Notas iniciais
♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ Garotas lindas, voltei e hoje vai ser um capitulo bem decisivo. Espero que gostem.

Eu estava acabada, sem forças e sem vontade de viver. Mas tinha que lutar e faria isso pelos meus filhos. Klaus saiu ligando para todo mundo que poderia ajudar, incluindo a Elijah que estava em Nova York a trabalho. Fomos pra casa e nos encontramos com a nossa família. Eu só sabia chorar, e minha mãe me consolava.

–Filha se acalma, Hayley não é tão louca quanto parece. Ela não irá matar meus netos. Ela tem juízo. Nós vamos encontra-lá. Kol era um hacker inteligente e só descobri isso quando ele rastreou a chamada de Hayley.

–Gente, ela está na Georgia, numa cidade velha indo em direção ao Tennessee, e se formos de carro teremos que ir agora. Klaus andava de um lado para o outro tentando se acalmar. Ele estava com as mãos nas têmporas alisando como se tentasse pensar em algo. Ele já havia separado o dinheiro pedido por Hayley, e rezava para que ela não machucasse nosso filhos. A pedido da vadia, só foi eu e Klaus, e Kol sempre se comunicava conosco pelo telefone. Minha mãe havia me chamado num canto da casa e me entregado uma pistola Glock, e para minha sorte, eu havia tido algumas aulas co minha mãe na minha adolescência, então eu sabia bem usa-lá. Eu só pensava em descarregar essa arma na cara de Hayley, mas eu tentava me manter calma, pois não queria fazer bobagem e por em perigo a mim e aos meus filhos e a meu marido. Klaus dirigia feito um louco, mas era por um bom motivo. As rodovias pareciam contribuir conosco. Eu me mexia na cadeira tentado encontrar uma posição confortável, mas eu sabia que só ficaria bem quando tivesse meus filhos de volta. Eu não sabia o que falar, mas eu tinha que puxar assunto com Klaus para acabar o clima chato e tenso ao mesmo tempo. Quando pensei em abrir a boca para falar algo, o meu celular tocou. Atendi e me surpreendi com a ousadia de Hayley. A minha sorte era que Kol havia feito uma ligação do meu celular ao notebook dele, e toda vez que Hayley ligasse para mim ele poderia rastreá-la.

Então Caroline, está fazendo tudo que eu pedi? Saiba que é a vida dos seus filhos que está em jogo, e se eu fosse você, faria tudo que eu pedi sem exitar. Mas como tenho olhos por toda parte, viram você é Klaus saindo da casa sem mais ninguém no encalce. Você é esperta e muito obediente. Mas para te incentivar ao não me enganar, vou colocar seu filho no telefone. Ouvi ela gritando e mandando trazerem o Ethan. Ainda ouvi ela dizer, "Venha garoto fale com a sua mãe". Assim que ouvi meu filho falando, senti meu coração se quebrar.

Mãe vem me buscar, essa mulher disse que ia me matar. Ela bateu na Sophie e disse que vai bater em mim também. Senti um ódio terrível se apossar do meu corpo, e me permiti com pouca confiança, passar o mesmo para meu filho.

–Mamãe vai busca-lo, e cuida da sua irmã, não deixe essa vaca te machucar. Não deixe filho. Cuide da Sophie por mim. Hayley tomou o celular da mão do meu filho e mandou que o levassem embora.

Então Caroline, vou te passar o endereço do local onde estou. Mandarei um SMS, e se for esperta não trará a policia ao local. Pois se eu morrer, seus filhos morrem também. Bye. E desligou o celular. Em menos de um minuto, uma mensagem chegou informando o local. Kol nos ligou e foi nos guiando, pois no meio da confusão esquecemos de trazer nosso GPS.

O local era afastado da cidade e era rodeado de montanhas e penhascos que no fim, tinha rios e grandes rochas. Klaus fazia as curvas numa velocidade tão alta que senti medo de que ele perdesse o controle do carro e caíssemos em um penhasco. O galpão era sujo e escuro, e pela falta de luz, sabia que ficaria mais difícil de detecta-la. Assim que chegamos ela me ligou.

Vejo que já chegou. As ordens são simples. Você vai descer do carro e vai colocar a mala na porta do galpão B2, assim que colocar vai voltar para seu carro e dar a volta no complexo inteiro. Atrás do galpão B9, vai está seus filhos amarrados. Pode ir agora, ou não terei paciência. Assim que desci do carro, Klaus me segurou.

–Aonde você vai? Klaus que ficará silencioso durante toda a viagem, falou. Eu tinha que responder logo, pois sabia que Hayley não estava para brincadeira.

–Ela quer que eu vá sozinha. Então fique aqui e quando me vir voltando, deixe o carro já preparado par sairmos.Ela vai deixar nossos filhos do outro lado do galpão. Klaus assentiu e eu fui até a porta do galpão. Andei por cerca de cinco minutos, pois o lugar era enorme. Assim que deixei a mala, voltei correndo para o carro e Klaus deu partida. Fomos até o final do complexo e percebi que havia muitos galpões e ela poderia está em qualquer um desses. Assim que chegamos no final, entramos na direita e percorremos os galpões tudo de novo. Perto do galpão B9 senti meu coração martelar. Eu consegui distinguir entre a escuridão, duas pequenas sombras sentadas, e amarradas juntas. Eram eles, meus filhos. Assim que o carro parou, desci a todo vapor e Klaus fez o mesmo. Abracei meus filhos e chorei por um tempo curto, pois fomos surpreendidos por tiros na nossa direção. Protegi meus filhos e conseguimos entrar no carro. Liguei para Kol e dei o sinal.

–Agora!

Sai em disparada do complexo e ainda vi de relance um carro prata em alta velocidade. Mas o carro não iria muito longe, pois eu não era tão burra quanto ela pensava. Em meio ao caos, minha mãe havia entrando em contato com a policia da cidade e pedido ajuda, e eles claro que prontamente a ajudará. Olhei para Klaus que não entendi nada, e pedi que ele fosse mais rápido, pois eu não perderia a chance da minha vida de ver Hayley presa.

Klaus corria rápido demais, e bem longe ouvíamos barulhos de sirene e tiros. Hayley estava a trocar tiros com a policia, e ela com certeza não se sairia bem nessa investida. Assim que chegamos ao local, vimos o carro prata de cabeça para baixo, e com Tyler algemado e ferido. Já o pequeno Mikael estava sentado no chão. Eu varri o local a procura de Hayley, e descobri que ela havia conseguido fugir para mata, mas alguns policias estavam a procura dela. Eu não deixaria minha vingança de lado. Corri em direção a mata, sem nem chance de Klaus me perguntar o que eu estava fazendo. Ela com certeza estaria ferida e sem forças, então procuraria ir para um local com mais rochas, onde pudesse se esconder e sair no dia seguinte. Eu estava de botas o que me ajudou bastante andar pela mata. Com uma pequena lanterna, sai a procura de rastros e encontrei marcas de pés pequenos e sangue. Ela não tinha ido muito longe, e rapidinho eu a encontraria. Com a arma na mão e a lanterna me guiando andei por mais alguns minutos, até ser surpreendida com um galho batendo em mim. A arma caiu da minha mão e quando me virei vi Hayley vindo na minha direção. Eu pulei em cima dela e começamos a brigar. Ela estava mais forte do que a última vez que a via visto, então dei o máximo de mim.

–Sua desgraçada, você tentou arruinar minha vida. Ela sorria com a boca cheia de sangue e falou debochada, com um pedaço de madeira nas mãos.

–Eu te odeio Caroline, você merecia não ter nada disso. Você roubou o único homem que amei e conseguiu colocar uma coleirinha nele. Eu por outro lado, nunca consegui uma declaração de amor sincera, e para piorar não tive filhos com ele, e você tem. Sua vaca desgraçada. Eu não entendia nada, eu tentava me esquivar dos golpes que ela tentava me dar com um galho, e fiz a pergunta que minha mente martelava alto para que ela ouvisse.

–E Mikael? Quem é o pai dele? Hayley sorriu e falou como se odiasse o pai da criança.

–Ora ora, o irmão nobre de Klaus. Elijah. Ele é o pai de Mikael. Por isso tentei abortar a criança. Nos dormimos algumas vezes, mas não era nada serio, mas acabei engravidando dele. Eu odiei a criança na época e ainda odeio, por isso quis abortar. Ouvindo Hayley falar só senti ainda mais pena do garoto. Peguei um galho que se encontrava perto de mim, e me defendia, enquanto a ouvia.

–Elijah sempre me amou, mas nunca soube que o Mikael era filho dele. E ele vai morrer sem saber disse. Eu a olhei e dei um sorriso ironico.

–Não mesmo, ele vai saber e será por mim. Soltei o galho que se encontrava na minha mão, e parti com tudo para cima de Hayley. Ela não esperava isso, e deu dois passos para trás, e caiu deitada. Eu pulei em cima dela e comecei a socar a cara dela. Ela tentava me derrubar mais parecia impossível. Eu estava me sentindo forte, mas fui descuidada a ponto de não perceber que Hayley havia pegado uma pedra. El acertou minha cabeça e eu cai de lado, sangrando. Ela se levantou e começou a tatear no escuro a procura de algo, e percebi que era pela minha arma. Me levantei a tempo de vê-la com a pistola na mão, apontada para mim. Pela luz da lua, pude ver seu sorriso diabólico, e sua expressão de vitoriosa.

–Então Caroline, esse é seu fim. E ouvi o disparo, que com certeza era meu fim...

POV KLAUS

Assim que Caroline saiu correndo para dentro da mata com uma pistola na mão, eu gelei. Ela estava se colocando em perigo para se vingar de Hayley. Eu odiava Hayley, mas não gastaria meu tempo procurando ela. Ms eu tinha que fazer alguma coisa. Não poderia deixar Caroline entrar sozinha simplesmente na mata sem proteção. Depois de muita insistência minha, consegui convencer um policial ir comigo a procura da minha esposa. Já havíamos passado mais de vinte minutos e nada de encontrar Caroline ou algum sinal de Hayley. O policial gordo e cansado já estava irritado e com vontade voltar. Fingi um encontrão nele, e puxei bem rápido a pistola que se encontrava no coldre da cintura dele. Depois de muito xingamento dele, ele volteou e me deixou sozinho. Assim que percebi o barulho de luta, corri até o local e vi Caroline no chão e Hayley apontando uma arma para ela. Os olhos de Caroline não expressava medo, e Hayley expressava o mais puro ódio. Ouvi Hayley dizer.

–Então Caroline, esse é seu fim. Eu sabia, senão apertasse o gatilho, Caroline estaria morta. Mirei a arma na direção de Hayley, fechei os olhos e disparei.

Notas finais
Merece Review?