Caçadores Scofield
1 Legado da família - Parte 1
Notas iniciais
Bom, meu nome é Joe Scofield, tenho 19 anos, e cuido de minha irmã Ronnie e meu primo Petter, desde a morte de nossos avós. E desde aí então, também não temos uma vida normal. […]
No momento estou dirigindo minha Chevy Impala SS 1967, pois estamos à caminho de Huntsville em mais uma de nossas caçadas por criaturas sobrenaturais.
— Ei Joe, encosta aí. Segundo o jornal foi aqui que ocorreu a morte sem explicação de Sophia Gallerman. — disse Petter enquanto apontava à notícia no jornal.
— Vamos logo dar uma olhada nisso, porque estou morta de fome! — dizia Ronnie, no banco de trás como se fizessem dias que não comesse algo.
— Ronnie, fique no carro, nós vamos dar uma olhada nisso. — disse já pegando um destintivo pra mim, e entregando o outro à Petter.
— Como sempre, eu no carro né … — comentou Ronnie meio emburrada.
— Você sabe que podem estranhar, sua expressão é muito adolescente — falou Petter.
— Nossa, e a de vocês são tão diferentes… — comentou ela dando de ombros. — Ei, vou dar uma saída por aí, pegar um lanche e vejo se descubro algo. — continuou ela, saindo do carro.
— Beleza, nos encontramos daqui 2hs. — falei à ela, e ela apenas assentiu.
— Bom, vamos logo. — disse Petter já saindo do carro com seu distintivo.
[…]
— Bom dia, sou o detetive Freetch e esse é o detetive Smith — disse ao policial que supervisionava o local enquanto apresentávamos nossas credenciais.
— Bom dia detetives, sou o Policial Jack Dutchver — se apresentou ele nos cumprimentando.
— Bem, ficamos sabendo que ultimamente por aqui estão haveno muitas mortes misteriosas, certo? — indagou Petter.
— Sim, nós vasculhamos tudo, pegadas ou digitais… porém não encontramos nada apesar de acharmos que poderia ser uma espécie de Serial Killer. Já que todas as vítimas ele corta o pescoço delas. — explicou o policial.
— Corta o pescoço, de todas é? — indaguei. — Hm. Poderia nos dar alguns segundos para olhar o local? — perguntei.
— Ah, claro senhor Freetch. Mas garanto, olhamos tudo — afirmou o policial.
— Ah, acredito no senhor, é só precaução — disse Petter, antes que o policial se retirasse do local.
Fomos direto ao local do quarto no qual estava cheio de sangue, e começamos a olhar qualquer evidência.
— Ei Petter, está sentindo esse cheiro? — cmentei à respeito do odor.
— Parece … — Petter parou por um instante — enxofre — continuou agora, com o pó em seus dedos.
— Hm, demônios — concluí, e ele sorriu.
CONTINUA...
Notas finais
Beijos!
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