Cavaleiros do Zodíaco: Guerra de Poseidon

34 O zero absoluto contra o golpe divino


Capitulo 34 – O zero absoluto contra o golpe divino

A batalha nos 7 pilares estava próxima do final restando agora apenas 2 cristais para serem destruídos. No atlântico sul Akuma de câncer confrontava Seth de sirene com sua melodia mortal. Depois de mostrar todo seu poder, ele preparou o seu golpe mais forte o clímax final da morte que mataria Akuma, mas esse usou a reunião dos espíritos para absorver temporariamente dezenas de almas e aumentar seu cosmo. Com isso ele sobrevive ao ataque de Seth e o derrota na sequencia. Já no pacifico norte, Deimos de aquário aparece e começa a enfrentar Ulisses de cavalo marinho. Depois de um inicio bem equilibrado, Deimos consegue golpear Ulisses, mas esse então reage com o terrível ataque ventos de furacão o enviando para além das águas do oceano acima deles. Na sequencia surgem Gales de urso e Brises de raposa que decidem assumir a luta contra o general marina. Gales ataca com a pata do urso, mas seu golpe não tem efeito.

— Não pode ser, ele recebeu o golpe como se fosse nada! – Gales entra em pânico com a cena.

— Se eu desvia-se desse golpe seria uma vergonha incalculável. – declara Ulisses olhando para Gales.

— Recue agora, deixe ele comigo! – grita Brises e Gales a ouve se movendo para o lado esquerdo. – Raposa veloz!!! – grita Brises tornando suas unhas garras de energia e partindo em grande velocidade para cima de Ulisses. Assim que chega a sua frente Brises desfere vários golpes em alta velocidade, mas novamente o cavalo marinho não se move recebendo os golpes.

— Ela conseguiu, acertou ele! – comemora Gales.

— Sentiu meu poder seu maldito! – fala Brises confiante dando alguns passos para trás.

— Acho que não fui muito claro antes. Eu não preciso desviar dos seus golpes. – declara ele mostrando que estava intacto sem nem um arranhão.

— Não pode ser, mesmo depois de receber todos os meus golpes? – Brises fica em choque.

— Acho que a melhor forma de mostrar a vocês é atacando. – declara Ulisses movendo seus braços rapidamente. – Laminas de ar!!! – ele as lança contra Gales e Brises que são atingidos em cheio e vão ao chão com alguns ferimentos.

— Não pode ser, esse e o poder.....de um general? – questiona Gales assustando diante daquele golpe. Brises também caída fica em silencio.

— Tudo bem, vamos terminar isso logo! – fala Ulisses quando de repente ele sente um poderoso cosmo. – Não pode ser de onde vem isso? – ele olha a volta surpreso. Gales e Brises que ainda estavam caídos também podem sentir o cosmo.

— Mas de quem é...esse poder? – pergunta Gales.

— E muito poderoso! – afirma Brises.

— Vem de lá! – aponta Ulisses para o alto de onda uma luz dourada vinha cruzando os céus.

— Mas o que é aquilo? – Gales fica impressionado olhando quando a luz dourada pousa no chão causando um impacto. Finalmente todos olham para o dono do cosmo.

— Mas e o cavaleiro de aquário! – fala Brises feliz.

— Isso é impossível, ele recebeu meu ventos de furacão, deveria estar em pedaços! – declara Ulisses.

— Sinto decepciona-lo, apesar de terrivelmente poderosa, sua técnica não pode me matar. Mas precisei de algum tempo para me recuperar. – responde Deimos que instantaneamente dispara uma poderosa rajada gélida atingindo Ulisses e o empurrando para trás. Seus braços ficam parcialmente congelados. – Agora vamos iniciar o duelo final! – declara Deimos.

— Maldito cavaleiro de aquário, nunca pensei que voltaria. Parece que terei que aniquila-lo usando todo o meu poder! – responde Ulisses fazendo em seguida seus braços voltarem ao normal.

— Não posso acreditar, ele ainda está vivo! – comemora Gales.

— Sim, e sei que vai vencer! – declara Brises. No mesmo instante Deimos e Ulisses começam a queimar seus cosmos intensamente para terminar aquela luta. A colisão de poderes podia ser sentia por todos, enquanto os dois se encaravam. No pilar central Nereu estava atento a toda luta.

— Então você encontrou alguém que está o desafiando. Nunca pensei que veria o marina que dizem ter um poder divino chegar a esse ponto. – declara Nereu. De volta à luta, os cosmos seguiam colidindo e então ambos se atacam. Ulisses dispara uma rajada de ventos e Deimos responde com uma rajada gélida, e quando os golpes colidem eles se anulam.

— Eu e os ventos somos um só. Minha ligação e controle são absolutos. E agora demonstrarei a técnica suprema de controle dos ventos. – declara Ulisses puxando seus braços para trás.

— Entendo, mas eu também posso dizer que sou um com o frio e o gelo. Quando treinei na Antártida elevei meu corpo e espirito ao limite. Para suportar e então produzir o frio mais intenso. E agora mostrarei a você ele! – responde Deimos juntando as mãos e as erguendo em forma de ânfora. Nesse momento o cosmo do cavaleiro de aquário que tomava o local faz com que um frio intenso surja.

— Esfriou de repente, porque isso? – questiona Gales.

— E o cosmo de Deimos, ele está tornando o local frio. – responde Brises.

— Percebo que não está blefando. Seu frio é mesmo impressionante. – declara Ulisses ainda com seus braços para trás. – Mas meu poder é maior, até os deuses o reconhecem! – afirma Ulisses.

— Muito bem então me mostre esse poder de um deus! – provoca Deimos ainda com suas mãos unidas e erguidas.

— Agora mesmo! Assopro divino!!! – Ulisses jogo seus braços para frente impulsionando uma onda de ventos extremamente poderosa reconhecida como digna de um deus por seu poder.

— Agora veja a técnica suprema de gelo! Execução aurora!!! – ao abaixar suas mãos Deimos dispara uma poderosa rajada de ar frio com uma temperatura de 273,15 °C (Zero Absoluto). A colisão dos poderes logo acontece e o choque faz ambos os guerreiros serem empurrados um pouco para trás.

— É incrível, que poder avassalador! – declara Gales olhando a cena assombrado enquanto era empurrado para trás pelo poder.

— Os golpes liberam uma força terrível. E estão empatados! – Brises também assiste assustada enquanto é arrastada para trás. Enquanto isso os dois golpes continuavam colidindo e o impacto se propagava por toda a parte. Ventos gélidos colidiam e destruíam tudo em uma grande área próxima a luta.

— Não posso acreditar esse cavaleiro pode igualar meu poder! – reconhece Ulisses surpreso.

— Ainda não acabou, é hora do final! – grita Deimos queimando seu ultimo cosmo até o limite máximo e finalmente empurrando o poder de Ulisses para trás. Ulisses fica surpreso, mas não tem tempo de reagir e logo o poder do assopro divino é superado e o execução aurora o atinge em cheio. Ulisses é jogado para trás vários metros enquanto Deimos, Gales e Brises observam a cena.

— Ele conseguiu, ele realmente conseguiu vencer aquele general! – grita Brises mal podendo acreditar.

— Esse e o cosmo de um cavaleiro de ouro? É fantástico, ele realmente fez um milagre! – declara Gales. Já Deimos cai de joelhos logo depois de encerrar sua técnica demonstrando ter usado toda sua energia. Brises e Gales correm até ele.

— Você está bem, senhor aquário? – pergunta Gales, enquanto ele e Brises se ajoelham próximos ao dourado.

— O senhor usou muito poder. – afirma Brises.

— Não se preocupem comigo, eu vou ficar bem. Mas não a tempo a perder, preciso destruir o cristal! – responde ele se levantando com um pouco de dificuldade.

— Nos podemos ajudar também! Nos deixe ajudar! – pede Gales.

— Sim é verdade senhor, nos podemos! – concorda Brises. O cavaleiro de aquário reluta por alguns instantes, mas então concorda.

— Tudo bem, afinal vocês também são cavaleiros. Vamos atacar os 3 e destruir aquele cristal! – concorda Deimos.

— Tudo bem então vamos nessa! – Gales fica empolgado já elevando seu cosmo. – Pata do urso! – Gales ataca o cristal com um golpe de sua mão. Logo atrás dele é a vez de Brises.

— Raposa veloz!!! – ela avança com grande velocidade atacando com garras de energia o cristal que então fica trincado. Por ultimo vem Deimos.

— Pó de diamante!!! – ele dispara seu golpe na forma de vários cristais de gelo que atingem e finalmente destroem o cristal do oceano. Naquele momento a luz do pilar do pacifico norte desaparece. Deimos permanece de pé olhando a cena assim como Gales e Brises.

— Finalmente acabou o senhor venceu, o ultimo cristal foi destruído. – afirma Gales.

— Você se esquece do cristal central. Ele mantem o nível da água do jeito em que está, precisamos destruí-lo agora para reverter tudo isso. – explica Deimos que então sente uma pequena tontura.

— O senhor está bem? – pergunta Brises.

— Eu estou não foi nada e me chamem de Deimos. – responde ele.

— Eu posso curar as suas feridas senhor....ha Deimos. Eu tenho uma pequena habilidade de cura. – explica Brises.

— E verdade, ela pode cura-lo! – confirma Gales.

— Tudo bem, sendo assim eu aceito. – responde Deimos e Brises então imediatamente começa a cura-lo. Depois de alguns minutos ela termina.

— Eu fiz o possível, mas minhas habilidades não são tão boas. – Brises se explica.

— É mais que o suficiente, estou melhor agora. Obrigado Brises de raposa! – Deimos agradece. — Agora vocês devem ir sua missão é encontrar e destruir o ultimo cristal, o que está no pilar central, e devem evitar confrontos desnecessários. – ordena Deimos.

— Tudo bem, vamos agora mesmo! – responde Brises e Gales concorda, e os dois então partem. O cavaleiro de aquário também parte logo depois. No palácio central no templo de Poseidon, o deus dos oceanos não estava nada satisfeito.

— A sétima luz se apagou! Cada um dos generais foi vencido pelos cavaleiros de ouro. Como isso pode ser possível? – questiona Poseidon, enquanto que diante dele de joelhos estavam alguns marinas e Dione de sereia.

— Meu imperador, mesmo que tenham destruído os cristais a batalha ainda não terminou. – Dione tenta acalmar Poseidon.

— Talvez, mas as águas do oceano pararam de subir. Boa parte da terra ainda não foi inundada, o plano está fracassando. – responde Poseidon.

— Mas se pudermos destruir Atena e seus cavaleiros aqui no reino marinho, nos ainda poderíamos vencer não é mesmo imperador? – pergunta Dione.

— Sim, o cristal central ainda está ativo e se destruirmos Atena e seu exercito não havia mais resistência. Acho que agora é nossa única opção! – declara Poseidon. Enquanto isso fora do santuário do mar, Belerofonte e Megareu conversavam.

— Você percebeu, o cosmo de Ulisses sumiu e logo depois a luz do cristal daquele pilar. – fala Belerofonte.

— Sim, o que significa que os temores do imperador Poseidon se tornaram verdadeiros. Mas isso é bom, já estava preocupado que não lutaria contra nem um deles! – declara Megareu.

— Parece que chegou o momento da guarda imperial finalmente agir! – responde Belerofonte sorrindo.

— Parece que alguns deles já chegaram à área do templo! Posso sentir cosmos muito perto! – observa Magareu.

— Então nossa hora realmente chegou boa sorte Megareu, eu estou indo matar uns invasores! – declara Belerofonte partindo e Megareu sorrindo faz o mesmo logo depois. Finalmente a batalha nos 7 pilares havia terminado e os generais marinas haviam sido vencidos. Porem a guerra ainda prosseguia e entraria em sua fase final. O que esperar das ultimas batalhas que estão por vir?

Continua.......

Fim do arco reino marinho