Can't be tamed
E se tudo o que você acreditasse fosse mentira? Tudo o que pensasse ser real, não passasse de uma natureza totalmente diferente da qual se existe. Eu descobri isso da pior forma possível, desde sempre, fui descriminada pelas coisas bizarras que aconteciam em minha vida, por tudo o que fazia, mesmo sem querer fazer.
“ Você é um monstro”, eles me diziam, “você não passa de um erro da natureza”, eles me falavam, os inúmeros médicos e psicólogos que me examinaram, mas não foi isso que eu descobri que era, eles eram covardes, eles tinham medo do desconhecido e eu era o desconhecido, eu sou a força e a fraqueza, sou a criação e a destruição, eu sou o caos e a paz, eu sou Brooklyn Danger, o próprio perigo.
Algumas pessoas tem medo de mim, deveriam ter mesmo, afinal, eu sou a destruição, não é? Mas ele não teve, ele não olhou para o que eu possuía, mas para o que eu era, ele não se preocupou se eu podia ou não destruir qualquer coisa, ele era o melhor de mim, ele era o melhor que eu podia liberar, o melhor que eu podia ser. Mas ele não sabia disso, por mais forte que eu aparentasse ser, eu sempre teria meus próprios demônios, eu sempre vou ser meu próprio demônio.
Aquilo que se é destruído de fora para dentro, pode se reerguer, mais aquilo que é destruído de dentro para fora, não, esse nunca vai voltar a ser o mesmo.
“ Você é um monstro”, eles me diziam, “você não passa de um erro da natureza”, eles me falavam, os inúmeros médicos e psicólogos que me examinaram, mas não foi isso que eu descobri que era, eles eram covardes, eles tinham medo do desconhecido e eu era o desconhecido, eu sou a força e a fraqueza, sou a criação e a destruição, eu sou o caos e a paz, eu sou Brooklyn Danger, o próprio perigo.
Algumas pessoas tem medo de mim, deveriam ter mesmo, afinal, eu sou a destruição, não é? Mas ele não teve, ele não olhou para o que eu possuía, mas para o que eu era, ele não se preocupou se eu podia ou não destruir qualquer coisa, ele era o melhor de mim, ele era o melhor que eu podia liberar, o melhor que eu podia ser. Mas ele não sabia disso, por mais forte que eu aparentasse ser, eu sempre teria meus próprios demônios, eu sempre vou ser meu próprio demônio.
Aquilo que se é destruído de fora para dentro, pode se reerguer, mais aquilo que é destruído de dentro para fora, não, esse nunca vai voltar a ser o mesmo.
Luanna
Sinopse
E se tudo o que você acreditasse fosse mentira? Tudo o que pensasse ser real, não passasse de uma natureza totalmente diferente da qual se existe. Eu descobri isso da pior forma possível, desde sempre, fui descriminada pelas coisas bizarras que aconteciam em minha vida, por tudo o que fazia, mesmo sem querer fazer.
“ Você é um monstro”, eles me diziam, “você não passa de um erro da natureza”, eles me falavam, os inúmeros médicos e psicólogos que me examinaram, mas não foi isso que eu descobri que era, eles eram covardes, eles tinham medo do desconhecido e eu era o desconhecido, eu sou a força e a fraqueza, sou a criação e a destruição, eu sou o caos e a paz, eu sou Brooklyn Danger, o próprio perigo.
Algumas pessoas tem medo de mim, deveriam ter mesmo, afinal, eu sou a destruição, não é? Mas ele não teve, ele não olhou para o que eu possuía, mas para o que eu era, ele não se preocupou se eu podia ou não destruir qualquer coisa, ele era o melhor de mim, ele era o melhor que eu podia liberar, o melhor que eu podia ser. Mas ele não sabia disso, por mais forte que eu aparentasse ser, eu sempre teria meus próprios demônios, eu sempre vou ser meu próprio demônio.
Aquilo que se é destruído de fora para dentro, pode se reerguer, mais aquilo que é destruído de dentro para fora, não, esse nunca vai voltar a ser o mesmo.
“ Você é um monstro”, eles me diziam, “você não passa de um erro da natureza”, eles me falavam, os inúmeros médicos e psicólogos que me examinaram, mas não foi isso que eu descobri que era, eles eram covardes, eles tinham medo do desconhecido e eu era o desconhecido, eu sou a força e a fraqueza, sou a criação e a destruição, eu sou o caos e a paz, eu sou Brooklyn Danger, o próprio perigo.
Algumas pessoas tem medo de mim, deveriam ter mesmo, afinal, eu sou a destruição, não é? Mas ele não teve, ele não olhou para o que eu possuía, mas para o que eu era, ele não se preocupou se eu podia ou não destruir qualquer coisa, ele era o melhor de mim, ele era o melhor que eu podia liberar, o melhor que eu podia ser. Mas ele não sabia disso, por mais forte que eu aparentasse ser, eu sempre teria meus próprios demônios, eu sempre vou ser meu próprio demônio.
Aquilo que se é destruído de fora para dentro, pode se reerguer, mais aquilo que é destruído de dentro para fora, não, esse nunca vai voltar a ser o mesmo.
Notas adicionais
Espero que gostem!
Twitter: @DearDavilla
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Escrito por
Luanna
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 9 de mai. de 2016 20:22
Atualizado em 9 de mai. de 2016 20:22
901 palavras
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Atualizado em 9 de mai. de 2016 20:22
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