Caçador de Corações
1 Introdução
Caçador de corações----Capítulo 01: Introdução-----O baque seco de seus saltos se proliferava por aquele beco escuro. Seus lindos cabelos castanhos ricocheteavam com a brisa noturna. Ela avistou a placa da boate, em sua expressão nada mudou. Embora havia uma grande fila se formando para entrar, ela apenas se postou em frente ao enorme segurança que após constatar quem era ela, saiu de sua frente abrindo a porta para a mesma.Ela adentrou o recinto e já pode ouvir as incessantes batidas da música, ignorou-as. Caminhou pelo longo corredor e se postou em frente a uma porta em que se lia “Dono”, nem sequer bateu, adentrou rapidamente se deparando com um jovem de um pequeno rabo de cavalo se agarrando com uma vadia qualquer. O sangue lhe subiu pela cabeça. Limpou a garganta e o jovem rapidamente se esquivou da vadia e a mandou embora.
Ela apenas continuou no mesmo lugar donde havia chegado minutos antes, a vadia ao passar por ela lançou um olhar de reprovação e até mesmo ódio, ela apenas ignorou-a. Voltou sua atenção para o jovem que estava arrumando as roupas, ele era lindo e ela não podia negar que já havia sentido atração pelo mesmo. Após este olhar para ela com uma cara de ‘me perdoe’ muito deslavada, ela o olhou com um certo ar de raiva.-Achamos o próximo.Foi o que ela disse, porém se voltou para a porta e antes de abri-la pronunciou.-Mas, de agora em diante, você não faz mais parte disso.O jovem se desesperou, saio de trás da grande mesa e a impediu de sair daquela sala.-Por quê? O que você quer dizer com isso?O desespero em sua voz era notável, a jovem sorriu com isso e se virou de frente para o mesmo.-Você devia saber que damos apenas uma chance a criaturas como você.Ela debochou dele e novamente tocou a maçaneta para se retirar, porém ele segurou sua mão.-Sango, você sabe que eles virão me matar...você sabe disso melhor do que ninguém.Ela sorriu e se virou de frente para encará-lo. Algo dentro dela gritava para que ela o protegesse, porém ela não devia seguir esses sentimentos ignóbeis, eles não prestavam para nada, era o que ela havia aprendido.-Não é assunto meu mais Miroku, você fez sua escolha, eu fiz a minha. Eu não posso deixá-los...eles...eles...Sua voz falhou e algumas lágrimas se forçavam a sair, porém ela engoliu em seco.-Eles têm o Kohaku.Ela disse seca e desviou das mãos de Miroku, abriu a porta e saiu da sala sem mais nenhuma palavra por parte deste. Caminhou silenciosamente pelo longo corredor, se esgueirou em uma janela e observou a multidão dançante na boate. Ela não entendia o porquê de ter de se submeter assim para Eles, não era justo...simplesmente não o era! Socou com força a parede ao lado com o intuito de extravasar a raiva que se formada dentro dela. Respirou pesadamente e se pôs novamente a andar para a saída.Ao sentir a brisa noturna lhe beijar a face, uma paz a preencheu. Aquele era um dos únicos prazeres que Eles não podiam tirar dela. Pôs-se a caminhar em direção a avenida, ignorando tudo e todos. Depois de alguns minutos chegou a frente a um grande prédio amarelo, as paredes descascadas e as janelas pendendo para o chão. Sacou uma arma de dentro do seu longo casaco de couro preto, chutou a porta que caiu no chão com um baque e adentrou no prédio.O cheiro de carniça era notável, porém ela apenas ignorou este mal estar focando-se na missão que havia recebido. Ouviu gemidos de um dos quartos e se aproximou sorrateiramente, chutou a porta que pendeu pro chão e apontou a arma para a cama onde havia um homem e umas três vadias, todos pelados. Estes ao verem a arma mostraram seus caninos pontiagudos, ela apenas riu e disparou na cabeça deles. Um por um penderam mortos em cima da cama.Ela baixou a guarda e nesse momento algo atrás dela puxou sua arma que caiu de sua mão, chutou algo atrás de si, mas só pode ver escuridão. Amaldiçoou-se por ter se descuidado e sacou outra arma do sobretudo e uma lanterna de luz ‘solar’. Se dirigiu para as outras portas derrubando uma a uma, não encontrou nada. Ouviu um barulho no segundo andar e suspirou, aquilo era uma armadilha na certa. Subiu as escadas e sacou mais uma arma, segurando em uma das mãos tanto a lanterna como a arma.Quando chegou no segundo piso encontrou uma meninha chorando no meio do corredor, suspirou derrotada, aquilo realmente era uma armadilha. Resolveu por entrar no jogo dos vampiros e enquanto andava até a menina derrubava ‘bombas de luz’ que ao simples toque dela todas se acenderiam. Sorriu vitoriosa, e ficou frente a frente com a menina que a olhou, colocou a arma na cabeça desta e atirou vendo pedaços do encéfalo derramarem pelo piso, num baque todas as portas se abriram revelando a manada de vampiros, sorriu novamente e ativou as ‘bombas’.Ao receberem a ‘luz’, os vampiros retrocederam se contorcendo de dor, ela disparou de um em um matando-os. Quando o efeito das bombas havia acabado, só havia um vampiro vivo ainda, este a olhava com ódio mortal. Ela sorriu para si mesma, era aquele vampiro que era realmente seu alvo desde o começo. Disparou, porém ele desapareceu.Suspirou irritada já prevendo o que esse ser faria, ao sentir sua própria arma contra sua cabeça, ela sorriu internamente.
-Não entendo o porquê de ter feito isto, senhorita. Porém agora irá pagar.Com isto ela deixou cair as duas armas que carregava e sentiu a respiração do vampiro em seu pescoço, sem mais pensar pegou um punhal de seu sobretudo e desferiu um golpe mortal contra o coração deste.-Eu mato vocês por serem seres imundos que se alimentam de sangue inocente. E irei matá-los até não haver mais nenhum vivo.O vampiro mostrou os caninos mas era tarde, ele caiu morto no chão e virou nada mais, nada menos do que pó. Ela se abaixou e pegou um pedaço de ouro que formava uma peça.-Mais um.Dizendo isso saiu daquele lugar.----Vamos Sango, estamos atrasadas!!Gritou a bela colegial de cabelos negros que iam até sua cintura, seus olhos azuis brilhavam a luz matinal, porém sua expressão era de puro tédio.-Já to pronta.Disse a outra colegial se retirando de seu quarto, esta tinha longos cabelos castanhos e olhos da mesma cor, as olheiras eram notáveis abaixo de seus orbes, ela carregava uma expressão de...sonolenta?!-Já era hora.Disse a primeira colegial que recebeu um olhar mortal da outra.-Vamos logo Kagome, que não to afim de perder a primeira aula.A garota de nome Sango disse, se aproximando da porta. Ambas trajavam o indispensável uniforme que era composto de uma saia rodada em verde e uma camiseta estilo social com um lenço também verde em torno do pescoço e um detalhe em vermelho na ponta. Kagome estava perfeita, suas vestimentas bem passadas e tudo em seu devido lugar, já Sango...estava mais desleixada do que paquitas da Xuxa no carnaval (lol q comparação XD’).-Só você mesmo Sango.Reclamou Kagome, assim ambas se dirigiram para a escola, onde teriam as adoráveis (sei ¬¬) aulas. Chegando na escola Sango foi chamada na diretoria, como sempre era, e Kagome se dirigiu para a sala onde encontraria seus amigos. Após uma chata manhã, o sinal bateu indicando o fim da tortura, Sango tentou fugir inutilmente de alguém que tentava conversar com ela desde a entrada. Ela é puxada e prensada contra uma parede num lugar mais afastado da entrada do colégio.-O que você quer Miroku?Ela perguntou irritada, as imagens da noite passada circulavam em sua mente, embora lágrimas implorassem para cair, ela foi forte como sempre-Ah Sangozinha, não faz assim comigo...A voz manhosa dele fez o estômago de Sango embrulhar drasticamente. Ela respirou fundo e tentou se soltar novamente.-Você não vai conseguir fugir.O tom de voz dele saiu sério, um certo grau de autoritarismo era notável, ela engoliu em seco para se controlar, pois se não pularia no pescoço daquele idiota.-O que você quer?Cansada de fugir ela olha nos olhos dele, o encarando sem um pingo de medo. Ela pode ver o medo se escondendo por eles, e sorriu internamente, sabia o que ele queria.-Você sabe Sango, me englobe na missão de novo.Ela sorriu e ao ver uma brecha na defesa dele o joga contra a outra parede, prensando o corpo dele contra o seu.-Não seja tolo, Miroku. Você sabe que apenas sigo ordens.Ela sussurrou no ouvido dele, fazendo com que um cala frio percorresse ambos os corpos.-E você também sabe que se fosse minha escolha...você nunca entraria.Dizendo isso ela dá uma joelha nas partes baixas dele e se afasta, vendo-o escorregar pela parede com dor.-Fique longe de mim, senão vai sofrer.Ela se vira e antes que ele pudesse dizer algo, ela desaparece entre a multidão. Ele soca fortemente a mão no chão desejando nunca ter sido visto ontem.-Sango...Ele sussurra entre os gemidos de dor...e desmaia.---
Notas finais
Bem, gente...essa fic é de presente de aniversário pra um garoto que amo demais, o nome dele é Paulo César.
Bem, o niver dele tá próximo, portanto eu decidi que iria dar uma fic de presente que é essa daqui.
Casais ainda não definidos...
Portanto, sei que o capítulo foi curto, porém é só uma introdução, porque a parte melhor ainda está por vir è.é’
OMEDETOU PAULO!!
E agradeço para todos que leram...
Bjinhus e vejo vocês se não amanhã, depois de amanhã (tenderam? Kpsokapsokaop #lesa#)
Por favor mandem review!!
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#Chata#
Ja ne povuh ;)
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