Castelo das Lady's Pierce

8 Capitulo 7 - Notificada a Noivar


Notas iniciais
Olá galerinha ! Novo capítulo, as emoções vão começar a sair da flor da pele. boa leitura ♥

2 meses depois...

Aquele salvamento havia sido um acto de um anjo caido do céu, e Damon queria muito mais agora poder encontrar essa bela moça que o deixava de tal modo tão perdido de amor.

É certo que a cidade de Sófia era grande e talvez seria quase impossivel de achar uma bela loira de aspecto belo, sendo que na prática teria muito para pedalar.

Primeiro teria de ter a gentileza de ir na grande e majestosa Camera de sociedade mestre procurar algum tipo de registo de uma familia recem chegada na cidade, ou até mesmo no pais, quem sabe. Claro está que seria como procurar uma agulha no palheiro, e todos os dias, se não meses, um novo habitante entrava na cidade. Mesmo assim ele mantinha-se confiante.

Ao entrar no salão mestre de registos, ele pediu licença para entrar, onde foi devidamente encaminhado para um notário rigorosos de vistos de entrada e saida de um pais. O senhor de aparemente aspecto grisalho, o ajudou com algumas informações, cujo interessaram ao rapaz.

— Segundo as caracteristicas que o senhor descreve, penso que possa existir efectivametne uma familia dentro dos parametros e que de facto é recentemente nova na cidade. — ele sorriu perante uma mera ajuda. — A familia em questão é a Mikaelson! — ele repetiu mentalmente "Mikaelson". — Eles compraram algumas propriedades na zona leste de Sófia, e pelo que sei são oriundos de Nova Inglaterra, pessoas bastante ricas! — Damon fez um contorcer dos lábios. — Mas se não for indescrição, porque os procura?

— Curiosidade apenas! — respondeu o rapaz rapidamente não entrando em detalhes sobre nada, pois ninguém tinha haver com isso.

— Certo, mesmo assim procure quando necessário, estarei a sua disposição, senhor Salvatore! — o senhor despediu-se, e Damon encaminhou para a entrada, saindo a pensar sempre no sobrenome "Mikaelson".

Por esse pensamento ele trilho até algumas tabernas da cidade, ele ponderou de devia ou não continuar sua investigação. Pois um sobrenome não lhe daria uma localização exata, a menos que alguém por ai soubesse, certo?

Era fácil muitas vezes conseguir este tipo de informações com as alcoviteiras da cidade, que todos os dias sentavam na frente da janela vendo que passa e conversando entre si, principalmente da vida alheia.

Pensando desso modo, ele deixou mesmo para uma hora mais tarde a sua ida a taberna, onde na troca decidiu ir na casa de chá Inglês na cidade. Lá todas as mulheres se concentravam em massa e todas elas sabiam mais do que aparamente alguém sabia.

Ele entrou, o som acompanhado de conversa era intenso, quase tão incomodo, mas enfim ele estava no lugar sagrado das mulheres, certo? Ainda assim deu uns passos, mesmo tendo aquela ligeira impressão de que alguém o olhava e comentava em suas costas palavras desagradáveis.

Deu de ombros é certo, pois mostrava que isso não o preocupava e seguiu até uma mesa onde com gentileza pediu a moça para levantar. A pessoa pelo qual Damon acabava de abordar era um tanto mais conhecida como a pior lingua da cidade. Para uns um tanto afiada, mas para outros só maldade.

— Pois, não senhor Salvatore! — ela fez uma vénia mostrando superioridade.

— Senhorita Amara preciso de umas informações. — segredou bem baixo para que ninguém além dela pudesse escutar. — Sei que é a melhor informante da cidade e por outro lado sei que pode ajudar.

— E qual seria a informação que procura? — ele sorriu começando a gostar do declino que a conversa tomava.

— Necessito de saber onde fica a residência Mikaelson! — ela revirou os olhos, ele estranhou. — Algum problema?

— Na verdade não é o primeiro que pergunta! — disse ela. — Todas e todos questionam pelo mesmo.

— Sabe ou não? — ele começou a ficar impaciente.

— É claro que sei!

***

Desde que estava de castigo, Katherine praticamente não saia mais de seu aposento para se encontrar com Lorde Elijah. É certo que isso a deixava um tanto irritada, pois sentia-se uma autentica prisioneira, enquanto outros aproveitam seus dias felizes do lado de fora.

Ela andou de um lado para o outro, e irritada como estava acabou destruindo um dos seus prediletos quadros, lançando uma jarra de cristal. Meredith, sua ama, manteve sempre o silencio, pois vendo que a jovem bem não estava ela recolhia suas palavras bem antes de a proferir.

No entanto, houve um momento em que a raiva se tornou amor em face de palavras quando a jovem desistiu de lutar contra a realidade de ficar presa. Nessa feita ela pegou um bloco de papel amarelo e começou a redigir na sua caligrafia cuidada uma carta para seu amado.

"Não sei se já me esqueces-te ou se ainda procuras, mas eu continuo aqui, presa neste castelo onde o dia e a noite sempre são iguais.
Eu sei, já lá vai um tempo desde que não nos vemos, e que de certo quando leres minha carta aquilo que antes tinhamos deixará de fazer sentido, mas confesso, ainda continuo a gostar de ti, pois amor, pelo que sei não é um sentimento que se esquece assim, e que o tempo até que isso aconteça é uma infinidade de horas. Enfim, lamento mesmo, espero que um dia eu possa voltar a ver-te, deslumbrar meu olhar quando encontrar o teu e sentir minha chama arder como na primeira vez. Assim me despeço.
Com doces beijos, tua Khaterine"

Quando terminou de escrever a carta, ela beijou delicadamente o papel o celando em um pequeno envolope perfumado de seu amora. Só então voltou para sua ama, com seus olhos brilhantes.

— Meredith! — ela acentiu aproximando mesmo continuamente em silencio.

— Preciso que entregues esta carta a Lorde Elijah! — ela esticou delicamente a mão para receber o envolope branco. — É muito importante para mim que ele leia. E por favor, diz a ele que estou presa aqui, quer dizer a carta em semi palavras irá falar isso, mas dizer nunca é demais.

— Com certeza! — ela fez uma vénia saindo do aposente da jovem.
Katherine ao ficar sozinha no seu espaço, suspirou voltando seus olhos ao espelho que via refletida sua imagem. Embora em outra hora ela pudesse simplesmente admirar sua beleza, tal efeito no momento não se nutria.

Ao inverso de se achar bela, ela se achava intensamente triste naquele instante, não que o arrependimento batesse em sua porta por ter enfrentado seu pai com dura postura.

Mas por temer ser esquecida. Talvez o medo fosse seu pior inimigo, ainda pior que a morte que apesar de dura não fazia ser totalmente esquecida.

(....)

Umas infindas horas, ela continuou presa aquela espera, uma resposta era muito importante para si. Era nestas horas que ela sentia que talvez a sua caçula irmã, não fosse tão má assim, e que sua companhia mesmo desprovida de algum senso de humor fosse melhor que o silencio das paredes.

Contudo, quando preparava-se para ir sentar na janela, a porta se abriu, Katherine podia sorrir e levantar automaticamente se a pessoa pelo qual entrasse fosse Meredith, mas não, era simplesmente seu pai.

— Katherine! — ela baixou o olhar gradualmente face a figura de seu pai. — Estás livre do castigo, mas.. — ela levantou os olhos lentamente quase que sorrindo, mesmo não mostrando seus dentes perfeitos e mentalmente perguntou "mas?".

— Terás de seguir minhas regras, começando por aceitar teu legitimo noivo que virá esta noite conhecer-te.

O seu sorriso desvaneceu a quatro cantos ao ver uma péssima contra partida há sua liberdade. A sua prisão apenas estava a ser revalidada, embora metaforicamente.

Ela não queria aceitar, ela jamais ia aceitar noivar um homem cujo não conhecia e pior mesmo era estar apaixonada por outro.

— Meu pai! — ela atreveu-se um vez de tantas pela sua vida. — Eu não posso noivar um homem que escolhas para mim. — Lorde Pierce ergueu a sobrancelha.

— Porque sou apaixonada por outro homem, cujo entreguei meu coração.

Ele não levou a bem as palavras da jovem donzela e enforecido pegou na mão da filha de uma forma pelo qual nunca havia pegado e disse:

— Filha minha será inteiramente fiel ao homem que eu escolher! — Katherine olhou para o lado, mas ele com sua grande mão, seus dedos grossos tocou o rosto dela obrigando encarar seus olhos. — Amor e paixão são sentimentos que uma Lady não deve sentir por homem algum que não aquele que será seu até a morte.

— Não aceito! O pai não pode obrigar a fazer uma vida que eu não quero, ser infeliz para sua vontade e amar quem não conheço e não respeito. — ele estava pronto para protestar, mas ela continuo. — Se o pai algum dia amou minha mãe, sabe que amor é um sentimento puro que quando sentido, ele não sai mais de nós. — ela falava com lágrimas crescentes em seus olhos.

— Logo a noite no salão! — Lorde Pierce mostrou-se irredutivel e caminhou para a porta. — Veste o teu melhor vestido, quero surpreendas. — e assim saiu.

Pior do que se sentir sozinha, era sentir obrigada a fazer uma coisa que pelo qual não queria. Katherine não queria casar com esse homem, ela queria apenas Elijah, seu grande amor. Mas sua história seria tão trágica quanto a história de amor de Pedro e Inês.

Amores proibidos eram condenados com pena de morte, a sangue jorrado sob a lápide. Inês de Castro, segundo a história havia morrido apunha-la a ordens do rei, pai de D. Pedro. Tudo só por não amar sua mulher prometida a e troca-la a ponto de uma ama, tão mais bela e encantadora que ela.

***

— Anda logo, não tenho o dia todo, Amara! — ele apressou ela que mostrava seus rodeios.

— Propriedade do celeiro do sol é onde fica a mansão dos Mikaelson. — acabou por dizer. — Cuidado Damon.. — ele a olhou. — Há quem diga que essas pessoas não são tão aquilo que parecem. — revirou os olhos não estando para continuar a escutar conversita de treta, tanto quanto já tinha o que queria.

Voltando a estrada ele partiu em rumo a propriedade pronto para encontrar essa bela moça que desde então não saia mais de sua cabeça e talvez de seus olhos agora.

***

Elijah dialumbava pelos jardins do castelo preocupado com o sumiço da sua Katherine, quando avistou a sua ama e a abordou casualmente.

— Ama Meredith! — chamou baixo, e ela aproximou como se estivesse com medo do que ele fosse, mesmo não sabendo na verdade.

— Lady Katherine mandou entregar esta carta, senhor. — ela estendeu a mão entregando o envolope. — Ela mandou dizer também que está presa no aposento, por estar de castigo.

Ele ficou de semblante triste ao abrir a carta e começar a ler as palavras doces dela, e assim que terminou levantou os olhos a senhorita e disse:

— Por favor, diz a ela que eu estarei aqui a espera dela o tempo que for necessário, pois não irei desistir dela nunca. — ela acentiu afastando pouco a pouco.

Notas finais
Gostaram? Comentem e favoritem ♥ Até domingo, pois tem novo capítulo.