Notas iniciais
Aleluia!!!!!! Tempo!!!! Nyah de volta!!! Oi Oi Gente!! Como passaram? Bem, desculpe a demora, mas estava sem tempo e o nyah teve seus probleminhas ne? Mas... bem, amanhã tem mais. É simples ok?

– E aqui é onde os imortais que já se foram vivem, digamos assim.

– Como assim? – Estava muito confusa — São imortais.

– Não. Tecnicamente não. Eles foram mortos por terem sido atingidos em seus chacras mais fracos.

– Sério isso?

– Sim Davina. Para meros mortais, vocês são imortais, vamos falar assim. Mas tecnicamente, tudo tem um ponto fraco. O de vocês são os chacras.

– Nossa...

– Tem o chacra raiz, que é o da insegurança, raiva tensão e violência. Tem o chacra da base da barriga, que é o da confusão, ciúme, impotência. Tem o chacra do plexo solar, que é o do medo, ódio e raiva. Aí vem o chacra cardíaco, que é o do desequilíbrio, instabilidade emocional. Tem o chacra purificador, que é o da depressão, ignorância e falta de comunicação. O frontal, que é dor de cabeça, medo, pesadelos e tensão. E por fim o coroa, que é o da alienação, confusão, depressão. Percebe a essência de cada um?

– Percebo.

Olho em volta enquanto absorvo as informações. Me deparo com alguém dançando em meio ao campo de rosas brancas. O cabelo vermelho brilha e sua leveza é admirável. Sem pensar, começo a caminhar em sua direção. “Seria Drina?” Pensei. E então ela se vira, parando e me encarando. Não consigo acreditar que Drina está morta.

– Davina!

– Drina, que bom te ver...

– O que faz por aqui? Está morta também?

– Eu? Não. Estou em uma missão, eu acho.

– A sim. Que missão?

– Longa história. E tudo começou enquanto eu procurava Roman.

– Oh não.

– O que foi?

– Ele...

Ela então para e olha fixamente para Riley e logo retorna sua atenção para mim.

– Drina?

– Ah... Ele... Ele... Uma pena... Não consegui vê-lo enquanto estava viva. Não depois do dia do acidente no orfanato.

– Sei... Mas estou procurando ele.

– Devemos continuar Davina. – Riley se aproxima mais.

– Tudo bem. – digo. – Até logo Drina.

– Até Davina. E boa sorte. – ela sorri de leve.

– Obrigada. – e retribuo o sorriso.

Após nos distanciarmos do local onde nos encontrávamos, me viro para Riley curiosa.

– Porque ela parou de falar do nada e ficou te olhando?

– Eu não sei.

– Tem certeza?

– Tenho. E bem, não sei se percebeu, mas você já passou muito tempo por aqui.

– Não achei.

– Bem, mas passou. Já está na hora de voltar.

– Acabou?

– Por enquanto sim.

– E quanto tempo passei por aqui?

– Em Summerland não há tempo. Mas pensando no plano terreno, você passou quase sete meses e meio por aqui.

– Você só pode estar brincando.

– Não mesmo Davina. Agora vá. – Ela começa a me empurrar por trás, me fazendo dar passos pequenos. — Você precisa ir. – E então ela me solta.

– Mas... – Me viro e ela já não está mais por perto. – Droga.

Sem saber o que fazer, acabo voltando ao plano térreo, totalmente perdida e sem saber qual o próximo passo a dar.

Notas finais
E então?? Deixem comentários!! Beijos!!!!!!