Castelo das Lady's Pierce

15 Capitulo 14 - Retorno da Alma perdida


Notas iniciais
Olá meninas ♥ Eis um novo capítulo para vocês. Peço que comentem, favoritem e quem é fã de 50 tons que dê uma olhada na nova fic. :) "Herança do Amor" boa leitura

5 dias depois...

Lady Elena regressa uma vez mais ao seu castelo, precisava de recompor suas forças e desistir de uma vez de procurar por Katherine, e por outro lado tentar esquecer Damon que não era mais a mesma pessoa que havia conhecido uns tantos anos atrás. Já Stefan havia se mostrado um autentico amigo, aquele que não entendia como a irmã podia dispensa-lo para ir atrás de um amor que podia acabar, cujo não havia juras de um futuro feliz. Mas também não podia querer o mal dela, Elena gostava demais de Katherine para que a visse infeliz em sua vida, por outro lado, também não gostava de ver o amigo mal por não ser totalmente correspondido a quem tanto amava e com certeza faria tudo só para ver essa pessoa bem.

— Senhorita Elena! — a jovem vira-se automaticamente ao escutar o seu nome. e pousa as mãos por entre as abas do vestido azul. — Telegrama para si! — é entregue em suas mãos um envolope lacrado, não sabendo quem seria a pessoa tentando contacta-la.

— Quem será? — a garota atreve a perguntar, mas Caroline apenas acena "um não sei".

Ao ver que a unica alternativa de saber sobre o assunto e quem seria era abrindo e lendo. De fato sobmetida pela curiosidade constante, abriu o envolope e cuidados começou a lê-lo. A caligrafia ali cravada era nobre, mas ao mesmo tempo, Elena conhecia aquele manuscrito, e só existia uma pessoa que usava aquelas palavras iniciais e que com tudo assinava sempre da mesma forma inigmática.

— Katherine! — sussurrou baixo.

Então ao começar a passar os olhos pelo inicio uma vez mais começou a ler direto e cada palavra encheu o seu coração de saudades.

"Minha querida, eu sei que faço falta ai e que deves questionar-te porque eu não disse nada antes. Mas respondo com sinceras palavras que foram os dias mais complicados da minha vida, e que não deu para contactar contigo.

Espero que estejas bem e que o nosso pai perdoe os meus erros, mas a verdade é que não podia casar com quem eu não amava. Tu conheces a minha pessoa, sabes que nunca seria feliz ao lado de um desconhecido. E depois o meu coração já estava conquistado por Elijah O homem que eu amo e que me deu abrigo.

Sim, eu estou com ele, e não perdida por ai como podias eventualmente achar. Mas a certa altura me perdi, contudo sabes o quanto sou teimosa para aceitar que errei. Porém, não estou escrevendo para ti para falar dessas coisas inuteis, e sabes que o tempo é para ser valorizado com outros conceitos.

Quero que saibas que estou bem, e que quero muito que venhas me ver, não importa o dia ou a hora, só aparece por favor. No entanto peço, não digas para Lorde Pierce, ele vai ficar zangado e quererá minha cabeça. Lamento ter de falar assim, mas ele é nosso pai querido, mas infelizmente conhecendo ele como conheço, a honra fica sempre em primeiro lugar.

Espero por ti.

Da tua doce e única amiga

Candura dos teus sonhos indeterminados..."

Os seus olhos encheram-se de lágrimas, Caroline ofereceu um lenço de seda azul e a jovem acabou aceitando, tirando os pequnos gotejos de seu rosto e ergueu o olhar.

— Vou procurar por ela, eu preciso de contar que o nosso pai está morto. — a ama assentiu. — Manda preparar a carroagem, irei sair agora.

(...)

Já no meio da viagem, Lady Elena setia o medo de não encontrar a irmã como inicialmente pensava ser fácil, no entanto não era de sua indole desistir.
Caroline havia acompanhado a jovem fielmente como uma guardiã, o que na medida do possivel não queria isso dizer que concordava com as ideias um tanto absurdas de Elena.

Ao sentir que os cavalos freavam o seu passo, o chocheiro desce abrindo a porta da carrogam para ambas as mulheres. A jovem Pierce é a primeira a pisar o solo fresco e irregular.

— Menina deixe que eu a ajudo! — o cocheiro aproximou oferecendo apoio, óbvio que acabou não tendo como recusar já que o próprio vestido dificultava todo o caminhar.

A noite começa a cair no horizonte, as buscas continuavam incansavelmente até começarem a se escutar passos apressados.

— Para trás! — ordenou um dos guardas em jeito de as manter a salvo de um eventual perigo.

— Não deviamos ter vindo, eu disse que era perigoso demais. — afirmou Caroline encaminhando Lady Elena de volta à carroagem.

Por outro lado os passos escutados anteriormente, eram mais que meros passos humanos, mas de um brutal vampiro sedento em busca de seu alimento. No entanto mesmo na sua busca incansável não recuou o passo ao avistar dois dos homens que serviam a guarda de Elena, os atacou com uma rapidez impressionante de os deixar sem reação ou tempo de defesa. As suas presas já pressionavam a pele permitindo se soltar o fluido sangue para seu deliciar.

Embora satisfeito, ele não era burro de perceber que estava sozinho naquela incruzilhada, na verdade a mais ou menos poucos passos de distancia estavam duas mulheres sob a defesa de um velho homem que servias.

Roger gostava de turturar suas presas, mesmo que depois de tanto brincar com o alimento acabasse não se alimentando dele. O prazer estava mesmo na morte.

Afinal em tantos séculos de sua existência havia morto toda a sua familia, pelo que nunca se havia arrependido nem nos seus piores dias ou pesadelos.
Passo a passo avistou a carroagem,os já faziam barulho face ao perigo que curiosamente sentiam, manisfestavam pânico.

Elena olhava assustada para cada lado, Caroline submetia-se apenas a suas rezas. Obviamente que o pobre homem acabou sendo sacreficado ali diante dos olhos horrorizados da jovem que olhava para fora do vidro.

— Vamos morrer! — diz Caroline levando as mãos ao nivel da nuca.

***

Longe de imaginar o pânico que a irmã vivenciava no momento, Katherine disfrutava do calor da lareira da mansão Mikaelson, enquanto Klaus contava histórias do malvado irmão. Esther tal como toda a vez, permanecia imovel oscilando o seu olhara todos os filhos e inclusive aquela humana que tão atraente era opor seu cheiro intenso.

A morena estremecia sempre que o olhar daquela mulher caia em si Elijah que observava cada movimento ocular da mãe já havia percebido bem o desconforto que isso causava na sua amada e por isso mesmo já colocava a mão pelo ombro da mulher que fuzilava o seu olhar cruel.

— Precisamos falar na sala intima! — pediu ele ao qual com um aceno pedia licença por abandonar a animada hora de histórias do seu tão querido irmão.

Ao perceber que Elijah gentilmente havia chamado a mãe para uma conversa privada, Katherine podia assim tranquilizar o seu semblante.

Por outro lado, Esther não gostava nem um pouco do modo como seu filho mais velho a abordava com tamanho desprezo ao ponto de obriga-la abandonar o seu cantinho.

— Por favor cê breve! — pediu ela ao encostar o seu braço no ombro do grande móvel que cobria grande parte da sala.

— Já percebi que não gosta de Katherine, mas isso também não lhe dá o direito de a deixar desconfortável perante sua presença. — argumentou ele cheio de si em defender a mulher que amava. — Pois querendo ou não, com apoio ou sem ele, pretendo construir uma vida com ela, dar aquilo a que tem direito.

Ouvindo aquelas palavras tão nobres de seu filho, Esther não conseguiu não conter uma grande gargalhada para grande desanimo dele.

— Dar aquilo a que tem direito... — repete aquelas palavras finais do discurso. — Lamento desapontar tal sabedoria tão sábia, mas pelo simples facto de nunca poder vir a ter um filho teu.

— Amor e mutua cumplicidade não se baseam no conceito familia, mãe. — esta oscila o olhar deixando assim sobrecair sobre os vidros da porta envidraçada. — Os filhos são uma benção ba vida de alguém, mas não a solução para um amor condenado como o seu com o pai.

— Não vamos começar esse assunto novamente! — bate o punho ao ver a ferida sendo aberta literalmente.

— Então vai deixar-me ser feliz e em troca não intimida mais a minha noiva..

— Como é? — Esther ergue a sobrancelha ao escutar "noiva".

— É como escutou e acho que já terminamos esta conversa.

Elijah dá as costas para a mãe e volta até à sala onde o decurso da história havia mudado radicalmente.

(...)

Pela manhã Katherine foi a primeira acordar e como não estava na disposição de incomodar o homem que amava, acabou saindo da cama em direção ao banheiro onde uma serviçal seguida por Meredith preparava o banho.
Ao entrar dentro das aguas quentes da banheira, a morena começou a pensar. Inicialmente os seus pensamentos sobrecairam sobre a própria familia, e na falta que Elena lhe causava, embora em sua grande maoria estivessem sempre em pequenos conflitos. Talvez não a irmã, afinal ela via o mundo com tanta transparencia, que tudo não passava do acaso.

Mas volta e meia a lembrança sobrecaia no pai e no desejo de a ver casada sem qualquer tipo de sentimento por um homem cujo nunca havia visto, ou sentia sequer qualquer tipo de amor, era como assinar um contrato de infelicidade eterna. Tudo isso por conta de reaver as melhores finanças da familia.. Como tal, Katherine nunca tencionava perdoar o pai por isso, por simplesmente olhar para a filha em meio de troca de bens.
Dessa forma Lady Pierce apenas seguiu a sua linha de pensamento e hoje não era dia de arrependimento.

Concluida essa reflexão molhada acabou sendo ajudada com alguns ajustes do vestido, visto que era dia de tirar medidas com a modista que fazia sua visita semanal na mansão Mikaelson.
Rebekah de todas as presentes era a que mais animada se mostrava, já que o seu closet estava sempre em uma constante mudança e as serivais quese não davam conta do intenso serviço.

— Já disse que quero um vestido vermelho, mas de ordem quero alguns brilhantes no corpete. — a modista anotava todos os pedidos extravagantes da loira. — Há, e não esqueça do meu decote em "V", é ótimo modo de reter atenção dos homens.

A mulher assentiu em silêncio a mais um pequeno capricho anotando claramente.

Momentos depois entrava pela sala dentro Niklaus sem qualquer problema em deixar as mulheres perturbadas a sua simples presença.

— Nik, sai já daqui! .- ordenou Rebekah pouco humorada o que dez o irmão rir a gosto.

— Até parece que vi alguma coisa que não devia. — brincou ao aproximar da morena que ao contrário da loira não havia proferido uma palavra sequer. — Está tudo bem cunhadinha? — Katherine desceu de seus pensamentos e reverteu seu olhar ao loiro.

— Porque não havia de estar? — perguntou sem qualquer descrença.

— Por nada! — terminou assim aquele interrogatório acenando com a mão a todas abandonando a sala desse modo.

Aproveitando a saida dele, Rebekah não perdeu nem um minuto para fazer uma de suas intrevenções mirabulantes.

— Meu irmão quando quer consegue ser muito desagradável, mas também preciso de confessar que chega a ser engraçado, lá no seu modo criativo, se é que me entendes!

— De facto, mas não perturbou nem um bocadinho se queres que te diga. — comentou a morena admirando a sua postura elegante no espelho grandioso. -

O vestido está muito bom, obrigado. — falou para a modista que havia acertado os últimos pontos.

***

Em gesto de começar a destabilizar a própria familia Kol aproximava cada vez mais da mansão Mikaelson com o intuito de causar surpresa inesperada. Mesmo a uma certa distância, o rapaz não pode deixar de ver que a casa em si não estava entregue ao silêncio, ou sequer ao comando da sua tão malvada mãe.

Afinal Esther havia sacreficado tanto por não ter sido responsável ao tenar evitar mais uma morte no seio familiar. A verdade é que a culpa não havia sido sua e o ataque a que havia sido alvo não teve como conseguir uma boa proteção e na consequência o pequeno Finn acabou sendo morto a sangue frio.

Até hoje recordava aquela noite sangrenta na pequena e velha aldeia. Após a transformação, a raiva e o ódio tornaram-se seus aliados na sua vida, até claro conhecer uma humana e ver no fundo de um vampiro sem dor, que existia amor., cujo a guerra acabou destruindo uma vez mais. Então aquele conceito de "proteção" havia ido embora, e consigo trazia o velho Kol de volta sem tensão desaparecer.

Chegou na porta e olhando inicialmente para cada lado deu duas pesadas batidas. Elijah era quem mais próximo da porta estava e logo se apressou para abri-la e dar de caras com o irmão.

— Kol?

— Olá irmão! Presumo que não esperavas minha visita e deixa-me adivinhar, nem a nossa tão amada mãe, que aliás onde ela está?

— E cá está o retorno da alma perdida. — comentou Niklaus entrando na sala em uma batida de palmas emocionante. — Kol Mikaelson, a ovelha que faltava neste rebanho.

Notas finais
Gostaram? que tal o retorno? Comentem, quero a vossa opinião. Favoritem até ao próximo capítulo que irá sair no domingo.