Castlevania - Simons Quest

2 Castlevania: Simons Quest - Part II


Notas iniciais
Última parte, espero que gostem

Simon é quase atingido quando um deles ia acertando com uma grande lâmina cortante! Os seus inimigos estavam a juntarem-se e indo na sua direcção enquanto apontavam as grandes espadas. E então ele pensa nas palavras que o Padre lhe tinha dito: “usa-o sabiamente”. Ele então teve uma ideia! Com o seu vampire killer, Simon conseguiu retirar as armas dos seus inimigos lançando o chicote e então estas caíram no chão fazendo poeira.

Simon olha para as criaturas que em tempos eram humanos e destroi-as usando os seus fortes punhos e a sua rapidez incrivel! Os ossos dos mortos tinham agora desaparecido num pó escuro que seria a magia obscura que estava a amaldiçoar as suas almas.

Ele olha para uma gigante porta de madeira que daria para o interior do Castlevania. O que lhe assustou mesmo, foi quando a porta gigantesca se abriu sozinha, mostrando-lhe o interior do castelo.

“Ele espera-me” Simon pensava ao ver a entrada do castelo.

O castelo era gigantesco por dentro! Estava um longuissimo corredor com uma carpete comprida e vermelha. As paredes eram grandes e eram feitas de rocha tal como os castelos da idade média, as janelas eram quase do tamanho das próprias paredes!

Simon passava pelo enorme corredor que era aquele! Ele olhava para os lados, investigando aquele cenário. Quando ele passa por uma das janelas, um calafrio sobe-lhe pela espinha. Ele pressente que algo o estava a seguir.

Simon: Quem está aí! – Ele exclama virando-se para trás, mas não estava nada nem ninguém.

“Que estranho” ele pensa “Acho que estou a exagerar”. Então ele olha para a janela e vê algo muito estranho! Era um olho gigante e dourado com uma espécie de colar dourado! Então um trovão faz um grande clarão e a sombra do Morte aparece e desaparece com o fim do trovão. Simon estava com as suas mãos na sua cara devido ao susto que teve com o aquele ruído e com aquela claridade. Quando volta a ver tudo normalmente, o estranho olho bate fortemente contra o seu abdomen e este cai no chão de pedra. O pior de tudo, era que o seu chicote tinha caído para o outro lado oposto e o Simon estava sem arma para lutar contra aquela criatura!

Simon dava pontapés na criatura, sempre que esta se aproximava dele para dar mais tempo de arranjar um plano! Não era só aquela arma que ele ia ter que usar apra enfrentar o Drácula mas sim também a sua cabeça!

“Pensa Simon pensa!” O estranho olho aproximava-se cada vez mais até que ele tem uma ideia! Simon levanta-se rapidamente e pega numa das grandes velas que iluminavam o castelo e acerta com ela no olho! Este entra em pânico! A criatura fica sem ver e com uma velocidade incrive, bate contra a parede massiça, morrendo.

Simon: Esta foi por pouco… — Ele larga a vela e vai buscar o seu chicote.

Uma figura escondia-se nas sombras e observava o Simon.

Anônimo: Este é o próximo Belmont? Parece-me inexperiente – Ele olhava para Simon enquanto este pegava no seu Vampire Killer – Mas gostei da maneira que ele derrotou aquela coisa…pensou muito bem, ele pelo menos aprendeu que não é só aquele chicote a que os humanos dão o nome de Vampire Killer que lhe vai salvar a vida – Ele sorri, mostrando um dos seus dentes brilhantes e desaparecendo.

Dracula estava na varanda do seu enorme e requintado quarto. Ele observava bem a natureza que contituia a primeira dimensão (Terra).

Dracula: Esta dimensão é uma absoluta beleza – Ele dizia – Ficarei muito satisfeito depois de ter conquistado isto tudo! O Christopher Belmont venceu-me, mas foi por um fio. Agora com o novo Simon Belmont, eu terei a oportunidade de conquistar esta terra!

O Morte vinha a flutuar para perto do Dracula.

Morte: Sabe senhor Drácula, eu não estaria tão seguro.

Drácula vira-se imediatamente para O Morte com uma cara de espanto.

Drácula: Como??

Morte: Simon Belmont acabou de vencer O Olho, e não precisou do Vampire Killer para o fazer – Drácula vira a cara com um ar de quem diz “não é possivel” – Eu acho que terá que usar todo que tem para o derrotar…ele é um jovem humano com capacidades de ser mais forte que Christopher Belmont…

Drácula: Como sabes isso?! – Drácula volta a virar a cara para O Morte.

Morte: Eu SOU A Morte e sei quando acaba o destino para alguém…mesmo que o destino possa sofrer uma reviravolta, eu tenho a visão que o seu destino acabará mais cedo que o de Simon…

Drácula: CHEGA! – Ele exclama com uma voz muito alta e autoritária – Vou beber qualquer coisa!

Antes de abrir a porta do seu quarto, Drácula vira novamente a cara e diz:

Drácula: Pois é! O destino pode sofrer uma reviravolta, e serei eu que a vai dar!

Então ele fecha a porta com muita força.

Drácula vai para uma sala onde haviam várias garrafas, todas elas muito antigas.

Drácula: Hum, sangue com três mil anos, esta parece-me excelente…

Simon estava a ser atacado pelos servos do Drácula. Eles eram dezenas de esqueletos sem alma a ser controlados por magia negra!

Simon: Como é que eu me safo desta?! – Simon mesmo assim não desistia! Ele tinha treinado bastante para chegar até aqui! Mas, o problema era que a sua arma não conseguia matar tantos inimigos ao mesmo tempo! Eles eram simplesmente muitos! E foi então que, algo negro passa rapidamente por Simon e todos os seus inimigos caem no chão, partidos a meio. Alguém para mesmo em frente daquilo tudo, estava de costas. Tinha um fato preto, muito parecido com o do Drácula e os seus cabelos longos e brancos não enganavam ninguém! Era o Drácula!

Simon: Drácula! Chegou a tua altura! – Simon exclama sem hesita mas quando o, suposto, Drácula se vira, Simon repara que ele era muito novo! Seria aquele mesmo o Drácula? Mas era muito parecido!

Alucard: Eu não sou o Drácula! – Era o mesmo individuo que observava o Simon nas suas batalhas contra as forças do mal! – Não me compares com o meu pai!

Simon fica muito chocado…o Drácula tinha um filho?

Simon: O teu pai? – Ele pergunta sem saber de nada. Nunca ninguém lhe tinha dito que o Drácula tinha um filho!

Alucard: Sim, o meu pai…eu nasci de um vampiro e uma humana… — Alucard parecia ter um ar de tisteza – O meu pai amava a minha mãe humana! Mas, era algo imposivel! Os humanos começaram a odiar a minha mãe por isso! E foi quando o meu pai começou a combater os humanos, apartir de aí, as duas espécies começaram em batalhas e o meu pai foi derrotado e a minha mãe morta…então o meu pai planeou a vingança contra os humanos. Eu amo a minha mãe mas não creio que matar os humanos seja a solução disto tudo! Eu tenho combatido o meu pai e eu ajudei o antecessor do Christopher Belmont, o Trevor Belmont a derrotar o meu pai mas ele regressou devido ao Morte que está a ajudar com que a maldição continue viva…

Simon agora já tinha explicações para a maldição, era isso que tinha acontecido.

Simon: Eu lamento pela perda da tua mãe…e obrigado por teres ajudado o Trevor Belmont a vencero teu pai.

Aluacard: Não valeu de nada, pois não? Olha, eu acredito que não acredites um meio-vâmpiro como eu mas, eu vou-te ajudar a derrotares o meu pai queres queiras quer não.

Alucard começa a andar, virando as costas ao Simon.

Alucard: Despacha-te, eu sei o caminho.

Alucard e Simon entraram numa espécie de masmorra por uma passagem secreta que Simon desconhecia até mesmo depois de ter ouvido as interminaveis histórias do Christopher Belmont. A masmorra era grande e húmida, haviam restos humanos no chão e manchas de sangue nas paredes; as tochas que estavam nas paredes, pouco iluminavam aquele local húmido e assustador. Simon olhava muito para os restos mortais que estavam no chão, mergulhados em água.

Alucard: Não te assustes – Ele diz – Eu quando era mais novo, ouvia essaspessoas a morrer – Alucard dizia sem expressão alguma, Simon pelo contrário, estava com um pouco de medo, especialmente depois de ter visto mortos a caminharem novamente para o tentarem matar – Só para veres como a cabeça do meu pai está…parece que não é ele mesmo – Ele continuava a andar subindo umas escadas – Quando ele se casou com a minha mãe, ele não era assim…

As escadas que ambos subiram, deram a uma espécie de biblioteca grande. Era um local menos deprimente: as paredes tinham um cor-de-rosa e o chão era de madeira; os livros não mostravam rituais ou algo do género mas sim, histórias que se contavam naquela época e romances.

Alucard: Era aqui que o meu pai passava as tardes quando se casou com a minha mãe. Como podes ver, o seu coração não era tão frio.

Simon estava pasmado! Ele apostava que o seu antepassado desconhecia o lado bom do Drácula.

Alucard: Apartir daqui temos um camnho menor a dar para chegar à sala de trono do meu pai – Ele reparou que o Simon estava muito impressionado – Ahah, tu desconhecias o lado bom do meu pai, certo?

Simon: Absolutamente – Ele dizia ainda pasmado – Nem me passava pela cabeça, depois daquelas mortes todas causadas por ele.

Alucard: Mas isso era o passado…ele agora está uma terrivel criatura que precisa de ser destruída! Mesmo que eu não seija aceite pelos humanos, eu sou contra o meu pai e irei fazer tudo por tudo para o destruír! Eu uma vez sonhei com a minha mãe…ela disse-me “Meu filho, não deixes o teu pai fazer o que ele está a fazer…faz com que ele volte para mim” e é isso que eu vou fazer! Ao destrui-lo, ele e a minha mãe serão reunidos e ele volta a ter um coração. Mas o que me faz odiá-lo mais, foi que quando eu lhe disse que o que ele estava a fazer era errado, ele virou-se contra mim e mandou-me matar…agora está na altura dele…ah deculpa por te encher com histórias minhas! Vamos agora para a sala de trono.

O Drácula bebia o sangue humano, sentado no seu trono à espera de boas noticias, as noticias que diziam que o Simon estava morto, mas recebeu uma muito má.

Morte: Senhor! Não sabe o que aconteceu!

Drácula para de beber e olha para o Morte.

Morte: O Simon juntou forças com o seu filho, Alucard!

Isto deixou Drácula sem palavras, sem expressão, foi simplesmente algo muito inesperado…ele deixa cair o seu copo e levanta-se do seu trono.

Drácula: COMO?! O ALUCARD?! COMO PODE SER!!! EU PENSEI QUE ELE TINHA SIDO MORTO POR HUMANOS DEPOIS DA BATALHA CONTRA O TREVOR BELMONT!!

Morte: Aparentemente o seu filho ficou na casa dos Belmont para esconder-se dos humanos e mais tarde viveu num esconderijo na Transilvânia porque estar com os Belmont era muito arriscado devido à presença de humanos por perto… — O Morte sabia que o Drácula iria ficar muito chateado!

Drácula: E PORQUE NÃO ME DISSESTE?!

Morte: Nós apenas o encontrámos pouco antes de você ter sido ressuscitado novamente!

Drácula: CHEGA!!! QUERO QUE O LIBERTEM!!

O Morte ficou calado…o Drácula guardara algo que iria matar o Simon de vez, mas parece que também tencionava em matar o seu filho!

Morte: Tem a certeza? Não acha que se pensasse bem, matar o seu filho causará uma má reputação…

Drácula: NÃO QUERO SABER DA MINHA REPUTAÇÃO! Quero-o atrás do Alucard e do Belmont!

Alucard pressentia perigo muito perto deles…

Alucard: Simon, estou a pressentir algo…

Simon: O quê? – Simon ficou preocupado e nervoso.

Alucard: Não pode ser ele! Simon fo…

A parede explode com grande impacto! Ambos, Alucard e Simon, caem para trás com grande força! E quem fez aquele golpe tinha sido… o monstro do Dr. Frankanstein!

Alucard: Este idiota outra vez! – Alucard já tinha tido batalhas com este monstro na hera da familia Van Helsing e parece que ele tinha regressado para mais! – Eu agora não estou com os Van Helsing, mas ainda te posso matar sua criatura horrorosa!

Alucard retira uma grande espada das suas caças negras e dá um grande salto, querendo caír com a espada apontada para a cabeça do monstro mas este era muito forte, ele faz um movimento com a mão esquerda e o Alucard é lançado com grande impacto contra uma parede.

Simon pega no seu vampire killer e lança-o contra um dos braços do monstro. Este, faz um movimento com o braço que faz o Simon voar pelo ar. Mas ele ainda estava agarrado ao seu chicote e este estava preso ao braço do monstro! O Monstro do Dr. Frankanstein pega no chicote que estava preso ao seu braço e faz uns movimentos circulares que fez com que o Simon voa-se aos circulos no ar, era um bom método de distraição! Enquando o Monstro tentava apanhar balanço para lançar o Simon, Alucard levanta-se e com uma velocidade incrivel, atira a sua espada contra o coração da criatura e esta deixa caír o Simon.

Alucard: É o teu fim, criatura! – Com o escudo que o Alucard trazia na sua mão, ele faz um corte no pescoço do Monstro e este cai no chão deitando sangue pelo seu corpo.

O Simon estava no chão, muito dorido devido ao balanço que o Monstro já tinha ganho.

Alucard: Estás bem, Belmont? – Alucard pega na mão do Simon e levanta-o.

Simon: Sim, estou bem. Nunca imaginava que eu iria usar esta táctica com o vampire killer – Simon diz, sorrindo.

Morte corre para o Drácula muito nervoso! Drácula aprecebe-se do seu nervosismo e fica preocupado.

Drácula: Diz-me que ele os matou!

O Morte fica com medo de lhe dizer a verdade, isto significaria que o Drácula teria que lutar contra o Alucard e o Simon por ele próprio.

Morte: Ambos derrotaram o Monstro do Frankanstein…

Drácula: O QUÊ?!!! – Os olhos de Drácula ficaram mais vermelhos e brilhantes que nunca! – VAI MATÁ-LOS!

Morte: Com certeza Senhor – A Morte era “algo” muito forte! Ele tinha o poder da Morte por isso não seria muito dificil de matar o Simon mas, o Alucard era um meio-vâmpiro, mesmo que o conseguisse matar o seu lado humano, o seu lado de vampiro poderia continuar vivo e isso o faria ter mais trabalho e mais dificil seria de o matar, especialmente por ele ser o filho do próprio Conde Drácula.

Drácula: Eu quero que tragas a cabeça do Simon! E quero que tragas o Alucard inconsciente, eu quero matar com as minhas próprias mãos!

O Morte recua, desaparecendo nas sombras daquela sala de trono.

Alucard: Foge! Alguém nos persegue!

Ambos fogem pelos corredores longos do Castlevania enquanto houviam vários passos!

Simon: Quem nos persegue? – Simon pergunta enquanto corria o mais depressa possivel.

Alucard: São os Padres das Sombras! – Alucard exclama, quase sem folgo – Eles têm uma conecção com o Morte!

Simon: Morte?

Alucard: Sim! O espírito que traz a morte às espécies.

Simon: Ele trabalha para o teu pai?!

Simon sabia quem era o Morte, mas não fazia a menor ideia que o Morte trabalhava para o Drácula, era sem dúvida uma revelação muito importante! Assim o Simon sabia o que esperar mas, oproblema era que, como é que alguém vence a própria Morte?

Ambos entram por uma porta de madeira e fecham-na rapidamente. Eles estavam numa situação perigosa! Era um caminho de pedra pouco estreito na parte de fora do castelo a vários metros do chão.

Alucard: Isto vai-nos atrasar! – Alucard exclama – Rápido! Não temos muito tempo antes deles abrirem a porta!

Alucard desaparece.

Simon: Alucard! Onde estás? – Simon olhava para todas as direcções mas não o via. Ele não podia perder tempo, então começa a passar pelo caminho, com medo de caír para o lado e morrer.

Simon: Estou quase lá! – A porta que ficava do outro lado, ele estava a meio do caminho até que a porta que estava atrás dele abre-se!

Ele consegue chegar ao outro lado enquanto os Padres das Sombras ainda estavam a tentar chegar para perto do Simon mas este é esperto e lança o seu chicote contra os seus inimigos e estes caiem.

Simon: Esta foi por pouco – Diz ele sem folgo fechando a porta.

Quando se vira, vê um pequeno morcego que se transforma em Alucard.

Simon: Então tu eras aquele morcego?! Porque não me ajudaste??

Alucard: Tu tens que aprender a tomar a responsabilidade de um Belmont, não podes apenas deixar os problemas para mim.

Simon então lembra-se que a razão de ele estar no Castlevania era para salvar a sua terra e o resto do planeta, ele tinha-se esquecido completamente!

Simon: Como pude ser tão idiota?? Desculpa, Alucard…tens razão.

Mas o Alucard estava de costas viradas, muito quieto.

Alucard: Belmont, parece que temos companhia.

Uma chama azul dava luz para aquela sala de pedra muito escura. Quem lá estava, era o próprio Morte. O seu rosto de morto fez com que o Simon recua-se com medo. “É agora!” ele apanha coragem e vai para perto dele.

Morte: Alucard…Simon…bem, parece que estou aqui para buscar as vossas almas.

Simon: Eu nunca te entregarei a alma tão facilmente!

Simon corre contra o Morte mas este desvia-se com um movimento muito leve e o Simon cai no chão.

Morte: Ahahah, vocês acham que me vão derrotar – O Morte pega numa catana e tenta matar o Alucard com ela, mas este transforma-se e esconde-se – Estás a fugir Alucard? O teu pai quer ver-te!

Alucard ficou com mais fúria e voltou ao seu estado humano.

Alucard: Simon! Vou ter que te deixar aqui! Eu vou enfrentar o meu pai!

Ele vira as costas ao Simon que estava no chão, à beira da morte e corre para a sala de trono do seu pai.

O Simon levanta-se.

Simon: Parece que somos só eu e tu.

O Morte faz um riso baixo. Ele prepara a sua catana para atacar o Simon mas esta lança o seu vampire killer no momento certo e esta faz um nó na catana.

Morte: És esperto, mas não tão esperto para venceres a própria morte!

O Morte faz um movimento com a catana e o vampire killer fica cortado a meio! Como era isto possivel?!

Simon: Não pode ser possivel!! – Simon agora pegava numa metade da sua arma que não lhe tinha servido de muito! – Isto era suposto ser a arma poderosa dos Belmont! Afinal é uma porcaria! Isto não tem valor!

Morte: Estás pronto para aceitar a tua morte? – Ele voa em direcção ao Simon que estava sem expressão, a, praticamente, ver a sua própria morte até que algo aconteceu. O vampire killer começou a ficar mais duro e quando reparou, o chicote tinha-se tornado numa grande corrente muito forte! Seria este o tal poder que ele tinha ouvido falar? Então, Simon lança o vampire killer contra O Morte e este é lançado para trás com grande impacto.

Morte: O que se passou?! – Ele estava a desaparecer aos poucos!

Simon: Este é o verdadeiro poder do Vampire Killer! – Simon não podia acreditar! Ele tinha vencido a própria morte! Como era possivel?! Era algo fora deste mundo! (literalmente).

Simon observava O Morte a desaparecer e no fim, lembra-se que tem uma batalha para enfrentar.

Simon chega à sala de trono onde o Conde Drácula enfrentava o seu filho, Alucard.

Drácula: Meu filho, tu estás a cometer um erro! Junta-te comigo e ambos iremos reinar esta dimensão!

Estas palavras não enganavam Alucard! Ele fazia frente ao seu pai, ao contrário de todas as outras criaturas da segunda dimensão.

Alucard: Tu estás louco! O que tu estás a fazer não é correcto! Achas que a mãe…

Drácula: A tua mãe foi morta por humanos! É algo que tem que ser feito!

Alucard: A mãe também não queria que tu matasses os da sua espécie! Eu percebo que eles mataram-na, mas a sua vontade não era matá-los!

Drácula: Chega filho! Eu farei tudo por tudo para conquistar este mundo e transformar estes miseraveis humanos em meus escravos!

Alucard: Não tenho outra escolha!

Alucard corre com a sua espada apontada para o seu pai mas este desaparece, e a sua espada também!. De um momento para o outro, Drácula aparece com a espada na mão, por detrás do Alucard e espeta-lhe nas costas, friamente.

Simon: NÃAAAAO! Como pudeste?? Era o teu próprio filho! – Simon não podia acreditar da crueldade cometida por Drácula.

Simon corre e lança o seu vampire killer contra o abdomen do Conde Drácula e este recua. Ele começa a largar sangue com uma cor irregular.

Drácula: Parece que a tua arminha está mais forte… — Drácula olhava espantado para o seu abdomen que sangrava – Mas não me consegues derrotar assim!

Drácula corre numa velocidade inacreditavel e bate com grande impacto no Belmont. Simon é lançado para trás.

Drácula: Nenhum humano me consegue vencer…

Simon repara nas velas que estavam penduradas e lança o vampire killer contra estas. Elas caiem e o trono e a carpete começam a arder!

Drácula olhava para o seu trono a arder e de repente olha para o Simon com um ar de fúria.

Drácula: Como pudeste?! EU VOU-E MATAR!

Alucard aparece por detrás e lança-lhe contra o fogo. Algo de inesperado acontece, o fogo não atingia o Drácula, em vez disso, vez um circulo de fogo em seu redor!

Simon: Como pode ser?! – Ele estava chocado com aquilo tudo! Não havia maneira de o matar!

Alucard pega na sua espada que estava no chão, rapidamente antes de o Drácula usar o fogo que o rodeada como arma e olha fixamente para o seu pai que se ria maléficamente e lança-lha contra a cabeça. O fogo então desaparece e o Drácula cai fraco no chão.

Alucard: É o teu fim! – Alucard exclama olhando para o seu pai que estava quase morto no chão.

Mas ele ergue a cabeça, os seus dentes tinham crescido radicalmente, prontos para chupar o sangue, até mesmo do seu próprio filho mas o Simon lança o seu vampire killer e este cai no chão morto. O seu corpo desaparece com uma poeira escura e o castelo começa a tremer.

Alucard: Simon! Precisamos de fugir deste castelo! Rápido!

Alucard abre uma janela que estava na sala de trono.

Alucard: agarra-te a mim – Ele transforma-se em morcego e Simon agarra-se a ele. Será que isto ia resultar? Afinal de contas ele era apenas um morcego, mas surpreendentemente, Alucard conseguiu aguentar com o Simon e ambos voavam , preparados para descer levemente. O Castlevania estava a ir-se a baixo, uma espécie de buraco nego o estava a puxa-lo e seria destruido para sempre! A maldição estava terminada!

Simon cai levemente no chão e Alucard volta à sua forma original.

Alucard: Bem, o meu trabalho está feito…lutaste bem, jovem Belmont.

Ambos sorriram e deram um aperto de mão. Estava um belo pôr do sol, algo que não tinha sido visto desde que o castelo apareceu na Terra uma vez mais.

Alucard: O Morte está morto, já não há ninguém para poder continuar a maldição. Eu fico eternamente grato.

Simon: Foi também o meu dever, espero que tudo te corra bem.

Alucard: Agora vai correr, a minha mãe estará feliz. Muito obrigado.

Alucard desaparece e Simon volta para o seu lar, na pequena aldeia da Transilvania.

“Infelizmente, Drácula antes de morrer, lançou uma maldição em Simon e três meses deopis da famosa batalha entre o Conde Drácula e o Simon Belmont, este morre.”

FIM

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