Notas iniciais
Hey pessoas lindas! Capitulo novo na aera espero que gostem. Capitulo dedicado ao amor da minha vida Ana Oliveira. Muito obrigado pela linda recomendação.

Gregson e Marcus passaram toda tarde revendo as gravações do circuito interno do hotel, o que forneceu pouquíssimas informações complementares. Taylor e seus associados tinham passado a manhã inteira nas salas de jogos, colados aos seus celulares e notebooks e falando sobre uma variedade de questões.

– Cansei! – Gregson anunciou. – Ainda acho que Holmes deveria rever essas imagens.

– Você tem toda razão. – Marcus espreguiçou-se. – Mas nosso amigo está ocupado fazendo algo mais importante.

– O que seria esse algo? — capitão perguntou.

Marcus riu divertido levantando-se da cadeira.

– Digamos que nosso amigo está fazendo um pouco de exercício. – respondeu ele.

– O que você esta querendo insinuar com “exercício”? – Gregson questionou.

– Não estou insinuando nada. – respondeu ele com um sorriso malicioso. – Ele apenas esta querendo manter a boa forma. – Marcus completou.

– Do que você esta sabendo que eu não? – perguntou ele num tom autoritário.

Gregson olhou ligeiramente confuso, tentando compreender as palavras do companheiro enquanto Marcus caminhava entre as cadeiras do cubículo da sala de segurança, observando atentamente os objetos e a papelada dispostos sobre as bancadas e os vídeos nos monitores, formulando uma resposta.

– Podemos dizer que Sherlock e Joan estavam se socializando. – respondeu fazendo o gesto de aspas na última palavra.

– Socializando? Seja mais claro. – Gregson exigiu.

– Eles estavam revendo o conceito deles de parceria. – disse ele. Percebendo a expressão confusa no rosto de Gregson ele completa. – Em outras palavras, eles são oficialmente um casal.

– De onde você tirou isso? – indagou Gregson confuso.

– Quando fui entregar a eles o café da manhã, o comportamento deles não negava que eu estava interrompendo algo. — Marcus comentou sobre o estranho ocorrido mais cedo.

– Talvez eles quisessem dormir um pouco mais ou estivessem revendo alguma coisa do caso. – Gregson argumentou.

– Não seja ingênuo capitão. Eles fizeram sexo! – Marcus exclamou.

– Como você pode ter tanta certeza? – Capitão contestou.

– A linguagem corporal deles não negava. – explicou Marcus

– É evidente a existência de uma tensão entre eles, mas não acho que vão misturar o pessoal com o profissional.

– Para eles não existe diferença entre as duas coisas. – Bell retrucou.

– Eu não acredito que eles sejam um casal. – disse Gregson. – Talvez eles se acertem depois do caso ou não.

– Mas eles já são um casal. – afirmou Marcus.

– Eu aposto 100 pratas que eles ainda não são um casal. – Gregson propôs.

– É melhor deixar separado, pois vão ser as 100 pratas mais fáceis que já consegui.

Em meio a toda conversa, algo chama a atenção de Marcus em um dos monitores. Ele sai às pressas da sala sem dar explicações.



[...]

Taylor andava nervosamente de um lado para o outro tentando digerir as novas informações.

– Não vá sobrecarregar seus poucos neurônios pensando demais. – Carmem riu debochando dele.

– Não me venha com as suas gracinhas. – Taylor pediu. – Estou tentando encontrar uma solução para a gente. – ralhou ele.

– Pensei que a sua solução fosse cantar mulher casada. – ela sorriu petulante.

Taylor bufou devido a ironia de Carmem e voltou a pensar em um meio de lidar com os policiais, pois essa era a operação mais importante deles nos últimos 5 anos. Eles haviam conseguido reunir 100 exemplares puros*.

– Lindinho, não precisa se preocupar com nada, Edward já tem tudo preparado. – falou Carmem.

– O que ele já tem preparado? – perguntou ele.

– Como você arrumou confusão na noite passada, esta fora dos planos, para não estragar tudo com a sua burrice. – respondeu ela.

Taylor sentou-se frustrado. Detestava ser tratado como uma criança, mas estava ciente de que dessa vez merecera. Ele não conseguia parar de pensar nas consequências de seus atos diante a sua chefe, pois ele sabia que era nada mais do que um mero peão, sendo usado por uma pessoa rígida e severa que gostava de suas coisas bem feitas e que não hesitaria em descarta-lo. Taylor é retirado de seus devaneios quando Edward entra abruptamente no quarto.

– Nós já conseguimos descobrir quem são os policiais que estão infiltrados. – Edward anunciou entusiasmado.

– Quem são? – Taylor e Carmem perguntaram em uníssono.

– Não posso estragar a surpresa. Quando chegar a hora vocês saberão. – Explicou Edward misterioso.

– Se não ia nos dizer quem são eles, não tivesse nos dito que sabia. – Retrucou Carmem.

– Calma, senhorita irritadinha. – disse Edward levantando os braços em posição defensiva. – Nosso homem estará aqui em pouco tempo, questão de uns 10 minutos. – completou ele.

– Odeio ter que ficar esperando dentro desta sala tediosa. – Carmem suspirou frustrada.

Passados alguns minutos, pôde-se ouvir o ranger de rodinhas no corredor. Escuta-se batidas na porta e adentra a sala de jogos um jovem negro trajando um uniforme azul marinho do hotel Lúcia com um pequeno crachá com o nome James. Ele tinha estatura mediana e empurrava à sua frente um carrinho metálico com algumas bebidas.

– Você me trouxe tudo que foi pedido? –perguntou Edward ao jovem.

– Claro senhor. – respondeu ele. – O Martine para a senhorita e cerveja para os cavalheiros.

Edward analisou o rapaz rapidamente antes de abrir um grande sorriso de relações publicas.

– Muito obrigado, detetive Marcus Bell.

Nesse momento foi possível ver o rapaz empalidecer junto a uma expressão de surpresa e incompreensão.

– Acho que o senhor esta me confundindo. – o jovem explicou. – Meu nome é James e não Marcus. E eu sou garçom, não detetive. – Disse o ele com a voz tremula.

– Vamos fingir que eu acredito senhor Marcus. – ironizou Edward.

O jovem se vendo encurralado, empurrou o carrinho com as bebidas e correu rumo a porta. Edward e Taylor avançaram na direção dele e o impediram de sair. Eles tiveram uma luta onde o rapaz estava em desvantagem e acabou por ser rendido e desmaiado por um dos outros dois.

– Para um detetive até que ele estava em boa forma. – Taylor falou ofegante.

– Agora o importante vai ser fazer ele entregar os outros. – comentou Carmem.

– Não se preocupe. Eu tenho meus métodos de fazer as pessoas cooperarem. – anunciou Edward. – Agora vamos colocá-lo em um carrinho e tira-lo daqui o quanto antes nós pudermos.

– Boa viagem detetive Marcus Bell.

Notas finais
Exemplares puros, é uma referencia a jovens virgens. P.S.: Que saco do Nyah, você escreve 1.200 palavras e reduz para 987 :/