Castlevania - Simons Quest

1 Castlevania: Simons Quest - Part I


Notas iniciais
Primeira parte da história. Nesta parte, Simon descobre que tem uma grande responsabilidade em relação à raça humana. Quando o tempo chega, ele é enviado para o Castlevania armado com o seu chicote dos Belmont "Vampire Killer" e a armadura que o seu antepassado usara.

“De cem em cem anos, o mal se espalha pela terra de Transylvania e se esse mal não for parado, occore o Apocalypse…apenas uma familia consegue vencer este mal…é uma luta entre o bem e o mal.”

Transylvania, uma terra num grande dia de sol. Os caminhos de pedra do ano 1691 dava aquela cidade um ar mais natural e frecso; haviam fonted de água que recebia dezenas de habitantes para depositar a água num depósito em suas casas; haviam muitas árvores de cor verde à volta desta cidade linda e maravilhosa; as casas eram feitas de madeira; havia uma Igreja onde as pessoas seguiam a sua religião e todas as familias pareciam contentes e sem preocupações. Os mais novos, tinham escola numa pequena casa onde um homem com uma certa idade, os ensinava e já tinha apanhado um carinho especial pelos jovens.

Na aldeia, uma familia destacava-se de todas as outras, e este era a familia Belmont. Esta familia tinha um dom, um dom muito especial que protegia a aldeia, e o mundo. Em breve, essa familia voltaria a tomar contas com as forças do mal…

O membro mais jovem da familia, era o Simon Belmont. Um jovem com uma estrutura de um homem muito forte e bem treinado, tinha cabelos loiros e longos e os seus olhos brilhavam ao sol. Ele era o guardião daquela aldeia, em breve ele saberá porquê.

Na casinha dos Belmont, a familia preparava-se para tomar o pequeno almoço. A sua mesa era grande e feita de madeira. Os pratos tinham uma forma regular de um prato tradicional. A familia come carne de porco com arroz, um comer que era muito vulgar nesta aldeia.

Jerry: Está bom o comer

Jerry era o pai de Simon. Ele usava um bigode e tinha cabelos escuros. Ele tinha mais de quarenta anos, mas estava em boa forma, tal como o seu filho.

A familia deliciava-se com o comer, até que alguem os interrompe. A porta faz um ruído (devido à sua idade e resistência) e aparece uma mulher com uma idade por volta dos setentas. A mulher estava com uma cara séria e caminhava com grande silêncio, parecia muito misteriosa. Aparentemente, ela era a avó do Simon e sentou-se ao lado do seu pai.

Laurie (ouvido): Jerry, sabes que temos que dizer isto ao teu filho.

Laurie (a avó de Simon) conversava com o seu pai sobre algo, o que quer que seja, parecia de grande importância e muito secreto.

Jerry: Ainda não está na altura.

Laurie: Está sim! Conta ao teu filho! Ele precisa de saber!

Ambos se levantam e olham para Simon com uma expressão um pouco preocupante. Ele não sabia o que esperar, parecia ser tão importante e secreto. Bem, pensando bem, desde que ele fez quatro anos que se tem treinado bastante, ele nunca soube para quê. Ele passava dias e noites a treinar o pátio, atrás da sua casa, mas nunca ninguém lhe contou porquê. Também houve algo que a familia falou com a Igreja, que também era muito secreto. O que se estaria a passar?

Jerry: Meu filho, como tu sabes, a nossa familia não é vulgar – Ele falava esforçadamente, parecia que não queria dizer nada. A sua cara já tinha suor a escorrer e estava muito nervoso – tu sabes porquê?

Simon faz um sinal negativo com a cabeça.

Jerry: Porque…o que tu vais ouvir vai ser algo que te vai marcar o destino meu filho – Simon estava a ficar muito curioso! Quem não ficaria? Tanto mistério, e finalmente iria ser revelado! Jerry olhava para a sua mãe, Laurie. Laurie, faz um sinal afirmativo com a cabeça para ele como se quisesse dizer “Força, diz-lhe” – Porque, de cem em cem anos, uma familia foi escolhida para lutar contra as forças do mal. Como tu sabes, existe Deus e o Demónio, aparentemente o Demónio enviou a sua criação para a Terra com intenções de destruir a raça humana que Deus criara, mas Ele tinha algo para combater essas forças! – Jerry falava com entusiasmo, o seu tom estava a subir e o seu olhar brilhava – E isso era uma arma poderosa chamada “Vampire Killer”! A familia esculhida para usar essa tal arma, foram os…Belmont..ou seja, nós. Meu filho, tu foste escolhido pelo teu antecessor, Christopher Belmont e terás que vencer para salvares a nossa terra de mais uma maldição e nós próximos cem anos, o teu descendente irá combater o mal tal como tu farás meu filho.

A cara de Simon estava simplesmente, espantada, sem cor, paralisada…o seu coração batia fortemente como nunca antes! Sem alguém lhe ter dito mais nada, ele foge para o pátio da sua casa.

Ele olha para o céu e para as aves que voavam livremente, será que ele iria parar de ver aquele céu tão bonito? Porque é que ele não nasceu como uma ave? Era um destino que não podia escapar. Ele já tinha ouvido a lenda mas nunca soube que era a familia dele que tinha sido escolhida para combater tal mal. E o pior era a criatura que o esperava daqui a alguns meses…

O pai dele aparece e mete a sua mão no ombro de Simon.

Jerry: Eu sei que isto é muito dificil para ti Simon…mas és a nossa única oportunidade…

Simon: Pai…a criatura que me espera, é ele…não é? – Simon tinha um nome em mente, ele preferia não pornunciar, era demasiado maléfico. Era um tal mal que inspirava vários escritores a escrever livros de terror.

Jerry: Sim, é ele. Mas eu acredito que o consigas vencer. Até agora a nossa familia tem triunfado, tu podes ser o melhor de nós todos – Diz o seu pai com um sorriso.

Simon não respondia, olhando para o chão deprimido. O seu pai repara que não o conseguia alegrar, por isso, volta para dentro da sua casa.

“Até agora a nossa familia tem triunfado”. Simon pensava nas palavras que seu pai lhe tinha dito.Era verdade, a familia Belmont sempre triunfou contra as forças do mal, as e se Simon falhasse? “Não posso pensar assim!” Simon pensava para ele “Muitas vidas dependeram de mim! Eu preciso de vencer esta batalha!”

Simon levanta-se e vai a caminho da Igreja que se situava na praça da aldeia.

A popolação andava pelos passeios de pedra com cestos que continham fruta. Haviam pequenas tendas e vendedores ambulantes a vender vários alimentos como a fruta ou arroz. Simon passa pela popolação e vai em direcção à Igreja que estava a dois metros dele. Era uma Igreja enorme e era baseada no estilo Manuelino. Ele abre as grandes portas do que parecia um castelo e entra. Havia um tapete de dez metros, no fim do tapete estava o altar. Dos lados, haviam cadeiras onde as pessoas se sentavam e rezavão. Haviam cruzes grandes que representavam a sua religião. Um padre estava no altar que viu logo o Simon a chegar.

Padre: Simon, preciso de falar contigo – Ele estava com uma expressão séria, sem dúvida que ele já sabia que o Simon tinha notado conhecimento do seu dever em relação à sua terra, e ao mundo.

Eles entram numa sala à parte onde tinha uma cruz na parede. O padre ajoelha-se e reza o pai nosso, logo, ele olha para Simon.

Padre: Simon…estás tão crescido…É espantoso como eu te conheço à tanto tempo, mas sabia que um dia isto ia acontecer…

Simon: O senhor Padre, já sabe…?

Padre: Sim, sei. Simon, tu irás lutar pela vida de milhões de pessoas – Ele exprimia-se com um tom de sábio, a sua cara estava muito séria e percebia-se que ele queria ajudar o Simon de alguma maneira – O teu inimigo não é fácil…tu sabes contra quem vais enfrentar, não sabes?

Simon: Sim…eu sonhei com ele muitas noites, como se ele me chama-se.

Houve um breve silêncio. O Padre levanta-se, e olha para o Simon.

Padre: Simon, o teu antecessor venceu-o, agora é a tua vez. Eu sei que consegues! Podes ser tu que vai acabar com a maldição de vez!

Simon: Padre, eu percebo que vocês tenham esperança mas…eu não sei se tenho o dom que o meu antecessor teve…

Padre: Nunca ouviste dizer que os gens passam de familiar para familiar? Pois, eu aposto que ficaste com os gens de Christopher Belmont – Ele sorria para Simon.

E foi o que lhe despertou. “Sim! Eu sou capaz!”.

Simon estava decidido e iria treinar para ser o melhor de todos os “Vampire Killers”!

Alguns dias depois…

O povo da aldeia olhava para o céu, pois, em breve esse céu seria coberto por um mal que apenas o Simon poderia vencer, mas antes, ele precisava da arma que a familia Belmont usava desde o inicio dos tempos, para adquirir a arma o Simon precisava de passar por uma celebração que lhe garantia o poder. Se algum impostor tentasse tirar a arma, ele morreria com um trovão vindo do céu, por isso Simon Belmont era o único que podia tirar aquela arma tão falada de geração para geração.

A cerimónia iria occorrer às 3h da tarde naquele mês de Inverno. Sim, mesmo em Inverno, a aldeia da Transilvânia era uma aldeia muito quente e havia sempre bom tempo. Haviam apenas uma chuva por mês devido ao calor, mas os raios solares também não eram muito fortes. O chão da aldeia era feito por rochas que se tornavam quentes, por isso, as crianças pegavam em baldes de madeira de àgua e andavam pelo chão descalços molhando os seus pés, era uma espécie de diversão no Verão.

Simon saía da sua casa, ele coloca a sua mão na testa para fazer sombra nos seus olhos por causa do sol forte, ele olhava para a Igreja que, a qualquer momento, iria ouvir os sinos a tocar para começar a cerimónia que tanto se falava.

Jerry : Estás bem filho? – Jerry diz suavemente pondo a sua mão no ombro de Simon.

Simon: Estou sim meu pai – Ele estava com um ar de esperança, afinal de contas, a vida de várias pessoas não era uma responsabilidade que se podia ignorar.

Jerry: Sabes filho – Ele começa olhando para a mesma direcção que o Simon – há uma altura das nossas vidas que temos que seguir o caminho que nos foi destinado. A nossa familia foi destinada a isto.

Simon: Eu percebo. Alguém tinha que o fazer, mas… — Ele olha para o seu pai – Porquê a nossa familia? O que é que nós temos de especial?

Jerry: Bem, antigamente as criaturas e os humanos viviam num mundo só. Nós andavamos em guerras com as outras espécies e foi então que, pela mão de Deus, foi criada uma segunda dimensão onde as espécies inimigas ficaram, mas o poder do mal não se deixou por vencido, com uma vontade de ganhar contra o poder de Deus, foi criada uma terrivel criatura! O seu poder foi tão poderoso, que foi possivel fazer uma maldição! De cem em cem anos, o castelo dessa criatura iria erguer-se da segunda dimensão e dominar a Terra (primeira dimensão). A nossa familia tinha os melhores caçadores que se podia arranjar, tal como os Van Helsing, então os nossos antepassados criaram a arma perfeita e assim derrotaram as espécies da segunda dimensão e derrotaram a terrivel criatura feita pela força do mal, essa arma é o “Vampire Killer”. E tu, és o Caçador de Vampiros. És tu que vais derrotar as forças do mal.

Simon volta a olhar para a Igreja, respira a fundo e volta a olhar para o seu pai.

Simon: Não te preocupes pai, eu não vou desiludir ninguém.

E foi quando o sino tocou fortemente. O coração de Simon batia muito depressa, estava na altura de se preparar verdadeiramente, ele iria adquirir a “Vampire Killer”.

O povo da aldeia estava todo junto na praça, onde à frente, estava a Igreja. Haviam três Padres que mandavam na religião daquela aldeia e eles estavam lado a lado naquela cerimónia, todos com as mãos juntas a rezar.

Simon chega ao local e olha em sua volta. Todas as pessoas que lá estavam olham com um ar de espanto para o Simon; muitas delas faziam vénias e estavam a rezar por ele, era uma situação muito estranha. Depois de algum tempo a tentar-se desviar da multidão, Simon vai ter com um dos Padres (o que ele encontrara alguns dias antes da cerimómia).

Simon: Estou nervoso Padre, estou mesmo nervoso – Ele dizia muito rápidamente e nervoso olhando para o público.

Padre: Acalma-te Simon – Ele diz com a sua voz sávia. O Padre ergue as suas mãos e diz em voz alta – Que a cerimónia comece!

O som de uma percurssão é ouvida pela praça e aparecem homens com umas armaduras pouco resistentes e com uns instrumentos de percurssão que faziam uma música que estava a criar tensão ao Simon. Dois desses homens vêm a agarrar uma outra armadura, mas esta parecia mais forte e mais valiosa. Era a armadura dos Belmont!

Padre: Simon, esta armadura já passou por todas as gerações, agora é a tua vez – Ele pega na armadura e coloca no jovem Simon.

Ele olha para o povo que tinha um ar de suspance.

O primeiro passo já está, agora só faltava a arma. Mais dois homens vêm com um baú vermelho e protegido por uma corrente com um simbolo no seu centro.

Padre: Esta, meu “filho”, é a tua arma. Vais usá-la sabiamente na tua viagem. Apenas tu podes tocar no simbolo, caso contrário, quem tocar nele terá graves consequências- Ele baixa o seu tom – Perde a sua vida.

Será que o Simon era a pessoa certa? Era agora que sabia se estava mesmo destinado a lutar contra as forças do mal.

Ele olha atentamente para o simbolo e vai aproximando a sua mão; cada vez mais, cada vez mais, cada vez mais e foi quando aconteceu. Ao primeiro toque, veio um brilho muito forte do símbolo que aparentava ser um “C” em letra medieval e a corrente cai.

Simon olha para o Padre e este abana a cabeça afirmativamente, então, Simon abre o baú. A sua ansiedade era bastante para ver que arma usaria em combate, como seria? E foi então que viu! Era uma espécie de chicote largo. Simon achou-o muito engraçado, mas logo que teve um contacto com ele, uma magia foi sentida pelo seu corpo que o tornou, numa forma, mais corajoso do que antes.

Simon vira-se para o povo.

Simon: A partir de agora! As forças do mal iram ser libertadas para a Terra, mas eu como representante da familia Belmont, vou combater este mal e libertar o mundo desta terrivel maldição!

O povo batia palmas alegremente! Era um momento decisivo para a vida de Simon Belmont! Era agora! A sua aventura iria começar!

Durante uns breves instantes, houve um grande terramoto que fez o caos total na aldeia da Transilvania. O povo corria por todos os lados, sem pensar onde ir, as lojas caiam e as frutas eram esmagadas com uma força incrivel, as familias corriam para dentro da Igreja depois de 2 min. de pânico.

O Padre olha para o céu, e viu o começo! Algo estava a nascer numa rapidez inacreditavel! Era algoq eu parecia…parecia…era! Era um castelo! Um grande, obscuro e assombroso castelo com caracteristicas góticas e com estrelas representando o mal. Dava para ouvir um maléfico riso vindo do local onde o castelo nascera.

Padre: Simon – O Padre gritava devido ao ruído que o castelo fazia ao ser construido magicalmente – É isto! Isto é o Castlevania! O CASTELO DO DRÁCULA! Meu filho! Terás que entrar e sobreviver todas as maldições! Confia nos teus sentidos! O teu coração irá guiar-te! Usa o teu chicote com uma forma esperta de modo a dar efeito contra os inimigos da segunda dimensão! A tua armadura irá proteger-te, mas não contes com ela para derrotares o Conde Drácula!

Simon estava com um olhar de sério e corajoso. Ele olha para o castelo, e enquanto estava a dar o terramoto, este não perde tempo e vai a correr para o Castlevania. Os seus pais acenavam-lhe com lágrimas nos olhos, ao ver o seu filho a entrar numa missão tão perigosa como aquela!

Simon: Eu voltarei! EU VOLTAREI COM A CABEÇA DO DRÁCULA NA MINHA MÃO! Adeus meus pais! Voltaremo-nos a ver!

Ele vira as costas e corre para o caminho do seu destino que era tão perigoso.

Depois de vários minutos de grande ruído, o Castlevania estava finalmente construido. Havua uma sala muito obscura e gótica onde estava um altar com velas à volta. Uma espécie de criatura/sombra aparece com um olhar vermeho: o seu corpo era tapado com um veste negro, a sua cara era composta apenas por ossos e tinha uma espécie de chama vermelha nos seus olhos. Esta criatura era, nem mais nem menos do que, A Morte.

Não era só A Morte que estava naquela sala obscura, também se encontravam servos que vinham do reino dos mortos e Padres das Sombras (Shadow Priests).

Quando todos se reuniram em volta do altar, A Morte transmite umas palavras de uma linguagem desconhecida. O Ar tinha mudado, não havia maneira de explicar mas…o Ar sentia-se diferente, mais deprimente…as velas que estavam em volta do altar abanavam bastante e as chamas mudavam de cor como fogo de artificio e foi quando aconteceu! Era um ritual! As velas levantam voou e a criatura mais temivel de todas! A criatura criada pelo próprio Mal, o Conde Drácula!! Uma criatura de aparência humana: tinha cabelos grandes e brancos, os seus olhos brilhavam num cinzento e usava uma camisa branca medieval, umas calças pretas de cabedal, umas botas e um grande casaco (que formava uma espécie de capa nas costas) negra e vermelha. O seu sorriso era fatal, pois, mostravam-se dois dentes caninos um pouco maiores que os normais com marcas de sangue.

Ele ergue-se do altar e olha para A Morte.

Drácula: Morte…chegou o momento?

Morte: Sim, mestre. O próximo Belmont já está a caminho do castelo, já está tudo preparado para a batalha.

Drácula faz um sorriso e vira a cara para a janela, vendo o Belmont a vir com a sua armadura dourada e o seu chicote (Vampire Killler).

Drácula: É mais jovem que o último – Ele observa – Bem, sangue fresco. Eu irei alimentar-me do seu sangue e irei entregar a sua carne à pobre familia dos Belmont!

O Morte olhava para o Drácula e ria-se com um riso que fazia eco, um riso maléfico e alto! Tão alto que o Simon Belmont que estava em baixo, nos portôes do castelo Castlevania, o ouvira.

Simon: Isto começa aqui – Ele diz ganhando coragem em abrir o portão negro que dava a um cemitério. Esse cemitério, substituia a imagem de uma casa no meio de um jardim, então neste caso, era um castelo em volta de um cemitério.

A imagem gótica assustava o Simon no interior mas ele ergue a cabeça para o grande Castlevania e agarra o seu vampire killer com força. Determinado, ele abre o portão e começou com a sua aventura.

O aspecto do cemitério que o rodeava era muito gótico e arrepiante. Havia nublina por todo o lado, a terra era pobre, tinha uma cor muito deprimente; haviam diversas campas, talvez das pessoas que foram mortas durante a maldição nas gerações passadas. O castelo era muito grande, era surpreendentemente gigante! Ele olhava para o Castlevania nervosamente, em breve ele lá estaria a lutar o terrivel Conde Drácula.

Simon: Este sítio faz-me sentir deprimido… — Ele diz olhando para uma campa que tinha algo de diferente…

Aquela campa dizia em letras grandes com marcas de sangue: “SIMON BELMONT”.

Ele fica muitissimo chocado, mas descobre que é uma armadilha, momentos depois de ter lido o seu nome numa campa, algo é chamado por uma magia negra, os mortos que estavam nas campas levantam-se! Todos usavam espadas com lâminas muito perigosas! Eles tinham um olhar brilhante e vermelho no sitio onde seriam os seus olhos.

Simon: E agora vai começar!

Continua...