Capitulo 35 – A guarda imperial marina

Depois de intensas batalhas ao longo do reino marinho em cada um dos 7 pilares a fim de destruir os cristais do oceano a luta no ultimo pilar contra o general Ulisses de cavalo marinho havia se iniciado e Deimos de aquário era o seu oponente. Porem com o golpe ventos de furacão Ulisses parecia ter vencido Deimos. Logo depois surgem no pilar Gales de urso e Brises de raposa e tentam enfrentar Ulisses, mas seu poder era grande demais e ele os vence facilmente. E então que Deimos ressurge no campo de batalha queimando seu cosmo ao máximo e pronto para o embate final. O choque de poderes é incrível, o zero absoluto da execução aurora de Deimos contra o assopro divino, a técnica digna dos deuses de Ulisses. Depois de uma disputa terrível finalmente Deimos vence a luta e com a ajuda de Gales e Brises destroem o cristal. Com isso a guerra havia chegado a sua fase final, restando agora destruir o ultimo cristal e parar Poseidon. Mas para isso ainda havia a guarda imperial no caminho. Belerofonte e Megareu conversavam na espera dos cavaleiros.

— Você percebeu, o cosmo de Ulisses sumiu e logo depois a luz do cristal daquele pilar. – fala Belerofonte.

— Sim, o que significa que os temores do imperador Poseidon se tornaram verdadeiros. Mas isso é bom, já estava preocupado que não lutaria contra nem um deles! – declara Megareu.

— Parece que chegou o momento da guarda imperial finalmente agir! – responde Belerofonte sorrindo.

— Parece que alguns deles já chegaram à área do templo! Posso sentir cosmos muito perto! – observa Magareu.

— Então nossa hora realmente chegou boa sorte Megareu, eu estou indo matar uns invasores! – declara Belerofonte partindo e Megareu sorrindo faz o mesmo logo depois. Enquanto isso os cavaleiros sobreviventes continuavam avançando rumo a templo de Poseidon agora, seu objetivo final. O cavaleiro de sagitário vinha avançando, mas a sua frente alguns marinas o esperavam.

— Não passará daqui cavaleiro de Atena! – gritam os marinas avançando contra ele.

— Vocês são muito insistentes! – responde ele que começa enfrentar os marinas. Saul desvia facilmente dos seus golpes e na sequencia seus socos derrubam cada marina próximo dele resolvendo a situação. – Terminou, agora posso seguir! – fala o cavaleiro de sagitário partindo logo depois. Em outro ponto do reino marinho, só que mais próximo do templo de Poseidon estava Heitor, que vinha caminhando.

— Droga, ainda estou cansado. Usar a agulha negra me deixa assim. – lamenta Heitor. De repente uma voz interrompe os pensamentos do cavaleiro de escorpião.

— Finalmente você chegou, estava à espera de um cavaleiro de ouro! – era Belerofonte que surgia na frente de Heitor que o olha atentamente.

— Quem é você? Usa uma escama branca com detalhes em azul, mas possui um cosmo poderoso. – Heitor fica surpreso.

— Sou Belerofonte de tritão, um membro da guarda imperial de Poseidon! – ele se apresenta.

— Guarda imperial? Não sabia que ainda havia marinas além dos generais. – Heitor se surpreende.

— A guarda é formada por 3 membros apenas e tem como único objetivo proteger o imperador Poseidon e o seu templo sagrado. – explica Belerofonte.

— Apenas 3 membros? Então não será tão difícil passar por vocês! Eu sou Heitor de escorpião, e vou mostrar o meu poder! – declara Heitor já partindo contra ele. – Restrição!!! – o cavaleiro de escorpião tenta paralisar Belerofonte de tritão, mas ele reage.

— Gravidade zero! – instantemente o marina de tritão desaparece da frente de Heitor e seu golpe falha.

— Mas para onde ele foi? – questiona Heitor.

— Aqui em cima! – responde Belerofonte, e Heitor olha rapidamente o avistando. – Agora sinta a gravidade esmagadora! – ele aponta a mão contra Heitor que instantaneamente sente um peso enorme sobre si caindo. Belerofonte desce então a frente de Heitor. – Você está errado, somos apenas 3 mas nossos poderes são absolutos! — afirma o tritão.

— Absolutos? Não existe nada assim! – responde Heitor tentando se levantar, mas impedido pela força da gravidade.

— Então vamos! Mostre que estou errado e se levante! – provoca Belerofonte, porem de repente uma voz grita alto.

— Grande furacão do tigre!!! – no mesmo instante um ataque em forma de um furacão acerta Belerofonte o jogando para trás. Imediatamente Heitor é liberado do poder da gravidade.

— Mas o que foi isso? – questiona Heitor que então avista Ohko. – Não pode ser, o mestre Ohko de libra! – Heitor fica feliz ao velo.

— Sim, senti o seu cosmo e um outro muito poderoso e então vim ajudar! Mas quem é ele afinal? – pergunta Ohko.

— Belerofonte de tritão, faz parte da guarda imperial marina e sem duvidas ele é forte! – responde Heitor. Nesse momento Belerofonte já ficava de pé.

— Idiotas vocês não podem me vencer seus ataques não me fazem nada! – afirma o tritão.

— Nesse caso tome isso! Cólera do dragão!!! – Ohko dispara seu golpe, mas Belerofonte o contem facilmente com uma das mãos.

— Vocês são fracos e ridículos! Diante de nos da guarda imperial seu poder humano não é nada! Vou lhes contar o segredo da nossa força! – declara Belerofonte sorrindo. Não muito longe dali Hercules vinha caminhando ainda com seu objetivo de chegar a Nereu.

— Todos os cristais foram destruídos agora só restando um. Preciso destruir esse cristal e matar Nereu! – declara Hercules.

— São palavras fortes de um mero cavaleiro de prata. Que droga pensei que a essa altura só os cavaleiro de ouro estivessem vivos. Agora terei que matar um lixo feito você! – lamenta Megareu.

— Mas quem é você afina? Todos os generais foram vencidos! – questiona Hercules.

— Sou Megareu de telquines, membro da guarda imperial marina. – ele se apresenta. – Agora que sabe meu nome já pode morrer cavaleiro de prata! – grita ele. – Ergam-se, exercito dos demônios de pedra!!! – ele invoca seu exercito e rapidamente vários guerreiros de pedra com cabeça de cachorro começam a se erguer.

— Olha só, isso eu nunca tinha visto! – afirma Hercules enquanto o exercito avança sobre ele.

— O estraçalhem! – grita Megareu enquanto os soldados de pedra atacam, mas Hercules reage rápido atacando com socos destruindo facilmente os soldados. Porem o guarda marina de telquines faz novos surgirem.

— Isso não tem fim, então vou mudar de estratégia. – Hercules então concentra todo seu poder no braço direito. – Impacto destruidor!!! – ele desfere um soco poderoso o bastante para impulsionar o ar como um canhão. Seu golpe facilmente destrói todos os guerreiros de pedra os tornando apenas poeira. Megareu que observava tudo fica perplexo.

— Pulverizou meu exercito com um golpe? Um cavaleiro de prata não poderia ter esse poder! – declara ele.

— Acontece que eu não sou apenas um cavaleiro de prata. Sim essa e a armadura de prata de Hercules, mas eu sou o próprio Hercules. – explica ele.

— Não pode ser, você quer dizer que é um semideus, o Hercules da era mitológica? – questiona Megareu.

— É exatamente isso! – responde Hercules já indo para cima dele e o acertando com um soco. Megareu vai ao chão com o golpe, mas se recupera rápido.

— Entendo, mas não pense que é o único especial por aqui! Eu sou membro da guarda imperial marina. Existem apenas 3 membros e você sabe porque disso? Porque somos especiais? Cada um de nos também é um semideus! Sangue divino corre nas minhas veias! – declara Megareu surpreendendo Hercules. De volta a outra luta, Ohko e Heitor enfrentavam Belerofonte que facilmente contem o golpe cólera do dragão de Ohko.

— Vocês são fracos e ridículos! Diante de nos da guarda imperial seu poder humano não é nada! Vou lhes contar o segredo da nossa força! – declara Belerofonte sorrindo. – Nos somos semideuses, ou seja, em nossas veias a sangue divino! – declara ele.

— Isso é impossível, outros semideuses? – Ohko não acredita.

— Eu não duvidaria, ele possui um forte cosmo e já conhecemos um semideus. – lembra Heitor.

— Se não acreditam me permitam demonstrar! – desafia Belerofonte movendo suas mãos para frente já começando a liberar seu poder. – Vejam o real poder do controle da gravidade! Repulsão máxima!!! – ao liberar essa força de repulsão gravitacional Belerofonte cria um canhão que dispara um impacto destruidor. Ohko rapidamente usa seu escudo dourado para se proteger e Heitor tenta usar sua velocidade para desviar. Enquanto Ohko parece resistir de inicio, Heitor é pego mesmo que de raspão pelo impacto e jogado para longe. Já Ohko depois de alguns segundos acaba sendo engolido pelo poder também recebendo o impacto. – Agora vocês entendem o poder divino que possuo. – afirma Belerofonte. Porem Heitor se levantava, tendo sido pego de raspão pelo golpe ele estava bem.

— Ainda não terminou seu maldito! – grita Heitor já se movendo em grande velocidade. – Agora é minha vez, agulha escarlate!!! – Heitor dispara de uma vez 5 de suas agulhas que atingem Belerofonte.

— O que foi isso? Eu não senti nada! – declara o guarda marina de tritão.

— Não se preocupe logo vai! Agulha escarlate!!! – Heitor dispara mais 5 agulhas que novamente atingem Belerofonte.

— Já chega, é minha vez! – grita Belerofonte enquanto seu cosmo começa a brilhar. – Chamas do tritão!!! – suas mãos começam a emitir um brilho estranho e ele então avança contra Heitor desferindo socos nele que não consegue esquivar, mas então recua um pouco.

— Droga o que é isso, esses golpes, eles queimam! – Heitor fica surpreso.

— Essas são as chamas do tritão, um fogo que mal pode ser visto e que não emite calor, mas com a capacidade de provocar terríveis queimaduras! — explica Belerofonte já avançando novamente contra Heitor. Esse por sua vez queima seu cosmo e usa sua velocidade para evitar os golpes dessa vez. – Não vai funcionar, gravidade zero!!! – Belerofonte diminui a própria gravidade para aumentar sua velocidade. Dessa forma ele novamente consegue acertar Heitor que vai ao chão. –Eu sou divino, é melhor aceitar a morte de uma vez! – ele afirma dando gargalhadas, mas de repente sente um cosmo enorme muito próximo.

— Você pode ter sangue divino! Mas nos lutamos por muitas pessoas! – quem falava era Ohko que já estava de pé com seu ataque pronto. – Cólera suprema!!! – ele dispara seu poderoso golpe que rapidamente toma a forma de dezenas de dragões no céu e dezenas de tigres na terra.

— Eu não vou permitir! – grita Belerofonte preparado para atacar, mas Heitor fica de pé atrás dele.

— Você vai sim! Agulha escarlate!!! – Heitor dispara mais 4 agulhas que atingem Belerofonte parando sua reação. Na sequencia o cólera suprema o atinge em cheio e uma grande explosão acontece. Enquanto a poeira toma o local Heitor se aproxima de Ohko.

— Conseguimos, nos o vencemos! – afirma Heitor.

— Eu não tenho certeza disso, mas é melhor não esperarmos para descobrir. – responde Ohko.

— Você acha que ele está vivo? – pergunta Heitor.

— É possível, agora vamos, temos que chegar a Poseidon. – lembra Ohko e os dois partem. De volta a outro batalha, Hercules estava frente a frente com Megareu.

— Então você é como eu um semideus? – questiona Hercules.

— Na verdade pelo seu cosmo eu acho que sou muito mais forte. Mesmo que seja o Hercules mitológico, posso te destruir facilmente! – declara Megareu sorrindo.

— Nesse caso, vamos logo descobrir! – desafia Hercules. Agora restavam poucos guerreiros de pé, e cada batalha se tornaria ainda mais intensa.

Continua.....

Arco Batalha final