Notas iniciais
Yo gente fina e grossa XP!! rsrs.
E os leitores só almentam, brigada a todos^^.
Mais um cap quentinho e logo sai o próximo
LEIAM AS NOTAS FINAAAAAAAAAAIS!!!!
LEIAM
LEIAM
LEIAM
espero que gostem e aproveitem:::::::


– Humanos asquerosos! Como podem me acorrentar e nem se dignarem a me dar comida. – Sakura pensava alto e enraivecida.



Das sombras de rochas deformadas da caverna se ergueu uma ainda mais escura e negra, era a silhueta de um homem. Essa sombra, além da forma, fica tridimensional, como se uma pessoa estivesse ali, toda pintada de preto.

– É uma pena ter começado uma tempestade. –falou a sombra, num tom grave e gélido – Não acha Sakura? – mesmo sendo uma sombra, sem olhos ou boca, Sakura sentia ser mirada com desprezo.

– Eu ainda tenho tempo! Por que está aqui? – ela se agita fazendo as correntes se colidirem.

– Shh. Eu não disse nada sobre o acordo, apenas que as nuvens cobriram minha Lua.

– Só vai falar dela então?

– Não. Eu também queria te ver. – a sombra debochava. – Estou ansioso e sei que você também está pra receber seus poderes de volta. — se aproximando mais da rosada a sombra continuava — Ah! Acho que você não percebeu então eu vou te contar. – Até agora estava em pé, mas se ajoelha e sussurra no ouvido de Sakura um segredo.

– Mas como p- — nem terminou sua reação de surpresa que a sombra já tinha desaparecido, deixando o rastro de vento frio que congela a espinha. – O que esse deus quer afinal? – soltou seu pensamento em forma de pergunta retórica. – E aquela sereia idiota, espero que tenha me dito a verdade. Que a noite da Lua Branca será em quatro dias. – divagava até ouvir seu estomago reclamar. Já era quase outro dia e nem comeu.

Não demorou muito e pode ouvir passos se aproximando.

Era o loiro que tinha visto junto do moreno carrancudo. Ele carregava uma bandeja com uma tigela e um copo com água.

Desde que tinha chegado não pôde comer e sentir esse cheiro de mingau quentinho dava água-na-boca.

– Desculpe. – ele sorri desconcertado. – Depois que subimos tivemos que cuidar de uns assuntos bem entediantes e só agora que paramos. Desculpe mesmo.

Ele se aproximava lento e despreocupado enquanto ela o mirava com ódio transbordando de seus orbes cor de grama fresca. Reparando agora ela tinha leves arranhões mais cedo e agora quase nenhum era perceptível, o poder de regeneração foi a única coisa que sobrou de seus poderes de bruxa.

Naruto sentou ao lado da bruxa, remexeu o caldo empapado e levou uma colherada generosa até a boca de Sakura. Com os braços presos à cima da cabeça, não conseguiria comer sem ajuda. E se não fosse a enorme fome que sentia, ela teria virado o rosto.

A tigela estava quase vazia quando Naruto viu que o canto da boca de Sakura estava sujo. Limpou com o dedo e obteve uma reação estranha.

Os olhos estavam arregalados e pareciam saltar das orbitas, a boca estava aberta em surpresa e ela mexia freneticamente as pernas, parecia querer se levantar. Sussurrou um ‘você’ e não parou de se mexer ou tremer, machucando os próprios pés e o punho acorrentado.

Sem entender e com medo de receber uma maldição, Naruto sai de perto dela, confuso ele sobe a escada improvisada de pedras e sai pela passagem secreta.

– É claro. Como não reparei. Aquele é...



A tempestade finalmente diminuía e em poucos minutos já era um chuvisco.



– Nossa. Dias chuvosos não foram feitos para by Text-Enhance\">trabalhar, devíamos ter folgas nesses dias. – Sasuke falava pra quem o ouvisse. E ouviu.

– Tem razão. Quando a temperatura esfria e apenas a umidade do ar entra nos pulmões, sente a vontade de relaxar numa poltrona estofada ou até na cama. Os olhos ficam mais pesados e a sensação gostosa de que o tempo passa mais devagar. – um ruivo no canto da sala poetizou com serenidade falsa.

Por mais frios que fossem seus olhos verde-desbotados e sua pele branca, quase parecendo doente, ele dizia palavras doces e sempre descrevia momentos simples. Era o jovem príncipe do Norte deserto do país vizinho a Konoha, Gaara. Sempre elegante e de postura invejável, um príncipe de gelo no meio do deserto. Também com um senso incomum de se maquiar semelhante a um faraó, com os olhos cercados por uma maquiagem preta e grossa que o cobria todo em volta.

Tratava de negócios, avaliando os termos da aliança entre os países. Essa era a parte administrativa que Sasuke cuidava, além de dividir a responsabilidade de treinar o exercito imperial do Hokage. Os domínios de Konoha eram divididos entre três famílias principais que obedecem ao Hokage.

– Descreveu bem. – elogiou o moreno de mau jeito. – Passe a noite aqui e parta de manhã.

– Já pretendia fazer isso. — desdenhou.

Trocaram faíscas com os olhos, um segundo antes da porta se abrir.

– Meu amigo, ela se agita fácil e de forma estranha. – o loiro do Naruto entra sem olhar pra quem realmente estava na sala. Simplesmente tinha perguntado a uma empregada onde estava Sasuke e ela mal terminou de dizer e ele disparou.

– Ela? – Gaara curioso, já sentia coisas estranhas no ar.

O silencio só não foi completo pelo crepitar das madeiras queimando na lareira. Iluminava mais do que devia o ambiente e mesmo assim sombras grandes ocupavam cantos e atrás de cada pessoa ali, parecendo terem outros ‘eus’ negros e sendo seus opostos.

– A... A... Ah! A rameira que trouxe da cidade. Ela... Agita-se fácil. Apenas isso. – Naruto soava falso com uma desculpa esfarrapada que não convenceu o ruivo, e riu sem-graça, nervoso.

Sasuke sua frio e com a mão sobre os olhos ele balança a cabeça negativamente e suspira com reprovação.

– Vamos nos retirar logo. O sol já se aproxima de aparecer e ainda quero dormir um pouco antes que mais um mensageiro do Hokage me colocar em outra encruzilhada tediosa.

E todos se recolhem.

***

Kiba andava calmo por entre suas árvores.

A Floresta Leste é conhecida pelo seu vasto verde vivo, desde as copas das árvores até próximo ao tronco. A grama sempre fresca e folhas levemente amareladas dançam baixo, perto do chão de terra fofa, carregadas nas costas do vento harmonioso. Os pássaros cantam sem pudor e mamíferos cercavam o seu deus.

Entrar em uma das florestas dos deuses, não importando qual seja, sempre parece que se é levado para outro mundo. Com um ar diferente, tendo uma visão diferente do mundo, vendo como um deus vê.

Kiba sempre gostou da sua Floresta. Não sabia dizer se era por regê-la, ou por simplesmente gostar dela, com seu livre-arbítrio.

Carregava um filhote de coelho nos braços, o pequeno descansava. O pelo branco levemente sujo. Ele só esperava o sol sair de novo para rever sua amiga, mais que querida.

– Deus leste? – assim era chamado quando não sabiam seu verdadeiro nome, sendo que os únicos que sabiam eram Hinata e o deus dos insetos. Kiba reconheceu a voz calma e masculina, voz que despreza com todas as forças.

– O que o Sol faz em minha humilde relva? – desdenhou sem olhar o dono da voz, que se encontrava atrás dele. Levemente a aura de Kiba se enfurecia e a Floresta reagia, deixando o espaço levemente mais escurecido e os animais já se afastando – igualmente o coelhinho que fugiu de seus braços.

– Sol? Esse é meu apelido atual?

– Mais ou menos. – a cada palavra a voz de Kiba ficava mais cortante e a Floresta levemente escura naquela parte. – Escute, me estressar é tudo o que não quero fazer. Tem outros lugares que você pode ficar, mas aqui, não.

– Calma. Só queria passar para dizer oi. Sei que não sou tão bem vindo assim, mas, queria saber como ela está e você é o unido ao qual posso perguntar.

– Pergunte às sereias.

– Elas mentem demasiadamente.

– Às estrelas.

– Me recebem pior que você.

Kiba já perdia a paciência.

– E o que te faz pensar que eu te receberia melhor? – finalmente se vira e com o olhar demonstra todo ódio que tem pelo homem que mirava.

– Você não me machuca, fisicamente, por se importar em como ela ficaria preocupada e possivelmente venha a te odiar.

Maldito seja. Jogava bem com as palavras e acertava em cheio. Irritava até o fundo da alma de Kiba.

– Ela passa bem e ainda inveja o sol. Agora saia daqui! – ordenou com a mandíbula rígida e os caninos de lobo expostos, chegava a rosnar baixo, mas tinha que se controlar.

– Está certo. Diga que quero muito vê-la e estou ansioso pelo próximo eclipse. – já quase indo embora, o homem fala: — Ah! E diga especialmente à Hinata que a amo.

Foi a gota d’água para Kiba.

Se ele não tivesse isso embora logo, com certeza teria a garganta estraçalhada pelas mordidas ferozes que daria. O moreno teve que se contentar em socar uma de suas preciosas árvores. Lamentou não ter contido a força e quase tê-la derrubado, mas cuidou disso rápido e procurava se acalmar.

Como esse 'verme' ousa dizer o nome dela. ele não é digno nem de pensar nela!

Em uma poça Kiba viu o quão sombrio estava seu rosto, realmente um que dava medo nos animais fracos e provocava os fortes. Com certeza era um lado que pouparia Hinata de ver.

O sol finalmente apareceu e silenciosamente iluminava montanhas, bosques insignificantes, a Floresta Leste e o mar calmo.

Hinata finalmente aparece novamente.

– Bom-dia Kiba. – Ela o saúda, mesmo só vendo as costas bem bronzeadas e musculosas.

Kiba se vira e tenta mostrar o mais sincero sorriso que podia, apenas esconderia a visita indesejada e ficaria com Hinata até a Lua aparecer.


Notas finais
Bem... eu sei que to enrolando, mas é pra preparar o terreno com mistérios.
E, tipo, é pra ficar a dúvida de que Hina é ou não a Lua e quem é esse Sol ou a sombra que falou com Sakura. É pra ficarem formulando suas teorias.
AVISOOOOO!!
VAI TER MAIS UM CAP ANTES DELES SE ENCONTRAREM - REPRESENTANDO DOIS DIAS EM 4 CAPS E NO CINCO AS COISAS VÃO COMPLICAR, MAS ALGUMAS COISAS VÃO SER REVELADAS TAMBÉM.
comentem e me deixem feliiiiz meus queridos leitores.