interrompido. — Isso não é um pequeno presente e não é algo a ser dado como certo. E o fato de que você quer que eu veja uma parte importante da sua vida me faz sentir... Mais especial do que o normal, porque você sempre me faz sentir especial.

Eu peguei umas das mãos dela e comecei a fazer uma massagem, esfregando-a em círculos suaves.

R: Eu realmente te mimo, não é? – Eu brincando comentei. Ela riu levemente.

Q: Sim, você faz. E eu não acho que eu possa sempre viver de acordo com isso.

R: Quinn, — Eu suspirei com o cenho franzido. — Eu não quero que você se preocupe com isso. É o meu dever gastar todo o meu dinheiro com a minha namorada, não é? — Ela riu de novo e me deu um tapa de brincadeira no meu ombro.

Q: Não, Rachel, sério.

R: Ok, talvez eu esteja brincando, — Eu respondi facilmente. — Mas eu só quero a minha namorada para ficar comigo em Nova York. Quero te levar para ver os animais no zoológico do Central Park, e ter um encontro no café constrangedor com meus amigos. Este é o meu desejo. Na verdade, isso é quase um presente para mim, quero dizer, o quão melhor pode ficar? — Ela olhou para mim com expectativa.

R: Todo mundo que eu amo vai estar lá! — Exclamei com entusiasmo. — Você, meus melhores amigos, o vendedor de sorvete italiano na rua, e o guarda-costas, que sempre me deixa entrar na balada sem verificar minha identidade falsa, e eu já mencionei isso? — Quinn soltou uma risada.

Q: Somente duas vezes.

R: É o suficiente, então, — Eu sorri e, felizmente, baguncei o cabelo dela contra seu protesto indiferente. — Então você vai vir comigo? Por favor? Não é como se eu aceitasse um não, mas vamos fingir que você tenha uma escolha. — Ela bufou.

Q: Como você conseguiu convencer a minha mãe a deixar você fazer isso? — Eu descaradamente sorri para ela e ela revirou os olhos com um sorriso.

R: Você está evitando a minha pergunta.

Q: E você está evitando a minha.

R: Você se esquivou da minha primeiro!

Q: Tudo bem, — Ela suspirou, em seguida, um sorriso brilhante apareceu em seu rosto. — Como eu posso dizer não para você... Sim, baby, eu não posso esperar para estar em Nova York com você.

R: Sim! — Eu gritei em triunfo e eu joguei meus braços ao redor dela, abraçando-a com força a puxando para mais perto de mim.

R: Melhor férias de verão de todas!