Notas iniciais
MEUS AMORES, estou de férias!!!! T.T Finalmente. Obrigada pela paciência e por me desejarem sorte, funcionou demais! Sobrevivi a mais um período e sem grandes escoriações, haha. *-* Férias. Nem acredito, rs. Estou anestesiada ainda, rsrs. Beijos.

Depois da praia os três almoçaram juntos num restaurante. Clara surpreendeu Marina ao segurar sua mão, entrelaçando seus dedos, e lhe dando um beijo na bochecha. Ivan olhou para elas sorrindo e logo Marina se desvencilhou de Clara e puxou o garoto para ficar no meio das duas.

– Nossa. — Ivan passou a mão na barriga e se encostou na cadeira. — Mó legal esse restaurante que você escolheu, Marina. Comi demais!

– Eu também. Não cabe mais nada.

– Ah, cabe. Cabe sim. Eu saí de casa hoje com uma promessa!

– Sorvete! — Ele e Marina falaram juntos, e Marina sinalizou para o garçom.

Os três dividiram o sorvete em meio à conversas, risos e brincadeiras. Vez ou outra Marina colocava na boca de Ivan, e Clara colocava na sua. Para todos presentes ali, pareciam uma família muito feliz.

Passaram o resto do dia no shopping e Marina e Ivan se divertiram muito na sala de jogos, enquanto Clara assistia encantada. Quando voltaram para casa já era tarde.

– Ai, Clara, mas eu estou impressionada com a maturidade do Ivan.

– Não é? Meu filho.. Meu filho é maravilhoso. E eu fico muito feliz. — pegou a mão de Marina. — Muito feliz porque vocês são as pessoas mais importantes da minha vida. — Apertou sua mão. — Eu te amo.

Marina sorriu. — Te amo.

– Te amo muito e é muito importante para mim essa sua relação com o Ivan.

– Para mim também, Clarinha. Eu nunca ia me sentir bem se ficasse entre vocês, e o Ivan é importante para mim. É como.. Ah, ele é seu filho! E — olhou para mão de Clara, acariciando-a. — É sua família. E eu quero que sejam minha família também.

Clara sorriu, pegando o rosto de Marina em suas mãos. — Nós somos! — Beijou-a de leve. — Eu acho que nós seremos uma bela família.

Marina a abraçou, suspirando.

– Eu já sabia que ele estava bem com nós duas, mas ele ainda não tinha nos visto juntas. É diferente assim.. Saber e ver. Mas..

– Mas você tem o melhor filho do mundo. — Deu um beijo demorado em sua bochecha.

– Ei, pode parar com essa melação que eu já tô pronto pro nosso filme. — Ivan subiu na cama. — E vê se hoje não dorme, 'hein' mãe?

– Ah, seu moleque. Vê se você não dorme, olha aí essa carinha de cansado. — Puxou Ivan para o seu colo, dando vários beijos no rosto.

– Também, né? — Marina passou a mão no braço dele. — A gente "farreou" o dia inteiro.

– Deixe eu ver se lavou essa orelha direito! — Puxou-a de leve. — Vai lá. — O tirou do colo. — Vai pondo o filme com a Marina que eu vou fazer nossa pipoca.

– Oba!

Clara fez a pipoca e os três se aninharam no sofá. No fim do filme, Ivan estava deitado no colo de Clara, que havia encostado a cabeça no ombro de Marina, recebendo seus carinhos. Continuaram conversando baixinho ali e Ivan acabou caindo no sono.

– Olha só o meu bichinho. Tá esgotado. — Passou a mão no cabelo de Ivan e Marina repetiu o gesto.

– É... E acho que já está na minha hora.

– Não. — Clara falou baixo e fazendo beicinho.

– Já tá tarde, meu amor. — Pegou sua mão.

– Tá bom. Amanhã eu passo lá no estúdio.

– Nossa, tem bastante coisa para eu fazer no estúdio. As meninas estão com planos, várias ideias, trabalhos.

– Isso é bom, muito bom.

Se levantaram e Clara carregou Ivan até a cama.

– Não demora, tá? Vou ficar com saudades.

Marina parou as mãos na cintura de Clara, que pôs as mãos em seu rosto e a beijou.

– Não demoro. — Beijou seu queixo e o nariz.

Marina encostou sua testa na dela e a beijou mais uma vez antes de pegar sua mão e sair.

– Boa noite, coisinha.

– Boa noite. — Soprou um último beijo.

Clara fechou a porta e se encostou nela, sorrindo de olhos fechados pensando nesse dia. Tinha as duas pessoas que mais amava no mundo ao seu lado. E estava tudo muito bem.

– Ivan, meu filho. Vai tomar seu banho que eu arrumo a cozinha aqui rapidinho e a gente tem que ir pra escola!

Ivan passou correndo e a campainha tocou.

– Vai. Deixa que eu abro.

Clara enxugou as mãos com pressa e foi até a porta.

– Clara.

– O-Oi, Cadu!

– Posso entrar?

– Claro.

Cadu entrou e esperou que Clara fechasse a porta.

– E o Ivan?

– Tá no banho.

Cadu se sentou e passou as mãos nas coxas.

– Então você foi mesmo atrás da Marina. Saiu do país assim.. de uma hora para outra, daquele jeito.

– Não foi de uma hora para outra. Todo mundo sabia que eu ia. Eu tinha que ir. Na verdade. — Suspirou — Eu nem devia ter deixado ela ir, pra começar. Tudo que aconteceu.. Foi muito injusto. Com você, com ela e comigo. — Clara olhou para baixo.

– E agora?

– Nós estamos juntas, estamos namorando. — Olhou para ele.

Cadu fechou a cara, mas assentiu com as mãos na cintura. Passou a mão na testa.

– E o Ivan?

– Ah, o Ivan, ele adora a Marina. Eles se dão muito bem, graças a Deus.

Cadu viu o alívio no rosto de Clara e respirou fundo.

– Cadu..

– Olha, eu tô querendo levar o Ivan pra escola e buscar também, pra ele ficar lá em casa. Hoje.

– Claro. Cadu, olha..

– Não, Clara. Escuta. Me dá um tempo, tá? Pra... acostumar com isso tudo. Só preciso de um tempo. E eu só peço que você.. vocês sejam cuidadosas perto do meu filho.

– Nem precisa pedir.

– E depois a gente discute horários, divórcio, essas coisas. — Passou a mão no cabelo.

Assentiu. – Obrigada.

Cadu olhou para ela, sem entender.

– Por estar se esforçando e por não dificultar as coisas.

Suspirou. — O mais importante é o nosso filho, Clara. Acima de tudo.

– Acima de tudo. — Clara sorriu.

– Pai! — Correu e o abraçou.

– E aí, campeão? Vamos logo pra essa escola que já está na hora. E hoje a tarde você vai lá pra casa.

– Oba.

– Precisa pegar alguma coisa? — Clara olhou para Cadu.

– Não. Ele já tem roupas lá. Tudo certo.

– Tá bom, então. Vem cá me dar um beijo rapaz!

Ivan se despediu da mãe e saíram.

Clara arrumou tudo e foi para o estúdio.

– Oi, oi. — Abraçou Marina por trás, sentindo o cheiro de seu cabelo.

– Oi, meu amor! — Marina se virou para beijá-la e sorriram uma para outra.

– Que saudade desse lugar, Marina! Do seu cantinho de arte.

– Eu também estava. Eu amo aqui. Ainda bem que me trouxe de volta. — Riram.

– Cadê as meninas?

– Foram almoçar.

– E você? Não almoçou? Marina!

– Comi qualquer coisa por aqui mesmo. — Colocou seus braços ao redor do pescoço de Clara. — Estava esperando a minha.. Namorada! — Sorriu.

– Sua boba.

– Boba não! Apaixonada.

Marina sorriu e puxou Clara mais pra perto e a beijou. Um beijo lento e suave. Clara a abraçou. Marina afastou seu lábios um pouco e então beijou o canto da boca de Clara, acariciando sua nuca.

– Hmm.. Sabe do que eu estou com saudades?

– Sei.

Clara a beijou novamente e, dessa vez, mordeu o lábio inferior de Marina antes de se afastar completamente.

Marina entrelaçou seus dedos e foi em direção a escada. Clara a abraçou de novo, com mais força e distribuiu beijos em seu pescoço. Marina estendeu o braço, passando a mão no seu cabelo e rindo.

Assim que abriram a porta do quarto, Marina puxou Clara pela cintura, seus corpos se colidiram e elas se beijaram novamente. Marina foi levando ela para trás e fechando a porta. Passou as mãos por debaixo de sua blusa, massageando a barriga, e deslizou os beijos pela mandíbula e o pescoço.

– Ai, Marina.. Você me mata.

– Mas eu nem fiz nada.

– Pois é! — Clara desceu os olhos para sua boca e a beijou novamente. Tomou controle de seu corpo e levou Marina para a cama, caindo em cima dela.

– Já estava com saudades desse cheiro. — Deslizou o nariz subindo seu pescoço, até beijá-la. Marina subia a blusa de Clara cada vez mais, explorando sua pele, até que precisaram de ar e ela usou esse tempo para removê-la por completo.

Clara agora estava sentada em seu quadril e Marina passava a mão por seu corpo.

– Adoro seu corpo. Seu cheiro. Você é linda.

Clara sorriu e pôs seu cabelo para o lado. Se abaixou lentamente para encontrar os lábios da fotógrafa. Marina apertou sua cintura, e então deixou que suas mãos percorressem as costas dela até chegar no bumbum. O apertou, puxando Clara para cima e mais para perto.

Clara gemeu em sua boca e Marina passou as mãos para frente alcançando os botões da calça.

– Espera.

Clara abriu a calça de Marina e saiu de cima dela para tirá-la toda. Depois fez com que Marina se sentasse e tirou sua blusa. Marina aproveitou para tirar a calça de Clara também, que voltou à sua posição inicial.

As duas se beijaram por mais um tempo, deixando ambas sem fôlego.

– Adoro esse contato. Minha pele na sua pele, seu corpo no meu. — Falou perto de seu ouvido e mordeu o lóbulo de leve.

Marina mordeu o lábio, com os olhos fechados e passou as mãos pelas coxas de Clara, apertando e passando as unhas. Quanto mais ela aproximava as mãos da virilha de Clara, mais excitada ambas ficavam. Conseguia sentir o calor de Clara dali. Passou os dedos por dentro das laterais da calcinha.

– Tira isso aqui. — Puxou para baixo vagarosamente.

Clara terminou de tirar e segurou os braços de Marina na cama. Espalhou beijos molhados por seu pescoço e clavícula, enquanto deixava que seu sexo tocasse na perna de Marina, mostrando o quanto já estava molhada.

– Ai, Clara... Preciso te tocar. Agora. — Tentou descer sua mão.

– Paciência, meu amor.

Desceu os beijos por entre os seios de Marina e sua barriga, sentindo os músculos dela se contraindo involuntariamente. Deixou o último beijo em cima do limite da calcinha, massageando o lado interno das coxas de Marina. Tirou a calcinha com a mesma lentidão que Marina havia usado e subiu beijando sua perna, a coxa, deixando que sua língua a provasse, até chegar perto da virilha.

Marina mal conseguia conter a antecipação. Estava de olhos fechados. Clara parou e agora olhava para ela.

– Clara! — Abriu os olhos sem paciência.

– Você fica tão linda desse jeito, sabia? Ainda mais linda.

Sorriu e beijou a virilha de Marina, que não conseguiu segurar o gemido nessa hora, respirando fundo. Clara passou o nariz em seus lábios e beijou, fazendo com que Marina gemesse novamente. Afastou mais suas pernas e deixou que sua língua a invadisse. Gemeram juntas e Marina agarrou no lençol.

Clara deixou que sua língua explorasse todo o sexo de Marina, subindo e descendo, fazendo círculos, fingindo que ia penetrá-la, e depois no clitóris. Marina já estava ficando louca com tudo aquilo, até que sentiu Clara envolver seu clitóris nos lábios, chupando e passando a língua. Gemeu mais alto, e prendeu a mão no cabelo de Clara.

Sentiu que Marina estava perto de seu clímax e parou.

– Ai, não, não para. — Marina tentou puxá-la de volta.

Clara a penetrou com seus dedos, estimulando-a lentamente.

Marina se perdeu novamente, mordendo a boca e rebolando o quadril.

Clara começou a massageá-la com mais intensidade e rapidez, combinando sua língua quente contra o clitóris pulsante de Marina, que não conseguiu segurar o orgasmo mais. Gemeu, deixando que toda a 'eletricidade' e os espasmos percorressem seu corpo, ainda sentindo a língua de Clara tomando todo o seu líquido. Deitou relaxada, se sentindo no mais puro estado de paz. Sorriu com os olhos fechados, recuperando o fôlego.

Respirava fundo quando sentiu o corpo de Clara pressionado contra o seu novamente. Abriu os olhos e sorriu, passando a mão no rosto dela.

– Eu te amo tanto, sabia?

Aproveitou que Clara estava agora perdida em seu sorriso e a beijou apaixonadamente, usando a força de seu corpo para inverter as posições.

– Minha vez! — Sorriu maliciosamente.