O tempo pareceu passar mais rápido.

Eduardo ajudava Letícia na sua recuperação. Eles passavam a maioria do tempo juntos.

Jack passara a andar bastante com Luana, agora todos soltavam piadinhas bobas.

Gabe ainda limpava o chalé 5, sem a ajuda de nenhum outro campista.

Clara fugia das meninas. Ela se metia numa encrenca sempre que via elas, mas Danny procurava se conter:
"Calma", ela falava pra sí mesma, sempre.

Após uma tentativa de amizade, que não deu como se esperava, Isa estudava seu Caduceu, e tentava desviar Carlos sempre que possível.

Mica passara a treinar com Gio na arena constantemente toda noite.

Os casais estavam bem, alguns pareciam mais felizes que nunca, outros, pareciam se afastar um pouco.

Lissa e Clécio continuavam afirmando que a relação dos dois não passava de amizade. Ninguém acreditava nisso. Após revelar uma profecia, ele passara a se gabar mais esses dias, o que tirava a paciência de Lissa. O bobo e a estressada, casal bom? Com certeza. Os dois eram zoeiros, nada mais justo.

Abner descobrira ser filho de Poseidon, o que não animou muito o chalé. Ele costumava treinar com Gabriel, que preferia passar o dia agarrado em qualquer parte de Lívia. Em qualquer parte mesmo, mas ele tinha suas preferências...

Nai e Kleber se viam secretamente toda noite. O que estavam fazendo? Só Zeus sabe! Se o narrador da história tivesse voz no ambiente, eu diria que eles optassem pela camisinha. Evita DST's, bebês e etc.

Bea começara a treinar com suas adagas mais frequentemente, sua personalidade mudara desde o dia em que Clara a enganou. Não foi nem está sendo fácil para ela, digerir tudo que tem acontecido.

Molly buscava se aprimorar na técnica de invocar plantas resistentes: não queria falhar em batalha. Queria mostrar que uma filha de Deméter pode ser tão boa quanto qualquer outro.

Neris ameaçou várias vezes em roubar os troféus de Resgate e Desarme, houve flagras. Então, foi instalado no chalé de Dionísio, um sistema mais forte contra invasores.

Cah conversava com Edu toda noites, eles riam e discutiam sobre tudo: eram bons irmãos, ele gostava realmente dela.

Vic e Mands dormiam sempre juntas e conversavam frequentemente com Quiron sobre a construção de um chalé: O Chalé 69. E é sobre isso que vamos falar agora.

. . .

— MAS QUIRON, VOCÊ NÃO TÁ ENTENDENDO! — Mands se rebelou.

— Claro que estou. – ele semicerrou os olhos, e balançou a cabeça em negação – Vocês querem construir um chalé pra fazer safadagens.

— Quiron, – Vic disse no tom mais calmo possível – nós somos casais, temos nossos direitos! Melhor do que ficar se pegando na frente de todos os campistas! Mands já foi dormir no Chalé 11! Olhe as consequências.

— PRECISAMOS DO CHALÉ 69 AGORA.

— Não farei um chalé exclusivo pra vocês casais.

— Exclusivo pra gente! — Vic se indignou — O que você acha que a Nai e o Kleber fazem escondidos toda noite? Estudam hipismo? Ah, me poupe. Kleber está ensinando ela à cavalgar no colo dele, isso sim! E você acha isso realmente decente?

— MAS.... – Quiron ficou bravo e enrijeceu o rosto – Olhe, – disse se acalmando – eu vou ver o que posso fazer... Mas não me perguntem mais à respeito. – ele bateu na mesa com o punho fechado.

Vic e Mands sorriram e saíram da casa grande aplaudindo. Foram em direção aos chalés.

O dia estava quente, o céu estava com poucas nuvens, e havia vários campistas amontoados pelo acampamento, como sempre. E isso fazia o calor aumentar bruscamente, mas Mands encobria qualquer calor externo com seu calor interno. E Vic estava louca para explorar um pouco mais desse calor.

— O dia hoje tá jóia pra filhos de Apolo... – disse Vic diretamente para sua namorada.

— Tá jóia pra pegar filhas de Apolo também.

Suas bochechas coraram, e ela mordeu os lábios, junto com os devaneios que vinham naquele momento, olhou também maliciosamente, e Mands captou com jeito.

— Gabriel! – gritou Mands o avistando frente ao chalé 3 conversando com Danny, ela não parecia feliz – O Chalé 69 vai ser provavelmente construído!

— SÉRIO? — ele gritou de volta, Mands viu o brilho em seus olhos e Danny começou a correr – EU ESPERO POR ISSO DESDE CHEGUEI AQUI!

— MAS ENQUANTO NÃO TEM CHALÉ 69, EU FAÇO MEU 69 EM OUTRO CHALÉ – ela acenou, se despedindo, e indo em direção ao chalé 11.

Elas abriram a porta, e deixaram o aviso de sempre: NINGUÉM ENTRA, CASO CONTRÁRIO, MORRE.

Mands pulou na cama, e lançou um olhar à Vic, como uma flecha acertando no centro do alvo.

— Se você acha que o dia está quente, – falou ela – eu farei ferver.

· · ·

Leeh ainda tinha pesadelos.

Eduardo não largava do pé dela nos últimos dias, desde que ela sofrera um ataque mental, e sim, isto parecia, e talvez deveria ser muito irritante. Mas apesar de tudo, ela parecia gostar de todo esse apego.

— Bom dia, sol do dia! – ele falou alegre ao entrar no chalé 7, e acordá-la com o barulho.

–HAHAHA. — ela riu com sarcasmo, em seguida, enrolando-se por completo com o cobertor que a envolvia.

— Ei! – ele protestou – Você já dormiu demais, sabia?

— Você poderia me deixar dormir mais, senhor responsabilidade.

— Nada disso, – ele puxou o travesseiro dela de súbito, e ela baixou a cabeça no colchão rapidamente – levanta-te e anda.

— Você poderia deixar de ser tão irritante, as vezes.

— Eu não estou sendo irritante.

— E eu sou a Megan Fox.

Eduardo revirou os olhos.

— Você ainda não é filha de Hera pra receber todo esse luxo, vamos, levanta.

Ela inclinou seu corpo pra frente e ficou sentada na cama, com as pernas esticadas.

— Você já viu o sol que está lá fora? Vai perder isso Leeh?

— Não vou morrer se perder um dia de sol.

— Você age como uma criança de sete anos. – suspirou.

— Você age como um adulto de quarenta.

— Não adianta discutir com você, não é?

— Não. – ela sorriu.

Ele pensou.

— Se você não quer levantar... Tudo bem.

— Sério? – sua expressão era uma mistura de dúvida e surpresa.

— Sim.

— Nossa. Estou... Surpresardíssima.

— Surpresardíssima? Essa palavra existe?

— Claro que existe, acabei de inventá-la, e isto a torna existente. – ela dizia como se fosse óbvio adivinhar a teoria dela – Agora me deixe dormir.

— Quem disse que você vai dormir?

— Ue? O que aconteceu com o "Se você não quer levantar... Tudo bem."?

— Falei que não precisava se levantar... Agora, ser levantada...

Ela demorou para raciocinar tudo, e Eduardo se sentiu surpreso por isso. Ele a agarrou na parte superior e inferior do corpo com cada braço e ergueu-a.

— Mas que Hades é isso?! Largue-me agora! – ela se remexeu nos braços do filho de Poseidon.

— Não vou te largar nunca mais. – ele sorriu de lado e apertou-a com mais firmeza para que ela não escapasse de seus braços.

— Bobo. – ela deu pequenos socos em seu braço direito, o que o fez rir, e rir o fazia perder a concentração.

— Tá de brincadeira, não é? Pare com isso.

— Não vou parar até que você me largue.

— Mas não irei te largar, já disse.

— Então iremos fazer isso pelo resto de nossas vidas.

Os dois riram.

— Passar o resto da minha vida com você em meus braços não é uma má ideia.

Ela revirou os olhos e suspirou.

— Tomara que eu atire uma flecha pra cima, e ela caia em sua cabeça.

— Você é muito delicada.

— Senti uma certa ironia nessa frase.

— E não devia ser irônica?

— Edu, – ela iniciou a explicação – eu sou chata, arrogante, e todas essas coisas, mas também sou fofa, meiga, delicada... Tudo no seu devido tempo. E agora, é tempo de você me soltar, ou terei que começar a pegar pesado.

— Tá OK. – ele a soltou devagar, fazendo ela pousar no chão como uma pena.

— Muito bem, finalmente. Agora me dê licença, vou me trocar.

— Ah sim! É-é já estou saindo.

— Que bom não é? – ela o empurrou até a porta, realmente expulsando.

— Te vejo depois? – disse já fora do chalé.

— Claro! Até logo! – ela fechou a porta sem nem receber um "Até!" dele.

Ela deu um passo passo para trás, e deslizou os dedos pela parede, sentou novamente na cama antes de se trocar.

— Edu... – ela mordeu os lábios – Poderia não ter me largado.

E com esse pensamento que ela jurava ser loucura após pensar por mais dois segundos, foi se trocar, para mais um dia de tarefas.

· · ·

Isa aprendera alguns truques com o caduceu que Carlos lhe dera de presente.

E falando em Carlos... Sim, ainda estava tudo na mesma. Ela queria acabar com toda essa relação de vez, mas não via como. Ela tinha medo de machucá-lo, porque sabia o quanto ele gostava dela, e sabia como doía ser dispensado, mas se ela não fizesse isso seria pior para os dois.

E sobre a dor... Claro que ela sabia como doía.

Flashback On

A mãe de Isa a ajudara a se aprontar para a festa da escola. Seu vestido rosa bebê ía até os joelhos, as alças caíam nos ombros. Usava um pequeno salto preto que ela comprara na mesma semana, e prendia o cabelo num coque.

— Será que ficou bom? – ela perguntou ainda com dúvidas.

— Claro que está. Está linda.

— Acha que Rick irá me achar bonita?

— Todos os meninos acharão.

— Mas tenho que ter certeza dele, afinal, ele é meu par.

— Ele vai achar, querida.

— Mas e se não achar?

— Bom... – ela pensou – Se ele não te achar linda, diga pra ele: "Não sabe o que está perdendo!"

— Eu direi. – ela riu.

— Agora, você tem que esperá-lo em casa.

— Mas eu queria ir até a casa dele! – protestou.

— Na casa dele? – sua mãe estava surpresa.

— Sim! Quero surpreendê-lo.

— Se você diz... – as duas riram – Sabe onde ele mora? Quer que eu te leve até lá?

— Eu sei onde ele mora, e não. Não precisa levar-me até lá. Já estou bem grandinha.

— É. – concordou sua mãe – Está mesmo. – e abriu um sorriso sem mostrar os dentes.

Ela a abraçou, agarrou sua filha como se fosse uma despedida definitiva. E na verdade era.

— Você tem que ir. Filha... Eu te amo, saiba disso.

— Eu sei. – ela saiu com um sorriso confiante de casa, rumo à casa de Rick.

Era uma noite sem estrelas, a cidade estava acesa pelas luzes artificiais, pessoas andavam por todo lugar com seus filhos de terno e filhas de vestido para a festa anual da escola. Tudo parecia muito bonito, até ela chegar na casa de seu par.

Um carro preto estava estacionado frente à garagem, e a porta de entrada semi aberta, dois segundos depois, alguém saiu de lá: Rick e uma garota.

— Rick! – gritou Isa.

Ele paralisou e semicerrou os olhos para focalizar a figura da filha de Hermes frente à ele.

— A-ah... Isa. – balbuciou.

— Rick, vamos, temos que chegar cedo na festa.

— Você tem razão, mas... Com quem você vai?

— Como assim "com quem eu vou"? Com você, dãã.

— Não. – ele ironizou – Comigo não. Eu vou com ela. – apontou para a menina próxima ao carro.

— Como assim?! Mas você meu par!

— Eu era seu par. Achou realmente que eu estava falando sério? Nunca ouviu falar de ironia?

Ela não respondeu. Sua voz falhou, não saiu nem um pequeno ruído.

— Exatamente o que eu pensei. Bom, agora, me deixe ir. Tenho que chegar cedo na festa, você deveria fazer o mesmo.

— Vamos, Rick! – chamou o seu par.

Ele riu e entrou no carona do carro. Seu motorista deu ignição, e dirigiu até a escola.

Isa abraçou a sí mesma, e caiu de joelhos no gramado da casa de seu ex par.

— Por que você fez isto comigo?!! – ela sentiu algo a corroer por dentro, como um rato comendo suas entranhas até não restar nada. As lágrimas rolaram pelo seu rosto, e borraram a maquiagem que ela mesmo fez.

Ele não estava perdendo nada.

Nesta mesma noite, seu sátiro levou-a para o acampamento, mas isto, é história para outro flashback.

Flashback Off

— Adivinha quem é. – falou Carlos quando Isa se aproximou da forja, ele tapou seus olhos com as mãos.

— Eu conheço sua voz, seja mais inteligente da próxima vez.

— Poderia ter fingido.

— Eu estou disposta a não fingir mais nada, nada mesmo.

— Do que está falando?

— De uma coisa que deveria ter dito à você há muito tempo.

— Que seria...?

— Eu. Não. Te. Amo. Mais. Pra ser sincera, talvez nunca amei.

— C-como...? – ele passou a encarar Isa com uma feição sombria e assustada.

— Isso mesmo que você ouviu, nossa relação acaba aqui. – ela deu meia volta para sair andando.

— Você não pode fazer isso! – falou enquanto agarrava o braço dela e a puxava de volta.

— E por que não posso fazer isso?

— Porque fomos feitos um para o outro, somos almas gêmeas, um par perfeito! – protestou ele.

— Não Carlos, não somos. E não existe alma gêmea. Existe alguém que aprende a te amar do jeito que você é, e como eu disse, eu não te amo, e nunca amei.

— É mentira! É tudo mentira! – falou já enchendo os olhos de lágrimas.

— Não engane à sí mesmo. Um dia você encontrará a pessoa certa, e eu também.

— Você é a pessoa certa... – sussurrou.

— Eu não sou... – disse novamente se retirando.

Carlos pareceu se encolher.

— Você é... – disse tão baixo que Isa se perguntou se ouviu direito.

Ela correu.

Correu o mais rápido que pôde, e para uma filha de Hermes isso não era tão difícil.

Foi em direção aos Campos de Morangos, e aquele aroma que invadia seu corpo fazia Isa flutuar. Ela devia estar se sentindo mal, triste pelo término, deveria estar chorando no canto do chalé. Mas agora, ela se sentia... Livre.

Livre, pois agora não teria um namorado que a perseguisse, que estivesse sempre junto à ela, e isso era muito bom.

Isa corria em busca de algo diferente, de uma sensação que ela não sabia o que era, de algo que a fizesse sentir exatamente como ela se sentia agora. Corria em busca da felicidade, pois agora, não havia lugar para a mágoa.

· · ·

Danny sentia que o dia seria bom.

Se acordar de manhã, ver o sol brilhar, não bater o pé em nenhuma parede, não atropelar nenhuma irmã ou irmão no chalé, não discutir com ninguém, e não sujar sua roupa com nenhum tipo de líquido ou comida não era bom, o que mais seria?

Ela pegou seu arco e aljava cheia de flechas e saiu do chalé 7 ao chalé 3. Danny bateu na porta.

— Edu...?

— Pode entrar! – gritou uma voz feminina. Se Danny pudesse identificá-la, com certeza era a voz de Cah.

Ela adentrou o chalé, e o cheiro da brisa do mar invadiu suas narinas.

— Bom dia Danny! – disse Cah e Lissa. Danny respondeu com outro bom dia.

— Oi, menina de que eu não sei de quem é filha. – falou Abner.

— Como não sabe? – intrometeu Gabriel – O calor das filhas de Apolo é inconfundível. – Gabriel lançou um olhar malicioso.

Danny apenas sorriu. Se ela ganhasse uma dracma ou dólar cada vez que algum campista a canta, já estaria com dinheiro o suficiente pra comprar o Olimpo. E não é modo de falar.

— Onde está Edu?

— Acabou de sair, –respondeu Cah – mas já deve...

— Oi? – ele apareceu na porta.

— Edu! – ela correu até ele, e lhe deu um abraço – Eu estou preparada, vamos treinar? – seus olhos pareciam brilhar cada vez que ela pensava em massacrar um boneco de palha.

— Eu gostaria, mas tenho que ver Letícia, e trinar com ela.

— Ah. – ela recuou e o brilho nos olhos desapareceu – Claro, Letícia.

— Ela ainda está dormindo? – falou parecendo não ouvir a decepção na voz de Danny.

— Sim. É... Edu, eu tinha acordado cedo pra treinar com você, o dia parece...

— Estou indo no chalé 7. – interrompeu.

— Ah, claro. – houve algumas risadinhas pelo chalé.

— Você vem comigo?

— Não! – ela falou alto demais, quase protestando – Quer dizer... Não.

— Hum... Então tá, nos vemos depois. Tchau. – e saiu do chalé 3.

— Tchau. – seus olhos ditaram a porta que bateu logo em seguida.

— Clima tá tendo, né? – riu Abner.

Danny se aproximou dele, segurou seu pescoço com a mão e jogou-o contra a parede. Retirou uma flecha venenosa da aljava e ameaçou fincá-la no peito dele.

— Se você zombar de mim mais uma vez, morre. Escuta bem o que eu tô falando. – seus olhos estavam quase em chamas, como os filhos de Ares.

— Tá. – ele balançou a cabeça positivamente, entendendo o recado.

Ela virou-se para sair do chalé, quando Gabriel anunciou:

— Quando precisar de alguém, manda uma mensagem de íris pra mim.

Ela olhou para ele com desprezo.

— Se fode aí vai.

Então, saiu do chalé enfurecida.

— Danny! – gritou Gabriel – Calma aí, falei brincando, mas você sabe que...

— Gabriel! – gritou Mands — O Chalé 69 vai ser provavelmente construído!

— SÉRIO? – ele disse e Danny correu.

Gabriel pareceu não notar sua fuga, e ela agradeceu aos deuses por isso.

Ela correu até a arena, onde estavam os bonecos de treino, e ela iria acabar com todos. Sacou uma flecha envenenada e mirou no primeiro:

— Abner. – ao atirar, o boneco começou a ser consumido como papel no fogo – Gabriel. – sacou a segunda flecha, sendo essa em chamas, e ao acertar, o outro boneco começou a queimar no mesmo segundo – Clara. – sacou uma flecha comum, que ao acertar o terceiro boneco, arrancou a "cabeça" fora — E Edu. – sacou uma flecha explosiva, e ao acertar no último boneco... Adivinha? Explodiu!

Poucos pedaços restaram do último boneco, a maioria virou pó.

— Parece nervosa, não?! – ironizou uma voz masculina e rouca bem atrás dela.

Quando Danny se virou, viu um campista alto, com barba e o cabelo longo, vestindo a camisa do acampamento com uma espada longa de material negro em mãos.

— Alex? – ela sorriu surpresa.

— Eu estou de volta! – ele abriu os braços e Danny o agarrou com força.